Mostrar mensagens com a etiqueta Ambiente. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ambiente. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

População do Cachão invade a Soduol e a Mirapapel

Enquanto em Alvito, desde há alguns anos a esta parte, a fábrica de secagem de bagaço de azeitona (UCASUL), expele ilegalmente par o ar toneladas de poluentes nocivos para o ambiente, afectando a saúde pública de populações a muitos quilómetros da envolvente próxima do local da fumarada, conforme se combinam as diversas variáveis climáticas.

Enquanto no Alentejo do “deixa andar”, tudo isto acontece com o beneplácito da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR Alentejo), do Ministério da Economia, da Câmara Municipal de Alvito e das Entidades de Saúde.


Cachão, Mirandela. Poluição da fábrica.

Já no Norte Transmontano,a população do Cachão, em Mirandela, invadiu ontem as instalações da Soduol e a Mirapapel, acusando estas unidades de porem em risco a saúde dos habitantes. O deputado da Assembleia Municipal de Mirandela, Pedro Fonseca, diz mesmo que “estamos perante um crime de saúde pública”.

“O Ministério do Ambiente concluiu em 2010 que se trata de 16 poluentes neurotóxicos com potencial cancerígeno”, explicou. O deputado garante que em 2010, o Ministério do Ambiente mandou encerrar as duas unidades, e não entende como continuam a funcionar. “São empresas que não respeitam a legislação e que foram mandadas encerrar pelo Ministério do Ambiente e estão a trabalhar em pleno”, afirmou.

“A população resolveu juntar-se e invadimos as instalações e mostramos o que estava escondido há muitos anos”, concluiu. Pedro Fonseca vai mais longe e condena o presidente da câmara de Mirandela e o delegado de saúde por se alhearem deste alegado crime ambiental. O deputado diz que “o delegado de saúde de Mirandela alheia-se a esta situação e o engenheiro Branco deve estar a fazer alguma confusão entre Cachão e Caixão”.

“Ele deve querer pôr as pessoas do Cachão no caixão”, afirmou. Fernanda Freitas, uma popular que participou na manifestação, garante que a população vai adoptar medidas drásticas, caso as unidades não sejam encerradas.

“A população entrou e não apareceu nem a GNR nem a Câmara, porque eles sabem que nós temos razão”, garantiu.

“Mas se não tomarem providências nós iremos tomar medidas mais drásticas”, conclui”

Texto a itálico de "Rádio Brigantia"

Pode ver também o vídeo RTP



quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Câmara disponibiliza baldes para embalagens de vidro


O Município de Viana do Alentejo dispõe de baldes para a deposição de embalagens de vidro para restaurantes, pastelarias e cafés.

A Câmara Municipal de Viana do Alentejo dispõe de Baldes verdes de 120 l com rodas e tampa destinados à deposição de embalagens de vidro.

Solicita-se aos proprietários dos restaurantes, cafés e pastelarias que possam ter interesse na aquisição de um balde para colocar no seu estabelecimento comercial, o favor de contatar o Serviço de Ambiente da Câmara (Eng.ª Sónia Cabeças) através do n.º de telefone: 266930010.

Stock limitado.

Visto aqui

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Arrancou a construção da nova central de compostagem em Évora

Uma nova central de tratamento mecânico e biológico de compostagem começou a ser construída ontem, em Évora, para tratar os resíduos sólidos urbanos de 19 concelhos do Alentejo, num investimento de 16 milhões de euros.

Desenvolvida em conjunto pelas empresas intermunicipais GESAMB e Resialentejo e pela Associação de Municípios do Alentejo Central (AMCAL), a unidade, a construir na área do aterro de Évora, vai ter uma capacidade de tratamento de cerca de 113 mil toneladas por ano de resíduos sólidos urbanos.

A central vai “tratar os resíduos que não são depositados nos ecopontos, conseguindo retirar-lhes os materiais que têm valorização e evitando que estes sejam depositados em aterro, o que tem custos muito elevados”, explicou à Lusa a diretora geral da GESAMB, Cátia Borges.

De acordo com a mesma responsável, a central vai permitir a separação dos vários tipos de materiais dos resíduos indiferenciados, reencaminhando os plásticos para reciclagem e os restos de comida para produzir composto.

“Muito deste resíduo é água que acaba, neste processo, por evaporar-se, o que permite reduzir para cerca de metade aquilo que neste momento se está a depositar em aterro”, disse a diretora geral da GESAMB.

No final do processo, acrescentou, o refugo deste tratamento mecânico e biológico, que já não vai para o composto nem para reciclagem, pode ser aproveitado para produzir combustível derivado de resíduos.

“Assim, só cerca de 25 por cento do lixo que dá entrada na central é que será depositado em aterro”, frisou Cátia Borges.

Os trabalhos de desmatação e de terraplanagens para início da construção da central vão começar hoje, estando prevista a sua entrada em funcionamento no início de 2013, com um período de testes de afinação, mas a atividade em pleno só arrancará seis meses depois.

O projeto foi comparticipado em 50 por cento por fundos comunitários, através do Programa Operacional de Valorização do Território (POVT), sendo os restantes 50 por cento divididos pelas três entidades em função dos resíduos que cada uma tratar.

A GESAMB é a responsável pela gestão e exploração do Sistema Intermunicipal de Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos do Distrito de Évora (SIRSU), integrando 12 dos 14 concelhos do distrito, enquanto a AMCAL abrange Alvito, Cuba, Vidigueira, Portel e Viana do Alentejo.

Já a Resialentejo, empresa intermunicipal de gestão de resíduos de Beja, é composta por oito municípios daquele distrito.

Visto em "diana fm"

Ler todo o processo aqui

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Fábrica de Alvito: fumo da queima e secagem de bagaço de azeitona polui o ar de Viana do Alentejo

Não é preciso grande peritagem ambiental para se concluir que a poluição do ar proveniente da queima e secagem do bagaço de azeitona, na fábrica da União de Cooperativas Agrícolas do Sul (Ucasul) em Alvito, invade amiudamente, desde há muitos anos, a Vila de Viana do Alentejo, dependendo a concentração e tipo de poluentes da forma de laboração da fábrica e das condições meteorológicas.

Em certos dias vê-se no astro, a muitos quilómetros da fábrica, a nuvem de poluição, as pessoas queixam-se do cheiro nauseabundo, do ardor de olhos, e os mais sensíveis de dificuldades respiratórias.

Recordamos que a fábrica da Ucasul tratou em 2010 cerca de 200 milhões de quilos de bagaço de azeitona proveniente de 54 lagares, cerca de 50% da produção nacional deste subproduto resultante da extracção de azeite.

Fábrica da Ucasul. Foto tirada em Outubro de 2011
Fábrica da Ucasul. Foto tirada em Outubro de 2011
Cique nas imagens para ampliá-las

Mas não é só em Viana que há queixas:

De acordo com o Jornal Público, de 1 de Outubro de 2011, “Jorge Pulido Valente, presidente da Câmara Municipal de Beja explicou que o problema não está apenas a afectar a cidade de Beja, a 45 quilómetros de distância da unidade fabril. Na vila de Cuba, e até em Mértola, distante de Alvito cerca de uma centena de quilómetros, as populações também se queixam do cheiro a azeite.

O Autarca já pediu à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo para que indague sobre a sua proveniência, e que intervenha "para eliminar" os cheiros incómodos, mas sem colocar em causa o funcionamento da fábrica da Ucasul, dado o seu peso e importância para o sector oleícola.

Também Francisco Orelha, presidente da Câmara de Cuba, defronta-se com o mesmo problema. "Penso que estamos perante uma situação de saúde pública", observa o autarca, frisando que já deligenciou junto da empresa para minorar o impacte da sua laboração, mas que lhe foi "dito que só libertam vapor de água". O mau cheiro tem-se acentuado de tal forma que foi "forçado a informar o Ministério do Ambiente sobre o que se passa".

quinta-feira, 31 de março de 2011

Onde está o lobby nuclear?


Era bom os Srs. Jornalistas irem perguntar ao Engº Mira Amaral, Henrique Neto, Srs. Prof. do IST do grupo Monteiro de Barros e alguns políticos, se não querem fazer agora a tal reflexão sobre a energia nuclear em Portugal.

É que estes senhores dizem que o nuclear não deve ser tabu e que devia pelo menos ser debatido e estudado. Segundo eles as energia renováveis, a começar pela energia eólica, têm impactos negativos na paisagem e são a causa da morte de muitos passarinhos (eólicas), e gravuras rupestres (barragens).

Claro que isto nada tem a ver com os avisos de contaminação nuclear no Japão, já que tem sido dito à boca cheia que a energia nuclear é perfeitamente segura, tem as mais modernas tecnologias e é gerida pelos técnicos mais competentes. Além do mais, dizem, é competitiva e não provoca emissões de CO2. Em resumo, uma maravilha.
É altura de repetirem aos portugueses o que têm vindo a dizer, para lhes fazermos umas perguntas.

Vejam o que disseram algum tempo atrás em:
Patrick Monteiro de Barros:
"Hoje é um dos dias mais felizes da minha vida porque há 22 meses lancei uma ideia enquanto empresário, mas nunca pensei chegar ao dia de hoje e ver com esta reunião ser dado o pontapé de saída do nuclear em Portugal".
Mira Amaral afirmou durante a conferência ser a favor enquanto engenheiro, ter dúvidas sobre a sua rentabilidade enquanto economista e defendeu uma consulta aos portugueses se fosse político.
Pedro Sampaio Nunes, antigo secretário de Estado da Ciência e Inovação e que colabora com Patrick Monteiro de Barros neste projecto, defendeu a energia nuclear enquanto geradora de riqueza para o país. 

Espantem-se:
Sampaio Nunes defendeu ainda a segurança oferecida pelo nuclear, afirmando que o carvão oferece "maior perigosidade" e em termos de acidentes "a hídrica é a forma mais letal" de gerar electricidade.

Pelo contrário, José Delgado Domingos, professor do Instituto Superior Técnico, foi muito crítico em relação à opção nuclear, defendendo antes a aposta nas renováveis, nomeadamente eólica, e no aumento da eficiência energética.

Visto em "eu-calipto"

sexta-feira, 30 de julho de 2010

O Fundo da Linha

O oceano profundo é o maior ecossistema do planeta, porém, continua amplamente inexplorado. Quanto mais desvendamos os seus mistérios, mais descobrimos o quão único este mundo estranho realmente é.



A Greenpeace está a divulgar o vídeo O Fundo da Linha para alertar para a destruição causada pela pesca de profundidade em águas internacionais. Este vídeo conta com o apoio de Sigourney Weaver e insta os governos de todo o mundo a adoptar medidas concretas e urgentes para defender a vida marinha que se esconde nas profundezas dos oceanos.

Em Novembro deste ano a Assembleia Geral das Nações Unidas vai voltar a abordar este tema e vai decidir os próximos passos relativamente à implementação da resolução 61/105. Esta resolução pede a tomada de medidas imediatas que administrem os stocks de peixe de maneira sustentável e que protejam os ecossistemas marinhos vulneráveis de práticas de pesca destrutivas.

Desde o dia 16 de Outubro, que a Greenpeace está na estrada para sensibilizar consumidores para as ameaças que os ecossistemas vulneráveis em alto mar enfrentam e pressionar os retalhistas a tomar a liderança e parar de comercializar espécies de peixe de profundidade. Estas grandes empresas têm o dever de garantir aos seus consumidores a sustentabilidade de todo o peixe que vendem e de não encorajar a destruição dos últimos refúgios de vida marinha do planeta.

Acreditamos que este vídeo é uma boa oportunidade para divulgar as ameaças que os ecossistemas das águas profundas enfrentam

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Caminhos vicinais ocupados por privados






.. “As ocupações de terras na denominada Zona de Intervenção da Reforma Agrária (ZIRA), envolvendo os distritos de Portalegre, Évora, Beja e Setúbal e alguns concelhos dos distritos de Lisboa, Santarém, Faro e Castelo Branco, estenderam-se ao longo de 1975 e 1976.

A devolução das terras aos proprietários acabaria por ser iniciada poucos anos depois.
A Lei Barreto (1977), do ministro da Agricultura do I Governo Constitucional António Barreto, abriu caminho a um longo processo de devolução das terras ocupadas e, posteriormente, às indemnizações.
O processo de regularização do uso da terra expropriada ou nacionalizada no âmbito da Reforma Agrária foi encerrado em 2000 pelo anterior ministro da Agricultura Capoulas Santos (PS). “
(Lino de Morais)

De há uns anos a esta parte assistimos impávidos e serenos à ilegítima ocupação dos caminhos públicos pelos donos das terras circundantes, expropriando-se escandalosamente essas vias de comunicação do usufruto da comunidade.
Estes novos senhores feudais apropriam-se dos caminhos públicos, fontes, pontes e tudo o que se avizinha às suas terras.
Esta situação é ainda mais evidenciada pelos novos proprietários sem ligação às comunidades locais, muitos deles provenientes da burguesia urbana, cujas herdades no Alentejo servem essencialmente para dar a alguns um toque aristocrático à sua humilde origem de classe.


Conceito de caminho público. Os caminhos vicinais, em particular. (Extracto do Parecer da CCDRA)

.. .“Na falta de definições legais, a doutrina, mas também a jurisprudência, têm vindo a esclarecer tais conceitos, definindo os caminhos públicos como aqueles cuja propriedade pertence ao Estado ou às autarquias locais (em virtude de estes os construírem ou deles se terem apropriado desde tempos imemoriais) sendo mantidos sob a sua administração, afectos ao uso público, sem oposição de ninguém, sendo a todos os cidadãos lícito utilizarem-se dele, apenas com as restrições impostas pela lei, ou pelos regulamentos administrativos.

Diferentemente, os caminhos particulares são propriedade de pessoas, singulares ou colectivas, e destinadas a usufruto pelos legítimos possuidores ou por terceiros, desde que com o consentimento ou tolerância daqueles.

Quanto aos caminhos vicinais, em particular, não obstante integrem a natureza de caminhos públicos, constituem ligações de interesse local secundário (por contraposição com os caminhos municipais), vocacionadas para o trânsito rural, sendo, por isso, também conhecidos por “caminhos rurais”.

Em termos de enquadramento jurídico – legal da questão, o Decreto-Lei n.º 34 593, de 11 de Maio de 1945, atribuía às câmaras municipais a administração das estradas municipais e dos caminhos municipais, deixando os caminhos vicinais a cargo das juntas de freguesia.

O referido decreto-lei foi, expressamente, revogado pelo Decreto-Lei n.º 380/85, de 26 de Setembro, e este, por sua vez, foi revogado pelo Decreto-Lei n.º 222/98, de 17 de Julho.

Porém, como nenhum destes dois últimos diplomas contém normas sobre os caminhos vicinais, alguma doutrina considerou que o disposto no Decreto-Lei nº 34 593, de 11 de Maio de 1945, em matéria de caminhos vicinais, se encontra, ainda, em vigor.

Sobre a temática, se pronunciou, o então Secretário de Estado da Administração Local, por despacho de 2002-02-04, no sentido de que “Apesar do Decreto-Lei nº 34 593, de 11 de Maio de 1945 (cujo artigo 6º classificava os caminhos públicos em municipais e vicinais) ter sido expressamente revogado pelo D.L. nº 380/85, de 29/9, que aprovou o Plano Rodoviário Nacional (e que foi por sua vez revogado pelo D.L. nº 222/98, de 17 de Julho), resulta da aplicação do Decreto-Lei nº 42 271, de 31 de Maio de 1959, e do Decreto-Lei nº 45 552, de 30 de Janeiro de 1964, e através de um argumento “a contrario sensu”, que deverão ser considerados vicinais, e portanto sob jurisdição das respectivas Juntas de Freguesia, todos os caminhos públicos que não forem classificados como municipais.” ....

... Pelo exposto, afigura-se-nos ser de concluir o seguinte:

1ª- Embora seja uma matéria tradicionalmente muito discutida na doutrina e na jurisprudência, parecem ser de considerar como públicos os caminhos que, desde tempos imemoriais, estão no uso directo e imediato do público.

2ª- A administração dos caminhos vicinais – enquanto caminhos públicos que são – é, de acordo com o DL nº 34 593, de 11 de Maio de 1945 (diploma se reputa como estando ainda em vigor nesta matéria), conjugado com o disposto no art.º 253º, n.º 10, do Código Administrativo, da competência das juntas de freguesia.

3ª- Nos termos do artigo 17º, número 1, alínea r), da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro, na redacção actualizada pela Lei nº 5-A/2002, de 11 de Janeiro, a assembleia de freguesia tem competência para se pronunciar e deliberar, por iniciativa própria ou a solicitação da junta, sobre a natureza do caminho em causa, nomeadamente, se for o caso, reconhecendo e declarando que o mesmo é um caminho público (vicinal).

4ª- Porém, perante uma situação concreta de conflito relativa ao direito de propriedade e à utilização de um caminho ou passagem por parte da população, cabe aos tribunais judiciais, em última instância, e em definitivo, determinar a natureza jurídica da situação em causa, nomeadamente, esclarecendo se se trata de uma servidão legal de passagem ou de um caminho, e, neste caso, decidir sobre a sua natureza pública ou particular."

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Vulcão islandês: o improvável impacto sobre as temperaturas globais

A nuvem de cinza vulcânica que explodiu a partir de um vulcão islandês esta semana não deverá ter um impacto sobre as temperaturas globais, diz um climatologista australiano.

erupção vulcão irlandês
Clique aqui para ampliar
Foto Reuters: Olafur Eggertsson


Na quinta-feira o vulcão, localizado sob o glaciar Eyjafjallajökull, produziu uma nuvem de cinzas e rochas de 10 quilómetros de altura que se estendeu na maior parte do norte da Europa.

Os detritos foram responsáveis pelo encerramento de aeroportos no Reino Unido, Noruega, Dinamarca, Bélgica e Suécia, e produziu um espectacular pôr-do-sol na região.

Enquanto as partículas podem ter um efeito sobre as temperaturas locais, a curto prazo, os especialistas não acreditam que terão o mesmo impacto que a erupção do Pinatubo duas décadas anteriores.

Em Junho de 1991, o Monte Pinatubo, um vulcão activo nas Filipinas, lançou dez quilómetros cúbicos de material na atmosfera.
Partículas da erupção entraram na estratosfera da Terra, resultando numa redução de 10% da luz solar que atinge a superfície da Terra, e uma queda de 0,4 ° C na temperatura média global.

Demasiado baixo para causar um impacto

Dr. Blair Trewin do Centro Nacional do Clima em Melbourne diz que, na sua forma actual, a nuvem de cinzas é improvável que tenha o mesmo impacto sobre a temperatura global.

"Para um vulcão ter um efeito significativo no arrefecimento global, tem de lançar as suas cinzas até à estratosfera", diz ele. "Se isso não acontecer, as cinzas vão começar a "chover" com bastante rapidez."

Mesmo que o material atinge a estratosfera, Trewin acredita que pela localização do vulcão, o impacto da cinza apenas afectará algumas regiões situadas no hemisfério norte.

"Quando se entra na estratosfera, os ventos tendem a fluir a partir do equador para os pólos", diz ele. "Então, qaundo ocorre uma grande erupção nos trópicos, os ventos na estratosfera tendem a espalhar o material expelido sobre o globo inteiro.

"Considerando que se isso acontece nas regiões polares o material tende a ficar naquela zona - ele não se propaga até latitudes mais baixas".
Mas Trewin diz que a nuvem de cinzas vulcânicas pode ter um impacto a nível local.

"Quando o Monte St. Helens entrou em erupção em 1980, não teve impactos significativos globais, mas nos dias imediatamente após a explosão, as temperaturas de verão sofreram um arrefecimento de 10 ° C ou mais em algumas partes do noroeste dos Estados Unidos."

Dr. Jeff Masters, director de Meteorologia em Weather Underground diz que a erupção não deverá ter um impacto significativo sobre os padrões climáticos no Hemisfério Norte.

"No entanto, as cinzas podem trazer um espectacular pôr-do-sol para a Europa e para a América do Norte na próxima semana, com a projecção de nuvens de cinzas em todo o hemisfério norte."


ABC News


Avião sobrevoa a erupção do vulcão no glaciar Eyjafjallajökull


quinta-feira, 25 de março de 2010

Moura desencantada

O Presidente da Câmara Municipal de Moura, Dr. José Maria Pós-de-Mina, “autarca modelo” com provas dadas, depois de ter conseguido instalar no concelho um importante pólo de desenvolvimento das energias renováveis, incompreensivelmente permite a laboração de uma central de betão pronto a 50 metros de um bairro habitacional.



sexta-feira, 19 de março de 2010

Vamos todos limpar o concelho - sábado, dia 20 às 9h




Recebido via email

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Programa da RTP2 anunciou tragédia da Madeira há dois anos

Desde há pelo menos quatro anos que vários cientistas têm feito alertas ao Governo Regional para o perigo que espreitava a ilha da Madeira. Um dos avisos foi transmitido no programa Biosfera, exibido pela RTP2 há dois anos.



"A tragédia que se abateu sobre a ilha da Madeira era expectável. Há cerca de dois anos, vários especialistas ouvidos pelo programa Bioesfera, da RTP2, davam conta da vulnerabilidade da Madeira a fenómenos naturais como cheias e aluviões.

O trabalho jornalístico, transmitido em Abril de 2008 e coordenado por Arminda Deusdado, alerta para a inexistência de cartas de risco na maioria dos municípios da ilha, para a contínua construção ao longo dos cursos de água ou sobre os leitos das ribeiras, ou mesmo para o estreitamento e canalização destas com consequências para o ambiente e para a segurança de pessoas e bens.

Na altura, como agora, o Governo Regional da Madeira recusou prestar declarações e fazer o contraditório dos factos apresentados.

Mas antes deste programa ir para o ar, já outros alertas tinham chegado aos governantes madeirenses.

As propostas dos "cientistas loucos"

Em 2006, um grupo de investigadores da Universidade de Aveiro apresentou no 10º Congresso Nacional de Geotectina, em Lisboa, um estudo sobre as consequências da construção excessiva no concelho do Funchal, desde o aluvião registado em 1993.

Intitulada "Impacte Ambiental Provocado pela Construção subterrânea na baixa citadina do Funchal", a investigação desenvolvida por João Batista Silva, Fernando Almeida e Celso Gomes, chama a atenção para "a crescente construção na baixa citadina do Funchal". Para os académicos, "o estreitamento e ocupação dos leitos das ribeiras conduziram à impermeabilização do solo e subsolo, que tem vindo a danificar o património edificado, e que representa um perigo crescente face à possível ocorrência de cheias".

Os especialistas, que foram apelidados de "cientistas loucos", pelos governantes madeirenses, sugeriram então seis medidas "para minimizar os efeitos das aluviões"
:

1 - Recuperação da floresta indígena (Laurissilva) nas zonas montanhosas e nas cabeceiras dos principais cursos de água para aumentar a infiltração de água e combater a erosão dos solos;

2 - Planeamento do território que envolva a gestão integrada dos recursos hídricos;

3 - Identificação, caracterização, controlo e monitorização do movimento de depósitos nas ribeiras, que possam dar origem a escorregamentos e/ou correntes de lamas;

4 - Remoção de vegetação, materiais geológicos e entulhos e lixos do leito das ribeiras;

5 - Definição de um modelo hidrodinâmico capaz de prever em tempo real a ocorrência de cheias na baixa citadina e gestão dos canais de escoamento;

6 - Elaboração de cartas de risco de cheias (Aluvião) que tenha em conta para uma dada área as condições geológicas, geomorfológicas, pedológicas e hidrológicas."

PDF: Clique para ler o estudo sobre o impacte ambiental na baixa do Funchal

Lido em: http://aeiou.expresso.pt

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Limpar Portugal - Ensaio geral em Guimarães



16 TONELADAS de lixo foram recolhidas durante três horas, no ensaio geral para a iniciativa «Limpar Portugal». A 20 de Março, organização espera ter 15 mil voluntários em Guimarães.

Ache outros vídeos como este em LimparPortugal

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Ecocentro de Viana abre ao sábado

Uma boa decisão tomada pelo executivo:

"O ecocentro em Viana do Alentejo vai estar aberto ao sábado, já a partir de hoje, dia 6, entre as 8h00 e as 16h00.

Com esta iniciativa a Câmara pretende facilitar e incentivar os munícipes para que possam ir depositar os resíduos no ecocentro. Para ajudar neste processo vai estar um funcionário junto das instalações, de modo a auxiliar e informar os munícipes sempre que necessário.

No ecocentro podem ser depositadas embalagens de papel e cartão, embalagens de plástico, embalagens de vidro, sucata, madeira, móveis velhos e electrodomésticos.

O Município espera com esta medida incentivar à separação dos resíduos e ao seu encaminhamento adequado. Posteriormente, os resíduos são transportados para a Estação de Triagem, em Vila Ruiva, e encaminhados para o destino final."

http://www.cm-vianadoalentejo.pt/pt/conteudos/noticias/Ecocentro+abre+ao+sabado.htm

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Projecto Limpar Portugal – Mãos à obra para limpar o concelho de Viana do Alentejo!

Partindo do relato de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de amigos decidiu colocar “Mãos à Obra” e propor “Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia”.Em poucos dias estava em marcha um movimento cívico que conta já com milhares de voluntários.Neste momento já muitas pessoas acreditam que é possível. O objectivo é juntar o maior número de voluntários e parceiros, para que todos juntos possamos, no dia 20 de Março de 2010, fazer algo de essencial por nós, por Portugal, pelo planeta e pelo futuro dos nossos filhos.

O Projecto Limpar Portugal pretende envolver todos os cidadãos de cada município, de forma voluntária e organizada, na limpeza das pequenas lixeiras existentes no seu concelho.

No concelho de Viana do Alentejo já se deram os primeiros passos neste projecto com o registo do município em www.limparportugal.org, com a realização de uma 1ª reunião, a 17.01.2010, na qual participaram voluntários, representantes da câmara municipal, das juntas de freguesia e associações, e com a criação do Grupo Coordenador do Projecto:

- Coordenador do grupo – Carlos Marques;
- Responsável pela localização de lixeiras – Bruno Borges;
- Responsável pelos contactos com instituições e associações – Luís Branco;
- Promotor de Educação Ambiental e responsável pela divulgação nas escolas – Maria Manuel Aleixo;
- Responsável pelos contactos ambientais – Sónia Cabeças;
- Responsável pelos contactos com as empresas locais – Joaquim Viegas.

O trabalho deste grupo consistirá em reunir esforços junto de todos os munícipes, das instituições, das associações, das escolas e das empresas do concelho, na sua coordenação e articulação, para que no dia 20 de Março possamos todos dar o nosso contributo e fazer parte da valorização ambiental do concelho.

Como pode participar?

1º Registo online
Entre em http://limparportugal.ning.com/, “Registe-se”, crie o seu perfil e adira ao Grupo VNT - Viana do Alentejo.

2º Sessões de Esclarecimento
- Aguiar, dia 5 de Fevereiro, pelas 19h, no salão nobre da Junta de Freguesia de Aguiar;
- Alcáçovas, dia 7 de Fevereiro, pelas 15h, no salão nobre da Junta de Freguesia de Alcáçovas;
- Viana do Alentejo, dia 7 de Fevereiro, pelas 17h, no salão nobre da Junta de Freguesia de Viana do Alentejo
.



3º Inscrição e Contactos:
Preencha a Ficha de Voluntário e entregue na sua Junta de Freguesia ou envie por e-mail para:

limparviana2010@gmail.com


As fichas de voluntário chegarão a todas as casas por correio, estarão disponíveis nas juntas de freguesia a partir do dia 3 de Fevereiro e também através de contacto por e-mail. Contacte este endereço para solicitar o envio da Ficha de Voluntário e para esclarecimento de quaisquer dúvidas.

Pelo grupo coordenador,

B. Borges


Recebido via email

domingo, 17 de janeiro de 2010

Ferreira do Alentejo: Sensibiliza comércio e serviços a separar para reciclar


A Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo está a sensibilizar o comércio e serviços do concelho para a campanha “Separar para reciclar”.


O Município de Ferreira do Alentejo está a sensibilizar o comércio e serviços para a campanha “Separar para reciclar”. Uma medida integrada no projecto “Ferreira sustentável”, incluída no plano de acção da Agenda 21 e que tem como objectivo sensibilizar serviços e comércio para as boas práticas ambientais nos locais de trabalho. “Aferir em que ponto as intervenções do Município a este nível têm efeito é outro dos objectivos da campanha, assim como, consolidar o projecto «Ferreira Sustentável»”, as declarações são de Aníbal Costa, presidente da autarquia ferreirense.


Durante a campanha são visitados todos os estabelecimentos comerciais e serviços, com vista à apresentação e entrega de um folheto com a indicação do local adequado para entrega e colocação dos vários tipos de resíduos. É feito também, nestas visitas, um questionário, sobre a gestão de resíduos, com o objectivo de permitir ao serviço do Município responsável por este sector ficar com uma ideia das dificuldades e dúvidas dos munícipes.

Ana Elias de Freitas - Rádio Voz da Planície

sábado, 26 de dezembro de 2009

Burundianos poluem 400 vezes menos que americanos


Os países que menos poluem no mundo estão na África. O Burundi é um dos países com o menor índice de emissão de gás carbônico (CO2) por habitante no planeta.

O Burundi é um país pequeno e com um clima agradável, sem grandes contrastes de temperatura ao longo do ano. Mas é sua economia que determina o baixo nível de emissões.

O país é um dos mais pobres do planeta, com renda anual média de apenas US$110 (76.5 €) por pessoa. Além disso, o Burundi ainda é essencialmente rural.

Confira a reportagem sobre a pegada ambiental de uma família de Bujumbura, a capital.


  ©Template by Dicas Blogger.

TOPO