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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

A ADSE explicada às criancinhas


Aberta a caça à melhor "ideia" para reformar o Estado, é de esperar o pior cortejo delas ou, mais propriamente, do que passará por elas. Para a saúde, o PS, numa só manhã, conseguiu dizer tudo e o seu contrário pela voz de prolixos "porta-vozes" que, pelos vistos, não se entendem sobre a coisa. A coisa é a ADSE que alguns "especialistas" querem extinguir a coberto de uma alegada "distorção" social e económica. A "direita" tem também alguma dificuldade em perceber que é o SNS que deve aproximar-se do sistema ADSE e não contrário. José Mendes Ribeiro já o explicou com meridiana clareza, para crédulos, no livrinho da foto e, imagino, a vários ministros da Saúde, incluindo o actual. 

Quem beneficia da ADSE não o faz de borla. "Desconta" mensalmente para o efeito, esteja no activo ou esteja aposentado. Para além disso, "desconta" brutalmente em IRS para, entre outras coisas (por causa do princípio da não consignação da receita), o SNS onde, quando a ele recorre, paga as respectivas "taxas moderadoras". Feitas as contas, o repelente funcionário público - que estraga o liberalismo caseirinho das esquerdas e das direitas - "desconta" três vezes e paga, fora a ADSE, do seu bolso, o que não é comparticipado quando vela pela sua saúde. O Estado poupava mais se o SNS adoptasse um regime tipo ADSE do que mantendo o "ideológico" SNS da bandeirinha, esse sim, um poço sem fundo.

Adenda: A culminar a brilhante "jornada ADSE", Miguel Sousa Tavares, na SIC, tratou de dizer que enquanto os trabalhadores do sector privado descontam 11% para a segurança social, os trabalhadores investidos em funções públicas descontam 1% para a ADSE. Isto para ilustrar uma "desigualdade" de descontos para subsistemas de assistencia na doença. Ora uma coisa não tem nada a ver com a outra como S. Tavares devia saber (ou ter procurado saber) antes de falar. 

Os 11% destinam-se a financiar a parte contributiva do trabalhador para a sua futura pensão e não o SNS: o SNS é financiado com os impostos deles e dos chamados funcionários públicos. Estes, como expliquei acima, pagam para os dois sistemas, o da ADSE e o SNS. As antigas "caixas" há muito que deram lugar aos centros de saúde, onde são prestados os chamados cuidados primários de saúde, que integram o SNS. Como escreveu em comentário um leitor - mal ele sabia a confusão que ainda estava para sair da boca de S. Tavares - é mesmo preciso «explicar às almas exaltadas que os "descontos" que os privados fazem para a Segurança Social NÃO servem para financiar o SNS. E que, por isso, não pagam nenhum imposto destinado exclusivamente à "saúde". A maior parte não percebeu ainda que o SNS é financiado pelo OGE.» 

E valerá a pena perder tempo a explicar alguma coisa a quem sabe tudo?

Visto em, "Portugal dos Pequeninos"

Passos Coelho ganhou eleições com fraude eleitoral - 4

Sim, uma fraude política e eleitoral não é só alterar resultados nas urnas ou viciar o número de eleitores, é também mentir aos portugueses sobre as políticas a implementar.


PASSOS COELHO CONFESSA-SE CRIMINOSO

Ao deixar derrapar a execução orçamental, ao afundar a economia nacional e ao não cumprir os objetivos que se propôs, designadamente não atingindo a meta do défice (4,5%) com que se comprometeu, o Governo (do PS) incorreu em responsabilidade criminal.

Quem o disse não fui eu. Foi o próprio Dr. Passos Coelho, num discurso de que o "Correio da Manhã" de 6-11-2010 publicou os seguintes excertos:

"Se nós temos um Orçamento e não o cumprimos, se dissemos que a despesa devia ser de 100 e ela foi de 300, aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa também têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos e pelas suas acções"

"Não podemos permitir que todos aqueles que estão nas empresas privadas ou que estão no Estado fixem objetivos e não os cumpram. Sempre que se falham os objectivos, sempre que a execução do Orçamento derrapa, sempre que arranjamos buracos financeiros onde devíamos estar a criar excedentes de poupança, aquilo que se passa é que há mais pessoas que vão para o desemprego e a economia afunda-se"

"Não se pode permitir que os responsáveis pelos maus resultados andem sempre de espinha direita, como se não fosse nada com eles". "Quem impõe tantos sacrifícios às pessoas e não cumpre, merece ou não merece ser responsabilizado civil e criminalmente pelos seus actos?"

Proféticas palavras! Pois se assim é, aguarda-se que o Dr. Passos Coelho seja por uma vez coerente e vá entregar-se no posto da G.N.R. de Massamá.

Visto no "Ponte Europa"

sábado, 12 de janeiro de 2013

Passos Coelho ganhou eleições com fraude eleitoral - 3

Sim, uma fraude política e eleitoral não é só alterar resultados nas urnas ou viciar o número de eleitores, é também mentir aos portugueses sobre as políticas a implementar. 

O histórico centrista diz que o PSD mergulhou num "neo-liberalismo implacável" acompanhado de "uma atitude repressiva

"O antigo líder do CDS-PP, Adriano Moreira, considera que o Governo de Passos Coelho está a perder “legitimidade” por estar a aplicar um programa “bem diferente” daquele que com que se apresentou a eleições.

Em entrevista à Antena 1 na passada sexta-feira, Adriano Moreira afirmou que é “absolutamente evidente que entre o programa oferecido e o programa que está a ser executado não há coincidência e aí começa a perda da legitimidade do exercício”.

Mais no publico.pt
 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Passos Coelho ganhou eleições com fraude eleitoral - 2

Sim, uma fraude política e eleitoral não é só alterar resultados nas urnas ou viciar o número de eleitores, é também mentir aos portugueses sobre as políticas a implementar.


Miguel Macedo, em 8 de Fevereiro de 2011: "O dirigente social democrata referiu que nunca ninguém no seu partido “defendeu o recurso a despedimentos na função pública para resolver algumas questões que têm a ver com a reforma do Estado”.


Marco António, Costa em 26 de Abril de 2011: "Nós [PSD] não temos agendas escondidas. Não prometemos uma coisa e fazemos outra quando nos apanhamos no poder. Essa é a prática do PS. Esse é o estilo de governação que José Sócrates iniciou neste país e institucionalizou e que levou à descredibilização da classe política”, disse."



quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Passos Coelho ganhou eleições com fraude eleitoral - 1

Sim, uma fraude política e eleitoral não é só alterar resultados nas urnas ou viciar o número de eleitores, é também mentir aos portugueses sobre as políticas a implementar.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Um menino da JSD quer mandar a Constituição da República às malvas

Hugo Soares, presidente da JSD, construindo o seu futuro

Constança Cunha e Sá, Nem mais:

‘(…) Nem por acaso, dei de caras, esta semana, com um menino da JSD, que se prepara para se candidatar à presidência da mesma, a explicar que é “hipócrita e socialmente iníqua a tendencial gratuitidade da educação e saúde”. Nem mais! Cria um problema constitucional? O menino da JSD não tem dúvidas: manda-se a Constituição às malvas até porque, como já se viu, o primeiro-ministro só consegue governar contra a Constituição: para o actual PSD a Constituição, esse empecilho, não passa de um bode expiatório, capaz de explicar todas as asneiras do governo.’

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Estamos a viver o sonho de Passos Coelho


Povo Livre de 21 de Janeiro de 2012. Passos Coelho na Assembleia da República,  em 17 de Janeiro de 2012


... "Tudo o que se está a passar faz parte da agenda ideológica de Passos Coelho, que, com os seus aliados vários, está a aproveitar a oportunidade para fazer a sua contra-revolução.

Têm dúvidas? Não tenham. A seu tempo, isso foi explicado por quem de direito. Vejamos.
A 3 de Maio de 2011, Eduardo Catroga, representante do PSD nas negociações do "programa de ajustamento" entre Portugal e a Troika, afirmou que a negociação do programa de ajuda externa a Portugal «foi essencialmente influenciada» pelo PSD e resultou em medidas melhores e que iam mais fundo do que o chamado PEC IV. (fonte) (outra fonte)
Aliás, Catroga anunciava o resultado da sua influência no programa de ajustamento: tudo seria muito melhor do que com o PEC IV, Portugal ganhava uma "oportunidade para fazer as reformas que se impõem". (link para ouvir)

Na verdade, que esta maioria se esteja sempre a justificar com o anterior governo é uma mistificação. Esta maioria está a fazer aquilo que Passos Coelho quis ter a oportunidade de fazer, como, aliás, o próprio explicou. Vejamos.

No final de Janeiro deste ano da desgraça de 2012, Passos Coelho, presidente do PSD e já então primeiro-ministro, afirmou sem rebuços que o seu partido tem um "grau de identificação importante" com o programa acordado com a 'troika' e quer cumpri-lo porque acredita nele. Nas suas palavras: "(...) o programa eleitoral que nós apresentámos no ano passado e aquilo que é o nosso Programa do Governo não têm uma dissintonia muito grande com aquilo que veio a ser o memorando de entendimento celebrado entre Portugal, a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional". Ainda segundo o presidente do PSD, "executar esse programa de entendimento não resulta assim de uma espécie de obrigação pesada que se cumpre apenas para se ter a noção de dever cumprido". (fonte) (outra fonte)

Tudo isto explica porque Passos e Gaspar nem querem ouvir falar em agir politicamente para mudar as condições do resgate. Ao ponto de o PM de Portugal ir a um Conselho Europeu e ficar calado acerca do que está acontecer por cá: Cimeira europeia: Portugal não consta entre os países que alertaram para o impacto social da crise. Parece que estamos a viver o sonho de Passos Coelho e ele não quer acordar"
Visto aqui

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Nenhuma distrital do PSD pôs orçamento em causa em reunião "pacífica" com Passos e Gaspar

EVORA - Campanha eleitoral, 19 de Maio de 2011
Manuela Ferreira Leite, antiga líder do PSD critica a "brutalidade" das novas medidas de austeridade do Governo de Pedro Passos Coelho, recusa "experimentalismos" e desafia os deputados a travarem o orçamento.
 
Enquanto esta mulher de armas, goste-se ou não dela, pensa pela sua própria cabeça, lemos espantados aqui que TODOS os presidentes das distritais do PSD reunidos hoje com Passos Coelho e Gaspar, não põem em causa a proposta do Orçamento do Estado.
 
Quem os "viu e quem os vê", actualmente para não se contradizerem perderam o pio.
 
Esgotado o tempo destes jogadores do campeonato regional da terceira divisão, vindos das escolinhas de formação do clube,  inundarem de críticas através da imprensa regional o governo Sócrates, rapidamnete estes mesmos jogadores meteram as "chuteiras" ao ombro, e nem sequer têm coragem de escrever uma linha de apoio às políticas do governo que os emprega.
 
Os episódios de, não me comprometam, tiveram o seu ponto alto durante a campanha da candidata pelo PSD a presidente do governo regional dos Açores, Berta Cabral só faltou renegar o seu partido e queimar as bandeiras laranjas.
 
Como pode alguém ir com esta matilha à caça, à mais pequena escorregadela do dono, caem-se em cima dele e esventram-no.

 

domingo, 19 de agosto de 2012

"2013 será o ano da inversão da actividade económica e da recuperação"


E lá do meio da maralha laranja, no Aquashow, a salvo do descontentamento do povo que ele diz servir, o Coelho apontou nova data para a salvação de Portugal, enquanto esperava que o arroz se cozesse: em 2013 é que vai ser. Um político que fala verdade e que não quer fazer como os outros é assim mesmo, olhos nos olhos. Portugueses - ingrato povo que não percebe o alcance das medidas que o está a levar à miséria. A pobreza liberta, não sabiam?

Por Sérgio Lavos em "O Arrastão"


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Jardim gasta 3 M€ em luzes de Natal e fogo-de-artifício



A Madeira vai gastar mais de três milhões de euros em luzes de Natal e no fogo-de-artifício da passagem de ano, informa a edição desta segunda-feira do Público.

O pagamento, contudo, só vai ser feito em 2012, porque o Governo Regional está agora com falta de liquidez, acrescenta o jornal.

A adjudicação foi feita por ajuste directo à Luzosfera, empresa do grupo SIRAM, isto depois de o concurso público ter sido cancelado, por queixas dos outros concorrentes.

A empresa é do antigo deputado regional do PSD Sílvio Santos e é favorecida pelo Governo Regional desde 1996.

Os trabalhos de montagem da iluminação natalícia já começaram.

Visto no "Diário Digital"

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ensaio sobre a cegueira

Jantar/Comício do PSD-Madeira (Canhas e Madalena do Mar).

Na Madeira, o Carnaval é sempre que um homem quiser. E o homem, Jardim, quer que seja todos os dias. Assim, os cerca de 30 mil funcionários públicos madeirenses (mais de 10% da população total!) tiveram ontem direito a três horas de tolerância de ponto para assistir "pessoalmente ou através dos meios de comunicação social" à tomada de posse do querido líder.

O piedoso acto realizou-se às 17 horas na Assembleia Regional, mas a dispensa de serviço foi dada a partir das 14, imagina-se que para os funcionários entrarem em estágio de preparação para muitas e emocionantes horas de discursos e elogios mútuos.
  
Três é exactamente o número de horas de trabalho a mais que os "cubanos" do cont'nente terão que agora prestar gratuitamente todas as semanas em nome crise financeira do país, incluindo a grossa parte dela por que é responsável o Carnaval orçamental madeirense, onde abunda, não o em trabalho gratuito, mas a ociosidade remunerada: ainda há pouco tempo, em Agosto, Jardim tinha dado (isto é, demos todos nós) mais uma tolerância de ponto, com direito a "ponte", para os funcionários verem o Rali Vinho Madeira...

A "troika" descobriu na Grécia uma ilha turística onde há 700 falsos cegos que o Governo subsidiava anualmente com 6,4 milhões de euros. Em Portugal descobrirá um continente com 10 milhões de cegos que subsidiam anualmente, com muitos mais milhões de euros, o Governo turístico de uma ilha.

Artigo de opinião de Manuel António Pina, no JN

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

“A austeridade não pode cair sobre os ombros dos mais fracos e vulneráveis”

As afirmações do actual primeiro ministo, no dia seguinte ao dia das mentiras (2 de Abril), no arranque no Porto, do “Movimento da Sociedade Civil – Mais sociedade”, liderado pelo economista António Carrapatoso, presidente do conselho de administração da Vodafone:

"Estou convicto que “as dificuldades financeiras serão ultrapassadas” sem ser “com um caminho de mais austeridade”, porque, “Portugal já vive em austeridade e o que é preciso que essa austeridade seja partilhada por todos e não caia sobre os ombros dos que menos podem e dos que são mais fracos”, acrescentou."

“Não quero contribuir para uma campanha de medo, que leve as pessoas a pensar que vamos cortar o 13.º mês, aumentar os impostos, tirar as pensões, cortar os rendimentos, só porque há alguém, ou alguns, a partir do Governo, que com total descaramento dizem, todos os dias, que é isso que o PSD fará. Tudo para que os Portugueses prefiram ficar, como estão do que arriscar a mudança”,

Povo Livre, pág. 3

domingo, 30 de outubro de 2011

A ignorância e as mentiras de Miguel Relvas

Miguel Relvas


Como seria de prever, o Governo já começou a preparar-nos, lentamente, para o fim definitivo dos subsídios de Férias e de Natal
. Primeiro, foi Vítor Gaspar a falar, de forma inusitada, em «vários anos» de cortes, dando a entender que seriam mais de dois. Seguiu-se-lhe Miguel Relvas a preparar o terreno para Pedro Passos Coelho, como sempre a desdizer tudo o que andou a dizer nos últimos anos.

No meio disto tudo, as declarações de Miguel Relvas, para além de profundamente demagógicas, revelam um ministro que não sabe do que fala – e quem não sabe é ignorante – e que falseia a verdade em vários pontos. Ora, quem falseia a verdade mente. E quem mente é mentiroso.

Diz Miguel Relvas que há muitos países que só têm 12 vencimentos, citando a propósito a Holanda, a Inglaterra e a Noruega. E não se percebendo como afirmação tão momentosa não mereceu mais comentários por parte da nossa Comunicação Social, só se pode considerar lamentável que, na ânsia de enganar os contribuintes, os nossos governantes não se importem de passar por ignorantes.

Como Miguel Relvas deve saber, o rendimento do trabalho em todos os países é anual – aliás, é assim que se calcula o IRS. O que existe são formas diferentes de o distribuir durante o ano. Em Portugal, por exemplo, o rendimento anual é distribuído, ou era, por 14 meses.

Quanto aos exemplos dados por Miguel Relvas, chegam a roçar o ridículo. Nem de propósito, falha em todos eles.

Em Inglaterra, o rendimento anual é dividido por 52 semanas e não por 10, 12, 14 ou 16 meses. 52 semanas, senhor ministro.

Na Holanda, os trabalhadores têm direito a Subsídio de Férias, correspondente a 8% do salário anual. Ou seja, caso se tenha trabalhado um ano inteiro, recebe-se um pouco menos de um mês de salário no mês de Junho, para além do mês de férias pagas.

Na Noruega, o rendimento anual é realmente pago em 12 meses. No entanto, o valor do IRS é dividido por 11 meses, sendo que os trabalhadores por conta de outrém recebem, no mês de férias, o ordenado isento de impostos. Ora, não é isto um subsídio de férias?

Para além das mentiras e da ignorância confessa, nota-se no meio disto tudo uma demagogia profunda. Como é possível querer comparar os salários dos portugueses (salário médio anual de 11 689 euros) com os salários de países como a Holanda (23 022 euros), a Noruega (22 263 euros) ou o Reino Unido (22 185 euros)? E ainda por cima querer cortar definitivamente uma parte significativa desse rendimento anual?

O Governo até pode ter legitimidade, o que duvido, para impor este tipo de medidas. Que não faziam parte do Programa de Governo ou do acordo com a Troika. O que não pode é mentir descaradamente aos portugueses e continuar a fazê-lo constantemente como se nada fosse. É que ainda não passaram 5 meses e já estamos fartos destas mentiras. E que tal mentiras novas ?

Visto em "5DIAS.NET"

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Campanha do PSD paga com dinheiro da Câmara


A ex-presidente da Câmara de Castro Daire e mais três ex-vereadores estão acusados de ter pago serviços para a campanha de 2005 com o orçamento.

A ex-presidente da Câmara de Castro Daire e três vereadores do seu executivo estão acusados pelo Ministério Público de terem usado dinheiro da autarquia em benefício próprio e do PSD, na campanha para as autárquicas de 2005. Eulália Teixeira, António Giroto, José Manuel Ferreira e Paulo Almeida acusados do crime de peculato. O processo encontra-se em fase de instrução.

Eulália Teixeira foi em 2005 eleita presidente pela lista do PSD. Segundo a acusação, o crime está relacionado com o facto de o pagamento de serviços prestados pela empresa Sourcingest ( que dá apoio a organização de empresas, gestão documental, soluções informáticas e evento), no âmbito da campanha eleitoral para as autárquicas de 2005, ter sido feito pelo município de Castro Daire.

Foram emitidas cinco facturas pela Sourcingest à câmara entre Abril e Agosto de 2005, no valor global de 26.720 euros, «relativamente às quais foi proferido despacho a autorizar o respectivo pagamento» por Eulália Teixeira, António Giroto e José Manuel Ferreira.

Segundo a acusação a que a Lusa teve acesso, em Fevereiro de 2005, o município «contratualizou verbalmente os serviços da Sourcingest», tendo em Março a empresa lhe enviado uma proposta para prestação de serviços de consultadoria. O contrato só viria a ser formalizado em Setembro.

No período antes da celebração do contrato com a autarquia, a Sourcingest realizou também serviços de apoio na campanha autárquica do PSD, cuja cabeça-de-lista era a então vice-presidente, Eulália Teixeira.

De acordo com a acusação, foi a Sourcingest que delineou e executou grande parte da pré-campanha e campanha eleitoral. Um caderno apreendido ao sócio-gerente da empresa Carlos Alberto Coelho continha vários apontamentos relativos aos preparativos. As actividades desenvolvidas no âmbito da campanha eleitoral «correspondiam a cerca de metade do total das desenvolvidas pela Sourcingest», sendo que a outra parte era referente «ao conteúdo/objecto do contrato que efectivamente acabou por ser formalizado em Setembro de 2005» com a autarquia. Só a partir das eleições é que passou a prestar serviços exclusivamente ao município

Visto em "TVI24"

domingo, 23 de outubro de 2011

Descontentamento na Distrital de Évora do PPD/PSD, com a nomeação de socialista para director da ARS

21 de Maio de 2011: António Costa da Silva no comício do PSD em Évora 

Depois do clímax no directório do PSD do Distrito de Évora, nos dias seguintes à vitória eleitoral, seguiu-se uma inesperada e longa estiagem. A tardia mudança de cadeiras nos lugares cimeiros  dos organismos desconcentrados da Administração Central,  tem provocado alguma erosão no seio de alguns militantes candidatos.

Os eventuais candidatos a dirigentes, apesar da ingestão regular de fluidos, andam bastante desidratados, porque as diarreias consecutivas não os tem ajudado na sua recuperação.

Muito antes de Passos Coelho ter tomado posse e se soubesse a orgânica do actual Governo, os ansiosos militantes dos dois partidos da coligação, de imediato dividiram o espólio dos cargos a ocupar pelos perfilados"boys", nos organismos Distritais da Administração Pública.

Algumas dessas organizações, ainda mantêm como dirigentes, quadros nomeadas pelo anterior governo do Partido Socialista. A impaciência de muitos militantes do PSD e também do CDS, começa a transbordar para o exterior dessas corporações, neste caso, Costa da Silva, presidente da Distrital de Évora do PSD,  veio para a comunicação social praguejar esse descontentamento.

Como refere o Jornal Correio da Manhã,a nomeação do médico socialista José Robalo para director da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, está a gerar contestação entre os militantes social-democratas.

O presidente da distrital de Évora do PSD, António Costa da Silva, diz que a decisão “causou estranheza dentro do partido” quando haviam “outras opções qualificadas” para o cargo. “Havia uma lista de nomes válidos para desempenhar essa função na ARS. A decisão foi outra e veremos, agora, se o novo responsável será leal ao Governo”, referiu ao CM Costa da Silva.

O médico, actual subdirector-geral da Saúde e deputado do PS na Assembleia Municipal de Alandroal, foi indicado para o cargo pelo ministro da Saúde, Paulo Macedo. O CM tentou contactar o ministério, sem sucesso.

José Alberto Noronha Marques Robalo, que na terça-feira toma posse, substituindo Rosa Matos, é tido pelos militantes do PSD como um politico próximo de António Serrano, ex-ministro da Agricultura do Governo de José Sócrates, e Carlos Zorrinho, ex-secretário de Estado da Energia e da Inovação do Governo e actual líder da bancada parlamentar do PS.

Médico de clínica geral desde 1985, José Robalo iniciou a sua actividade política em 2000 quando foi nomeado coordenador da Sub-Região de Saúde de Évora no governo de António Guterres."

terça-feira, 21 de junho de 2011

Fernando Nobre


Clube do Balanço - Segura a Nega

"Fernando Nobre aprendeu que cá se fazem, cá se paga, depois de anos de uma postura crítica em relação aos políticos e aos parlamentares decidiu candidatar-se ao segundo lugar da magistratura parlamentar desprezando o respeito pelo parlamentando por pensar que a nomeação do presidente do parlamento poderia resultar de um negócio pré-eleitoral com o líder de um partido.

Agora está confrontado com o compromisso que aceitou perante os eleitores e terá de cumprir o seu mandato de deputado, algo em que, obviamente, ninguém acredita. Foi o fim do sonho de uma carreira política fácil e muito provavelmente de uma futura candidatura presidencial da direita."...
(O Jumento)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

PPD/CDS: Um presente envenenado para Fernando Nobre



Saúde e Segurança Social para Nobre

Fernando Nobre poderá ficar com a pasta da Saúde, entre outros encargos, no novo governo constituído por PSD e CDS-PP, avança o Correio da Manhã.

O antigo candidato à presidência da República continua a ser um dos pontos em que os dois partidos discordam, e uma vez que a candidatura a presidente da Assembleia da República não é bem aceite por nenhuma das partes, Passos Coelho avança com uma alternativa.

O líder do PSD propôs a Paulo Portas que seja atribuído um cardo especial a Fernando Nobre, uma espécie de 'super-pasta' dos Assuntos Sociais, ficando com a tutela da Saúde (e consequentemente do ministério) e da Segurança Social, possibilidade que não rejeita.

Ambos os assuntos lhe são caros, médico que é, e presidente da Assistência Médica Internacional (AMI), e grande defensor dos assuntos sociais, nomeadamente o crescente desemprego, como demonstrou na sua candidatura à presidência da República.

Visto em "A Bola"

sábado, 11 de junho de 2011

Direita dos negócios

Afastado há muitos anos do poder, o PSD deixou de ser dirigido por políticos profissionais, a tempo inteiro, para passar a ser dirigido por políticos em part time, onde a cada pronúncia pública se adivinha o banqueiro, o empresário, o gestor, o consultor de negócios, o advogado de negócios.

De facto, porventura sem paralelo noutras geografias, o PSD assemelha-se muito a um conselho de administração político do mundo dos negócios. Ao saber ouvi-los, fica sempre a dúvida sobre saber se quem fala é o político ou o homem de negócios, representando os seus interesses próprios...

Por Vital Moreira

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O PSD quer tirar um deputado a Évora

Da esquerda para a direita: Costa da Silva, Pedro Lince e António Dieb

O Distrito de Évora elege só três Deputados. São manifestamente poucos, quando comparados com outros distritos mais populosos.

É preciso dar força a Évora. É preciso reforçar Évora em todas as instâncias de poder e desde logo na Assembleia da República.

Mas não é assim que pensa o PSD, que escolheu para Cabeça de Lista por Évora alguém que não é de Évora, não vive em Évora, nem trabalha em Évora.

Já sabemos, por experiencia adquirida, que no Governo o PSD nunca investiu no Alentejo nem em Évora. Todos os grandes investimentos na Saúde ou na Educação, no Alqueva ou nas acessibilidades só avançaram com o PS no Governo.

Agora até na Assembleia da República querem tirar um lugar a Évora elegendo por aqui alguém do Distrito de Setúbal.

Será que os Alentejanos vão, através do seu voto, apoiar isso?!…

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Manuela Ferreira Leite

Pobre senhora, o único argumento que encontrou um Passos Coelho por quem nunca teve em grande conta é o seu ódio a José Sócrates, é um triste exemplo da decadência a que chegou o cavaquismo. Sem nada ter dito no comício do PSD Manuela Ferreira Leite acabou por dar a melhor explicação para a actual crise política, o ódio a José Sócrates por um determinado sector do PSD, algo que também é evidente no acelerado professor 0%.



Visto em "O Jumento"

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