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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Um caso patológico: internem o Miguel Relvas num hospício

Miguel Relvas é a cara da quadrilha e, tal como os seus capangas, deve julgar os portugueses estúpidos. Uma pessoa que completou a licenciatura falcatruada no espaço de apenas um ano, fazendo tão só  4 das 36 cadeiras que compõem o curso, tem a lata e o descaramento de aparecer em público, apregoando a ética e a moral e as virtudes deste governo de estrema direita.

Um pouco por todo o País, Miguel Relvas tem sido dos ministros mais vaiados, e “mimado” em cartazes com grafismo depreciativo.
Ultimamente têm subido de frequência as vaias, começa a “meter dó”, mas olhando-se bem para o seu rosto, por detrás daquela cara suada de pavor, quando pode, liberta a arrogância que lhe perpassa o ser.

Dia 18 de Fevereiro: Miguel Relvas foi interrompido quando discursava no Clube dos Pensadores, em Gaia, por protestos de cerca de duas dezenas de pessoas, que cantaram «Grândola Vila Morena» e exigiram a sua demissão. 
«25 de Abril sempre! Fascistas nunca mais», «gatunos» e «demissão», gritaram os manifestantes.
 
Relvas sorriu atemorizado, expressando “gozo”, e chegou mesmo a entoar alguns versos da música. “O povo é sereno”, garantiu no final.


Dia 19 de Fevereiro: Hoje ainda foi pior, nos locais onde os actores dos apupos são todos jovens, a coisa pia mais fino, Relvas começou por sorrir, mas rapidamente saiu a correr pelas portas das traseiras.


“O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas foi hoje vaiado por algumas dezenas de alunos quando participava no encerramento de uma conferência da TVI, a decorrer em Lisboa, acabando por ter que abandonar a sala. Perante a agitação, o ministro não conseguiu iniciar o discurso, abandonando as instalações do ISCTE, onde decorria a cerimónia, escoltado por seguranças e sempre seguido por jovens que se manifestavam. 

"Bolsas sim propinas não", "Demissão" e "o povo unido jamais será vencido" foram algumas das palavras de ordem mais ouvidas.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Municípios: Todos à Assembleia da República dia 31 de Outubro


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Terrorismo fiscal

Aos novos escalões de IRS acresce uma sobretaxa de 4% cobrada mensalmente e ainda, no caso do último escalão de IRS, uma taxa de solidariedade de 2,5%.
 
"O ex-ministro das Finanças, Bagão Félix, reagiu de forma indignada às medidas da versão preliminar do Orçamento do Estado (OE) para 2013, considerando tratar-se de um «napalm fiscal".
 
Com uma dívida pública impagável nos prazos e juros praticados, só a Padeira de Aljubarrota pode esmagar esta corja de mercenários que destroem o País.

sábado, 6 de outubro de 2012

A grande golpada

Joaquim Ferreira do Amaral, ex-ministro das Obras Públicas de Cavaco Silva, ocupa actualmente cargos na administração da Lusoponte e da Semapa.


 
O Governo decidiu extinguir a Fundação das Salinas do Samouco, instituição que o Estado se comprometeu a criar junto de Bruxelas como contrapartida do financiamento comunitário para a construção da Ponte Vasco da Gama.

A fundação tinha por objectivo preservar as salinas que se encontram na Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo. Entre as entidades presentes na génese da fundação, está a Lusoponte, presidida por Ferreira do Amaral, que, como concessionária da ponte, assumiu o compromisso de contribui r com 300 mil euros anuais, até 2030, para o funcionamento da fundação.
 
Com a extinção decretada, o Estado liberta a Lusoponte de qualquer compromisso e transfere todas as responsabilidades para o Instituto Nacional de Conservação da Natureza.
 

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Guerra ao País

Por Luciano Amaral, no Correio da Manhã
 
A conferência de Vítor Gaspar seguiu o mesmo formato esquizofrénico de 11 de Setembro: primeiro a exibição dos espantosos êxitos do "ajustamento", depois a enumeração de medidas descrevendo um fracasso (como é que é a palavra?) "enorme". O fracasso foi enorme este ano e enorme será para o ano, porque nada disto faz qualquer sentido.
 
O Governo tem óbvias culpas no que se passa, pelo menos na alegria ou naturalidade com que apresenta coisas que são a completa destruição de um modo de vida. Mas a verdade é que ele é sobretudo o agente de uma política europeia que, em certos países (noutros não: na Alemanha, na Holanda ou na Finlândia ninguém pensa em destruir o "Estado Social") se arrisca a arrasar as economias e as sociedades que a Europa construiu desde 1945. Em Espanha, parece ser mais do que isso: é a destruição do próprio país, tão laboriosamente construído numa base democrática desde 1978.
 
Já muita gente descreveu o Orçamento de 2013 como um assalto ao país. Parece mais do que isso: parece uma verdadeira declaração de guerra.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Gatunos




quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Todos a Lisboa: 29 de Setembro


"As novas medidas anunciadas pelo Governo PSD/CDS constituem um brutal ataque às condições de vida dos trabalhadores e das trabalhadoras; uma enorme ofensiva que se abate contra os jovens, os desempregados, os reformados e pensionistas, a generalidade dos que vivem e trabalham em Portugal.
 
Esta é uma política que destrói a economia e o emprego e empurra o país para a destruição."

 

sábado, 22 de setembro de 2012

Miguel Sousa Tavares, A GRANDE CONSPIRAÇÃO [hoje no Expresso]:

‘(…) o objectivo de Passos Coelho e do seu quinteto de terroristas económicos (Gaspar, Moedas, António Borges, Braga de Macedo e Ferraz da Costa) é outro bem diferente: eles querem mudar o paradigma económico, mesmo que para tal tenham de destruir o país, como, aliás, estão a fazer.
 
Fiel aos ensinamentos dos seus profetas americanos, esta extrema-direita económica que nos caiu em cima acredita que o Estado deve deixar de gastar recursos com quem não garante retorno e concentrar-se apenas em apoiar, ajudar, estimular e dar livre freio aos poucos negócios escolhidos — que, assim, não poderão deixar de prosperar.
 
Aquilo a que chamam o “processo de ajustamento” da nossa economia é um caminho deliberado de abandono do que acham que não tem préstimo ou futuro: o emprego pago com salários decentes, os direitos do trabalho, as pequenas empresas que não exportam, a própria classe média que vive do trabalho. No fim do “ajustamento”, ficarão apenas as grandes empresas financiadas por baixos salários ou instaladas nos antigos monopólios públicos com lucros garantidos, e uma multidão de emigrados ou de desempregados, prontos a trabalhar por qualquer preço e em quaisquer condições.
 
Esse será o seu “sucesso” final. Isto tornou-se claro com a história da TSU. Acreditar que uma medida tão irracional, fundada em estudos que nem se atrevem a mostrar e desacreditada por todos, capaz de pôr o país na rua e ameaçar o tão louvado consenso social e político, terá sido tomada por mera incompetência e precipitação é tomá-los por estúpidos.
 
O que se pretendia não era aliviar a tesouraria das empresas ou potenciar as exportações. O que se pretendia, como ficou evidente na entrevista do PM à RTP, era garantir uma “vantagem” permanente: a baixa de salários. Porque esse é um dos objectivos centrais desta cruzada: desvalorizar por todas as formas, incluindo por via fiscal, o valor do trabalho.
 
O princípio é simples e, se atentarem bem, tudo segue uma ordem pré-estabelecida: primeiro, rever a legislação laboral, para tornar os despedimentos fáceis e baratos; por essa via, criar um batalhão de desempregados que pressionem o mercado de trabalho, fazendo baixar os custos salariais; assim, potenciar os lucros de algumas empresas de mão-de-obra intensiva; e, assim, garantir o sucesso do “ajustamento” da nossa economia, “so help them God”.’

 

domingo, 30 de outubro de 2011

A ignorância e as mentiras de Miguel Relvas

Miguel Relvas


Como seria de prever, o Governo já começou a preparar-nos, lentamente, para o fim definitivo dos subsídios de Férias e de Natal
. Primeiro, foi Vítor Gaspar a falar, de forma inusitada, em «vários anos» de cortes, dando a entender que seriam mais de dois. Seguiu-se-lhe Miguel Relvas a preparar o terreno para Pedro Passos Coelho, como sempre a desdizer tudo o que andou a dizer nos últimos anos.

No meio disto tudo, as declarações de Miguel Relvas, para além de profundamente demagógicas, revelam um ministro que não sabe do que fala – e quem não sabe é ignorante – e que falseia a verdade em vários pontos. Ora, quem falseia a verdade mente. E quem mente é mentiroso.

Diz Miguel Relvas que há muitos países que só têm 12 vencimentos, citando a propósito a Holanda, a Inglaterra e a Noruega. E não se percebendo como afirmação tão momentosa não mereceu mais comentários por parte da nossa Comunicação Social, só se pode considerar lamentável que, na ânsia de enganar os contribuintes, os nossos governantes não se importem de passar por ignorantes.

Como Miguel Relvas deve saber, o rendimento do trabalho em todos os países é anual – aliás, é assim que se calcula o IRS. O que existe são formas diferentes de o distribuir durante o ano. Em Portugal, por exemplo, o rendimento anual é distribuído, ou era, por 14 meses.

Quanto aos exemplos dados por Miguel Relvas, chegam a roçar o ridículo. Nem de propósito, falha em todos eles.

Em Inglaterra, o rendimento anual é dividido por 52 semanas e não por 10, 12, 14 ou 16 meses. 52 semanas, senhor ministro.

Na Holanda, os trabalhadores têm direito a Subsídio de Férias, correspondente a 8% do salário anual. Ou seja, caso se tenha trabalhado um ano inteiro, recebe-se um pouco menos de um mês de salário no mês de Junho, para além do mês de férias pagas.

Na Noruega, o rendimento anual é realmente pago em 12 meses. No entanto, o valor do IRS é dividido por 11 meses, sendo que os trabalhadores por conta de outrém recebem, no mês de férias, o ordenado isento de impostos. Ora, não é isto um subsídio de férias?

Para além das mentiras e da ignorância confessa, nota-se no meio disto tudo uma demagogia profunda. Como é possível querer comparar os salários dos portugueses (salário médio anual de 11 689 euros) com os salários de países como a Holanda (23 022 euros), a Noruega (22 263 euros) ou o Reino Unido (22 185 euros)? E ainda por cima querer cortar definitivamente uma parte significativa desse rendimento anual?

O Governo até pode ter legitimidade, o que duvido, para impor este tipo de medidas. Que não faziam parte do Programa de Governo ou do acordo com a Troika. O que não pode é mentir descaradamente aos portugueses e continuar a fazê-lo constantemente como se nada fosse. É que ainda não passaram 5 meses e já estamos fartos destas mentiras. E que tal mentiras novas ?

Visto em "5DIAS.NET"

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Orçamento do Estado 2012: um roubo a milhões de portugueses

Pega Ladrão -((Elite do Funk))-Furacão 2000"

Com ar pesaroso, o primeiro-ministro Passos Coelho, comunicou hoje ao País: “... o orçamento para 2012 é absolutamente decisivo e coincide com o momento em que muito duramente enfrentamos a realidade ...”.

O “corajoso primeiro ministro” que há bem pouco tempo deu o seguinte recado à populaça: “aqueles que pensam que podem agitar as coisas de modo a transformar o período que estamos a viver numa guerra com o Governo" -  premeia essa plebe da seguinte forma:

Trabalhadores do sector privado
Poderão ter de vir a trabalhar mais meia hora por dia sem receber qualquer compensação.

Funcionários Públicos e pensionistas
Quem tem um ordenado ou uma pensão superior a mil euros não vai receber nenhum dos subsídios nos próximos dois anos, enquanto quem recebe entre o salário mínimo e esse montante fica apenas com um dos subsídios.

Por outro lado os potenciais arruaceiros vão ter menos feriados.

  ©Template by Dicas Blogger.

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