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sábado, 29 de dezembro de 2012

"Temos o primeiro-ministro mais aldrabão, incompetente, irresponsável e perigoso de sempre"

• Fernanda Câncio, Incrivelmente é pouco:

    ‘Não há como negar: temos o primeiro-ministro mais aldrabão, incompetente, irresponsável e perigoso de sempre (desde que há eleições livres, bem entendido).

    Vejamos as suas últimas declarações sobre as pensões: um chorrilho de inexatidões, mentiras e acinte. Diz Passos que a denominada "contribuição especial de solidariedade" (CES) é pedida aos que recebem "pensões muito altas". Exime-se, desde logo, de explicitar que para ele as "pensões muito altas" começam nos 1350 euros - primeira aldrabice. E prossegue: esse "contributo especial" é devido por quem recebe essas pensões "por não ter descontado na proporção", quando "hoje os que estão a fazer os seus descontos terão a sua reforma como se esta fosse capitalizada - tendo em conta todos os descontos". Refere-se ao facto de as regras de cálculo terem mudado em 2007, com o primeiro Governo Sócrates (e uma lei aprovada apenas com votos do PS), quando antes se referiam aos melhores dez dos últimos 15 anos ou mesmo ao derradeiro ordenado.

    Sucede que, ao contrário do que esta conversa dá a entender, a dita "solidariedade" imposta às pensões a partir de 1350 euros vai direitinha, como aliás esta semana o insuspeito Bagão Félix frisou no Público, para o buraco do défice. Não vai para a Segurança Social e portanto não serve para "ajudar" nas pensões futuras - segunda aldrabice. E se as pensões "mais altas" não foram calculadas com base na totalidade dos descontos, as mais baixas também não - aliás, as pensões ditas "mínimas" referem-se a carreiras contributivas diminutas. Pela ordem de ideias de Passos os seus beneficiários têm o que merecem: pensões baixas por terem descontado pouco. Mas faz questão de repetir que lhas aumentou em 1,1%, dando a entender que a CES serve para tal (terceira aldrabice), enquanto a verdade é que o faz com o corte do Complemento Solidário para Idosos. Ora se nem todos os que recebem pensões mínimas são pobres, o CSI, fulcral na diminuição da pobreza dos idosos nos últimos anos, foi criado para somar às pensões muito baixas de quem não tem outros meios de subsistência. E é aí que Passos tira, com o desplante de afirmar que é tudo "em nome da justiça social" (esta aldrabice vale por cem).

    Mas a maior aldrabice, implícita em todo este discurso, é de que a Segurança Social é já deficitária e urgem medidas hoje. Citando de novo Bagão, "o Regime Previdencial da SS, além de constitucionalmente autónomo, até é superavitário (mais receita da TSU do que as pensões e outras prestações de base contributiva)! E tem sido este regime a esbater o défice do Estado e não o inverso, como, incrivelmente, se tem querido passar para a opinião pública".

    Sim, Bagão está a falar do seu camarada de partido, Mota Soares, e a chamar-lhe mentiroso. Incrivelmente? Não: devíamos estar todos a repetir o mesmo, todos os dias, em todo o lado, até que este pesadelo acabe. E possamos, finalmente, discutir estas coisas tão sérias com seriedade.’

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Passos Coelho ganhou eleições com fraude eleitoral - 1

Sim, uma fraude política e eleitoral não é só alterar resultados nas urnas ou viciar o número de eleitores, é também mentir aos portugueses sobre as políticas a implementar.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O jogo perigoso de Passos Coelho


Pedrinho cada vez estás melhor

Já não há pachorra para assistir ao jogo perigoso de Passos Coelho, hoje diz uma aldrabice, no outro dia diz outra.

Uma coisa tem ele feito com rigor – de canelada em canelada vai afundando mais o País.
 
No dia em que Portugal conheceu números recorde de desemprego, 14 de Agosto, Passos Coelho falou na Festa do Pontal no início do fim da crise. “O caminho que está a seguir é o correcto, que Portugal já está "a colher resultados" e é "por essa razão que o próximo ano não será de recessão". A propósito dos cortes na despesa, nomeadamente nas fundações (onde o corte estimado é de 150 a 200 milhões ano), Passos Coelho até arriscou dizer já que essa poupança é "mais uma das condições para fazer o alívio das famílias em 2013".
 
Para quem na altura não compreendeu este discurso, bastou esperar apenas cerca de mês e meio para ficar esclarecido - o governo anuncia uma série de medidas de assalto fiscal para 2013, destinadas ao alívio das carteiras vazias da maioria das famílias .

 

sábado, 11 de fevereiro de 2012

O Piegas Coelho


German Military Marches - Einzug Der Gladiatoren


Alguma coisa errada em se ser contra a pieguice? Nada: ninguém deve ter paciência para gente que se vitimiza. Um discurso político contra a lamúria e pela exigência não terá assim, à partida, qualquer problema. Grandes discursos ficaram na história por, precisamente, apelarem à coragem e à resiliência perante situações brutais.

Por que motivo, então, perguntar--se-á, tão generalizado repúdio e indignação face às palavras de Passos na segunda-feira, repúdio a que nem o próprio Governo foi alheio, com Portas a frisar que "os portugueses devem ser tratados como um povo que está a conseguir" (o que estarão os portugueses a conseguir sendo, é claro, outra questão)? É muito simples: porque a situação brutal com a qual os portugueses são confrontados é não só em grande parte uma escolha do primeiro-ministro, que não se coíbe de dizer e fazer repetir pelos seus álvaros que "o que estamos a fazer não fazemos porque a troika nos pede mas porque é o que queremos", como surge depois de este ter passado uma campanha a prometer o contrário e a atacar o Governo anterior por "impor demasiados sacrifícios".

Este primeiro-ministro é a mesma pessoa que, de voz embargada, pediu "desculpa aos portugueses" por ter viabilizado medidas do Governo Sócrates que caracterizava como "muito duras". É a mesma pessoa que garantiu no Natal de 2010 que na sua casa "só haveria prendas para a filha mais nova"; que com toda a oposição chumbou o último PEC por ser "excessivamente penalizador para os portugueses" enquanto defendia que "a única saída" era o pedido de ajuda externa - e desde então nada mais faz que responsabilizar o Governo anterior por esse pedido que ele próprio tornou inevitável, usando-o como justificação para aplicar, "custe o que custar", o programa que, confessa agora, sempre foi o seu.

Este é o PM que mal tomou posse se locupletou com meio subsídio de Natal do País alegando "graves desvios orçamentais" e que no fim de 2011 foi desmentido pela Unidade Técnica de Apoio Orçamental - sem por isso se lembrar de "morder a língua". É o PM que acusa os portugueses de terem demasiadas férias, mas passou três semanas no Algarve mal tomou posse, depois de ter garantido que "nem teria tempo para se sentar". É o PM que ganhou as eleições a chamar malvados, incompetentes e ladrões a quem "fazia sofrer os portugueses" e a garantir que com ele a austeridade deixaria de incidir sobre as pessoas, os mercados desceriam os juros, o Governo não mais seria "uma agência de empregos para amigos" e a crise internacional, que nunca tinha existido, deixaria de ser "uma desculpa". E que agora, severo, paternal e sobretudo exemplar, decreta que o problema mesmo são os portugueses e a sua "falta de exigência" - porque, afinal, já começa a precisar de outro bode expiatório para a tão arreliadora resistência da realidade às suas teorias. Ninguém melhor para o papel que quem, embarcando na sua pieguice falsa e ignara, o pôs onde está.

No "DN" por Fernanda Câncio

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

“A austeridade não pode cair sobre os ombros dos mais fracos e vulneráveis”

As afirmações do actual primeiro ministo, no dia seguinte ao dia das mentiras (2 de Abril), no arranque no Porto, do “Movimento da Sociedade Civil – Mais sociedade”, liderado pelo economista António Carrapatoso, presidente do conselho de administração da Vodafone:

"Estou convicto que “as dificuldades financeiras serão ultrapassadas” sem ser “com um caminho de mais austeridade”, porque, “Portugal já vive em austeridade e o que é preciso que essa austeridade seja partilhada por todos e não caia sobre os ombros dos que menos podem e dos que são mais fracos”, acrescentou."

“Não quero contribuir para uma campanha de medo, que leve as pessoas a pensar que vamos cortar o 13.º mês, aumentar os impostos, tirar as pensões, cortar os rendimentos, só porque há alguém, ou alguns, a partir do Governo, que com total descaramento dizem, todos os dias, que é isso que o PSD fará. Tudo para que os Portugueses prefiram ficar, como estão do que arriscar a mudança”,

Povo Livre, pág. 3

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Pedro Passos Coelho – Best of 2010-2011



Durante 2010 e 2011, Pedro Passos Coelho disse que sim, disse que não e disse o contrário. Durante várias semanas recolhi, compilei e compus as melhores declarações deste extraordinário homem. Hoje, tenho o prazer de apresentar os melhores momentos de Pedro Passos Coelho (e o Rodrigo Moita de Deus há-de desculpar o roubo descarado deste texto).

Adenda: Especialmente esclarecedoras as afirmações deste extraordinário homem, nos últimos 2 anos, após a declaração ao país acerca do Orçamento de Estado para 2012.

Visto em "Aventar"

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Passos Coelho e os "tumultos sociais"...

Retirado aqui

O primeiro-ministro lançou ontem um forte aviso "àqueles que pensam que podem incendiar as ruas" e trazer "o tumulto" para o país e em jeito de ameaça avisou que o Governo não permitirá esse caminho e saberá decidir quando necessário. Em reacção, Carvalho da Silva lembra a Passos que Portugal "nunca teve incendiários" e disse esperar que não seja o Governo a incendiar as ruas.

Antevendo o aumento da contestação social que vai endurecer nas próximas semanas já que são várias as manifestações de protesto marcadas contra as medidas de austeridade do Governo, Pedro Passos Coelho decidiu endurecer o discurso e fez questão de avisar que não será brando.

Perante estas declarações, Carvalho da Silva, secretário-geral da CGTP que já marcou uma manifestação para 1 de Outubro, disse que: "Portugal nunca teve incendiários, espero que não seja com este Governo que esta prática se instale". "Parece-nos que há uma grande instabilidade no pensamento do primeiro-ministro. Estas declarações pré-anunciam um grande desnorte que se reflecte nas políticas, em poucas semanas Passos Coelho apelou ao diálogo social (recorde-se que na festa do Pontal, no Algarve, no final de Agosto, o primeiro-ministro pediu "concertação e diálogo aos parceiros sociais) e agora mostra-se muito perturbado com uma hipotética contestação incendiária". "Espero que não seja ele com a sua perturbação a incendiar as ruas", repetiu

Visto no "Económico"

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Passos Coelho e o aborto

Trazer para a campanha outra vez o aborto foi uma das maiores asneiras do ano.

As declarações de passos Coelho sobre a "reavaliação" da lei do aborto, a sua disponibilidade para convocar "um novo referendo", bem como o recuo posterior, quando o PS lhe caiu em cima, revela um amadorismo político imperdoável, para um challenger do Poder.


O líder do PSD, que tem procurado marcar diariamente a agenda, obrigando o PS a ir atrás (e evitando, ao mesmo tempo, esclarecer como aplicará o memorando assinado com a troika...), tinha todos os temas do mundo, menos este, para desenvolver: o desemprego, as PPP's, a bancarrota, os impostos, as contradições do Governo, as meias verdades de Sócrates, as marteladas no Orçamento de Estado, a deterioração da Justiça, a falta de meios das polícias, o ataque à classe média, o estrangulamento das empresas (incluindo as exportadoras)... O que quisesse. Mas não: Passos Coelho não encontrou melhor tema, entre aqueles que realmente preocupam os portugueses, do que o da revisão da lei da IVG!

E depois ainda dizem que o Bloco de Esquerda, é que tem a mania de colocar na agenda temas fraturantes... O que terá passado pela cabeça de Passos Coelho?

Vejamos: o aborto não está na ordem do dia. Não é discutido nas ruas, nos cafés ou nos transportes públicos. Foi resolvido ao fim de dois referendos. Não perturba a coesão nacional nem provoca, hoje, divisões na sociedade portuguesa. A lei (que não agrada a minorias militantes sempre ativas) é indiferente à maioria e não é posta em causa por praticamente mais ninguém. Já nem a Igreja fala disso.

Passos perde em todas: reforça a ideia de que muda o seu programa de cada vez que lhe sopram uma ao ouvido. Revela um comportamento errático, sem aconselhamento político nem estratégia. Dá a Sócrates, de bandeja, a vanguarda no campo da modernização da sociedade e da abertura de espírito. Permite que as atenções sobre os erros da governação se desviem para faits divers, onde não tem hipótese contra o concorrente. Não ganha um único voto, a não ser em nichos radicais de católicos - porque os outros já não estão nem aí. Perde a confiança de uma parte do eleitorado central, e de centro esquerda, de que precisa para fazer a diferença. Embrenha-se numa temática que não domina, embaraçando boa parte do seu partido. Arranja lenha para se queimar.

Porque diabo foi, agora, desenterrar esta? Com uma dispensa cheia de caixas de bolachas, à sua mercê, porque é que foi logo abrir a lata de sardinhas fora do prazo de validade?

Comentário em "AEIOU/VISÃO"

terça-feira, 24 de maio de 2011

O caso das nomeações - um auto-atestado de irresponsabilidade

Um dos mails distribuídos pelo PSD aos jornalistas, onde se comprova que o Ministério da Justiça só entra nesta história para fazer exactamente o contrário do que o PSD alega. Ou seja, o MJ deixa claro que as publicações só devem ocorrer após a entrada em funções do próximo governo.


O caso é mais sério do que parece à primeira vista.
O País acordou com uma denúncia do PSD: o Governo estaria a fazer nomeações às escondidas. Ou seja, as pessoas estariam a ser nomeadas, ou promovidas, sem segredo, ficando a publicação em Diário da República para depois das eleições. Um escândalo, portanto.

Acontece que - como foi explicado - o governo nada escondeu.
O Governo deu orientações explícitas a todos os departamentos para que todas as nomeações ou promoções aguardasse pela tomada de posse do novo Governo (e não apenas pela realização de eleições).
Desde a entrada em gestão do Governo - foi igualmente explicado - foram nomeadas seis - sim seis - pessoas por rigorosas necessidades de urgência. Essas nomeações são públicas.

Perante isto, o PSD fez o que tinha a fazer: mostrou as provas em que baseava a sua acusação.
E ei-las - mails oriundos da entidade que gere o Diário da República a recusar a publicação de nomeações ou promoções, com base nas orientações recebidas do Governo.
Ou seja, o Governo teve o cuidado de criar um filtro - a INCM - para o caso de algum departamento "menos atento" não cumprir as suas ordens:



Ou seja, as provas do PSD dão razão ao Governo.
E este episódio é importante porque revela a total falta de escrúpulos e o atropelo evidente das regras democráticas por parte da actual direcção do PSD.
Imaginem o que seria gente desta a gerir o aparelho do Estado...

Visto em "Câmara Corporativa"

sábado, 21 de maio de 2011

Passos Coelho é "o mais africano de todos os candidatos ao parlamento”!

Passos Coelho é "o mais africano de todos os candidatos ao parlamento”!

Passos Coelho, afirmou no Domingo na Amadora, que é "o mais africano de todos os candidatos ao Parlamento", pela sua ligação pessoal à África, por ter uma mulher da Guiné-Bissau e uma filha que "também é africana".
Duo ouro negro- mãe preta

"Posso-vos garantir que eu sou o mais africano de todos os candidatos, a minha raiz pessoal está muito ligada a África. Praticamente posso dizer que casei com África, porque a minha mulher é da Guiné-Bissau, e, portanto, a minha filha mais pequenina também é africana. É verdade, também tem uma costela africana", acrescentou o presidente do PSD.

Acho que nunca tinha visto um político fazer, como fazem os actores de cinema de terceira categoria, misturar a vida privada com a pública, só para que falem deles.

Se ganhar as eleições quantos africanos ou quadros de origem africana vai ter como ministros? Ou será que este paleio só serve para angariar votos?
Se assim for, já estou a ver Sócrates a dizer: “Eu sou casado com a Europa, com a Ásia, com América, com a Oceânia e também com a Antárctida”, o Paulo Portas a afirmar que é o maior “cigano” de todos, porque é casado com as “feiras” e tem uma filha que é a “banha da cobra”, o Jerónimo de Sousa por seu lado vai dizer que é o maior “agricultor” porque é casado com a “reforma agrária”, já o Louçã, como é habitual, é contra tudo, contra casamento, contra os filhos, contra o FMI, contra a troika e que a culpa é toda do capitalismo.

Precisamos para governar Portugal de líderes com moral, que cuidem da valorização de cada pessoa e do seu povo, não de gente, que só acumula, asneiras, disparates, ignorância e incompetência chocante.

Visto no "Reino da Vadiação"

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Dr. Pedro Passos Coelho, apresentamos-lhe o Eng. Roberto Carneiro


‘Pedro Passos Coelho exigiu esta segunda-feira uma auditoria externa ao programa Novas Oportunidades. Falando perante professores num almoço em Vila Franca de Xira, o líder do PSD considerou que o programa tem sido no essencial uma "mega encenação paga a peso de ouro" para "atribuir uma credenciação à ignorância".’

Lusa

O Programa Novas Oportunidades tem mais 1.200.000 pessoas inscritas e mais de 500.000 pessoas certificadas com o 9.º ou o 12.º ano. E é a todas essas pessoas, mas também aos professores, formadores, às escolas e centros de formação profissional e às empresas que aderiram à Iniciativa Novas Oportunidades que PPC acusa de fazerem parte de uma “mega encenação”.

Isso só por si seria grave e mais uma prova de que pouco distingue este PSD do PSD do rasgar e romper de 2009, mas há mais: PPC exige uma avaliação externa¹ da Iniciativa Novas Oportunidades e esta é uma exigência ignorante.

É que existe uma avaliação externa das Novas Oportunidades que foi encomendada em 2008 à Universidade Católica Portuguesa (também fará parte da encenação?) e que é coordenada pelo Eng. Roberto Carneiro (outro desses políticos com experiência governativa, no caso o VI, o VIII e o XI Governo Constitucionais liderados por Pinto Balsemão e Cavaco Silva).

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¹ Os vários volumes desta avaliação externa encontram-se aqui à distância de um click, Dr. Passos Coelho.  

Visto em "Câmara Corporativa"

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