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segunda-feira, 12 de março de 2012

O blogue do sr.º Estêvão

O blogue do sr.º Estêvão com participação condicionada, onde apenas permite comentários com conteúdos ofensivos para os seus adversários políticos, uns da sua própria responsabilidade, do tipo atirar os foguetes, bater as palmas e apanhar as canas, outros da responsabilidade de dois ou três apaniguados saudosos do passado e das benesses perdidas, mudou a linha editorial.

Nesse espaço, aplica agora a técnica do “parte no caixote”, famigerado blogue misteriosamente desaparecido da blogosfera concelhia, ou seja, utiliza a mentira a suspeita e a calúnia, sem concretizar as questões que ali levanta, pondo e permitindo pôr em causa o bom nome de pessoas e instituições, de forma gratuita e despropositada.

Este trabalho sujo e de risco (há responsabilidades que têm que ser assumidas) que o autor do blogue iniciou, significa que não tem ninguém que o faça em seu lugar, ou seja, que está sozinho numa guerra antecipadamente perdida que apenas ele teimosamente não quer assumir.

Na qualidade de vereador da Câmara, com acesso privilegiado a toda a informação da administração autárquica concelhia, este senhor teria certamente, caso o entendesse, todas as condições para fazer um bom trabalho de oposição política de forma séria e responsável, atitude que certamente era esperada pelos seus eleitores e direção partidária.

Pelo contrário, escolheu o caminho da mentira da calúnia e da arruaça, argumentos que não colam nos dias de hoje, sobretudo junto de pessoas que preferem fazer juízos de valor e formar opinião com base em factos e ações devidamente fundamentados.

Recebido na caixa de correio da Barbearia: autor anónimo

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Carta aberta ao "provedor dos munícipes"

Exmo. Sr. Dr. Estêvão Pereira


Li no seu blogue que está indignado com um procedimento administrativo dos serviços urbanísticos da Câmara junto de um munícipe. Esses serviços camarários ao anteciparem erradamente a entrada em vigor do PROTA, inviabilizaram, desde logo, o licenciamento da construção de uma habitação no campo.
Espero que o assunto possa ser melhor esclarecido e sejam defendidos da melhor forma os interesses deste munícipe, sem ferir as regras legais em vigor.

Registo com agrado o seu interesse e preocupação actual pelos problemas dos munícipes, não compreendendo no entanto não ter ainda conseguido encontrar soluções para os casos criados quando o Sr. era Presidente da Câmara.

Nesse sentido venho solicitar-lhe a resolução para o seguinte problema:

Durante o seu último mandato como Presidente da Câmara, adquiri uma casinha nesse concelho onde investi todas as minhas economias com o objectivo de ai passar a viver.

Já com a actual Câmara em funções, foi-me dito que não me podem passar a licença de utilização visto que fui burlada, ou seja, comprei uma casa construída em local onde não se podia construir de acordo com o PDM do Concelho de Viana do Alentejo. Dizem que está em áreas RAN e REN.

Como esse licenciamento ilegal foi feito pela Divisão urbanística da Câmara e autorizado por si, solicito-lhe encarecidamente que na sua qualidade de actual vereador resolva a situação por si criada, no sentido de me legalizarem a casa que já está construída, paga, mas onde infelizmente não posso habitar.

Nos serviços da câmara a situação é de todos conhecida visto ser um caso tão insólito e pouco vulgar.

Uma munícipe que gostava de ser sua vizinha.

Recebido na caixa de correio da Barbearia Ideal

*O título do texto,  links e sublinhados são da responsabilidade dos editores deste blogue

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