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domingo, 18 de novembro de 2012

Saiba como pode Baixar o IMI




Se deseja baixar o valor que paga anualmente de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) deve pedir uma reavaliação do seu imóvel para baixar o valor. Todas as casas anteriores ao ano de 2003 vão ser reavaliadas pelas finanças. Assim, quem comprou casa antes de 2003 poderá ter de pagar mais IMI em 2013.
Para saber se pode ficar isento do pagamento de IMI, deve deslocar-se a uma repartição das finanças para saber se o seu imóvel está ou não isento do pagamento. Em alternativa, pode ver na caderneta predial o valor do seu imóvel.

Pedir uma reavalição do IMI
  • Pode pedir reavaliação caso a sua casa tenha mais de 2, 8, 15, 25, 40, 50 ou 60 anos

Como Baixar o IMI?

  • Casas com mais de 100 m2 podem ter um desconto no IMI de 5 a 15% (aplicável a casas compradas antes de 2007)
  • Pedir a reavaliação da casa através da entrega do modelo 1 de IMI (deve perguntar primeiro nas finanças se vale a pena pedir a reavaliação, para não ter de pagar caso a reavaliação seja por um valor igual ou superior)
  • Prédios urbanos objeto de reabilitação urbanística, pelo período de dois anos a contar do ano, inclusive, da emissão da respectiva licença camarária.

Quem fica isento de pagar IMI?

  • Agregados familiares com rendimento anual máximo de 12 911.98 euros (IAS x 14 x 2.2);
  • Valor patrimonial do imóvel inferior a 58.690.80 euros (IAS X 14 X 10)
  • Prédios ou parte de prédios urbanos habitacionais, construídos ou adquiridos a título oneroso e destinados à habitação própria e permanente do sujeito passivo ou do seu agregado familiar, desde que sejam efectivamente afectos a tal fim no prazo de seis meses após a aquisição ou a conclusão da construção, salvo por motivo não imputável ao beneficiário. A isenção será concedida pelo chefe do serviço de finanças da área da situação do prédio, por um período de 8 anos, se o valor patrimonial tributário do imóvel não exceder 157 500€, ou de 4 anos, se esse valor exceder os 157 500€ mas não ultrapassar 236 250€.

Fórmula de Cálculo do IMI

  • Valor por m2 da casa (definido pelo Estado) x m2 da casa x tipo de utilização x valor da localização x qualidade e conforto x idade da casa (coeficiente de vetustez)
Visto em "online 24"

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Trabalhadores: Todos à Assembleia da República dia 31 de Outubro


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O jogo perigoso de Passos Coelho


Pedrinho cada vez estás melhor

Já não há pachorra para assistir ao jogo perigoso de Passos Coelho, hoje diz uma aldrabice, no outro dia diz outra.

Uma coisa tem ele feito com rigor – de canelada em canelada vai afundando mais o País.
 
No dia em que Portugal conheceu números recorde de desemprego, 14 de Agosto, Passos Coelho falou na Festa do Pontal no início do fim da crise. “O caminho que está a seguir é o correcto, que Portugal já está "a colher resultados" e é "por essa razão que o próximo ano não será de recessão". A propósito dos cortes na despesa, nomeadamente nas fundações (onde o corte estimado é de 150 a 200 milhões ano), Passos Coelho até arriscou dizer já que essa poupança é "mais uma das condições para fazer o alívio das famílias em 2013".
 
Para quem na altura não compreendeu este discurso, bastou esperar apenas cerca de mês e meio para ficar esclarecido - o governo anuncia uma série de medidas de assalto fiscal para 2013, destinadas ao alívio das carteiras vazias da maioria das famílias .

 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Avaliações fiscais e IMI: DECO diz que famílias vivem «sufocadas»


Associação diz que valor patrimonial dos imóveis poderá mais do que duplicar

A associação DECO alerta esta quarta-feira para a possibilidade de o valor patrimonial fiscal dos imóveis mais do que duplicar em alguns casos, o que, somado às taxas de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), «aumentará o sufoco financeiro das famílias».
 
Num artigo da revista Dinheiro e Direitos divulgado às redações, a associação de defesa dos consumidores refere que a reavaliação de cinco milhões de imóveis atualmente em curso é «há muito necessária» por permitir valorizar valores desajustados.
 
«Contudo, nalguns casos, o valor patrimonial poderá mais do que duplicar, o que, somado às elevadas taxas de IMI (com um máximo de 0,5%), aumentará o sufoco financeiro das famílias», lê-se.
 
A DECO indica ainda que o desconhecimento das novas regras ou a «inércia dos contribuintes permite ao Fisco arrecadar mais IMI do que o devido».
 
Dada a informatização dos dados, a associação manifesta não compreender a dificuldade do Fisco em atualizar automaticamente alguns parâmetros usados no cálculo do IMI, como a antiguidade ou o valor do terreno.
 
«Resultado: o contribuinte paga imposto como se a casa fosse sempre nova e o metro quadrado ainda valesse o mesmo», denuncia a DECO, citada pela Lusa, acrescentando que a atualização obriga a uma deslocação às Finanças e ao eventual pagamento mínimo de 204 euros.
 
Segundo a associação, a fatura pode ultrapassar os três mil euros e, com «estes valores, o Fisco pretende desincentivar todo o tipo de reclamações».
 
Para a DECO, é «grave» o resultado de algumas avaliações não se refletir no IMI a pagar, mas apenas para IRS (Imposto Sobre o Rendimento Singular), IRC (Imposto sobre o Rendimento Coletivo) e IMT (Imposto sobre a Transmissão Onerosa de Imóveis).
 
«Depois de ter enviado as conclusões desta investigação ao Governo e ao Parlamento, a DECO aguarda uma reação célere, que garanta justiça fiscal», lê-se.
 
Em março, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, afirmou que as despesas pela segunda avaliação dos imóveis serão apenas pagas quando o valor se mantenha ou suba.
 
 

domingo, 19 de agosto de 2012

"2013 será o ano da inversão da actividade económica e da recuperação"


E lá do meio da maralha laranja, no Aquashow, a salvo do descontentamento do povo que ele diz servir, o Coelho apontou nova data para a salvação de Portugal, enquanto esperava que o arroz se cozesse: em 2013 é que vai ser. Um político que fala verdade e que não quer fazer como os outros é assim mesmo, olhos nos olhos. Portugueses - ingrato povo que não percebe o alcance das medidas que o está a levar à miséria. A pobreza liberta, não sabiam?

Por Sérgio Lavos em "O Arrastão"


sábado, 23 de junho de 2012

O Aprendiz de Feiticeiro



O MINISTRO das finanças que nos arranjaram, um tal de Victor Gaspar, desencantado nos laboratórios experimentais do Banco de Portugal, e que faz equipa com um tal de Passos Coelho, veio há dois ou três dias reconhecer que o comportamento das receitas e das despesas, no quadro da execução orçamental, não se enquadra nas expectativas traçadas pelo governo, logo o governo falhou, e se nada for feito, continuará a falhar até ao infinito.

Não é preciso ser grande economista para saber algumas verdades universais, isto é, que quando as receitas baixam (com o desemprego a provocar a baixa do IRS e das contribuições sociais, com as falências e quebra de actividade das empresas a baixar o IRC, e com a quebra de consumo das familias e empresas a baixar o IVA e outros impostos), e as despesas aumentam (com a subida de encargos com subsídios de desemprego, pensões, rendas das PPP e taxas de juro de empréstimos), o caldo está entornado.
E como o governo diz que vai manter a palavra de não pedir “nem mais tempo, nem mais dinheiro” para cumprir o défice, e não pretende mudar de política, é quase garantido que virá aí a multiplicação da austeridade e mais sacrifícios, convertidos em mais cortes, onde já pouco ou nada há onde cortar, e mais carga fiscal, onde já pouco ou nada há para colectar.

O Vitinho das finanças, mesmo com o seu entaramelado discurso "zombie", já não surpreende, mas continua a insistir. Comporta-se como o aprendiz de feiticeiro do poema de Goethe, que tendo-se apropriado do chapéu do mestre, libertou os poderes, e na sua patética ignorância, ficou a ver multiplicar-se o que não sabe controlar.
Depois, quando já não tem mão sobre o que libertou, quando vê que a sua teoria corre o risco de falhar, improvisa, arranja desculpas, tenta aprofundar o erro, levando o bruxedo aos limites, na esperança de mudar a realidade, para sustentar e manter de pé a teoria.
Alucinado, espera que a sua incontrolável austeridade, a replicar-se até ao infinito - como as vassouras aguadeiras do poema -, se devore a si própria, acabando numa espécie de Big-Bang, de onde nascerá uma galáxia de mel e de fartura, mas só para alguns.
O problema é que esta gente não são mágicos, nem tão-pouco aprendizes de feiticeiros.

São saqueadores e malfeitores encartados, discípulos da escola de Milton Friedman, e que gostam de falar de mansinho, de passar despercebidos, enquanto continuamos a acreditar, firmemente, mesmo com eles à perna, que vamos conseguir chegar à Final do Euro 2012.

Visto na "Essência da Pólvora"

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Corramos com os ladrões, vem aí o renovado IMI


Enquanto durante semanas seguidas, da parte da manhã, com grande alarido, o presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, Fernando Ruas, numa manobra de diversão espraguejava contra a decisão do Governo de reter 5% do IMI,  a seguir ao almoço, após uma digestão difícil, em surdina, a mesma Associação com o Governo e algumas Autarquias preparavam o grande assalto ao rendimento das famílias, sobre a forma do renovado Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).

Na realidade, tirando os aspectos formais, estas famílias objeto de brutal asssalto não passam de meras arrendatárias das casas que habitam, pagando, quando podem, a sua mensalidade (renda) ao senhorio Banco. "Empurradas" para a compra de habitação, com a política de incentivos fiscais à compra de casa própria que agora acaba, de uma forma despudorada o Governo, vê aqui uma forma de financiar as Autarquias, assaltando com o renovado IMI, mais uma vez, quem na sua maioria já tem a “corda na garganta”.

Os parágrafos seguintes publicados no "Dinneiro Vivo" são bastante esclarecedores:

"A receita fiscal do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) deverá registar um acréscimo de 128% em 2015, ano em que os contribuintes irão sentir pela primeira vez o efeito total do processo de avaliação geral dos imóveis e das alterações introduzidas neste imposto (subida de taxa e redução do período de isenção). Segundo os cálculos da Associação Portuguesa dos Avaliadores de Engenharia, os contribuintes deverão ver o pagamento do IMI aumentar em cerca de 1,4 mil milhões de euros face aos valores atuais.

Este ano há ainda cerca de 5,2 milhões os imóveis que estão a pagar o IMI calculado com base num valor patrimonial (VPT) reduzido. Mas no próximo ano, quando estiver já concluído o processo de avaliação geral dos imóveis (atualmente em curso), o imposto terá já por referência os novos VPT, que nalguns casos estão a registar subidas da ordem dos 400 e até 700%.

Esta realidade, aliada à subida de taxas decidida pelo Governo, à redução das isenção e ao facto de a maioria das autarquias ter por hábito “encostar” a taxa de IMI ao valor mais alto do intervalo, leva a APAE a considerar que a receita do IMI, que ronda atualmente os 1,1 mil milhões de euros, deverá mais do que duplicar em 2015.

Esta subida não acontecerá toda naquele ano. Uma parte da fatura começará já a ser paga em 2013 e em 2014, ainda que nestes dois anos, o aumento do IMI em relação ao valor pago no ano imediatamente anterior não poder exceder os 75 euros. Por causa desta cláusula de salvaguarda, o presidente da APAE, Freitas Lopes, estima que no próximo ano a receita do IMI aumente em cerca de 300 milhões de euros – acima das previsões da troika e do DEO que aponta para 250 milhões de euros.

De acordo com os últimos dados estatísticos disponibilizados pela ex-DGCI (atual Autoridade Tributária e Aduaneira), há cerca de 2,5 milhões de imóveis avaliados já pelas regras do IMI, mas deste total, cerca de 1,8 milhões é que estão efetivamente a pagar imposto, uma vez que os restantes encontram-se a gozar de isenção." ...

quarta-feira, 21 de março de 2012

Existem várias formas de roubar os cidadãos


Como se não tivesse bastado o aumento do IVA, para 23% na electricidade, cuja empresa distribuidora, EDP, foi recentemente vendida aos chineses, e logo sofrendo um aumento do custo às clientes, nós, como também diversos aumentos dos combustíveis sem que se saiba porquê, esta semana voltam a aumentar.

Quanto à EDP, apresentou lucros fabulosos e até veio o senhor Mexia dizer que não diziam respeito ao país, mas a negócios em parcerias lá fora, não se compreendendo qual a razão porque no dia seguinte foi anunciado novo aumento das tarifas eléctricas.

Não se tem lido nem ouvido falar de falta de rama ou crude, apenas se pôde ler que o Irão aceita pagamento em ouro, mas também em moedas que lhe inspirem confiança, mas os grandes fornecedores do Brendt sendo a Arábia Saudita e outros países árabes, nada tendo a ver com a Síria.

Então, porque razão se aumentam os preços aos consumidores?

Desde os Estados Unidos à Europa, que se fundou uma cartelização das empresas distribuidoras que querem, a todo o custo, fazer com que se deponham os carros a gasoil e ou gasolina, para venderem os carros eléctricos que foram fabricando, com a ajuda do Japão.

Mas, se os nossos carros são recentes e rolam bem, para quê estarmos a endividar-nos para comprar carros designados híbridos?

A GALP e a BP sobretudo, estão sempre na vanguarda da corrida ao aumento dos preços dos combustíveis e é vê-las sempre a aumentar, arrastando outras para o mesmo caminho, porque cartelização obriga.

Há, todavia, distribuidoras que fazem preços mais baixos, mas que fazem com que carros abastecidos continuadamente nos seus postos obrigam,depois, asubstituição de peças no motor do carro, e lá se vai a poupança.

A roubalheira é tanta, sob o olhar complacente dos governantes, que não pôem um travão a todos esses roubos cometidos sobre um povo já fustigado por subidas abruptas de impostos e cortes salariais e dos subsídios.

Os portugueses estão a sentir-se como se condenados à guilhotina económico-financeira, e qualquer dia deverão desenrascar-se para arranjar dinheiro para pagar por ou para ter um emprego.

E ninguém faz nada para segurar os mercados, que são, ao fim e ao cabo, quem dirige os governos dos países ocidentais sobretudo.

Este capitalismo selvagem e esta globalização neoliberal acabará como em todas as épocas aconteceu. Com a guerra armada, pois na económica já estamos há muito, sendo necessário lutar por e com todos os meios para acabar com esta nova forma de vida social.

Visto em "Um Povo à Rasca 1"

quarta-feira, 7 de março de 2012

Casas valem menos, mas IMI está 20% acima

Milhares de reclamações contestam atualização do imposto municipal sobre imóveis

As finanças estão a receber milhares de reclamações de proprietários a contestar a atualização do imposto municipal sobre imóveis - o IMI. Em média, está ser avaliado 20% acima do valor real.

Não há técnicos suficientes das finanças para avaliar os imóveis no local, por isso, muitas das atualizações do IMI estão a ser feitas com base em matrizes fornecidas pelas autarquias que contêm dados incorretos.

Isso já mereceu o protesto de centenas de milhares de proprietários que estão a reclamar junto das Finanças, uma vez que estão a ser confrontados com aumentos muito elevados.

De acordo com o «Correio da Manhã», não está a ser feita a distinção entre áreas brutas privativas e áreas dependentes como as varandas, despensas ou quarto de arrumos que têm um valor três vezes mais baixo.

Além disso, a atualização está a ser feita com base em valores de matrizes quando o mercado de habitação estava em alta e por isso estão desatualizadas. Só em Lisboa, o valor do metro quadrado caíu quase 10% no espaço de um ano.

Ou seja, as finanças estão a sobrevalorizar os imóveis quando os bancos atribuem valores mais baixos.

O problema é que a reclamação sai caro. Pedir uma reavaliação do imóvel pode custar 204 euros ao proprietário.

Visto em "Agência Financeira"

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Concertação: «Tenho de dar razão à CGTP»


Comentário de Constança Cunha e Sá na TVI24

Constança Cunha e Sá defendeu a noite passada na TVI24 que Portugal estar a efectuar uma desvalorização do trabalho à custa dos trabalhadores e que por isso mesmo «dá razão à CGTP».

«O que acontece é que de facto é que não tendo Portugal possibilidade de diminuir e desvalorizar a moeda, o que está a acontecer é que estamos a desvalorizar o valor do trabalho. Agora, o problema é que isso é muito feito muito à conta dos trabalhadores e eu aí, tenho de dar razão à CGTP porque é muito feito à conta dos trabalhadores, seja funcionários públicos, seja por trabalhadores à conta de outrem», disse.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Novos patrões querem andar de borla de riquexó

Luís Reis lider da recente Confederação de Serviços de Portugal (CSP),
 é também chief corporate center officer da Sonae.

Zeca Afonso: Os Vampiros


O Conselho de Ministros já aprovou o aumento do horário de trabalho em meia hora por dia, mas os regimes de flexibilidade já admitidos são menos ambiciosos do que os que propõe uma nova federação do patronato, parida à sombra deste governo.

Esta Federação composta pelos “velhos patrões”, com a língua congelada desde a conquista civilizacional das 8 horas de trabalho, deitam agora as "unhas de fora" e querem alargar o horário de trabalho com aviso no próprio dia.

Para destilarem na comunicação o seu desprezo pelos trabalhadores, contrataram uma série de Chicago Boys.

Luís Reis chefe deste bando de oportunistas, adeptos da institucionalização do "trabalho escravo", enfileirados na recente Confederação dos Serviços de Portugal (CSP), defende que as empresas possam acrescentar até três horas por dia ao horário normal, em alturas de picos.

Estes arrogantes provocadores, de costas quentes desde as últimas eleições, ao proporem condições de trabalho ainda piores do que aquelas que foram aprovadas por este governo do PSD/CDS, criam as condições psicológicas para que passe a mensagem de, "antes assim do que pior".

Será que ficará tudo por aqui?

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Pedro "Carros" Soares


O Ministro Pedro Mota Soares, que chegou de Vespa à tomada de posse do governo de Passos Coelho, o  mediático governante com discurso a dois tempos do tipo pára arranca,  desloca-se agora num Audi topo de gama  de 86 mil euros, novinho em folha.
 

domingo, 13 de novembro de 2011

O aumento do IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis

"Excelente Oportunidade!!! Apartamento T2– Retoma de Banco «««45000€
Temos para lhe apresentar uma grande oferta, imóveis retomas de bancos! 40% abaixo do valor do mercado,Acesso privilegiado aos imóveis dos bancos!!! Contacte-nos e visite os nossos imóveis, estamos certos teremos o que pretende com condições extraordinárias."

The Dors - The End

A proposta do Orçamento do Estado (OE) para 2012 prevê um aumento de 0,1 pontos percentuais no IMI, sendo que o valor do imposto triplica para os prédios urbanos devolutos ou em ruínas.
O IMI para os prédios urbanos que foram vendidos ou avaliados desde 2004 passa de um intervalo entre 0,2 e 0,4 por cento para um intervalo entre os 0,3 a 0,5 por cento.

Para os prédios que ainda não mereceram avaliação ao abrigo das novas normas, o valor sobre o qual incide o imposto passa a ser entre 0,5 e 0,8 por cento, quando o anterior intervalo ia dos 0,4 aos 0,7 por cento.

Na sua coluna no Expresso de 29 de Outubro, Manuela Ferreira Leite escreve:

“Todos sabemos que o sobreendividamento das famílias resulta fundamentalmente dos encargos com a aquisição de habitação própria.
Também não desconhecemos que a actual situação de desemprego que se prevê se agrave no próximo ano, conduzirá a que aumente o número de casas que são entregues aos bancos por impossibilidade de pagamento das respectivas prestações.

Também estamos conscientes de que pelo facto de os Governos, ao longo dos anos, não terem desbloqueado o mercado de arrendamento, empurraram os cidadãos para a compra de habitação à custa, na maioria dos casos, de enormes sacrifícios.

Será, por isso, injusto tratá-los agora como proprietários cujo montante de imposto deve ser reavaliado.

Os aumentos daí resultantes são, quase sempre, incomportáveis para os atuais níveis de rendimento disponível, dada a carga fiscal a que todos estão actualmente sujeitos e porque se trata de propriedade que não gera rendimento.

De resto, ao estabelecer-se que o valor tributável de todas as propriedades deverá aproximar-se do valor de mercado, o qual deve ser actualizado regularmente, só poderia esperar-se uma redução do imposto e não um aumento, uma vez que o valor de mercado é cada vez menor em recessão

sábado, 29 de outubro de 2011

«Governo está a promover um plano macabro de liquidação do país» - Jerónimo de Sousa

O secretário-geral do PCP acusou hoje o Governo de promover um "plano macabro de liquidação do país", questionando porque é que, ao comparar Portugal com países sem 13.º e 14.º meses, os governantes omitem que aí também se ganha mais.

Num comício com mais de 200 militantes, na Escola EB 2,3 António Dias Simões, em Ovar, Jerónimo de Sousa referiu-se a declarações públicas do primeiro-ministro e do ministro dos Assuntos Parlamentares para afirmar que esses, ao cortarem o 13.º e o 14.º meses à Administração Pública, "estão a levar a cabo o seu plano macabro, que é o da liquidação do país".

"Estão sempre, sempre, sempre a fazer comparações com outros países em que não há 13.º e 14.º meses", observou o líder dos comunistas. "Mas então por que carga de água é que não comparam também os salários e as condições de vida desses países?".

Jerónimo de Sousa considera que os "planos tenebrosos" do Governo passam também por usar essa "tática do 13.º e 14.º meses" para "criar divisões entre os trabalhadores", de acordo com uma política que "é o afundar do país no pântano e o afundar dos portugueses num mar imenso de injustiças".

Sobre as declarações de Passos Coelho admitindo que o país teria que empobrecer para superar a situação em que se encontra atualmente, o secretário-geral do PCP declarou: "O Primeiro-Ministro de Portugal assumir como objetivo o empobrecimento do povo é de uma desfaçatez e gravidade inaceitável".

Jerónimo de Sousa rejeita a ideia de que o povo vive acima das suas possibilidades, defende que o Governo "alimenta essa mentira e a repete até à exaustão sabendo que quem vive nessa situação é uma centena de famílias ligadas aos grandes grupos económicos e à banca", e critica por isso um empobrecimento nacional que prejudica sobretudo os cerca de dois milhões de trabalhadores que "são pobres ou vivem em risco de pobreza".

No mesmo contexto, o líder comunista lamenta que "das conclusões do conselho europeu e da cimeira da zona euro conste, esta semana, a ameaça a de novas medidas de austeridade para Portugal". "Há aqui uma sofreguidão insaciável", realça. "Nem uma medida se vislumbra para dinamizar a economia ou promover o emprego, como se impunha".

"Antes vimos apenas a decisão de aprovar um milionário programa de recapitalização do sistema bancário a par do reforço do Fundo Europeu de Estabilização Financeira", continua Jerónimo de Sousa, "o que representa, no essencial, a transferência por via direta ou indirecta de colossais montantes de dinheiros públicos para a banca - transformada num deus que aplaca a sua ira com sacrifícios de sangue e de vidas".

Visto em "A Bola"

Mentira n.º 35 de Passos Coelho


Passos Coelho já nem se dá ao trabalho de cuidar das suas mentiras, agora que não está em campanha teria o dever de fazê-lo para proteger a dignidade do cargo a que chegou graças às mentiras com que ludibriou os portugueses.

Quando anunciou o OE Passos Coelho informou com ar solene que o corte nos subsídios seria para durar durante o programa de estabilização, agora já não sabe quando será possível voltar a pagá-los, o ministro das Finanças não faz a mais pequena ideia e o Relvas até já teoriza sobre a possibilidade de serem eliminados.

Visto no "mentirómetro do Jumento"

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) pretende subir o preço da eletricidade em 30%?



"Segundo notícia divulgada hoje em economico.sapo.pt, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), no ano de 2012 pretende aumentar o preço da electricidade a pagar pelas famílias em 30%.

Será que anda tudo doido neste País? Onde está afinal a tão proclamada Responsabilidade Social?

Entretanto a ERSE, segundo notícia divulgada há poucos minutos em rr.sapo.pt, já veio desmentir a notícia de aumento de 30% avançada pelo Jornal Económico. Afinal em que ficamos? Provavelmente os responsáveis da ERSE levaram uma reprimenda de alguèm e "arrepiaram caminho".

Recordamos que o preço da eletricidade a pagar pelas famílias já aumentou 3,8 % em 2011 e para as empresas aumentou até 10%.

Por sua vez, lembramos que vai haver um aumento do IVA da eletricidade a partir de 1 de Outubro, passando este de 6% para 23%, o que vai provocar um aumento de 17% no valor final da fatura a pagar pelo consumidor, sejam as familias, ou as empresas, o que se irá refletir num aumento generalizado de preços (aumento da taxa de inflação), já que tudo depende da energia. Como se ainda não bastasse, a ERSE, pretende aumentar em 2012 o preço da eletricidade para as famílias em mais 30%?

Escandalosa a eventual pretensão da ERES, é o mínimo que poderemos dizer, tendo em conta os recentes aumentos e sobretudo a atual conjuntura ecómica e social do País ..."

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