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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

O poder da esmola


Sentada nas toneladas de mantimentos com as quais os portugueses ajudaram a construir esta figura, bêbeda de importância, em entrevista à SIC Notícias, a presidente do Banco Alimentar Contra a Fome afirmou que “cá em Portugal não existe miséria”, apesar " de estarmos mais pobres".

Isabel Jonet descobriu que vivemos de uma maneira idiota. Outras descobertas: "ou vamos a um concerto de rock, ou tiramos uma radiografia"; “há toda uma faixa de idade que vive acima das possibilidades”; “se não temos dinheiro para comer bifes todos os dias, não comemos bifes todos os dias".

A presidente do Banco Alimentar acredita que “vamos ter que empobrecer muito e aprender a viver mais pobres." E quanto mais pobres, tanto melhor, desde que lhe continuem a encher os sacos com o sustento de uma notoriedade que não sobreviveria a uma inversão da pobreza que lhe permite descobertas como as que hoje revelou. Estamos mais pobres? Ainda bem.

Venham de lá os vossos donativos, que eu depois conto-vos mais descobertas. Na Grécia, a Aurora Dourada descobriu como subir nas sondagens pondo os donativos que angaria directamente ao serviço da causa nazi.

Visto em "o país do Burro"

domingo, 14 de outubro de 2012

Inauguração do Relvado Sintético do Sporting de Viana

Após um trabalho tripartido entre Sporting de Viana, Município de Viana do Alentejo e Caixa de Crédito Agrícola, foi possível inaugurar no dia 13 de outubro um excelente piso sintético no Campo de Jogos João Sousa Faria e Melo que permitirá melhorar a prática física dos atletas e munícipes, sem descuidar a formação de crianças e jovens desportistas do Concelho.
Visto em "Polvorosa"


Foto retirada do blog "Polvorosa"

Foto retirada do blog "Polvorosa"

Foto retirada do blog "Polvorosa"

Foto retirada do blog "Polvorosa"
Em 31 de Agosto de 2010  a Barbearia Ideal dava conta do seguinte:

A extinta maioria liderada por Estêvão Pereira, recusou candidatar-se ao Programa “O Primeiro Relvado”.

Na Reunião de Câmara de 31 de Outubro de 2006, o anterior executivo que se auto-denominava pai do Movimento Associativo concelhio, recusa candidatar-se ao Programa “O Primeiro Relvado”.

Com esta decisão somos um dos poucos concelhos que não tinham ainda nenhum
campo relvado.

Parece que esta situação iria ser resolvida por este executivo, de forma faseada, segundo foi dito na Barbearia por um ex-apoiante do Estêvão.

Ora vamos então reler a acta de 31 de Outubro de 2006:

…”O senhor Presidente referiu-se ainda à realização de uma reunião na Câmara, no passado dia 24 de Outubro, com o Sporting Clube de Viana, cujo tema foi o Programa “O Primeiro Relvado”.

A este propósito o senhor Vice-Presidente (João Penetra),  informou que o Presidente do referido clube já o havia abordado no sentido de ser avaliada a possibilidade da Câmara se candidatar ao referido Programa a fim de ser colocado relvado no campo de futebol de Viana. Disse o senhor Vice-Presidente que nessa ocasião transmitiu-lhe a sua opinião pessoal no sentido de que a referida obra não era prioritária tanto mais porque implicava um compromisso para a Câmara de 25% da despesa total. Com a escassez de recursos financeiros, parece não fazer sentido a Câmara estar a integrar-se num projecto desta natureza quando em simultâneo tem que priorizar, de entre as acções próprias que gostaria de realizar, quais as que vão de facto avançar.

Concordaria com o envolvimento da Câmara neste processo se a candidatura fosse do Sporting de Viana e a Câmara financiasse uma parte do projecto, em moldes semelhantes aos que comunicou ao Sport Club Alcaçovense, mediante solicitação semelhante. O senhor Presidente, ainda a este respeito, disse que na reunião realizada com o Sporting foi dito que a colocação de relvado no campo de futebol de Viana não era concerteza uma obra prioritária.

O Programa “O Primeiro Relvado” tem financiamento de 75% por parte do Poder Central e as candidaturas têm que ser apresentadas pelas Câmaras Municipais. Foi claramente transmitido que não era intenção da Câmara candidatar-se ao Programa.”…


 

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Évora: Agentes culturais protestam por atrasos nos apoios


Cerca de 50 representantes dos vários agentes culturais do concelho de Évora protestaram hoje em frente à Câmara Municipal de Évora contra os atrasos nos apoios prestados pela autarquia que se verificam desde 2009. A soma já ultrapassou os 200 mil euros. se verificam desde 2009. A soma já ultrapassou os 200 mil euros.

“Somos cidadãos, preenchemos a agenda cultural e temos ordenados para pagar. Queremos ser vistos como agentes da cultura” disse ao CM Alexandra Espiridião, uma das manifestantes.

A vereadora da Câmara, Cláudia Sousa Pereira explicou que os cortes se devem a uma politica de prioridades do executivo. “Temos que estabelecer prioridades e os subsídios não devem pagar salários. No entanto todos os apoios prometidos desde 2009 serão pagos assim que possível”, referiu a autarca.

A habitual reunião de Câmara foi interrompida por uma manifestante que deixou algumas meias com mau-cheiro como sinal de protesto contra esta situação.

CM

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Assim vai o Grupo Cultural e Desportivo de Aguiar

É NAS HORAS MAIS DIFÍCEIS, QUE TEREMOS QUE ESTAR PRESENTES

(foto retirada da apresentação que foi feita na cerimónia do Feriado Municipal)

Caros sócios e simpatizantes do Grupo Cultural e Desportivo de Aguiar, decidi voltar a publicar aqui neste meu espaço, excertos de intervenções que aqui tenho feito neste últimos anos, por achar que agora e mais do que nunca fazerem sentido. Num ano que deveria ser de festa pela atribuição da medalha do Município, o nosso clube é falado em todo o lado pelas piores razões, deixo como exemplos maiores, a suspensão dos jogos pela falta de pagamentos à entidade organizadora (INATEL), a desistência da participação na Taça da Amizade,  e, a não comparência dos seus dirigentes na cerimónia de atribuição da referida galardoação, etc, etc, etc...
Por achar que estes dirigentes já não têm condições para desempenhar a sua missão, peço aqui publicamente que apresentem a sua demissão o mais rápido possível para o bem do futuro do nosso clube.


                                                                         (1)
"Breve resenha histórica:
O Grupo Cultural e Desportivo de Aguiar foi fundado no ano de 1982 com a finalidade de participar no Campeonato Distrital de Futebol do Distrito de Évora.
Tendo uns anos mais tarde obtido os seus maiores êxitos no Campeonato Distrital do Inatel sendo por mais que uma vez Campeão Distrital.
Mais tarde começaram a ser praticadas outras modalidades, como o Atletismo o Tiro e o Judo. Na modalidade de Tiro o Clube foi Campeão Nacional de 1ª e 2ª categoria no ano de 2001 2002 na especialidade de Tiro de Carabina de Ar Comprimido a 10 metros. No Judo o Clube tem uma Atleta que é Vice Campeã Nacional Esperança ano 2008, sendo por diversas vezes chamada aos trabalhos da Selecção Nacional.
E o futuro?
                                                                          (2)
 Quando esta direcção tomou posse o GCDA participava no campeonato distrital de futebol e tinha uma secção de judo onde participavam mais de vinte atletas de diversos escalões onde se destacava uma que é neste momento vice campeã nacional na categoria de esperanças e que por diversas vezes representou a selecção nacional.

                                                                          (3)

Senhor Presidente o Senhor e a sua direcção conseguiram acabar com todas as modalidades existentes no nosso Clube, sei que a responsabilidade não é só sua, mas de todos os sócios, onde eu me incluo, por termos deixado isto ter chegado tão longe, gostaria que o Senhor e se quiser utilizar este meu espaço, está á sua inteira disposição, nos explicasse o que tem em mente fazer no futuro, para que o Aguiar venha a ser o clube que até há bem pouco tempo era, ou ainda melhor.

                                                                          (4)

Numa altura em que o Grupo Cultural e Desportivo de Aguiar atravessa uma das fases mais difíceis desde a sua criação, a Câmara Municipal de Viana do Alentejo decidiu durante as Comemorações do Feriado Municipal de 13 de Janeiro agraciar o Clube com a Medalha de Honra do Município espero que a atribuição desta Medalha, não sirva só para avivar memórias, mas sim para despertar vontades em todos os Aguiarenses para que se possam criar as condições necessárias de recuperação, e coloca-lo de novo ao serviço de toda a população.

                                                                           (5)

Quanto ao GCDA, estou de acordo contigo, claro que a medalha é mais que justa, não consigo é perceber a ausência dos seus dirigentes na cerimonia, demonstram com esta atitude, uma grande falta de respeito para com os sócios, Câmara Municipal e todas as pessoas que se empenharam na atribuição da mesma."


sábado, 29 de janeiro de 2011

Biblioteca de Aguiar acolhe sessão sobre fontes de informação


A Associação Terras Dentro em colaboração com o Município de Viana do Alentejo promove dia 31 deste mês, na Biblioteca de Aguiar, uma sessão sobre fontes de informação, destinada a adultos em processo de reconhecimento, validação e certificação de competências e população em geral.

Dia 31, segunda-feira, a Biblioteca de Aguiar vai ser palco de uma sessão sobre fontes de informação, promovida pela Associação Terras Dentro em colaboração com o Município de Viana do Alentejo.
A acção, marcada para as 19h00, destina-se a adultos em processo de reconhecimento, validação e certificação de competências e população em geral.
Estabelecer uma maior proximidade entre as comunidades e as bibliotecas locais; promover o contacto com a pesquisa de informação através dos livros e da leitura e, ainda, fomentar competências de escrita através de actividades práticas estão entre os objectivos desta iniciativa.
Durante a sessão, os participantes vão ter a oportunidade de visitar a biblioteca, efectuar a inscrição de leitor, desenvolver um trabalho prático de pesquisa de biografias existentes na biblioteca e elaborar um pequeno texto, fazendo referência bibliográfica e aplicando as indicações apresentadas.

Visto no sítio da CMVA

sexta-feira, 16 de julho de 2010

OS SUBSIDIÁRIOS!

Apareceram nos últimos tempos notícias em órgãos de informação regional a dar conta da “INDIGNAÇÃO" de 14 agentes culturais da cidade de Évora pelo facto de ainda não terem recebido da Câmara Municipal de Évora a totalidade dos "SUBSÍDIOS" referente ao 'Ano de 2009, o que lhes estava a acarretar enormes dificuldades e constituía no seu entender uma VERGONHA e uma IMORALIDADE.

E, porque o silêncio da Câmara, ou seja o não pagamento dos apetecíveis subsídios, se tornou INSUPORTÁVEL, o GRUPO DOS CATORZE apresentou-se a público para denunciar esta “INDIGNIDADE' da CME por não lhes pagar o que lhes é devido.

Vejamos então o que se passa relativamente aos apoios concedidos anualmente pela CME e qual a sua incidência neste GRUPO DOS CATORZE de que fazem parte, nomeadamente, o CENDREV, o Eborae Musica, a companhia de Teatro Contemporâneo, o Pim Teatro, o Cine Club da Universidade de Évora/FIKE, a SOIR Joaquim António de Aguiar, a Bruxa Teatro, o Teatro do Imaginário etc

A política de subsídios da CME é definida aquando da apresentação do orçamento anual e de acordo com os elementos que recolhi para o ano de 2009 foram contempladas 44 associações e agentes culturais e recreativos, a quem foi proposto o pagamento do montante total de TREZENTOS E CINQUENTA E OITO MIL EUROS, sendo que O valor do subsídio varia entre os OITENTA E CINCO MIL EUROS atribuídos ao CENDREV e os quinhentos euros atribuídos ao Grupo Musical Azarujense os Unidos. Vejamos então qual o peso relativo dos montantes atribuídos ao grupo dos catorze em relação à totalidade dos agentes culturais e recreativos do concelho.

Assim, ONZE dos catorze reclamantes, pois os outros três não os consegui identificar PAPAM no seu conjunto a fatia SUBSIDIÁRIA de CENTO E NOVENTA UM MIL E QUINHENTOS EUROS e os restantes TRINTA beneficiários apenas se ABOTOAM com CENTO E SESSENTA E SEIS MIL E QUINHENTOS EUROS. Ou seja os catorze representam um quarto dos subsidiados e ARRECADAM SESSENTA por cento da receita disponível.

Mas atenção que os CATORZE podem ter muitos defeitos mas PARVOS é que eles não são, pois no seu isento e imparcial critério representam SESSENTA por cento da actividade cultural do concelho, dai que os sessenta por cento dos subsídios que representam sejam adequados e retiram o argumentário a qualquer mal dizente que se atreva a questionar esta verdadeira IMORALIDADE e INDIGNIDADE que é o pagamento a estes Catorze deste valor verdadeiramente ABSURDO tendo em conta as dificuldades financeiras da CME e do país que são de todos conhecidos.

Ora se aos subsídios camarários juntarmos os subsídios que a grande maioria que representam o grupo dos catorze aufere da Secretaria de Estado da Cultura, então batemos com as mãos na cabeça. Mas isso não é tudo. No caso do papão mor que é o CENDREV está instalado há mais de vinte e cinco anos na melhor sala de espectáculos a sul do rio Tejo, sem pagar um tostão de renda e sem pagar um cêntimo de água, electricidade, gás e imagine-se, o cúmulo, nem sequer o telefone pagam, o mesmo se dizendo do BRUXA teatro, pelo menos no que diz respeito ás suas instalações que são corno todos sabemos dessa INDIGNA e INSUPORTÁVEL CME.

O próprio EBORAE MUSICA e o Teatro PIM que em todo o caso juntamente com a Associação do Imaginário não gostaria de meter no mesmo saco, pelo trabalho que desenvolvem e iras áreas em que o fazem, estão sedeados em instalações cedidas pela INDIGNA E INSUPORTÁVEL CME no remodelado CONVENTO DOS REMÉDIOS, depois de para ali termos dispendido largas centenas de anilhares de Euros, o Eborae Musíca e na Escola das Piscinas, o grupo PIM.

Mas então deixem lá ver se eu entendo. Estes catorze, alguns deles profissionais, há mais rir VINTE E CINCO ANOS que andam a viver à custa dos nossos subsídios e outras regalias, nunca arranjaram meios para financiar as suas actividades. No caso do CENDREV é só fazer contas e multiplicar 8S 000 Euros por 27 u 28 anos, só da parte da Câmara e outro tanto da SEC. Então e as receitas que geram as sua inigualáveis e deslumbrantes produções artísticas e espectáculos, onde estão, para onde foram.

AH, as receitas não são suficientes para suportar as actividades dos catorze. Bem só têm urna coisa a fazer. Ou arranjar meios de serem auto suficientes e suportarem as suas actividades ou têm que fechar as portas, que é aliás aquilo que acontece à generalidade das empresas, associações e privados, pois o tempo das VACAS GORDAS e das respectivas TETAS, ACABOU definitivamente.

Muito gostaria eu de saber a quanto nos fica cada assistente aos espectáculos do CENDREV, da BRUXA TEATRO ou da COMPANHIA DE DANÇA C. DE ÉVORA, para só mencionar alguns. Ou porque motivo S0IR, Joaquim António d’Aguiar recebe 20,000 euros de subsídio e a SR Dramática Eborense só recebe dez mil quando desenvolve uma actividade recreativa e cultural de longe superior. Será uma questão de cores? Permito-me, no entanto, um conselho ao Grupo dos Catorze. Vão reclamar às sedes do PCP e PSD que recentemente aprovaram essa INDIGNIDADE que é a isenção do pagamento do IMI e IMT no Centro histórico de Évora, retirando à CM importantes verbas para fazer face às suas despesas correntes.

O que é uma INDIGNIDADE, não é a CME não pagar aquilo a que não têm qualquer DIREITO. O que é uma INDIGNIDADE e verdadeiramente INSUPORTÁVEL é a CME pagar-lhes um cêntimo sequer enquanto largas dezenas de fornecedores e prestadores de serviços à CME estão anos à espera de receber aquilo a que TÊM DIREITO, anos e anos e muitos deles em risco de fechar as portas.

Essa é a verdadeira INDIGNIDADE.

Termino com um desabafo. o Mundo em que todos temos vivido mudou e já não existe. E ou nus adaptamos a esse NOVO MUNDO que ai está ou morremos e eu bem gostaria que alguns de vós não morressem, por isso têm que MUDAR.

Visto no Diário do Sul de 28-05-2010

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Olivença começa a recuperar a toponímia


Castelo de Olivença

A maior parte da toponímia urbana de Olivença foi substituída ou modificada na primeira metade do século XX

A Câmara Municipal de Olivença começou a recuperar os antigos nomes em português das ruas da localidade. A iniciativa parte da associação cultural Além Guadiana, que há um ano apresentou à Câmara o projecto, que recebeu unânime aceitação.

O projecto contempla a adição dos antigos nomes das ruas aos actuais, mantendo a mesma tipologia e estética nas placas. Assim, resgatam-se as denominações das ruas, dos becos, das calçadas, etc., que configuram o extenso casco histórico encerrado nas muralhas abaluartadas, com um total de 73 localizações. Tudo irá acompanhado de um simbólico ato inaugural e da edição de brochuras turísticas bilingues.

A maior parte da toponímia urbana de Olivença foi substituída ou modificada na primeira metade do século XX, embora alguns dos nomes continuem a ser utilizados pela população apesar das alterações, como nos casos da rua da Rala, da rua da Pedra, da Carreira, etc.

Os antigos nomes das ruas falam-nos do passado português da “Vila”, como popularmente é conhecida a cidade, desvelando aspectos diversos, amiúde desconhecidos, da sua história. Estes remontam a séculos atrás, muitos deles à Idade Média, aludindo a pessoas ilustres da História, a antigos grémios de artesãos, a santos objecto da devoção popular ou à fisionomia das ruas, entre outros aspectos. A rua das Atafonas, a Calçada Velha, o Terreiro Salgado e o beco de João da Gama” são alguns exemplos.

Com esta iniciativa pretende-se, enfim, realçar um interessante componente da rica herança cultural oliventina, a toponímia, contribuindo para testemunhar a história partilhada deste concelho e para a tornar visível em cada recanto intramuros. Os nomes ancestrais dos espaços públicos conformam uma janela que convida a assomar-se e a explorar a apaixonante história de Olivença.

Expressados na sua originária língua portuguesa, constituem o testemunho vivo de uma cidade onde se respiram duas culturas e são um veículo que encoraja os mais novos a manter a língua que ainda falam as pessoas mais velhas do município. Para a associação Além Guadiana, trata-se de uma iniciativa com fins didácticos, culturais e turísticos, com a qual se resgata para o presente uma parte do passado oliventino.

http://www.pglingua.org/


terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Desfile de carnaval em Viana do Alentejo

No passado domingo, dia 14 de Fevereiro, realizou-se o desfile de carnaval, organizado pela Associação, Grupo Coral Feminino de Viana do Alentejo, com o apoio da Câmara Municipal e da Junta de freguesia de Viana do Alentejo.

Apesar do mau tempo, os foliões cumpriram o programa estabelecido, contagiando de alegria os corações da população que os viu desfilar.

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Fotos enviadas por Manuel Baião

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Jantar de Natal da "Casa do Benfica"



Recebido via email

Jantar Temático “O Tratado das Alcáçovas”



A Terras Dentro e a Associação dos Amigos das Alcáçovas, têm o prazer de o convidar para participar no Jantar Temático “O Tratado das Alcáçovas”, no âmbito das comemorações dos 530 anos da sua assinatura. O Jantar contará com a participação do Professor Doutor João Marinho dos Santos da Universidade de Coimbra, que nos irá falar um pouco sobre o referido tratado.

O Jantar irá recriar o ambiente de final do séc. VX, com decoração, animação musical e ementa inspiradas na época.
Esta iniciativa conta com o Apoio da C. M. de Viana do Alentejo, C. M. de Vidigueira e Junta de Freguesia de Alcáçovas.

Informações e reservas:
Tel: 266 949 052
Mail: cno@terrasdentro.pt

Pode ainda realizar a sua reserva no espaço da Associação dos Amigos da Alcáçovas durante a Mostra de Doçaria (dias 4,5 e 6 de Dezembro).
Recebido via email

Exposição “Arte (sanato) e Competências



O CNO da Terras Dentro tem o prazer de convidar todos os interessados para a inauguração da Exposição “Arte (sanato) e Competências” que tem como objectivo mostrar e valorizar diversos trabalhos realizados por 21 adultos que participaram no processo de RVCC (Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências).

A exposição tenta responder à seguinte questão – como é que através de uma actividade “artística” podemos desenvolver competências básicas ao longo da vida?
Será servido um “Alcáçovas de honra”.

Esta exposição conta com a colaboração da Câmara Municipal de Viana do Alentejo, Câmara Municipal de Vidigueira e Junta de Freguesia de Alcáçovas.


Recebido via email


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