Mostrar mensagens com a etiqueta sindicatos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta sindicatos. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O silêncio de Mário Nogueira

 
Augusto Santos Silva no Facebook: ‎
 
1. Ouvi há pouco o primeiro ministro ufanar-se, no debate quinzenal, do bom clima de diálogo com os sindicatos, na educação.
 
 2. E tenho de lhe dar razão. A educação de adultos foi destruída, os professores despedidos, as turmas aumentadas, as direções das escolas torpedeadas e os pais expulsos dos conselhos pedagógicos, e o mais que se ouviu às federações sindicais de docentes foi o manso balir dos cordeirinhos.


 3. E sei porque sucedeu assim: porque Crato deu a Nogueira o adiamento sine die da avaliação dos professores dos quadros e Nogueira retribuiu a Crato com a paz dos cemitérios.

 4. E também sei porque é que a FENPROF e a FNE fizeram isto: porque se estão a marimbar nos jovens professores precários e nos jovens diplomados que querem entrar na sua profissão.

 5. Ok, é Natal, temos de ser uns para outros, eu quero compreender a nomenclatura sindical docente, lá terá as suas razões. Só tenho um pequeno favor a pedir-lhe - que tire do nome das suas organizações a palavra educação. Já que não a defendem, ao menos que não a prostituam.
 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Associação dos professores contratados diz que estes foram “traídos” pelos sindicatos

4
 
 
O presidente da Associação Nacional de Professores Contratados (ANVPC), César Israel Paulo, afirmou esta quinta-feira que os docentes sem vínculo foram “traídos pelas federações sindicais” que negociaram com o Ministério da Educação e Ciência (MEC) o processo de vinculação extraordinária.

Acusa-os de terem “defendido os interesses dos professores do quadro e não de todos os docentes, como lhes era exigido”.

Mais aqui.

 

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Trabalhadores: Todos à Assembleia da República dia 31 de Outubro


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Concertação: «Tenho de dar razão à CGTP»


Comentário de Constança Cunha e Sá na TVI24

Constança Cunha e Sá defendeu a noite passada na TVI24 que Portugal estar a efectuar uma desvalorização do trabalho à custa dos trabalhadores e que por isso mesmo «dá razão à CGTP».

«O que acontece é que de facto é que não tendo Portugal possibilidade de diminuir e desvalorizar a moeda, o que está a acontecer é que estamos a desvalorizar o valor do trabalho. Agora, o problema é que isso é muito feito muito à conta dos trabalhadores e eu aí, tenho de dar razão à CGTP porque é muito feito à conta dos trabalhadores, seja funcionários públicos, seja por trabalhadores à conta de outrem», disse.

domingo, 15 de janeiro de 2012

CGTP diz que proposta para descontar 'pontes' nas férias é propaganda

O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, classifica como uma "enorme campanha de propaganda" a proposta do Governo que dá às empresas a possibilidade de encerrarem nas 'pontes' e descontarem unilateralmente esses dias no total anual de férias.

O que está montado é uma enorme campanha de propaganda [...], é preocupante o que se passa no nosso país, porque se está a colocar como uma novidade uma coisa que é prática comum desde sempre", afirmou Carvalho da Silva.

"Normalmente, as empresas privadas, no início do ano, negoceiam com os trabalhadores a utilização de dias de férias em 'pontes'. Isso é comum", referiu o secretário-geral da CGTP.

De acordo com a última proposta do Governo enviada aos parceiros sociais, as empresas terão a possibilidade de encerrar nas 'pontes', sendo estes dias descontados no total anual de férias, sem que seja necessária a autorização do trabalhador.

Segundo o documento, a que a Lusa teve acesso, "admite-se a possibilidade de encerramento da empresa nos casos de 'pontes', por decisão do empregador, contando os dias de encerramento para o cômputo anual das férias".

Esta medida insere-se no ponto referente à alteração ao regime de feriados e férias que consta da proposta do Governo para o 'Crescimento, Competitividade e Emprego', que será discutido, na segunda-feira, em concertação social.

O mais cínico disto tudo é que até há poucos dias havia alguns 'escrivas de serviço' que diziam que se tem que acabar com as 'pontes'. E agora [surge] a hipótese de colocar as 'pontes' como controladas pelos patrões, unilateralmente, então as 'pontes' já são úteis", apontou Carvalho da Silva.

Para o representante da central sindical, é essencial "haver mais verdade, mais ética, mais rigor". Caso isso não aconteça, o país não sai do "buraco". .

Texto completo aqui: "JN"


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

CGTP: uma semana de luta, contra o aumento do horário de trabalho e em defesa do emprego, salários e direitos.



Ler mais aqui

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

PSD admite pedir intervenção do Ministério Público no caso da reunião pública entre autarcas e trabalhadores em Beja

Foto Correio Alentejo
O PSD/Beja admitiu hoje pedir a intervenção do Ministério Público no caso da reunião pública entre autarcas e trabalhadores de municípios PS e CDU do Baixo Alentejo para contestar o Orçamento do Estado, alegando que "pode configurar uma ilegalidade".

Em comunicado enviado à agência Lusa, a distrital de Beja do PSD considera "incompreensível" que os autarcas de 11 municípios PS e CDU, que "se queixam de dificuldades financeiras e criticam o Governo pelos cortes orçamentais", "facultem transporte e combustível e dispensem funcionários das suas tarefas para os concentrar" em Beja para numa reunião pública, que "poderiam fazer" nas várias autarquias "sem prejuízo para o erário público".

Devido à "gravidade da situação", a distrital de Beja do PSD vai pedir à Associação Nacional de Municípios Portugueses, à Direção Geral da Administração do Território e à Secretaria de Estado da Administração Local para se pronunciaram sobre a "legalidade" da iniciativa e "admite pedir a intervenção do Ministério Público".

Contactado pela Lusa, o vice-presidente da Comissão Política Distrital de Beja do PSD, Carlos Valente, disse que "é escandaloso autarcas marcarem uma reunião para uma praça pública, que mais parece uma manifestação, e utilizando meios das câmaras".

"Os autarcas não têm como função organizar manifestações utilizando os meios das câmaras", frisou.

Por isso, o PSD quer que "as entidades competentes e o Ministério Público se pronunciem sobre a matéria, porque se era uma reunião poderia ser feita de várias maneiras, mas não de uma que mais parece uma manifestação", explicou.

"Em primeiro lugar, vamos pedir às entidades competentes para que se pronunciem" sobre o caso e, depois, "se se configurar a possibilidade de não ser legal queremos que o Ministério Público também se pronuncie", disse.

Confrontado pela Lusa, Jorge Pulido Valente, presidente do conselho executivo da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL), que promoveu a reunião, escusou-se a comentar a posição da distrital de Beja do PSD.

Mais de mil trabalhadores e autarcas de 11 municípios PS e CDU do Baixo Alentejo concentraram-se na segunda-feira, em Beja, para contestar os "impactos negativos" do Orçamento do Estado (OE) para 2012, que as autarquias consideram "desastroso".

A sessão pública, que decorreu na Praça da República, serviu para os autarcas "esclarecerem" os trabalhadores sobre os "impactos negativos" do OE na vida das autarquias e respetivos funcionários e populações da região.

Na sessão, os autarcas apresentarem ainda as suas reivindicações relativas ao OE e os trabalhadores, através de faixas, contestaram medidas.

A sessão foi decidida pelo conselho executivo da CIMBAL com os votos a favor de 12 dos 13 municípios que integram a entidade, seis do PS e seis da CDU, e a abstenção do de Almodôvar, do PSD, que não participou na iniciativa.

Dos municípios que aprovaram a iniciativa, participaram na reunião autarcas e trabalhadores das autarquias socialistas de Aljustrel, Beja, Cuba, Mértola e Ourique e dos comunistas de Alvito, Barrancos, Castro Verde, Moura, Serpa e Vidigueira, mas faltaram os do município PS de Ferreira do Alentejo.


domingo, 6 de novembro de 2011

Por onde anda Mário Nogueira?



Liderando a causa da escola pública em manifestação de 2008
Foto retirada do "Expresso"

Manifestação de 2011 (foto de Nuno Pinto Fernandes em "Dinheiro Vivo")
Terminado que foi o tempo de nojo para os professores com a queda de Sócrates, e resolvidos os problemas desta classe, Mário Nogueira  foi visto pela  última vez na Primavera, cochichando com o seu camarada Carvalho da Silva.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Reacção da Câmara Municipal de Estremoz aos comunicados do STAL

Luís Filipe Pereira Mourinha
O comunicado em questão vem na sequência do indeferimento da cedência do Bar dos Serviços Sociais para a realização de uma das reuniões plenárias que o STAL pretendia efectuar no dia 15 de Março de 2011.

16/03/2011
A Delegação Regional de Évora do STAL distribuiu, pelos trabalhadores do Município, um Comunicado onde são efectuadas várias acusações ao Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, acusações essas que não têm qualquer fundamento, pelo que importa repor a verdade dos factos.
O comunicado em questão vem na sequência do indeferimento da cedência do Bar dos Serviços Sociais para a realização de uma das reuniões plenárias que o STAL pretendia efectuar no dia 15 de Março de 2011.
Em primeiro lugar, importa referir que não é intenção do Presidente da Câmara Municipal de Estremoz impedir a realização de reuniões de trabalhadores, tal como é referido pelo STAL, uma vez que as mesmas estão previstas na legislação em vigor e são um direito que assiste aos trabalhadores.

Vem a Direcção Regional de Évora invocar que o direito de convocar reuniões de trabalhadores e indicar as horas a que as mesmas se realizam, durante o horário de trabalho, assiste unicamente ao STAL. Ainda que esta seja uma situação prevista na Lei n.º 59/2008, de 11 de Setembro (RCTFP), é também verdade que ao dirigente máximo do serviço (Presidente da Câmara) é conferido poder de decisão nesta matéria, quando esteja em causa o funcionamento dos serviços de carácter urgente e essencial, competindo também ao Presidente da Câmara decidir acerca de que serviços considera que sejam entendidos como urgentes e essenciais para o funcionamento do Município.

Nesta matéria, é necessário esclarecer que a cedência do Bar dos Serviços Sociais para a realização de uma das reuniões foi indeferida por duas ordens de razões:
Em primeiro lugar, trata-se de um espaço frequentado por TODOS os funcionários do Município, sindicalizados e não sindicalizados, pelo que nenhum trabalhador poderá ser obrigado a assistir a uma reunião, nem impedido de frequentar aquele espaço porque o mesmo está a ser utilizado para esse efeito durante o seu horário normal de funcionamento;
Em segundo lugar, a reunião estava prevista para as 9:30 horas. Para além de não se vislumbrar a necessidade de realização de duas reuniões no mesmo dia e com a mesma ordem de trabalhos, a terça-feira é habitualmente dia de atendimento público aos munícipes, pelo que os trabalhadores teriam que estar disponíveis nos seus locais de trabalho, para poderem dar resposta às solicitações dos eleitos que estivessem relacionadas com os atendimentos.

O STAL diz não considerar o atendimento municipal como um serviço de natureza urgente e essencial, chegando mesmo a questionar "que prejuízo poderá advir para os utentes se os seus assuntos forem expostos ou resolvidos noutro dia?". Não é este o nosso entendimento de serviço público. E também o não deveria ser por parte de um Sindicato que, à partida, tem como objectivos a defesa do interesse dos trabalhadores que, para além de serem munícipes, devem também regular a sua actividade baseados em princípios que tenham em vista a prestação do melhor atendimento possível, com o objectivo de obter a satisfação do munícipe e a resolução dos seus problemas de uma forma rápida e eficaz. Não se percebe esta posição do STAL que, do nosso ponto de vista, induz os trabalhadores a não prestarem um serviço público de qualidade, quando a sua missão deveria ser em sentido contrário.
Porque razão não apresentou o STAL uma proposta alternativa quando o pedido foi indeferido? Porque continuou, numa atitude meramente provocatória, a informar os trabalhadores de que a reunião se realizaria num espaço em que não fora autorizada? Porque razão vem o STAL aconselhar os trabalhadores a não orientar o seu serviço com respeito pela ética e deontologia profissionais?

O STAL apela ainda aos trabalhadores que "(...) não se deixem intimidar por atitudes ilegais", quando de seguida são os próprios que afirmam "Nada ganham com isso e poderão ter muito a perder". Afinal o que têm a perder os trabalhadores se não participarem nas reuniões do STAL? Não serão os seus problemas resolvidos da mesma forma por aquele Sindicato?
O mesmo comunicado termina com uma série de acusações ao Presidente da Câmara, completamente infundamentadas e sem qualquer razão de ser.

Acusam o Presidente da Câmara de se recusar a receber o STAL. Em primeiro lugar, o Presidente da Câmara reuniu com dois elementos da Comissão Sindical de Estremoz (Paulo Carrasquinho e João Luís Martins), no passado dia 11/11/2010, tendo sido acertada nesta reunião a metodologia de diálogo e de trabalho entre o Município e o STAL. Estaremos disponíveis para receber o STAL, desde que alguns dos seus representantes não continuem a demonstrar uma atitude de provocação e de desrespeito pelas decisões do executivo municipal. Da mesma forma, não será recebido o STAL enquanto a sua actividade continuar a ser orientada por manobras político-partidárias que, para além de nada acrescentarem à defesa dos interesses dos trabalhadores, apenas têm como objectivo denegrir a imagem do Presidente da Câmara Municipal de Estremoz. Aliás, a presença de elementos do Bloco de Esquerda local na reunião, para além dos delegados sindicais, bem como o comunicado distribuído no dia seguinte pelo Partido Comunista Português, só vêm confirmar que o STAL de Estremoz desenvolve a sua actividade em função das orientações político-partidárias, ao invés de desenvolver um trabalho em prol dos trabalhadores e das suas condições de trabalho.

Quando o STAL se refere a perseguição e discriminação ostensiva de Delegados Sindicais, refere-se exactamente a quê? Perseguição e discriminação de trabalhadores que utilizam a actividade sindical como pretexto para não trabalhar e para não dar resposta às exigências dos serviços municipais? É função do Presidente da Câmara gerir os recursos humanos de forma eficiente, tendo em vista a orientação para o serviço público e para os resultados. Que serviço estará o Município a prestar se existirem funcionários que sistematicamente se recusam a trabalhar, mas que estão sempre disponíveis para o exercício de actividades sindicais e para a realização de trabalhos particulares fora do horário de serviço?

O STAL acusa este Presidente da Câmara de congelar as progressões salariais dos trabalhadores do Município em 2009 e 2010 de forma arbitrária. E em 2008, foi aplicado o SIADAP pelo anterior executivo? Não. Onde estava o STAL de Estremoz? Que reivindicações fez nessa altura? E que reivindicações fez em 2009, durante os dez meses de mandato do anterior executivo? E porque razão questionam a aplicação do SIADAP no Município de Estremoz quando, em 24/03/2010, foi o próprio STAL que afirmou junto desta autarquia que a eleição de uma Comissão Paritária para o processo era "absolutamente extemporânea e precipitada". Afinal em que ficamos?

Como é do conhecimento de todos os trabalhadores do Município, o SIADAP foi aplicado em 2010 por este executivo e foram tomadas as medidas previstas na lei para colmatar o facto do anterior executivo não ter aplicado o SIADAP em 2008 e 2009. Foi o actual executivo que decidiu atribuir um ponto a cada trabalhador por cada ano não avaliado, conforme entendimento da Direcção-Geral das Autarquias Locais, homologado pelo Secretário de Estado da Administração Local.

 
Mas como todos sabemos não é devido ao Presidente da Câmara que os trabalhadores do Município de Estremoz não podem progredir nas suas posições remuneratórias. A razão do congelamento dos salários deve ser imputada, por um lado ao Governo, que não permite aumentos salariais em 2011 e, por outro lado, ao facto de não terem sido avaliados em 2008 e 2009, impedindo este executivo de utilizar a opção gestionária, sob pena de o Município incorrer em responsabilidade criminal, tutelar, administrativa e financeira. O STAL afirma "ninguém poderá progredir na carreira enquanto este processo (SIADAP) não for normalizado..." Estará o STAL, ou os seus delegados sindicais, na disposição de efectuar uma garantia bancária que cubra a responsabilidade financeira a que o Presidente da Câmara está sujeito pelo Tribunal de Contas, caso decida aplicar a opção gestionária, de forma irregular, devido aos erros da câmara antecessora?

Finalmente, somos acusados de aprovar um Regulamento de Horários ilegal porque "(...) não tem em conta parecer jurídico do STAL". Em primeiro lugar, é necessário esclarecer que o parecer a que o STAL se refere, ainda que obrigatório, não é vinculativo e apenas meramente consultivo. Ainda assim, das dez propostas de alteração que o STAL apresentou no referido parecer ao Regulamento, apenas duas foram rejeitadas: uma respeitante à concessão de dispensa de serviço e de uma tolerância na hora de entrada, e a outra respeitante ao desaparecimento da jornada contínua (que o tempo tem vindo a confirmar ter sido uma medida que aumenta de forma significativa a produtividade dos serviços municipais). Como podem vir, então, afirmar que não foram ouvidos ou que não foram aceites as sugestões da Comissão Sindical de Estremoz? E porque razão não pode o Presidente da Câmara reunir com outros Sindicatos, independentemente da sua representatividade no Município?

Para finalizar, queremos reafirmar que estamos do lado dos trabalhadores e dos munícipes, porque queremos uma autarquia respeitada e um serviço público de qualidade para todos. Lamentamos que esta não seja a posição da Delegação Regional de Évora do STAL e da Comissão Sindical de Estremoz, mais preocupada em servir os interesses político-partidários e em denegrir a imagem do Presidente da Câmara de Estremoz, do que em servir os interesses dos seus associados e trabalhadores desta autarquia.
Estremoz, 16 de Março de 2011

O Presidente da Câmara

Luís Filipe Pereira Mourinha

  ©Template by Dicas Blogger.

TOPO