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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Partida da XI Romaria a Cavalo 2011



quarta-feira, 27 de abril de 2011

Centenas de pessoa partiram a cavalo da Moita do Ribatejo com destino a Viana do Alentejo



XI Romaria a Cavalo, Moita - Viana do Alentejo


sábado, 9 de abril de 2011

«Romaria a Cavalo entre a Moita e Viana do Alentejo» "vai cumprir tradição"


A Casa do Alentejo, em Lisboa, foi palco a 8 de Abril, para a apresentação da XI edição da Romaria a Cavalo entre a Moita e Viana do Alentejo, que se realiza entre 27 de Abril e 1 de Maio. Na cerimónia falou-se de «preservação do território» sustentado na manutenção de tradições ancestrais adequadas aos novos tempos. São mais de 300 os inscritos, numa iniciativa que promete levar milhares de pessoas a Viana do Alentejo.

Ana Clara | sexta-feira, 8 de Abril de 2011

O Alentejo, berço do cavalo Puro-Sangue Lusitano, revive no fim do mês de Abril um evento equestre tradicional e nacional, e que é sempre aguardado por milhares de pessoas, como salienta a organização.

Ceia da Silva, presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo (ERT Alentejo), presente na cerimónia de apresentação da «Romaria a cavalo», realçou a importância de se promover «a identidade dos territórios» e sublinhou que actualmente o turista «procura cada vez mais as regiões com história. É ao mesmo tempo cliente e participante», lembrou.

O responsável disse que «cultura e identidade» estão presentes nesta XI edição da Romaria a Cavalo entre a Moita e Viana do Alentejo, sendo que o turismo equestre é «cada vez mais procurado».

Também Joaquim Rosa do Céu, presidente do Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, afirmou que «é essencial valorizar aquilo que temos», sendo «a qualidade territorial uma dessas preciosidades que o país possui».

«O poder local entende a identidade como a base do desenvolvimento das regiões mas também do país» E a ‘Romaria a Cavalo’ é um bom exemplo da defesa do território», sustentou, lembrando a importância da «identidade ligada à cultura e ao território».

«E a base ancestral desta Romaria continua a não ser esquecida», frisou. «São estes acontecimentos que importam desenvolver tendo em conta a preocupação de defender o que somos. É isto que nos posiciona e aquilo que nos pode colocar em vantagem em termos turísticos», realçou o presidente do Turismo de Lisboa e Vale do Tejo.

Por seu turno, o presidente da Câmara da Moita, João Lobo, um dos municípios organizadores desta Romaria, traçou uma pequena resenha histórica sobre este evento e lembrou que «o mesmo assenta em princípios como a religião, a cultura, a tradição e com o retorno à terra e ao cavalo». Este é também, segundo o edil, o «regresso ao Tejo e à natureza».

Bernardino Bengalinha Pinto, autarca de Viana do Alentejo, referiu que a iniciativa envolve centenas de pessoas, entre associações, juntas de freguesia e particulares. Recordou a dimensão da «Romaria a cavalo» lembrando que no ano passado, partiram 250 cavalos da Moita, sendo que chegaram a Viana do Alentejo cerca de 600. «Tivemos uma adesão fantástica, e esperamos que este ano se repita», disse.

O evento tem como objectivo contribuir para o enriquecimento cultural, manter viva a tradição e dinamizar a região a nível nacional ao longo de um percurso de 150 quilómetros.

De recordar que a «Romaria a Cavalo» realiza-se habitualmente no quarto fim-de-semana de Abril, por ocasião dos festejos em honra de Nossa Senhora d’Aires, padroeira dos animais. Este ano a data coincide com as celebrações da Páscoa e durante a semana santa (entre domingo de ramos e domingo de Páscoa) os actos litúrgicos estão condicionados, inviabilizando a realização da romaria.

História:
A Romaria a Cavalo que liga Moita a Viana do Alentejo parte a 27 de Abril da Moita e chega, quatro dias depois, a 30, a Viana do Alentejo, sendo que a organização espera a participação de centenas de romeiros. Até agora já estão inscritos mais de 300 romeiros no evento que só termina a 1 de Maio.

A «Romaria a Cavalo» entre a Moita e Viana do Alentejo, é uma tradição comum aos dois concelhos datando do século passado. Ressurgiu em 2001, depois de um interregno de mais de 70 anos, época em que os lavradores se deslocavam ao Santuário de Nossa Senhora d’Aires, no mês de Setembro, com os seus animais, fazendo o percurso pela antiga Canada Real, através de quintas e caminhos de terra batida, para que estes fossem benzidos durante a procissão em honra daquela padroeira, a pedir ajuda por boas colheitas da sua agricultura.

A «Romaria a Cavalo» é uma iniciativa promovida em conjunto por uma Comissão organizadora, da qual fazem parte as Câmaras da Moita e de Viana do Alentejo, a Associação Equestre de Viana do Alentejo e a Associação de Romeiros da Tradição Moitense.


quarta-feira, 28 de abril de 2010

Ecos da Romaria a Cavalo, 3.º episódio



Khaled: El Arbi

Alguns romeiros depois da longa caminhada, com as bestas exaustas e famintas, chegam finalmente à barbearia, para escovar o pêlo e dar à língua.
Barbearia a abarrotar; sem mãos a medir; algazarra instalada; ninguém se percebe.

"Não surpreende este texto. É mais do mesmo. Novidade apenas o Potes Pacheco a lamentar-se de não ter sido incluído. O homem afinal gosta que falem nele.

Ente mentiras, falsas verdades, chavões construídos e datados para fins eleitorais, anticomunismo primário, ilusionismo, e alucinação, o escritor anterior volta ao mesmo registo de onde parece não conseguir sair: Quando o actual executivo é criticado por alguma coisa que não faz bem, este nosso defensor da democracia e transparência de imediato salta para o terreno e... aos costumes disse nada!
Na verdade, vai falar do passado que a sua(s) mente criou e alimentou e diz que os outros é que eram maus!

Sobre o presente não diz nada.
Porque será?
Se calhar porque as evidências suplantam em muito as coincidências e o nosso paladino defensor da moral, transparência e bons costumes nem sequer explica afinal se é ou não chefe de gabinete. E se não é porque não é, quando foi anunciado pelo Presidente da Câmara no dia da tomada de posse?

E o novo chefe da DASE é eleito do PS?
E os trabalhadores estão felizes agora? Óptimo.
O Sr Lima de Alcáçovas já recebeu o dinheiro que o Vereador João pereira disse que lhe pagava (eu ouvi)?

E toda a gente agora ganha muito dinheiro em horas extras como foi prometido pelo ps?

Acredite que para as próximas eleições teremos obviamente muita coisa que discutir, olhe eu sou um dos que estou a tomar nota das várias situações de compadrio (reais e não ficcionadas) para podermos discutir.
Mas isso será quando for o tempo.

Agora devia ser tempo de trabalharem, mostrar que são melhores do que os que lá estavam.

Deviam fazer a diferença mas com verdade. Deviam apontar os erros anteriores mas também assumir que apenas se estão a montar nos projectos que vinham da anterior gestão, do dinheiro que ficou à vossa disposição e das candidaturas que estavam em marcha.

Estão a dizer a parte má e a tentar apagar a parte boa como se ela não existisse. Estão a ignorar as benesses dos fundos comunitários agora tão mais flexíveis

Ou não estou a ver bem ou afinal a piscina de Alcáçovas (ela mesmo, a tão odiada), ainda vai ser financiada pelos fundos comunitários como o anterior executivo sempre foi dizendo e se assim for então ficam sem argumentos para manterem os empréstimos ao banco.

E ficam sem argumentos para não construírem a piscina coberta de Viana e o pavilhão de Aguiar.
E ficam sem argumentos para muitas outras coisas que não são do interesse do nosso conhecido anónimo que se tornem do domínio publico.

Portantos pá, teremos muita coisa que falar, mas lá mais para a frente. Agora, e que tal trabalharem um bocadinho?

terça-feira, 27 de abril de 2010

Ecos da Romaria a Cavalo, 2.º episódio



26 de Abril de 2010 23:35, anónimo disse:

A questão mantêm-se - ainda ninguém provou que essa romaria, em que os animais viriam da Moita até aqui para serem benzidos, realmente existiu, ou se é uma invenção para abrilhantar esta Romaria a Cavalo.

Mais que ir buscar comentários aos blogues, a generalidade deles anónimos, o que seria de facto interessante seria ver estes ressabiados comentadores apareceram com documentos históricos que documentassem essa transumancia de quase quinze dias, em plena época de sementeiras, isso sim, era obra.

Da mesma forma que seria muito interessante a demonstração de que um comunista convicto pode andar a papar hóstias, armado em beato, especular na bolsa, explorar trabalhadores ou dar em cavaleiro com pagem e tudo. Isso sim, é que era ser vanguarda e iluminar o caminho dos tristes proletariados.

Até lá e enquanto fogem com o rabo à seringa não assumindo os compromissos para os quais foram eleitos, até lá continua tudo em aberto.
PS
Ao contrário do que foi escrito nos blogues onde os comentários continuam disponíveis, os vossos, foram vergonhosamente apagados (pensam vocês) na tentativa de apagar a história.

Viva o Povo do Concelho de Viana do Alentejo - Abaixo os Crápulas!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Ecos da Romaria a Cavalo




Tourada: Fernado Tordo

Mas quem é que se preocupa com o carro andor, santas, fé ou coisas do género, deveriam ser os romeiros, não será? Não serão certamente os comunistas empreiteiros cavaleiros caloteiros.

Eles, mais que ninguém e sendo cá da terra, poderiam ter dado uma mão para que a entrada tivesse sido apoteótica, mas isso também não lhes interessava, não é?

Há um reparo que também gostaria de aqui deixar, a romaria a cavalo não é uma iniciativa da câmara de Viana e da Moita.
Começou e continua a ser, mais que tudo, uma iniciativa de um grupo de pessoas da Moita que tem o apoio das câmaras atrás citadas.

Aliás, no primeiro ano o camarada Estêvão (na altura ainda era comunista)tudo fez para se desmarcar da romaria que colidia com as comemorações do 25 de Abril. A dinâmica de progresso dos romeiros é que não lhe deu outra alternativa senão a de se sentar na charrete.

Mas a propósito de "muitos afastados uns dos outros", foi muito notado o afastamento entre o arquitecto Carlos Marques e o seu amigo João Garcia que este ano entrou na companhia do Cabral.

Foi por acaso ou terá sido estratégia?

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Programa da X Romaroa a Cavalo

peregrinação

Clique para ampliar

terça-feira, 20 de abril de 2010

X Romaria a cavalo - 2010


Recebido via email
Para mais informação consulte o sítio da Câmara

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Cinco dias a cavalo entre a Moita e Viana do Alentejo


Foto de Francisco Fadista, 2006


Foto de Francisco Fadista, 2007


Foto de "Viana e Tal", 2008


Foto de "Com Pedaços de mim...", 2009

Mais de três centenas de romeiros a cavalo ou de charrete começam, na quarta-feira, uma viagem de 170 quilómetros que os levará até à Procissão de Nossa Senhora d'Aires, no domingo, onde pedirão a bênção dos animais.

Mais de três centenas de romeiros de todo o País reúnem-se na quarta-feira, na Moita, para cumprir uma tradição secular: a cavalo ou de charrete, viajam até Viana do Alentejo onde participam na Procissão de Nossa Senhora d'Aires, no domingo, e pedem a bênção dos seus animais.

A romaria é secular e desde sempre envolveu os dois concelhos. Contudo, sofreu uma interrupção de cerca de 70 anos até ser ressuscitada há dez, por um grupo de amigos ribatejano. Os agricultores da Moita deslocavam-se anualmente a Viana do Alentejo com os seus animais para, no dia da Procissão de Nossa Senhora d'Aires, pedirem à padroeira a protecção do gado e boas colheitas. O crescente abandono da actividade agrícola levou ao desaparecimento da tradição.

"Hoje em dia, os participantes são quase todos amantes dos cavalos de toda a natureza: de desporto, de lazer, charrete", disse ao DN Miguel Almeida, da Associação de Romeiros da Tradição Moitense, que organiza a romaria juntamente com as autarquias da Moita e de Viana do Alentejo, e com a Associação Equestre de Viana do Alentejo. A vertente religiosa continua presente, mas a romaria assumiu um carácter mais lúdico e de convívio.

Na frente do cortejo vai um carro-andor puxado por dois cavalos com a imagem de Nossa Senhora da Boa Viagem. Seguem-na cavaleiros e charretes ao longo de 170 quilómetros, quase todos em terra batida. Em ambiente tipicamente rural, os romeiros pernoitam no campo. "Uma grande parte já tem grupo e logística própria: há quem leve tendas, rulotes ou carrinhas. As dormidas fazem lembrar um acampamento, uns têm mais luxo, outros têm menos", explica Miguel Almeida.

A chegada ao santuário de Nossa Senhora d'Aires acontece no sábado, ao final do dia. Depois, haverá um jantar-convívio e promessa de festa rija, com arraial junto ao santuário. A Procissão de Nossa Senhora d'Aires, momento em que os romeiros pedem a bênção dos cavalos, decorre no domingo de manhã. A romaria termina com uma missa campal junto ao santuário da Senhora
d'Aires.


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