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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Diga 'não' a mais austeridade, recomenda Paul Krugman

Nobel da Economia aconselha portugueses a dizerem "não" a novas medidas de austeridade que o Governo venha a apresentar. "Digam apenas que não" (Just Say No).
 
Assim deveriam responder os portugueses às novas medidas de austeridade que o Governo venha a apresentar, na sequência do chumbo do Tribunal Constitucional, defendeu ontem o prémio Nobel da Economia, Paul Krugman.
 
Num post telegráfico publicado este domingo no seu blogue no "The New York Times", Krugman escreve: "o dedo da instabilidade chegou agora a Portugal, com o Governo, claro está, a propor a cura com mais austeridade".
 
Muito crítico das políticas de austeridade na Europa, Krugman promete voltar ao tema a que chamou "a próxima fase da crise europeia".
 
Visto "aqui"
 

sábado, 1 de dezembro de 2012

O consultor do Banco Mundial Artur Baptista da Silva criticou a austeridade que se vive na economia europeia

O consultor do Banco Mundial Artur Baptista da Silva criticou a austeridade que se vive na economia europeia, defendendo que, no contexto político e social que vivemos, a austeridade significa "perversidade e violência abusiva" e falta de respeito pelos direitos fundamentais das sociedades, ao impor regras que privam a liberdade de escolha e cidadania.
 
A redução "drástica" da qualidade dos políticos europeus nos últimos 50 anos é a razão, segundo o consultor.
 
"Deixámos de ter estadistas e passamos a ter homens que vivem à custa do Estado e que se projectam nas sociedades à custa das falácias e das promessas que depois acabam por não ser capazes de cumprir e que eles próprios, à partida, sabiam que não se podiam cumprir. E deixam-se ficar reféns do poder económico", defendeu Artur Baptista da Silva.
 
Para o consultor, nenhuma crise mundial pode ser apelidada de crise económica, porque "é sempre" uma crise política.
 
"São sempre os políticos que se deixam aprisionar pelos interesses económicos, e se põem ao seu serviço, em vez de se porem ao serviço das populações que os elegeram", frisou.
Na sua opinião, o capitalismo económico, "que criava empregos", deu lugar ao actual capitalismo financeiro, que destrói empregos.
 
"E porque se faz isto", questionou, respondendo que a criação de emprego e a rentabilização dos capitais através da economia "demora tempo e tem risco" e a globalização trouxe a ideia de que estar muito tempo no mesmo sítio não compensa porque esse sítio acaba por estar empobrecido e é preciso ir para os outros sítios que ainda não estão tão pobres.
 
"A deslocalização tem sempre esse objectivo", concluiu o consultor.
 

sábado, 20 de outubro de 2012

Comentários na "Barbearia" sobre o Desgoverno Passos/Portas


Angela Merkel escuta enfadada o mordomo Pedro Passos Coelho na reunião de cúpula da UE de segunda-feira

Comentários ao post, Ferreira Leite: o que interessa não entrar em falência “se está tudo morto”


olho vivo disse...
 
Ao fim de algumas semanas, entre discórdias e desavenças camufladas, hoje confirmou-se o fim da coligação PSD/CDS. Pior ainda, é a crise politica que se instalou dentro dos próprios partidos que governam o nosso país.
 
Portugal deixou de ter um governo de coligação, para ter uma anarquia politica, onde só dois ou três teimam em seguir um caminho que todos já viram onde vai terminar, até os de fora já alertaram.
 
Um verdadeiro desgoverno que em vez de assumir as responsabilidades por não estar preparado para governar, prefere, responsabilizar os outros, quando afinal, são eles que não conseguem fazer melhor. Afinal estes não são definitivamente os melhores entre os melhores.
 
Num dia dizem, que não há volta a dar quanto ao orçamento, noutro dia, dizem que ainda pode ser melhorado...mas que desgoverno é este, quem é esta gente que numa hora tão difícil, está à frente dos destinos de Portugal e insiste em espalhar o clima de medo e terror, que se não for como eles dizem, morremos todos à fome, e que se a coligação se desfizer, teremos um segundo resgate, não dando um ínfimo sinal de esperança, serão portugueses?
 
Já ninguém acredita nesta gente e ou muito me engano, ou algo se irá passar brevemente, não sei bem o quê, mas não podemos deixar as coisas continuar assim.
 
19 de Outubro de 2012 23:49
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Anónimo disse...

Pensava eu que se tinha batido no fundo com o (des)governo do Sócrates, mas não: depois de terem enganado o eleitorado do PSD com a treta de que tinham soluções para tudo, não demorou muito tempo a perceber-se que, para lidar com uma das mais graves situações político-sociais do pós 25 de Abril, tínhamos elegido o PIOR governo que desde aquela data nos (des)governou...
 
20 de Outubro de 2012 15:17
 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

O que quer dizer Mário Soares

«É preciso compreender o dr. Mário Soares. Ele é o último estadista sobrevivente no panorama português. Ele tem a qualidade essencial dos estadistas. O olfato apurado para o perigo. Comparado com ele, quase toda a paisagem atual, partidária e governativa, é composta por iniciados e figuras que nunca passarão da segunda linha.

O que Mário Soares quer dizer, quando afirma que o PS deve romper com a troika, não é que o PS deve ir para a rua fazer barricadas, ou assumir uma atitude destrutiva no Parlamento. O que quer dizer é que o PS deve lutar contra a lógica do memorando de entendimento. E essa lógica assenta na ideia falsa de que os países intervencionados são os únicos responsáveis pela situação a que chegaram, e que a austeridade é não só a solução económica mas o indispensável castigo político de povos inteiros que resolveram "viver acima das suas posses".

Soares tem dito, e bem, que a crise é europeia. Que a moeda única, sem o suporte de um orçamento e de um governo federais, acaba por ser uma prisão dos países menos competitivos. O PS deve fazer oposição ao Governo português no palco europeu, usando a Internacional Socialista e o Parlamento Europeu. As manifestações não deveriam ser no Rossio, mas no Campo dos Mártires da Pátria, em frente da embaixada alemã, o país que vai perder ou salvar a UE. Só não ouvi ainda dizer a Soares, com pena minha, que o PS tem de enterrar definitivamente o cadáver do socratismo. Sem isso, o PS não reconquistará o respeito dos portugueses.»

Autor:
Viriato Soromenho-Marques.

domingo, 6 de maio de 2012

Socialistas voltam ao poder em França


"O socialista François Hollande afirmou na noite deste domingo (6/5) que a "Europa observa" a França e que a "austeridade não deve ser uma fatalidade", em seu primeiro discurso como presidente eleito, realizado em Tulle.

"Hoje mesmo, responsável pelo futuro do nosso país, estou ciente de que toda a Europa nos observa. Na hora em que o resultado foi anunciado, tive a certeza que em diversos países europeus houve um sentimento de alívio e de esperança, de que, por fim, a austeridade não deve ser mais uma fatalidade", disse Hollande, que obteve 52% dos votos.

"Neste 6 de maio, os franceses escolheram a mudança para me levar à presidência da República" e estou "orgulhoso por ter sido capaz de devolver esta esperança". "Prometo ser o presidente de todos"." ...


France Press

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Empurrar uma corda pela ponta

Ao injetar dinheiro nos bancos que estes não passaram para a economia real, os estados estavam a tentar empurrar uma corda comprida para dentro de um buraco. Um trabalho tão fútil quanto esgotante.

1. Uma pessoa normal, em geral, fica insolvente quando não tem dinheiro para pagar as suas dívidas e demais obrigações. Um banco fica insolvente quando não tem pessoas a quem emprestar o seu dinheiro. As duas coisas podem ocorrer em ciclo: as pessoas insolventes não pagam as suas dívidas aos bancos; e os bancos deixam de ter clientes dignos de crédito, entrando em insolvência.

Se o negócio do banco está em encontrar gente a quem possa emprestar dinheiro isso significa que as pessoas são o ativo do banco. Pessoas insolventes tornam insolventes os bancos.

No início desta crise, os estados tentaram resolver a crise injetado liquidez — ou seja, dinheiro — nos bancos. Isso não fez deles mais solventes. Havia uma falta de clientes dignos de crédito e os bancos ficaram cheios de dinheiro, que não emprestaram. E as pessoas continuaram cheias de dívidas.

Pior: entretanto, os estados gastaram os seus recursos e alguns deles estão também insolventes, ou perto disso. Como os estados também são clientes dos bancos, o facto de se terem tornado indignos de crédito torna os bancos insolventes a uma escala insuportavelmente incerta. Esta incerteza diminui radicalmente o número de clientes (estados, pessoas normais, empresas da economia real) dignos de crédito. O ciclo repete-se e agrava-se.

2. E se, desde o início da crise, os estados tivessem feito ao contrário? Em vez de darem dinheiro aos bancos para estes emprestarem às pessoas teriam dado dinheiro às pessoas para estas pagarem as suas dívidas aos bancos? As pessoas teriam diminuído os seus níveis de endividamento, tornando-se mais dignas de crédito, e em consequência os bancos tornar-se-iam mais solventes.

Isto já aconteceu no passado, quando na Grande Depressão os estados se viram forçados a criar agências de crédito para se substituir ao sistema bancário que estava congelado. Essas agências facilitavam o acesso ao crédito às empresas da economia real, que assim pagavam salários, com os quais as pessoas podiam pagar dívidas, poupar, ou consumir.

É o mesmo problema, visto ao contrário.

3. Imagine uma corda comprida que é preciso enfiar dentro de um buraco num muro. Há duas maneiras de o fazer.

A maneira errada é empurrar a corda a partir da ponta mais afastada. Se você tentar fazê-lo, reparará que a corda se enrola e serpenteia, mas que se recusa a entrar no buraco. Uma corda não é uma vara, e empurrá-la de nada serve.

A maneira certa de fazer é saltar o muro para poder puxar a corda a partir do lado de lá do buraco.

Ao injetar dinheiro nos bancos que estes não passaram para a economia real, os estados estavam a tentar empurrar uma corda comprida para dentro de um buraco. Um trabalho tão fútil quanto esgotante. Dar dinheiro às pessoas para estas pagarem as suas dívidas seria o equivalente a puxar pela corda da economia, e talvez tivesse resultado melhor.

O pior é que os estados ficaram demasiado exaustos pelo exercício e agora não têm como ajudar as pessoas (na Argentina acabaram por aparecer moedas improvisadas, como o patacón de Buenos Aires; pergunto-me se chegaremos a ver isso por cá).

Num dado momento da crise, que infelizmente tarda, vai ser preciso ver o problema pelo lado contrário. Essa é uma batalha de ideias que só será ganha com pragmatismo, e não com dogmatismo. É que os ativos dos bancos podem ser os clientes. Mas os ativos das pessoas são as ideias.

Escrito pelo deputado europeu, Rui Tavares: visto em "ruitavares.net/blog"

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Oposição alemã critica afirmações de Angela Merkel sobre férias e idade da reforma em Portugal

A oposição alemã criticou hoje as exigências da chanceler Angela merkel para redução dos períodos de férias e aumento da idade da reforma nos chamados países periféricos da União Europeia com problemas financeiros, incluindo Portugal.

"A senhora Merkel aposta de novo no populismo e em agitar os ânimos, em vez de usar argumentos objetivos", disse hoje, em Berlim, o presidente do SPD, Sigmar Gabriel. O líder social democrata considerou ainda "vergonhoso" que Angela Merkel "ponha em causa de forma tão leviana o ideal europeu dos seus antecessores" Konrad Adenauer, Willy Brandt, Helmut Schmidt e Gerhard Schroeder. "Não são os trabalhadores e os pensionistas na Grécia os responsáveis pela crise financeira, mas sim os especuladores nas bolsas de valores e nos grandes bancos de investimento, só que a esses o governo não toca, e bloqueia a introdução de um impostos de transacções financeiras", acrescentou Gabriel.

Os Verdes, outra das forças com assento parlamentar na Alemanha, afirmaram, por seu turno, que a política europeia de Angela Merkel "continua a reduzir-se a frases feitas, ditas na praça pública e em comícios partidários". "As suas críticas a casos isolados, além de arbitrárias, só prejudicam a Grécia, Portugal ou a Espanha, e não reflectem a realidade", disse Cem Ozdemir, presidente dos ambientalistas. Durante um comício em Meschede (Renânia), na segunda feira à noite, Angela Merkel, exigiu a unificação da idade da reforma e dos períodos de férias na União Europeia, criticando os sistemas vigentes na Grécia, Espanha e Portugal.

"Não se trata só de não contrair dívidas, em países como a Grécia, Espanha e Portugal, as pessoas não devem poder ir para a reforma mais cedo do que na Alemanha", afirmou a chanceler. "Todos temos de fazer um esforço, isso é importante, não podemos ter a mesmo moeda, e uns terem muitas férias e outros poucas", advertiu Merkel. O porta voz adjunto do governo, Christoph Steegmans, defendeu hoje as afirmações da chanceler, lembrando que na Cimeira Europeia de 24 e 25 de Março foi decidido harmonizar os sistemas sociais na União Europeia. "A chanceler mantém as suas afirmações, que são tudo menos populismo, são muito sérias", acrescentou Steegmans.

Na Alemanha, a lei impõe que as empresas concedam aos trabalhadores um mínimo de 20 dias de férias por ano. No entanto, mercê de acordos coletivos de trabalho, este período é mais alargado em muitas empresas, quer do setor privado, quer do setor público, chegando a ultrapassar os 30 dias úteis. Quanto à entrada na idade da reforma na Alemanha, passará gradualmente dos 65 para os 67 anos, em processo que decorrerá entre 2012 e 2029. Em Portugal, os trabalhadores podem reformar-se aos 65 anos, e o primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou repetidamente que não será necessário aumentar esta idade, devido às medidas de sustentabilidade implementadas na segurança social. As medidas em questão acoplaram o aumento da idade da reforma ao aumento da esperança média de vida, o que significa que a idade da reforma em Portugal poderá chegar primeiro do que na Alemanha aos 67 anos.

Visto no "DN"

sábado, 9 de abril de 2011

Governo e Bruxelas garantem que PEC4 não incluía resgate

NOTÍCIA DE ONTEM, 8 DE ABRIL

O Governo e a Comissão Europeia garantiram esta sexta-feira que, na negociação do chamado PEC4 com Bruxelas, não estava incluída a ajuda externa a Portugal no valor de 80 mil milhões de euros.

A porta-voz da presidência da Comissão Europeia disse, citada pela Lusa, ser «falso» que, quando o primeiro-ministro José Sócrates apresentou em Bruxelas o chamado PEC4, «tenha ficado também estabelecido que a esse acordo se seguiria um pedido de ajuda externa».

O semanário «Sol» noticiou esta sexta-feira que José Sócrates teria estabelecido com Bruxelas - quando assinou o acordo com as medidas do chamado PEC 4 a 11 de Março - que se seguiria um pedido de ajuda externa no valor de 80 mil milhões de euros.

O Governo já veio hoje rejeitar qualquer tipo de acordo com as instâncias comunitárias.

Os ministros do Eurogrupo revelaram que o pedido de resgate de Portugal chegou hoje à Comissão Europeia e ao FMI. O comissário europeu dos Assuntos Económicos, Olli Rehn, adiantou na Hungria que programa de ajuda a Portugal atingirá provavelmente os 80 mil milhões de euros e poderá abranger um período de três anos.

Visto em "Agência Financeira"

terça-feira, 29 de março de 2011

Merkel e Sarkozy perdem eleições internas


Depois de perder em Fevereiro o governo da importante cidade-estado de Hamburgo para o SPD, e, na semana passada, sentir dificuldades em vencer as regionais na Saxónia-Anhalt (Leste), o partido da chanceler alemã, Angela Merkel, perdeu este fim-de-semana a liderança do Governo Regional de Baden-Württemberg.

A União Democrata Cristã (CDU) alcançou 38% dos votos, mas o parceiro Partido Liberal (FDP) apenas conseguiu 5%, conferindo assim maioria à coligação de centro esquerda, formada pela SPD (23%) e pelos Verdes (25%). Os ecologistas alemães podem mesmo ficar à frente do governo deste que é um dos estados federados mais ricos e era bastião dos conservadores desde 1953.

A ida às urnas nesta região cuja capital é Estugarda eram encaradas na Alemanha como as mais importantes de um conjunto de sete eleições que decorrem este ano e, assim, como o principal teste ao governo liderado por Merkel.

Segundo analistas citados pela Lusa, este não será apenas um revês ao nível regional, mas terá grande impacto para a governação nacional, uma vez que reduz ainda mais o peso da coligação na Câmara Alta do Parlamento (Bundesrat) -- onde a chanceler não tem maioria --, dificultando a aprovação de legislação.
Sarkozy com reeleição em risco

Em França, o líder do Eliseu não tem mais motivos de sorriso. Antes pelo contrário. Isto porque o partido do presidente Nicolas Sarkozy perdeu ontem a segunda volta das regionais em França para os rivais socialistas, que recolheram 35% dos votos. A UMP de Sarkozy ficou-se pelos 18,89%, o que lhe dá uma curta vantagem inclusive à direita para a Frente Nacional, que conseguiu 10,1%.
Além do ressurgimento em força do partido de extrema-direita agora liderado por Marine Le Pen (filha do histórico Jean-Marie) – em algumas áreas conseguiu votações de 40% – este que foi o último acto eleitoral antes das Presidenciais francesas em Abril de 2012 fica ainda marcado pela abstenção recorde do eleitorado francês. Segundo o Ministério do Interior terá ficado acima dos 56%.
 
Visto no "Jornal de Negócios"

quarta-feira, 23 de março de 2011

Passos vai dizer a Merkel o que fará se for Governo

Partido Popular Europeu reúne-se antes da cimeira em Bruxelas

Antes da realização da cimeira, Passos Coelho e Angela Merkel estarão juntos na reunião do Partido Popular Europeu, do qual ambas as famílias partidárias fazem parte.

Enquanto tudo se joga sob a sombra da crise política, Passos terá aí uma oportunidade: a de dizer à chanceler alemã o que fará se chegar ao Governo, num cenário de eleições antecipadas, e se pretende seguir o caminho da austeridade, mantendo o cumprimento dos défices, impostos pela Europa.

Visto em:agenciafinanceira.iol.pt/

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Europeias 2009 no concelho de Viana

Os resultados eleitorais para as eleições europeias, no concelho de Viana do Alentejo foram ganhos pela CDU, obtendo esta força política 706, dos 1816 votos expressos, ou seja 41,02%.

Dos 4985 eleitores inscritos, só votaram 1816, e desses eleitores 105 votaram branco ou nulo.
A abstenção atingiu 63.57 %, querendo significar que estas eleições não mobilizaram a maioria dos eleitores.

Para aqueles que foram derrotados nestas eleições Europeias e que querem ganhar as próximas eleições autárquicas, retirando dos Paços do Concelho esta maioria que tem arruinado este concelho nada mudou.

Com toda a máquina de mobilização que a CDU/Viana pôs nestas eleições, não devia cantar vitória antecipadamente, relativamente aos novos processos eleitorais que se seguem.
Não é com 706 votos que se ganha a Câmara. A CDU/Viana sabe isso muito bem. Os eleitores vão comportar-se de maneira diferente, tanto nas eleições legislativas, como nas autárquicas.

Para que possamos reflectir, indicamos o número de eleitores inscritos por freguesia e aqueles que votaram CDU.
Eleitores inscritos por freguesia: Viana-2471; Alcáçovas-1833; Aguiar-681.
Votos na CDU: Viana-267; Alcáçovas-233; Aguiar-206


Para aqueles que lutam pela mudança neste concelho, nada mudará o nosso caminho: trabalho, credibilidade e humildade democrática.

A nível Nacional os vencedores foram o PPD-PSD e o Bloco de Esquerda, tendo este último partido ultrapassado a CDU, tornando-se nestas eleições a terceira força política.

Clique para ver os resultados obtidos nas eleições europeias desde 1984 até 2009.


domingo, 7 de junho de 2009

A votação por toda a Europa

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As eleições para a escolha dos deputados do novo Parlamento Europeu terminam hoje com votações nos últimos 19 dos 27 Estados- membros da União Europeia. No total, cerca de 375 milhões de eleitores dos 27 parceiros comunitários foram chamados às urnas para eleger 736 deputados.


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