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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

ÉTICA NAS FINANÇAS — uma questão de Justiça e Paz

UMA REFLEXÃO PARA A QUARESMA DE 2013

    ‘6. As principais características da evolução recente das condições de vida da população portuguesa são acompanhadas persistentemente por taxas negativas de crescimento do PIB, que permitem falar numa «espiral recessiva». Em todo este processo sobressai uma falta incompreensível de políticas que fomentem o crescimento económico que seja criador de emprego e promova uma justa distribuição do rendimento e da riqueza. Portugal é, de momento, o país mais desigual da União Europeia. O alargamento do prazo de amortização da dívida junto das entidades representadas pela Troika e o abaixamento dos respectivos juros também são factores que poderão permitir honrar os compromissos do âmbito do programa de ajustamento com menos sacrifícios para o povo. Algo neste sentido acaba de ser conseguido. Devemos saudar a iniciativa e o resultado, e, ao mesmo tempo, reconhecer que não basta.

    7. Perante o flagrante insucesso do modelo de política seguido em 2012, a insistência de idêntico modelo, nalguns aspectos agravado, em 2013, pode ser eticamente inaceitável. O povo, as pessoas e as famílias não podem servir de objecto de experiências de política económica de sucesso altamente duvidoso. Ao denunciá-lo, as CJP afastam-se da cumplicidade do silêncio.’
_________
¹ A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Lisboa não subscreve o documento.

Visto em "Câmara Corporativa"


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Com Hugo Chaves na Cruz, Bispos Venezuelanos estão mais preocupados com a letra da constituição



A Igreja católica, lá, como cá, gosta mais dos governos de direita. Valha-nos Deus,  tão preocupados que estão os bispos católicos venezuelanos com o cumprimento da constituição do seu País.

Em Portugal a oligarquia da Igreja Católica, nem se benze sobre se a constituição portuguesa está a ser espezinhada, em prejuízo dos mais pobres, por este governo protofascista.

Já é tradição, quando Salazar entrou para o governo em 1928, os bispos recomendavam aos seus párocos, em particular, e aos seus paroquianos, em geral, que cooperassem com o ministro das finanças, na "obra patriótica de salvação do país".

Durante o estado novo, a igreja e o regime caminhavam lado a lado. Nunca se ouviu do topo da hierarquia da Igreja Católica Romana oposição ao sofrimento dos pobres, e à prisão dos dissidentes políticos. Apenas algumas vozes dispersas da igreja, discordavam publicamente contra esse estado de coisas e se punham ao lado desses Filhos de Deus.

Por cá, nesta santa terrinha de “Todo o Sol no Alentejo”, vejo o rebanho de Deus desamparado pelo pastor, mais preocupado e ardiloso que está em fixar marcos nos prédios recentemente reivindicados como pertences da Igreja.


Agnus Dei, qui tollis peccata mundi, miserere nobis.

domingo, 25 de novembro de 2012

Processo contra ativista do 15 de setembro arquivado


Uma das estratégias usadas pelo "fascismo social" em que vivemos, é o da limitação do direito de reunião, associação e de manifestação.

O caldo onde se desenvolve esta doutrina está ao lume. A fome e a miséria grassa neste país, faz parte da agenda da direita revanchista, preparar as condições para acabar com o Estado Social, do trabalho digno e suficientemente remunerado.

A crise, o défice e a dívida soberana, são tudo bons pretextos para desmontar o Estado Social e voltar a reconstruir o Estado Assistencial. Assim, a esmola e as obras de caridade oferecem ao pecador penitente meios para cumprir os pecados durante a sua vida na terra.

A notícia seguinte, publicada no semanário Expresso, dá-nos conta de avanços intimidatórios que serão presente, num futuro cada vez mais próximo, se não corrermos com este doutrinado governo.

Processo contra ativista do 15 de setembro arquivado

A ativista do movimento Que se Lixe a Troika! soube pelo Expresso que o seu processo foi arquivado há três dias

O processo por "organização de manifestação não comunicada" movido contra a ativista Mariana Avelãs, devido à conferência de imprensa de apresentação da manifestação do 15 de Setembro, foi arquivado.
O arquivamento ocorreu no passado dia 20, mas Mariana Avelãs ainda não foi notificada da decisão. O Expresso soube que o caso não vai seguir para julgamento por fonte do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), na sequência da notícia que hoje publicou. 
A ativista fora constituída arguida no passado dia 8, por ter participado na conferência de imprensa realizada nas imediações da Assembleia da República a 12 de setembro, durante a qual, conjuntamente com outras 14 pessoas, exibiu uma faixa com o nome do movimento Que se Lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!". 
O caso fora hoje divulgado pelo movimento Que se Lixe a Troika!, através de um texto difundido pela Internet.


O processo por "organização de manifestação não comunicada" movido contra a ativista Mariana Avelãs, devido à conferência de imprensa de apresentação da manifestação do 15 de Setembro, foi arquivado.
O arquivamento ocorreu no passado dia 20, mas Mariana Avelãs ainda não foi notificada da decisão. O Expresso soube que o caso não vai seguir para julgamento por fonte do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), na sequência da notícia que hoje publicou.
A ativista fora constituída arguida no passado dia 8, por ter participado na conferência de imprensa realizada nas imediações da Assembleia da República a 12 de setembro, durante a qual, conjuntamente com outras 14 pessoas, exibiu uma faixa com o nome do movimento Que se Lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!".
O caso fora hoje divulgado pelo movimento Que se Lixe a Troika!, através de um texto difundido pela Internet.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/processo-contra-ativista-do-15-de-setembro-arquivado=f769153#ixzz2DEwN4zDY
O processo por "organização de manifestação não comunicada" movido contra a ativista Mariana Avelãs, devido à conferência de imprensa de apresentação da manifestação do 15 de Setembro, foi arquivado.
O arquivamento ocorreu no passado dia 20, mas Mariana Avelãs ainda não foi notificada da decisão. O Expresso soube que o caso não vai seguir para julgamento por fonte do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), na sequência da notícia que hoje publicou.
A ativista fora constituída arguida no passado dia 8, por ter participado na conferência de imprensa realizada nas imediações da Assembleia da República a 12 de setembro, durante a qual, conjuntamente com outras 14 pessoas, exibiu uma faixa com o nome do movimento Que se Lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!".
O caso fora hoje divulgado pelo movimento Que se Lixe a Troika!, através de um texto difundido pela Internet.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/processo-contra-ativista-do-15-de-setembro-arquivado=f769153#ixzz2DEwN4zDY
O processo por "organização de manifestação não comunicada" movido contra a ativista Mariana Avelãs, devido à conferência de imprensa de apresentação da manifestação do 15 de Setembro, foi arquivado.
O arquivamento ocorreu no passado dia 20, mas Mariana Avelãs ainda não foi notificada da decisão. O Expresso soube que o caso não vai seguir para julgamento por fonte do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), na sequência da notícia que hoje publicou.
A ativista fora constituída arguida no passado dia 8, por ter participado na conferência de imprensa realizada nas imediações da Assembleia da República a 12 de setembro, durante a qual, conjuntamente com outras 14 pessoas, exibiu uma faixa com o nome do movimento Que se Lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!".
O caso fora hoje divulgado pelo movimento Que se Lixe a Troika!, através de um texto difundido pela Internet.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/processo-contra-ativista-do-15-de-setembro-arquivado=f769153#ixzz2DEwN4zDY
O processo por "organização de manifestação não comunicada" movido contra a ativista Mariana Avelãs, devido à conferência de imprensa de apresentação da manifestação do 15 de Setembro, foi arquivado.
O arquivamento ocorreu no passado dia 20, mas Mariana Avelãs ainda não foi notificada da decisão. O Expresso soube que o caso não vai seguir para julgamento por fonte do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), na sequência da notícia que hoje publicou.
A ativista fora constituída arguida no passado dia 8, por ter participado na conferência de imprensa realizada nas imediações da Assembleia da República a 12 de setembro, durante a qual, conjuntamente com outras 14 pessoas, exibiu uma faixa com o nome do movimento Que se Lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!".
O caso fora hoje divulgado pelo movimento Que se Lixe a Troika!, através de um texto difundido pela Internet.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/processo-contra-ativista-do-15-de-setembro-arquivado=f769153#ixzz2DEwN4zDY

domingo, 10 de junho de 2012

Bispo das Forças Armadas comparou Passos Coelho a Salazar

D. Januário Torgal, bispo das Forças Armadas, comparou o primeiro-ministro Passos Coelho ao ditador António Oliveira Salazar.


Em declarações à TSF, D. Januário declarou-se “profundamente chocado” com o agradecimento de Passos à paciência dos portugueses, numa intervenção na quarta-feira comemorativa do primeiro aniversário da vitória do PSD nas legislativas de 2011.

“Portugal não tem Governo neste momento, e vão certos senhores dar uma passeata um certo dia a fazer propaganda tipo União Nacional, de não saudosa memória, pelo país a dizer que somos os melhores do mundo”, acentuou o bispo. D. Januário Torgal continuou: “Ao fim, ainda aparece um senhor que, pelos vistos, ocupa as funções de primeiro-ministro, dizendo obrigado à profunda resignação de um povo tão dócil e amestrado que merecia estar num jardim zoológico”.

O bispo foi, ainda, mais explícito. Retomando os elogios do primeiro-ministro à paciência dos portugueses que, no entender de Passos Coelho, se deve a “uma sociedade que está apostada em vencer as dificuldades e em resgatar o futuro”, D. Januário referiu: “Parecia-me que estava a ouvir o discurso de certa pessoa há 50 anos atrás”. Já em declarações ao canal SIC Notícias, o prelado concretizou a comparação, referindo o nome de Oliveira Salazar. Concluindo, D. Januário Torgal Ferreira deixou outra mensagem: “Apetecia-me dizer assim, vamos todos para a rua, não para fazer tumultos, vamos fazer democracia”.

Não é a primeira vez que o bispo das Forças Armadas suscita celeuma. Há alguns anos, admitiu o preservativos em relações sexuais de risco. E, aquando de uma visita do primeiro-ministro Cavaco Silva a Macau e Pequim, sugeriu que o chefe do Governo devia defender os direitos humanos.

Frontal e polémico no que diz respeito a temas da doutrina moral e disciplinar da Igreja, D. Januário é tolerado apenas com condescendência por vários dos seus pares, que consideram as suas posições demasiado heterodoxas e olham de soslaio para a sua atitude crítica. O bispo utiliza a sua formação na área da Filosofia para argumentar e defender as suas posições.

Visto no "Público"

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Bispo português no Vaticano quer mulheres em casa a formar os filhos


D. Manuel Monteiro de Castro defende que a mulher tem uma missão única na sociedade: a educação dos filhos. O futuro cardeal considera que é uma pena que a nossa sociedade não tenha as mulheres em casa a formar os filhos.

Visto na RTP

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Feriados!

Pronto, finalmente é oficial: os feriados a extinguir pelo governo são o 5 de Outubro e o 1º de Dezembro. Podem finalmente descansar o cardeal patriarca e a sua igreja, que os feriados "civis" que desaparecem são tantos como os "religiosos". Como se os feriados não fossem todos civis, criados por lei da República! Mas o que importava a D. Policarpo era que o governo só fizesse desaparecer um...civil e impusesse o fim de dois...religiosos, numa contabilidade em que quem perde são sempre os mesmos.

Está reposta a equidade, para descanso das santas almas.


Visto no "Blogue do Castelo"

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Viva a República. Ou não?

Padre Manuel Morujão, porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa

Chico Buarque - Cálice

O documento final da concertação social fala em «reduzir em três a quatro feriados». Como é matematicamente impossível que «três a quatro» seja entre três e quatro, deve ser «três ou quatro». Entretanto, os media diziam hoje de manhã que o 5 de Outubro se manteria como feriado. Logo, seriam três. Mas a ICAR reagiu com «ameaças» (sic): na perspectiva dos clericais, os feriados «religiosos» são deles e não da República (e parece que o 5 de Outubro lhes causa especial irritação...). Enfim, hoje à tarde o governo já mandou dizer que o número é par. Não se sabe é se é dois ou quatro. Sendo que dois não é incluído no acordo e quatro eliminaria também o 5 de Outubro. Ou não?


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Pueblos de toda España descubren que han perdido bienes

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Visto em "El País!

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