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sábado, 17 de dezembro de 2011

PSD perde 2,6% nos primeiros 6 meses de Governo

Na Sondagem Expresso/SIC/RR, PSD é o único partido a descer desde as eleições e Paulo Portas o único a subir na popularidade


Entre austeridade e reformas de fundo em sectores chave, o PSD perdeu nos primeiros 6 meses de governação 2,6 pontos nas intenções de voto. O PSD é, ainda, o único partido a estar nesta altura abaixo do resultado obtido nas legislativas de junho. De qualquer modo, a queda de novembro para dezembro é menos acentuada que a anterior (0,6%), situando-se nos 0,3%.

O PS continua a crescer de uma forma estável, mantendo o aumento das intenções de voto nos 0,4% desde novembro. Passados 6 meses da derrota socialista, se as eleições fossem hoje, o PS teria um resultado de 30%, mais 1,9% de votos que em junho.

CDS-PP regista uma subida, estando agora nos 12,5% das intenções de voto, com uma vantagem de 0,8 % relativamente às eleições legislativas. A coligação favorece claramente o CDS-PP, que mesmo numa altura de apresentação de medidas impopulares, consegue subir 0,5%.

A CDU desce 0,2% neste período, mas possui 8,8% das intenções de voto, uma clara subida desde as legislativas. Já o Bloco de Esquerda regista a maior subida (1,2%) a seguir ao PS comparando com os resultados das legislativas. Com uma subida em dezembro de 0,3%, o Bloco detém 6,4% da intenção de votos.

Paulo Portas, o silêncio vale ouro

Arredado dos anúncios de medidas de austeridade e comprometido a cortar despesas no seu ministério, Paulo Portas é o único a subir nas sondagens de popularidade (+0,9%).

Nem Cavaco Silva foge ao descontentamento dos eleitores, registando a maior queda, menos 2,9% face à última sondagem, embora lidere ainda as preferências com um saldo positivo de 26,4%. Também com saldo positivo encontramos o primeiro-ministro e os líderes dos partidos da oposição.

Governo, Juízes e Magistrados apresentam saldos negativos acentuados e é de registar a queda de 2,7% da Assembleia da República.

Sondagem Expresso/SIC/RR aqui

terça-feira, 24 de maio de 2011

Não deitemos foguetes antes do "jogo" chegar ao fim...



sábado, 14 de maio de 2011

Sondagem: PS ultrapassa PSD


O PS ultrapassa o PSD nas intenções de voto. Nesta última sondagem da Intercampus para a TVI e jornal «Público», divulgada esta sexta-feira, os socialistas chegam aos 36,8% e os sociais-democratas ficam-se pelos 33,9%. Mesmo assim, e tendo em conta a margem de erro de 3,05%, os dois partidos continuam em empate técnico.

Nesta última projecção, o CDS-PP regista uma forte subida, chegando aos 13,4%.

Segue-se a CDU com 7,4% e o Bloco de Esquerda com 6%, enquanto que os restantes partidos recebem 2,4% das intenções.

Na última sondagem da Intercampus, o PSD estava ligeiramente à frente dos socialistas com 36,2%, mas mesmo assim ambos os partidos apresentavam um empate técnico.

Nos últimos quatro dias, inverteram-se posições e o PS tem agora 2,9% de vantagem sobre o PSD. Na segunda-feira, segunda-feira registava um avanço de 1,1% sobre o PS.

A caminho da decisão do dia 5 de Junho, a TVI lança uma série de sondagens que permitem medir o pulso eleitoral do país, à segunda e sexta-feira.

Nesta terceira sondagem, a projecção de resultados eleitorais atribui 33,9% das intenções de voto ao PSD; 36,8% a PS, 13,4% ao CDS; 7,4% à CDU; 6.0% ao Bloco de Esquerda que continua assim em queda acentuada. Outros partidos recebem 2,4% das intenções.

Isto significa que juntos, PS e CDS conseguem 50,2% dos votos. Mas Paulo Portas já disse, no debate na TVI, que não iria para o Governo com Sócrates.

Na comparação com os dados obtidos na sexta-feira, o PSD desce 2,3%; o PS sobe 1,7%; o CDS sobe 2,5%, uma grande subida num curto espaço de tempo; a CDU perde mais três décimas. O Bloco de Esquerda desce 0,4%. Também diminui o voto nos outros partidos em 1,2%....

Visto em TVI24

sexta-feira, 6 de maio de 2011

PS (36%) ultrapassa PSD (34%) e Direita fica sem maioria



Los vencedores- funky triple seven vip

De acordo com a sondagem do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa (CESOP) para o JN, DN, RTP e Antena 1, entre Abril e Maio o PS subiu três pontos percentuais, enquanto o PSD acusa um trambolhão de cinco pontos.

Se se considerar o bloco de centro-direita, a queda do PSD (cinco pontos) só parcialmente é compensada pela subida do CDS-PP (três pontos). Em conjunto, os dois partidos têm agora 44%, menos dois pontos do que no mês passado. E portanto mais longe de uma maioria absoluta no próximo Parlamento.

Visto em "Novos Horizontes"

sábado, 23 de abril de 2011

PS cresce, PSD afunda-se, CDS baralha contas


Estudo da Eurosondagem prova crescimento do PS, que se aproxima do PSD e fica a escassos quatro por cento. Um dia depois de outra sondagem colocar os partidos em empate técnico, confirmam-se as tendências de crescimento de Sócrates e de quebra de Passos Coelho. O CDS surge bem colocado e Nobre é chumbado por uma grande maioria.
Os números da Eurosondagem anteveem uma vitória do PSD, mas as eleições só se realizam dentro de seis semanas. E é de tempo que importa falar, porque com o tempo os socialistas estão a aproximar-se dos sociais-democratas, em todos os estudos de opinião das empresas deste ramo.

Na mais recente sondagem, feita para a SIC, Expresso e Rádio Renascença, o PSD surge com 36,3 por cento, enquanto o PS consegue 32,7. No barómetro da Eurosondagem, há uma aproximação dos dois principais partidos, fruto de uma queda de Passos Coelho e de uma subida de Sócrates.

Mas esta pesquisa permite uma conclusão: graças aos 11,3 por cento que o CDS de Paulo Portas alcança, a Direita fica com quase 48 por cento dos votos, muito próximo, portanto, da maioria absoluta. E este dado pode fazer toda a diferença. É que está a ganhar força a probabilidade de resultar um Governo minoritário, nas eleições de 5 de junho. E o CDS, como terceira força partidária e a crescer, pode baralhar as contas.
A sondagem foi realizada entre 14 a 19 de abril, depois de quatro fenómenos políticos que podem determinar uma intenção de voto: a demissão do Governo, a entrada do FMI e a escolha de Fernando Nobre por parte do PSD para integrar as listas. O congresso socialista também pode ter sido um bom tónico para chamar votos.

A demissão de Sócrates foi aproveitada pelo PS para colocar sobre os ombros de Passos Coelho a culpa da entrada do FMI. As medidas de austeridade que se aguardam, mais duras do que o PEC 4, não agradarão aos portugueses. Por outro lado, a escolha de um independente líder de um movimento de cidadania para as listas do PSD não foi bem acolhida, sequer, nas hostes sociais-democratas.

Com estes factos, Sócrates parece estar em crescendo, abafando os dois partidos à sua esquerda, que não ganham com o desgaste de um primeiro-ministro demissionário. A CDU desce para 7,8 por cento e o Bloco de Esquerda fica-se pelos 6,9 pontos percentuais. Ambos descem.

Nesta sondagem, os inquiridos foram questionados sobre a escolha de Fernando Nobre e 56,9 não compreendem a decisão do independente em aceitar o convite de Passos Coelho. Pior: 68 por cento não vê com bons olhos Nobre na sucessão a Jaime Gama, como presidente da Assembleia da República. E há 63 por cento que discordam da decisão de Passos em chamar o médico presidente da AMI.

O estudo da Eurosondagem indica que, apesar de se manter na frente, Passos Coelho terá cometido erros políticos que podem custar-lhe uma vitória... É que há menos de um mês, conseguia uma distância esmagadora, com 46 por cento, enquanto Sócrates se ficava pelos 24...

Ciberjunta

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Popularidade de Passos Coelho cai a pique e Sócrates recupera

Entre Março e Abril a imagem positiva do líder do PSD recuou oito pontos, a do primeiro-ministro subiu três.

No último mês não foram apenas as intenções de voto que mudaram, mudou também a forma como os portugueses avaliam o comportamento dos principais líderes políticos.

Pedro Passos Coelho sofreu um rombo na sua popularidade: aumentou substancialmente o número de opiniões negativas (15 pontos percentuais) e caíram as positivas (oito pontos percentuais) o que provocou um recuo de 30 pontos no saldo final. A crise política, a dissolução do Parlamento e o pedido de ajuda internacional efectuado pelo Governo penalizaram o líder da oposição que recusou viabilizar o PEC IV que os socialistas colocaram a votos no Parlamento a 23 de Março. Se isolarmos a avaliação do líder do PSD por idades e por classe social é nos jovens que alcança o pior resultado (entre os 18 e 34 anos 60% dos inquiridos têm uma imagem negativa de Passos Coelho), o mesmo acontece com as classes com maior capacidade financeira: na média alta o número de opiniões negativas está nos 57%, enquanto na classe baixa se situa no 52%.

Visto em "Económico Sapo"

Barómetro da Marktest coloca PS à frente do PSD por um ponto


"Este estudo foi realizado no passado fim-de-semana, uma semana depois do congresso do PS em Matosinhos, do anúncio de Fernando Nobre como cabeça de lista do PSD por Lisboa e com os técnicos do FMI, do BCE e da Comissão Europeia já em Portugal a dar os primeiros passos para o resgate financeiro do país."

Força, Passos, estás quase a conseguir o impensável. Com um bocadinho mais de esforço, com esses cérebros todos a trovejar, talvez ainda seja possível ser ultrapassado pelo PP. Há que acreditar e continuar o bom trabalho.
Credo, que tamanha ineficácia até arrepia; vale o case-study para a posteridade (a haver posteridade, claro).

Visto em "Pegada"

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Sondagem: PSD vence, mas PS está em recuperação


O PSD ganharia as eleições legislativas com 6% de vantagem sobre o PS, caso se realizassem hoje. De acordo com a sondagem Universidade Católica/JN/DN/Antena 1/RTP, os social-democratas alcançariam 39%, o que em conjunto com o CDS-PP (7%) colocaria a Direita no limiar da maioria absoluta, embora numa situação próxima do "empate", caso se some o score do conjunto dos partidos de Esquerda.

É que o PS regista uma assinalável subida de 7%, apesar da queda do Governo, reconquistando terreno aos social-democratas.

A redução para metade (6%) das intenções de voto no Bloco de Esquerda é outro dado significativo do estudo de opinião, no qual a CDU ascende ao terceiro lugar, com 8%. Em relação a Outubro, regista-se um acréscimo do número de eleitores indecisos - eram 24%, são agora 32%, apesar de aumentar o número de cidadãos que tencionam ir às urnas.

Um conjunto de perguntas sobre um eventual pedido de intervenção do FMI revela que o eleitorado está dividido: 39% admitem ser a melhor solução e exactamente a mesma percentagem de inquiridos opõe-se. Porém, em resposta espontânea, 43% imputam ao PS a responsabilidade, se o caminho tiver de ser essa ou o recurso ao Fundo Europeu. A maioria dos inquiridos admite, no entanto, que a ajuda externa melhorará, a médio e longo prazo, a situação do país.

JN

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Votar em branco/nulo é ajudar Cavaco Silva

Sondagem Presidenciais: Cavaco ainda acima dos 50%

A três dias das Presidenciais, Cavaco Silva mantém-se à frente nas intenções de voto, mas a margem para vencer à primeira volta está cada vez mais reduzida.

Na sondagem da Intercampus para a TVI, Cavaco tem 54,6 por cento das intenções de voto e desce 5 pontos e meio percentuais desde o último dia 7, enquanto Alegre desce 2,5 pontos para 22,8 por cento. Fernando Nobre é o candidato que apresenta a maior subida, estando agora nos 9,1. Francisco Lopes atinge os 8,2, enquanto José Manuel Coelho atinge os 2,7 e Defensor Moura 2,6.

Comparando com os resultados do dia 7 de Janeiro, antes do arranque oficial da campanha, e redistribuindo os votos em branco, Cavaco Silva continua a garantir a reeleição à primeira volta, mas com uma margem cada vez mais reduzida. É o candidato que mais desce, 5.5 pontos percentuais.

Também em queda, mas ligeira, está Manuel Alegre: desce 2,5. O candidato independente, Fernando Nobre, regista a maior subida, quase cinco pontos percentuais, e recupera o terceiro lugar que antes do arranque da campanha tinha perdido para o candidato comunista. Em ligeira subida estão também Francisco Lopes, José Manuel Coelho e Defensor Moura.

Esta projecção foi feita com base numa sondagem onde 23,3 por cento dos inquiridos disse que não ia votar ou não manifestou opinião....

Agenciafinanceira.iol.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

PS e PSD empatados nas sondagens

Sociais-democratas não capitalizam a impopularidade das medidas de austeridade anunciadas pelo Governo.

O PS e o PSD descem nas intenções de voto, mas os dois partidos estão num empate absoluto, com 35,3%, indica o barómetro da Eurosondagem para a Renascença/SIC/Expresso.

Os sociais-democratas não capitalizam a impopularidade das medidas de austeridade anunciadas pelo Governo, num mês em que se verifica uma descida generalizada de popularidade na classe política, a que não escapa o Presidente da República.


PS e PSD estão exactamente iguais na liderança das intenções de voto, com 35,3% para cada um. Um empate absoluto que lança ainda mais incerteza quanto ao vencedor das eleições num eventual cenário de crise política provocada pelo chumbo do Orçamento de Estado para 2011.

Os dois mariores partidos descem em relação ao barómetro do mês anterior: 0,7% os socialistas e 0,5% os sociais-democratas.

O CDS-PP perde 0,4% e passa a registar 8% das preferências, sendo ultrapassado pela CDU, que é agora a terceira força política.

Os dois partidos à esquerda do PS são os únicos que sobem. CDU e Bloco de Esquerda acrescentam 0,7% ao seu eleitorado. Os comunistas chegam aos 8,4% e o Bloco aos 7,8%.

Esta distribuição do eleitorado deixa os partidos da direita a mais de 8% da esquerda o que, num eventual quadro parlamentar, só permitiria a formação de uma maioria de três partidos, com excepção do chamado “bloco central” entre os dois maiores.

No ranking de popularidade o barómetro regista uma descida generalizada da classe política, com destaque para Cavaco Silva. O Presidente da República continua a ser o mais popular, mas tem uma queda de 4,1% em relação ao mês passado.


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