terça-feira, 30 de abril de 2013
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Jonet e o Governo, a mesma luta
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Etiquetas: A Golpada, Empobrecimento, Estado assistencial, Governo Passos/Portas
Artigos Relacionados:quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Vingança
• José Pacheco Pereira, [hoje na revista Sábado]:
Quando lemos e ouvimos o actual discurso do poder, em toda a sua extensão, do primeiro-ministro, da maioria dos governantes (nem todos), do establishment do poder aos blogues serventuários, à escrita e ao comentário de bajulação e de legitimação, percebe-se um tom revanchista que transpira por todo o lado.
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Etiquetas: A Golpada, Empobrecimento, Governo Passos/Portas
Artigos Relacionados:sábado, 1 de dezembro de 2012
Bagão Félix: Discutir o Estado social é fácil porque atinge pessoas sem voz
Publicado por Mestre Finezas à(s) 00:14 0 tesouradas
Etiquetas: A Golpada, Empobrecimento, Estado social, Governo Passos/Portas
Artigos Relacionados:terça-feira, 13 de novembro de 2012
Greve geral: Vozes contra a austeridade vão fazer-se ouvir em 20 países europeus
Publicado por Mestre Finezas à(s) 22:36 0 tesouradas
Etiquetas: Empobrecimento, Governo Passos/Portas, Greve, Neoliberalismo
Artigos Relacionados:sábado, 3 de novembro de 2012
PS acusa Merkel de estar «completamente apaixonada» por austeridade
Publicado por Mestre Finezas à(s) 23:33 0 tesouradas
Etiquetas: Austeridade, Empobrecimento, Governo Passos/Portas, Merkel, Neoliberalismo, PS
Artigos Relacionados:"Se agora cortamos 2 mil milhões, daqui a dois anos cortamos 6"
‘(…) Eu não digo que possamos ter um crescimento muito grande, mas pelo menos estou plenamente convencido, e digo-o sinceramente: se a carga fiscal não fosse aumentada na proporção que vai ser, teríamos mais chances de cumprir o défice de 4,5% do PIB. Só que assim, porque a recessão provavelmente não existiria, ou seria muito suave, esta vai ser de tal maneira que não vai ser possível cumprir os 4,5% do PIB. A quem é que isto serve? Eu não entendo. É um mistério que não compreendo, que já se deu na Grécia e que está a suceder agora em Portugal.’
‘(…) Eu não concordo com ele [Vítor Gaspar] precisamente porque acho que esses instrumentos não dão resultado. Esses modelos, que são utilizados também nas organizações internacionais, nomeadamente pelo Fundo Monetário Internacional, não têm em conta a realidade portuguesa em vários domínios, não têm em conta o alto endividamento das famílias, não têm em conta o facto de o emprego estar muito ligado à procura interna e, portanto, quedas da procura interna fazem aumentar muito o desemprego. Por isso, não admira que o governo e o FMI e a troika em geral tenham ficado surpreendidos com o aumento do desemprego e com a profundidade da recessão.’
‘O Estado faz hoje, em Portugal, o mesmo, e às vezes até menos, do que faz a generalidade dos Estados na União Europeia. Os Estados da UE têm as funções de soberania, a segurança, a justiça, os negócios estrangeiros, etc. Depois têm as funções sociais, educação e saúde. Não gastamos mais, nem por sombras, do que se gasta por essa Europa fora. Pode-se, evidentemente, melhorar a eficiência e reduzir as despesas para obter o mesmo resultado, mas não creio que isso sejam quatro mil milhões de euros. Creio, sim, que isso é um absurdo e é preciso ver como é que surgem esses quatro mil milhões de euros. Penso que aí o Partido Socialista tem razão: isto resulta em grande parte da estratégia seguida de provocar uma grande recessão.
É evidente que quando se provoca uma grande recessão, obviamente, depois as coisas não chegam - cobra-se menos impostos, o défice mantém-se, é preciso cortar mais despesa, depois ainda vai agravar mais a recessão, e por aí fora.
Ouvi que já estariam três mil e quinhentos milhões de euros destinados a ser cortados nas funções sociais, mas não nos esqueçamos de que a Segurança Social estava equilibrada. Só se desequilibrou este ano devido justamente à recessão. Esta estratégia não tem futuro nenhum. Se estamos agora a cortar quatro mil milhões, daqui a dois anos estamos a cortar seis mil milhões. Isto vai ser uma bola de neve que nunca mais acabará. Não faz sentido.’
‘Hoje, o problema salarial não é importante do ponto de vista da competitividade. A nossa perda de competitividade teve que ver com o facto de investir em sectores protegidos da concorrência externa, ser mais rentável do que estar a investir em sectores que têm concorrência externa, os chamados bens transacionáveis. A nossa competitividade não tem que ver com salários, tem que ver com o facto de a nossa estrutura produtiva estar desequilibrada. Se eu descer os salários, desço para todos os sectores, não só para aqueles que é preciso desenvolver. A questão salarial é um mito que não vai resolver em nada a questão da competitividade.’
‘Não sou sequer militante do PS, portanto, o PS fará o que quiser. Agora, se o PS disser que não aceita [colaborar na "refundação"], dou-lhe 100% razão. Por dois motivos. Em primeiro lugar, porque não faz sentido; colaborar nisto seria dizer que concorda com a estratégia que foi seguida e, a meu ver, isso é errado. Em segundo, se as coisas já estão decididas, o que é que o PS vai lá fazer? O PS fará o que entender, mas percebe-se se disser que não. É um convite envenenado, como é evidente. E aceitar como bom que é preciso cortar quatro mil milhões de euros não é nada líquido. É resultado desta estratégia recessiva.’
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Etiquetas: Economia, Empobrecimento, Governo Passos/Portas, Neoliberalismo, Orçamento do Estado
Artigos Relacionados:terça-feira, 23 de outubro de 2012
Troika quer que o governo apresente “plano B” para o orçamento
Um mês depois de Vítor Gaspar se ter substituído ao titubeante primeiro-ministro, no anúncio do “enorme” saque generalizado, a troika exige em Novembro “um plano B”, para puxarem fogo a tudo o que ainda mexa.
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Etiquetas: Desemprego, Empobrecimento, Governo Passos/Portas, Orçamento do Estado, Roubo, Troika
Artigos Relacionados:sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Ferreira Leite: o que interessa não entrar em falência “se está tudo morto”

Visto no "Público"
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Guerra ao País
Publicado por Mestre Finezas à(s) 23:48 1 tesouradas
Etiquetas: Austeridade, Empobrecimento, Governo Passos/Portas, Pega Ladrão, Roubo
Artigos Relacionados:domingo, 30 de setembro de 2012
Governo Passos/Portas
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Etiquetas: Capitalismo, Empobrecimento, Governo Passos/Portas, Neoliberalismo
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Todos a Lisboa: 29 de Setembro
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Etiquetas: Desemprego, Empobrecimento, Governo Passos/Portas, Manifestação, Pega Ladrão
Artigos Relacionados:terça-feira, 25 de setembro de 2012
Dinheiro da troika «não foi para pagar salários e pensões»
Visro em "Agência Financeira"
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Etiquetas: Dívida pública, Empobrecimento, Governo Passos/Portas
Artigos Relacionados:domingo, 16 de setembro de 2012
Governo de Passos Coelho com os testículos traccionados para a região inguinal
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O Povo é quem mais ordena |
Um primeiro-ministro que considera que “o desemprego não tem de ser encarado como negativo e pode ser «uma oportunidade para mudar de vida».
Publicado por Mestre Finezas à(s) 16:50 1 tesouradas
Etiquetas: A Golpada, Desemprego, Empobrecimento, Governo Passos/Portas, Manifestação, Neoliberalismo, Roubo
Artigos Relacionados:sábado, 15 de setembro de 2012
“É extraordinário como o primeiro-ministro acreditou que a implosão social seria aceite”
- ‘Percebe-se,
agora, que havia uma panela de pressão que, há uma semana, rebentou. O
facto de, nos últimos dias, inúmeras personalidades de direita se terem
juntado à contestação ao governo demonstra bem como Passos Coelho não
teve a noção de que estava a assumir uma mudança sistémica que a direita
portuguesa sempre evitou: implodir de uma forma descarada os mínimos de
coesão, rebentar com o consenso que fundou o Estado social – feito
entre sociais-democratas e democratas-cristãos na Europa e em Portugal
“assinado” entre socialistas e sociais-democratas, com o CDS a
assumir-se, de Adriano Moreira a Paulo Portas, como “o partido dos
pobres”.
- Esses mínimos de coesão estão a ser extintos por Passos Coelho e
Vítor Gaspar, com Portas a fazer de conta que não está a ver.
- Até
agora, a direita sempre atirou à cara da esquerda o facto de esta “não
ter o monopólio das preocupações sociais”. Depois do governo Passos,
nunca mais o poderá fazer.’
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Etiquetas: Empobrecimento, Estado social, Governo Passos/Portas, Roubo
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