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sábado, 29 de dezembro de 2012

Bolívia nacionaliza empresa elétricas da Iberdrola

Soldados bolivianos, na sede de uma das filiais da Iberdrola. / DAVID MERCADO (REUTERS)
O presidente da Bolívia, Evo Morales, disse neste sábado que decretou a nacionalização das duas empresas distribuidoras de eletricidade do grupo espanhol Iberdrola, para ampliar a cobertura do serviço em áreas rurais.

Morales, que já nacionalizou a indústria de petróleo e empresas de telecomunicações e de energia elétrica, fez o anúncio em breve declaração a jornalistas, antes de autoridades dizerem que a Iberdrola receberia uma compensação com base na avaliação de seus ativos por uma empresa independente.

"Fomos obrigados a dar esse passo para as taxas de serviços elétricos serem equitativas em La Paz e Oruro e garantir que a qualidade de serviço de energia elétrica seja uniforme em áreas rurais e urbanas", disse o líder indígena.

Iberdrola, cuja sede em La Paz estava sob custódia da polícia, opera na Bolívia desde a década de 1990, após a aquisição de sistemas de distribuição doméstica da Companhia de Energia Elétrica da Bolívia.


quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Barack Obama reeleito


terça-feira, 10 de julho de 2012

Lula pede unidade à esquerda e apoia reeleição de Chávez


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu na passada sexta-feira, no encerramento do Foro de São Paulo, em Caracas, que a esquerda se mantenha unida, e manifestou seu apoio à reeleição do líder venezuelano, Hugo Chávez.

Em um vídeo exibido no final do encontro, Lula revelou que "gostaria muito de estar" em Caracas "e não apenas para integrar a delegação do Partido dos Trabalhadores (PT), mas também para dar um forte abraço no meu companheiro Hugo Chávez".

"Sob a liderança de Chávez o povo venezuelano obteve conquistas extraordinárias (...) que precisam ser conservadas e consolidadas", disse Lula no vídeo transmitido no encerramento do Foro de São Paulo.

"Chávez, conta comigo, conta conosco aqui do PT, conta com a solidariedade da esquerda, de cada democrata e de cada latino-americano: sua vitória será nossa vitória", destacou Lula sobre as eleições de 7 de outubro na Venezuela.

Lula lembrou que "em 1990, quando criamos o Foro de São Paulo, nenhum de nós imaginou que em apenas duas décadas chegaríamos aonde chegamos. Naquela época, a esquerda estava no poder apenas em Cuba. Hoje, governamos um grande número de países e, onde somos oposição, os partidos do Foro têm uma influência crescente na vida política e social".

"Ainda há muito o que fazer (...) e faremos se soubermos manter nossa principal característica: unidade na diversidade", concluiu Lula.

lda/lr

terça-feira, 17 de abril de 2012

Salut Cristina



Enquanto por cá se entrega o ouro ao bandido Kirchner na Argentina põe os bandidos na ordem nacionalizando a petrolífera YPF, filial da Repsol naquele país, ao mesmo tempo que em Espanha gritam aqui d’el-rei e não se dão conta que o rei está engessado no leito do hospital depois de se ter metido em cavalarias...

Cristina Kirchner ter-se-á fartado, a YPF não investia um chavo naquele país colocando-o na necessidade de importar combustíveis na ordem dos 10.000 milhões de dólares, convenhamos que para um país produtor de petróleo era o mesmo que arrancar dentes e sem anestesia. Estava cansada de ver o seu país delapidado de recursos naturais, comparou mesmo a Repsol à tromba de um elefante sugando sem um mínimo esforço de reinvestimento.

Ao tomar a decisão Cristina não deixou de recordar também que a Argentina era o único país da América do Sul que não controlava os seus recursos naturais. Uma gestão de equilíbrio dirão alguns, já que noutras partes se privatizam sectores importantes da economia dos respectivos países. Gestão de equilíbrios uma ova, roubo puro com a conivência dos traidores.

E para termos uma ideia da dimensão do roubo na Argentina bastará dizer que a Repsol obteve entre 1999 e 2011 um retorno de 16.492 milhões da YPF e cobrou em dividendos 13.246 milhões.

É caso para dizer que entre o pasodoble e o tango Cristina Kirchner preferiu o segundo e já tem par, o povo que dirige, dança a preceito já que fixou um período de vigência para esta medida de 50 anos. E avisada como é, cautela e caldos de galinha nunca lhe fizeram mal nenhum, o decreto de intervenção na YPF já se fez sentir através da expulsão dos administradores daquela empresa.

Rajoy não pára agora de fazer ameaças, afirma que retaliará e não será só no campo económico, em que estará o colono a pensar?

Visto em "Salvo-conduto"

terça-feira, 26 de julho de 2011

Ministro russo considera que multiculturalismo conduz a beco sem saída

A política do multiculturalismo, que se tornou uma das causas do atentado terrorista na Noruega, não tem futuro, nomeadamente na Rússia, considera Konstantin Romodanovski, diretor do Serviço russo de Emigração.
Atentados em Oslo - minuto de silêncio (EPA)

“O multiculturalismo é o estímulo das diferenças. Se se estimular as diferenças, isso conduzirá a um beco sem saída”, declarou ele à agência Interfax.Por outro lado, ele assinalou que “as danças, canções, cultura, experiência e história nacionais devem continuar”.“Mas, na sociedade, as pessoas devem comportar-se de forma compreensível para os outros, e não ser um elemento de irritação, orientar-se por abordagens e princípios únicos, viver segundo regras únicas”, sublinha Romodanovski.

“A política da integração é outra coisa, devemos diluir as diferenças”, acrescentou.Romadonovski defende que os imigrantes que querem trabalhar na Rússia devem ser escolhidos segundo critérios como idade, nível de instrução, preparação profissional e capacidade de adaptação.O problema do multiculturalismo, cuja discussão foi incentivada pelos acontecimentos na Noruega, é muito atual na Rússia, país onde vivem mais de cem povos e que acolhe milhões de emigrantes dos países da antiga União Soviética

terça-feira, 5 de abril de 2011

Barack Obama recandidata-se a presidente dos Estados Unidos

"It begins with us". Com um pequeno vídeo na Internet, Barack Obama deu hoje início à campanha para as presidências norte-americanas de 2012.



Num pequeno de vídeo de pouco mais de dois minutos colocado hoje (4 de Abril) na página da internet www.barackobama.com, o presidente dos Estados Unidos dá a voz a diversos apoiantes e lança aquele que poderá ser um dos slogans da campanha "It begins with us".

A campanha de Obama começa, assim, um pouco mais cedo do que o habitual para um presidente em funções. Obama poderá, assim, ganhar vantagem na angariação de fundos para uma campanha, que se prevê que seja a mais cara de sempre na história dos Estados Unidos.

Obama assumiu a presidência dos Estados em Janeiro de 2009, após derrotar o candidato republicano John McCain nas eleições de Novembro.

Visto em "Negócios Online"

domingo, 29 de agosto de 2010

Maioria dos franceses aprova deportações dos ciganos, revela sondagem


Ciganos fazem fila no balcão de check-in do aeroporto

Gipsy Kings - No Volvere

As acções das autoridades francesas contra os ciganos em situação ilegal, que colocaram a França no centro da controvérsia, são maciçamente apoiadas pelos franceses, de acordo com uma sondagem publicada esta quinta-feira.

As deportações de ciganos sem documentos para a Roménia são aprovadas por 65 por cento dos franceses, concluiu o inquérito realizado pelo instituto Opinionway e publicado no site do jornal Le Fígaro.

A sondagem revela ainda que 69 por cento das pessoas inquiridas se afirmam favoráveis ao desmantelamento de certos campos de ciganos.


O reforço da política de segurança conduzida este verão pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, particularmente a intensificação do envio de ciganos em situação ilegal para a Roménia, suscitou uma onda de críticas da oposição de esquerda mas também de alguns sectores de direita, e até mesmo do estrangeiro.


Apesar da polémica, a França prossegue com as deportações. Depois de duas séries de voos na semana passada, dois aviões especialmente fretados para o efeito transportaram esta quinta-feira 284 ciganos da Roménia e da Bulgária para o aeroporto de Bucareste.


A sondagem do Opinionway foi feita junto de uma amostra de 1034 pessoas representativas da população francesa, com 18 anos ou mais (foram estabelecidas quotas etárias), interrogadas online entre 24 e 26 de Agosto. A margem de erro é de dois a três pontos.

TSF/SAPO


segunda-feira, 29 de março de 2010

Explosões no metro de Moscovo

"Radicais islâmicos do Norte do Cáucaso estão quase sempre no topo da lista de suspeitos de atentados à bomba que causam morte e destruição na Rússia. E isso é mais evidente quando o ataque é realizado por mulheres suicidas."


Multidão aglomera-se observando a movimentação de bombeiros em Park Kultury; presidente russo culpou separatistas da Tchetchênia pelos ataques

Médicos russos socorrem mulher ferida em frente ao metro Park Kultury; o socorro foi feito ainda na rua

"Os ataques desta segunda-feira contra o metro de Moscovo têm a marca das Viúvas Negras, segundo analistas. O grupo surgiu após uma série de conflitos separatistas na Chechênia, iniciados em 1991, com o desmantelar da União Soviética, e é formado por mulheres cujos maridos, irmãos, pais e outros parentes morreram em combate contra a Rússia. Os confrontos tiveram o seu auge em 1994, quando as forças russas invadiram o território e provocaram a morte de cerca de 100 mil pessoas. Nas suas ações suicidas, as viúvas, conhecidas como shakheedas, costumam se vestir de preto dos pés à cabeça e usam um cinto carregado de explosivos.

As Viúvas Negras começaram a ganhar notoriedade em 2002, quando estiveram presentes na tomada de um teatro em Moscovo por separatistas chechenos no meio da apresentação de um musical. A reação das forças especiais russas à operação terrorista levou à morte de 115 reféns e 50 rebeldes.

Em 2003, as viúvas realizaram um ataque durante um show de rock na capital russa que matou 14 pessoas. Um ano mais tarde, integrantes do grupo fizeram parte da invasão de uma escola primária em Beslan, na república federada russa da Ossétia do Norte. Na operação, morreram 334 reféns. Apenas um extremista sobreviveu.

Ao contrário de mulheres-bombas ligadas a grupos extremistas palestinos ou à al-Qaeda, que são glorificadas pela família, as Viúvas Negras não recebem apoio familiar e são consideradas pelos chechenos moderados uma vergonha. Muito mais do que a religião, o que move as mulheres-bomba da Chechênia é o desejo de vingança.

- A motivação é mais emocional. Diferentemente do mundo islâmico, a pressão religiosa não é tão grande na Chechênia. Não existe ambiente para glorificá-las como, por exemplo, nos territórios palestinos - disse Alexander Zhebit, doutor em História de Relações Internacionais e Política Internacional e professor da UFRJ. - As shakheedas trazem infelicidade para os clãs familiares, a base da sociedade chechena, que passam a ser investigadas e perdem até negócios - acrescentou.

Entretanto Zhebit acredita que a religião possa ter tido influência para determinar o dia para a realização do atentado em Moscou:

- A escolha da segunda-feira não deve ter sido casual, já que está começando a Semana Santa ortodoxa, que, este ano, coincide com a católica. Seria um desafio à religião predominante no país que, segundo os chechenos, causa opressão.

A ira chechena contra Moscovo remonta à época de Josef Stalin. Um programa soviético fez com a região fosse povoada por migrantes russos, que receberam benefícios para se mudar para a Chechênia. A medida gerou revolta entre os nativos. Para sufocar a resistência, Stalin enviou em 1944 cerca de 400 mil chechenos para a Sibéria e o Cazaquistão. Com a derrocada do Império Soviético, os chechenos retornaram ao seu berço e reforçaram a luta armada."


domingo, 21 de março de 2010

Polícia cubana reprime manifestação

"Mulheres que pediam a libertação de presos políticos cubanos foram arrastadas para dentro de autocarros pela policia."



Havana, 16 de Março de 2010:
"As Damas de Branco, grupo formado por esposas, mães e parentes de presos políticos cubanos, foram detidas, ontem, pela Polícia de Cuba durante uma passeata. As mulheres foram arrastadas e puxadas pelos cabelos para dentro de um autocarro pela policia à paisana. As roupas brancas que as mulheres tradicionalmente vestem ficaram enlameadas porque elas resistiram à ação que as forçavam a entrar no veículo.

O grupo de 30 mulheres realizava uma manifestação no bairro de Párraga, no sudoeste de Havana, quando foram confrontadas por, ao menos, 300 partidários do regime cubano e obrigadas pela Polícia feminina a subir para os autocarros. O protesto lembrava o sétimo aniversário da prisão em massa de seus 75 familiares em 2003.

À frente do grupo estava Reyna Luisa Tamayo, mãe de Orlando Zapata, o preso político que morreu em 23 de fevereiro depois de dois meses e meio de greve de fome, para exigir melhores condições na prisão. "Liberdade" e "Zapata vive", gritavam as mulheres.

"Estamos em uma manifestação pacífica e não vamos entrar em um ônibus do governo que mantém nossos familiares presos há sete anos", afirmou Laura Pollán, líder do grupo, pouco antes de ser obrigada a entrar no veículo.

Os partidários do regime cubano repudiaram as mulheres, que iniciaram sua jornada de preces em um templo católico da região e, ao que parece, tentavam visitar o dissidente Orlando Fundora, um dos 75 presos de 2003, libertado por motivos de saúde.

"Vermes, saiam daqui. Viva Fidel! Viva Raul!", gritavam os partidários do ex-presidente Fidel Castro e do atual presidente, Raúl Castro, os únicos líderes que Cuba teve desde a revolução comunista de 1959. "Nos trouxeram diretamente para a casa de Laura Pollán, arrastadas, mas estamos todas aqui e vamos continuar com os protestos, a não ser que sejamos presas", declarou, por telefone, a dama de branco Bertha Soler, depois de afirmar que "o governo está encurralado e, por isso, faz essas coisas".

"Quando um animal selvagem é confinado, faz isso e muito mais. Estamos prontas para tudo. Não temos medo", acrescentou Bertha.

O governo cubano acusou as Damas de Branco de serem "ponta de lança" da "política subversiva" dos Estados Unidos contra a ilha e de serem financiadas por Washington.

Cuba vem sendo condenada internacionalmente pela morte de Zapata e o tratamento de outro grevista, o jornalista dissidente Guillermo Fariñas, que chegou a ser internado"

Diariodonordeste.globo.com

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Muro de Berlim caiu há 20 anos



Berlim prepara-se para celebrar hoje com pompa e circunstância o vigésimo aniversário da Queda do Muro que durante 28 anos dividiu a cidade. Por todo o lado há preparativos para a recepção dos inúmeros chefes de estado e de governo convidados para as cerimónias.

Vídeos RTP

domingo, 14 de junho de 2009

His name is Ezra Nawi



"Nunca campanha a que se associou a Jewish Voice for Peace, Naomi Klein, Neve Gordon e Noam Chomsky lançaram um apelo para que uma solidariedade internacional que evite a prisão de Ezra Nawi. Ezra, um judeu israelita de origem iraquiana e um activista dos direitos humanos, só cometeu um crime: tentou impedir a demolição de mais uma casa de beduínos palestinianos na região sul de Hebron, naquilo que é um roubo de terras organizado durante décadas por um Estado e tolerando por quase todo o Mundo. Podem juntar-se aqui à corrente de solidariedade. Podem também enviar o vosso protesto para a embaixada israelita em Portugal: info@lisbon.mfa.gov.il"






quinta-feira, 4 de junho de 2009

Europeias - Sondagem RTP aponta empate técnico



PS e PSD vão ter de esperar até ao último voto para saberem quem vence as eleições europeias de domingo.
A avaliar pela sondagem realizada pela Universidade Católica para o JN, o DN, a RTP e a Antena 1, os socialistas conservam uma vantagem de apenas dois pontos percentuais, demasiado escassa para não ser interpretada como empate técnico.



O estudo de opinião, que revela a quebra de intenções de voto nas duas formações principais, confirma a consolidação eleitoral dos partidos à Esquerda do PS, que ultrapassam os 20% e podem, em conjunto, obter quatro mandatos. Em relação à última sondagem, de finais de Abril, a CDU passa de 7 para 11%. Troca de posição com o Bloco de Esquerda, mas o terceiro lugar está a ser disputado taco-a-taco.>>>

Jornal de Notícias, 4 de Junho e 2009


O Voto de Cabresto no Rio de Janeiro




sexta-feira, 1 de maio de 2009

Maio em Vários Países

"Os protestos e as manifestações violentas assinalaram as primeiras horas deste dia Primeiro de Maio, dia internacional do trabalhador, em países tão diversos como a Alemanha, a Turquia, Taiwan e a Coreia do Sul.

Berlim e Hamburgo foram cenário de graves incidentes, com dezenas de pessoas feridas e a capital alemã transformada em autêntico cenário de batalha campal: contentores virados, pedras e garrafas pelo ar, autocarros e transportes públicos vandalizados, montras partidas e paragens de autocarro arrancadas.

Segundo a polícia berlinense, pelo menos 29 polícias ficaram feridos e 12 cidadãos foram detidos depois de uns 200 manifestantes, que gritavam palavras de ordem contra o capitalismo, terem apedrejado os guardas no bairro de Friedrichshain, no Leste da cidade.


Em Hamburgo ficaram feridos três agentes, quando no bairro de Schanzenviertel radicais de esquerda atacaram as instalações de uma instituição bancária e incendiaram alguns contentores de lixo.

Na Turquia, o centro de Istambul converteu-se de igual modo em cenário de batalha campal, com a polícia a recorrer a canhões de água e a granadas de gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes. A televisão mostrou homens com máscaras a lançarem pedras e cocktails molotov contra a polícia e a partir as montras de agências bancárias e de supermercados. A polícia teve de cortar o trânsito na Praça Taksim, daquela cidade

Na França, as oito principais organizações sindicais convocaram manifestações de protesto contra a forma como a economia está a ser gerida pelo Presidente Nicolas Sarkozy."

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377929


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