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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O meu voto



"A razão do meu voto no domingo resume-se depressa: votarei no único candidato que, pudendo disputar uma segunda volta para a vencer, tem posições claras sobre o que realmente vai estar em causa nos próximos cinco anos. A saber: gratuitidade e universalidade do Serviço Nacional de Saúde; centralidade da Escola Pública no nosso sistema educativo; defesa de uma segurança social pública; oposição a leis laborais que deixem os trabalhadores entregues aos homores do empregador; e defesa dos poderes eleitos como os únicos com legitimidade democrática para determinar as nossas escolhas colectivas. Não é pouco. É, neste momento, tudo.

Defensor de Moura e Francisco Lopes têm posições claras sobre estas matérias, mas, como sabemos, não estariam em condições de disputar com Cavaco Silva uma vitória. E representam mais as suas bandeira partidária do que a vontade de unir o povo de esquerda num combate que marcará os próximos anos da nossa política.

Fernando Nobre nunca é claro sobre estas clivagens fundamentais, apostando no aproveitamento do descontentamento dos portugueses sem lhe querer dar qualquer rumo que não seja o do ódio estéril aos políticos e apresentando-se como homem providencial. Nunca candidatos com este discurso contaram com o meu voto. Não passariam a contar agora. José Manuel Coelho é entretenimento. Levo o meu voto a sério.

Cavaco Silva representa tudo o que a esquerda terá de combater nos próximos anos.

O voto em branco, o voto nulo e a abstenção são, nestas eleições, uma ajuda a Cavaco Silva.

O meu voto em Manuel Alegre é um voto coerente, racional e determinado. Mesmo que Cavaco fosse honesto, e ficámos com a certeza de que não o é. Mesmo que Cavaco tivesse um espírito democrático, e sempre soubemos que não o tem. Votarei Manuel Alegre porque não desisto de nenhum combate. Muito menos dos combates que determinarão muito do que será a vida concreta de cada um de nós nos próximos anos.

Vote em quem votar, se a esquerda ficar em casa no domingo não se poderá queixar das derrotas que se seguirão."

Subscrevo por baixo,
Mestre Finezas

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Manuel Alegre

Banho de multidão no Chiado
Um banho de multidão envolveu Manuel Alegre na tradicional descida do Chiado. Ao som dos bombos, entre vivas ao candidato e palavras de ordem como “Alegre é urgente seres o nosso Presidente”, muitas centenas de pessoas acompanharam Manuel Alegre desde a Trindade, pela rua Garret e rua Augusta, até ao arco da Praça do Comércio, onde foi levantado em ombros perante a euforia da multidão. 

Sempre com a sua mulher, Mafalda, a seu lado e entre Almeida Santos, Presidente do PS, Carlos César, Presidente do Governo Regional dos Açores, António Costa, Presidente da Câmara de Lisboa e Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, Manuel Alegre foi saudado com muita simpatia pelos populares que passavam e outros que vinham às janelas para gritar palavras de apoio e confiança. Entre os muitos populares que acompanharam o candidato, viam-se ainda vários membros do Governo, deputados e autarcas.

http://www.manuelalegre.com/

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Manuel Alegre em Évora

12-01-2011
Eu quero Portugal de pé!




http://www.manuelalegre.com/

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Comício em Évora com Manuel Alegre

Quarta-feira, 12 de Janeiro:
21h00 –
Comício no Teatro Garcia Resende. Praça Joaquim António de Aguiar, Évora



José Mário Branco: FMI (1979)





Fotos da campanha de Manuel Alegre

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Manuel Alegre na apresentação do Contrato Presidencial


Amália Rodrigues: "Trova do Tempo que Passa" (Poema de Manuel Alegre)

"Esta é uma hora de unir, de somar e de mobilizar"

"Não sou só eu que me candidato. Somos todos nós, os que acreditamos nos valores da liberdade, da justiça social e da solidariedade; todos nós, os que queremos uma democracia melhor; todos nós, os que dentro de partidos ou fora deles queremos uma nova esperança para Portugal. Dirijo-me às mulheres, aos homens e aos jovens do meu país, aos independentes e membros dos movimentos cívicos que estão na génese da minha candidatura, dirijo-me aos meus camaradas do Partido Socialista, dirijo-me aos companheiros do Bloco de Esquerda e da Renovação Comunista, dirijo-me a todos os que se reclamam da Doutrina Social da Igreja e a todos os portugueses e portuguesas que estão descontentes e querem dar a volta à política para construir uma sociedade mais justa e mais humanista: esta é uma hora de unir,de somar e de mobilizar."

Veja o Contrato Presidencial AQUI

Uma nova esperança para Portugal

“Uma nova esperança para Portugal” é o título do Contrato Presidencial de Manuel Alegre, que se estrutura em doze pontos: nos dois primeiros o candidato insiste na necessidade “de um novo fôlego” para a República Portuguesa e para a construção europeia; no terceiro e no quarto explica o que cabe ao Presidente dizer e o que está em causa nesta eleição. A partir daí, nos pontos 5, 6 e 7, Manuel Alegre desenvolve a sua interpretação dos poderes do Presidente da República e a sua visão quer da Europa, cuja mudança defende que “pode começar aqui”, quer de Portugal, como “Pátria de todos e para todos”. Nos pontos 8, 9 e 10, o candidato apresenta os seus compromissos concretos: pelo Estado social, em defesa de “outra economia, outra estratégia, outro paradigma” e também do território e da cultura. O Contrato termina, nos últimos dois pontos, com um desafio aos jovens e com um apelo a todos os cidadãos empenhados numa “nova esperança para Portugal”.

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