quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

Limpar Portugal - Ensaio geral em Guimarães



16 TONELADAS de lixo foram recolhidas durante três horas, no ensaio geral para a iniciativa «Limpar Portugal». A 20 de Março, organização espera ter 15 mil voluntários em Guimarães.

Ache outros vídeos como este em LimparPortugal

segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

O Legado Autárquico após 16 anos de gestão - Capítulo 2: vias de comunicação

Autonomia
“As autarquias locais têm pessoal, património e finanças próprios, competindo a sua gestão aos respectivos órgãos, razão pela qual a tutela do Estado sobre a gestão patrimonial e financeira dos municípios e das freguesias é meramente inspectiva e só pode ser exercida segundo as formas e nos casos previstos na lei. Deste modo, encontra-se salvaguardada a democraticidade e a autonomia do poder local;…”.


1 - A autarquia tem património: a exemplar estrada do Outeiro

A ligação da vila de Outeiro, pertencente ao concelho de Portel, a Viana do Alentejo é efectuada em “dois tipos de estrada”:
o lanço que percorre o concelho de Portel, está convenientemente alargado, repavimentado e sinalizado, tanto vertical como horizontalmente – é uma estrada do século XXI;
contrariando a anterior descrição, o lanço que percorre o concelho de Viana é estreito para o trânsito automóvel, está cheio de buracos, quase intransitável - é uma estrada do "século XIX"..

À época, as bestas de tracção das lendárias caravanas de carroças que transportavam multidões de peregrinos devotos de Nossa Senhora D’Aires pisoteavam melhores caminhos.

A estrada do Outeiro, à semelhança de outras estradas e ruas das vilas do Município de Viana, constitui um dos inúmeros exemplos de negligência dos últimos16 anos de nefasta gestão autárquica.
Esta via de comunicação é indispensável para o transporte de cerca de 30 estudantes que frequentam a Escola E.B. 2,3/S Dr. Isidoro de Sousa, igualmente indispensável para estancar a fuga para Portel das intemporais e privilegiadas relações económicas estabelecidas entre Viana e Outeiro, com um saldo largamente positivo para os Vianenses.
Devemos acrescentar que o Outeiro, tal como Viana e outras terras, formam uma cintura de dormitórios da cidade de Évora. É ali, na grande urbe regional que inevitavelmente muita gente residente neste anel de povoações ganha diariamente o seu pão.


O que dizer aos habitantes de Outeiro e outros utentes que têm o fado de percorrer quase diariamente o troço de estrada que está a cargo do nosso município?

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Palavras como coesão territorial, desenvolvimento sustentável, qualidade de vida, solidariedade intermunicipal, foram também neste caso esquecidas pela facção reinante da CDU/Viana.

A rede viária a cargo do município encontra-se quase na sua totalidade a necessitar de obras, nalguns casos urgentes. Aquilo que poderia ter sido efectuado paulatinamente ao longo de 16 anos, repito 16 anos, foi deixado a cargo da mãe natureza ou vandalizado com repavimentações inadequadas, perdendo-se oportunidades irrepetíveis de programas comunitários vocacionados para apoiar a remodelação deste tipo de infra-estruturas.

Agora tardiamente, qual o preço a pagar?

Temos orgulho no nosso concelho, pois foi aqui que crescemos ou temos algumas raízes, por isso pretendemos que os órgãos municipais, acompanhados pelas forças progressivas da comunidade, sejam protagonistas na recuperação de objectivos que estavam fora da agenda do anterior executiovo.

Como se vê na imagem seguinte, viajando no sentido Viana – Outeiro, ao chegar-mos à linha divisória entre os dois concelhos é exibida com orgulho de obra feita, equilibrada e sustentada, a placa que indica que se chegou ao concelho de Portel.

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Entrando no concelho de Portel e invertendo a marcha na direcção de Viana deparamo-nos com uma placa supostamente indicativa do concelho de Viana do Alentejo, com as letras praticamente imperceptíveis, ladeada por uma estrutura metálica simbolicamente enferrujada, tal como os anteriores administradores de concelho, quatro vezes mandatados pela Soeiro Pereira Gomes.

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Para quem conhece a publicidade postada, nas vias de comunicação quando se atravessa as linhas de fronteira do concelho de Viana, ressalta à vista a ausência do logótipo: “Concelho de Viana, Todo o Sol do Alentejo.

O sol e a brisa pujante de Portel, deu uma ajuda aos “envergonhados” zeladores autárquicos, queimando as letras da placa (Concelho, Viana do Alentejo), e aventando para longe das vistas a placa com o logótipo, “Concelho de Viana, Todo o Sol do Alentejo".

Muito justamente, para colmatar esta omissão fronteiriça, o anterior desgoverno local tal como profissionais de carreira que querem preservar os seus postos de trabalho, já tinham adjudicado à empresa multifacetada, várias vezes clonada, “Terra d’Arte”, uma nova chapa onde seria inscrito: “estrada com valor arqueológico – património a preservar”.

Sobre o mesmo tema pode ler:
Introdução
Capítulo 1- Recursos humanos


domingo, 7 de Fevereiro de 2010

O Alentejo dos sem-terra

"Na próxima terça-feira completam-se 35 anos sobre a I Conferência da Reforma Agrária. Que permitiu as ocupações de terras no Ribatejo e Alentejo."



"Alguém tirou uma fotografia à ceifeira Qlita lá pelos seus 17 anos. É o primeiro retrato duma caixa que guarda imagens antigas e de grande dimensão que testemunham os protagonistas de uma época que, apesar de ser recente, já está arrumada nas prateleiras do Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo.
Quem é ela? A pergunta fica no ar por alguns segundos, mas logo alguém diz: "É a Qlita, quase de certeza." E acrescenta: "Vê-se pelo sorriso."

Nas antigas celas da cadeia de Montemor-o-Novo, onde desde há dois anos está depositado o arquivo da Reforma Agrária, já não estão presos os alentejanos que eram apanhados a roubar, a meio do século passado - o século XX. Podiam ser coisas de valor, mas também ficavam na cadeia muitos que escondiam nos bolsos algumas bolotas que tiravam da boca dos porcos para matarem a fome ou algum peixe que pescavam nos ribeiros das grandes propriedades do Alentejo e que ia para a mesa, onde, de muito, só filhos havia.

Qlita (diminutivo de Marcolina Malhão) sabe que a sua fotografia anda por aí, mas não estava à espera que trinta e muitos anos depois alguém lhe aparecesse por causa desse instante de que pouco se lembra. Não sabe quem a fotografou, põe-se a pensar, e a memória diz-lhe que terá sido durante uma manifestação do 1.º de Maio de 1977. Certeza, só tem uma, de que estava com um chapéu com fitas e um emblema da sua Unidade Colectiva de Produção (UCP) - a José Adelino do Santos -, um lenço muito bonito às riscas brancas e pretas e uma saia de que gostava muito sobre as calças: "Como as ceifeiras usavam naquela época." Do resto desse dia, a memória varre-se.

É por essa razão que o Arquivo Municipal está a tratar cerca de 60 fundos que as UCP entregaram para que a história de uma época não se perca. A responsável pela instituição é Indalete Lebre, que há dois anos toma conta do espólio e da organização da documentação que chega a monte para ser tratada e arquivada em múltiplas caixas identificadoras da cooperativa e do conteúdo. Há ali de tudo, e alguns documentos já foram aparados das dentadas dos ratos que provaram o sabor daquelas folhas enquanto não foram entregadas à guarda do arquivo. Há folhas de contabilidade, facturas e muitas actas. Uma delas relata como correu a primeira reunião da UCP da Comenda de Santa Justa, a 5 de Abril de 1977, em que os três temas sobre a mesa eram o preço a fixar para a carne do borrego; a plantação de arroz e de tomate e a "'despença' de pessoal".

Na sala de expurgo do arquivo, está a trabalhar Adelaide Menino. É a responsável por pôr em ordem os milhares de folhas que ainda aguardam pelo trabalho de catalogação. Antes, irá preparar os documentos, tirando os agrafos ferrugentos - que se acumulam numa pilha ao fim de um dia de trabalho -, retirar a sujidade das folhas e limpar o pó que cobre a maioria deles. Por obrigação, Adelaide já tem de observar cada um deles, mas acaba sempre por demorar um pouco num ou noutro porque não resiste a olhar para alguns com mais atenção. É que muitos dos nomes que vê surgir na lista de salários a pagar são seus conheci- dos: "Uns já morreram, mas de outros lembro-me muitíssimo bem."

Muitas das situações descritas nas actas das reuniões são-lhe familiares porque também foi cooperante da UCP Pedro Soares, na Torre da Gadanha....
...Nas antigas celas da cadeia de Montemor-o-Novo, onde desde há dois anos está depositado o arquivo da Reforma Agrária, já não estão presos os alentejanos que eram apanhados a roubar, a meio do século passado - o século XX. Podiam ser coisas de valor, mas também ficavam na cadeia muitos que escondiam nos bolsos algumas bolotas que tiravam da boca dos porcos para matarem a fome ou algum peixe que pescavam nos ribeiros das grandes propriedades do Alentejo e que ia para a mesa, onde, de muito, só filhos havia.

Qlita (diminutivo de Marcolina Malhão) sabe que a sua fotografia anda por aí, mas não estava à espera que trinta e muitos anos depois alguém lhe aparecesse por causa desse instante de que pouco se lembra. Não sabe quem a fotografou, põe-se a pensar, e a memória diz-lhe que terá sido durante uma manifestação do 1.º de Maio de 1977. Certeza, só tem uma, de que estava com um chapéu com fitas e um emblema da sua Unidade Colectiva de Produção (UCP) - a José Adelino do Santos -, um lenço muito bonito às riscas brancas e pretas e uma saia de que gostava muito sobre as calças: "Como as ceifeiras usavam naquela época." Do resto desse dia, a memória varre-se.

É por essa razão que o Arquivo Municipal está a tratar cerca de 60 fundos que as UCP entregaram para que a história de uma época não se perca. A responsável pela instituição é Indalete Lebre, que há dois anos toma conta do espólio e da organização da documentação que chega a monte para ser tratada e arquivada em múltiplas caixas identificadoras da cooperativa e do conteúdo.

Há ali de tudo, e alguns documentos já foram aparados das dentadas dos ratos que provaram o sabor daquelas folhas enquanto não foram entregadas à guarda do arquivo. Há folhas de contabilidade, facturas e muitas actas. Uma delas relata como correu a primeira reunião da UCP da Comenda de Santa Justa, a 5 de Abril de 1977, em que os três temas sobre a mesa eram o preço a fixar para a carne do borrego; a plantação de arroz e de tomate e a "'despença' de pessoal".

Na sala de expurgo do arquivo, está a trabalhar Adelaide Menino. É a responsável por pôr em ordem os milhares de folhas que ainda aguardam pelo trabalho de catalogação. Antes, irá preparar os documentos, tirando os agrafos ferrugentos - que se acumulam numa pilha ao fim de um dia de trabalho -, retirar a sujidade das folhas e limpar o pó que cobre a maioria deles. Por obrigação, Adelaide já tem de observar cada um deles, mas acaba sempre por demorar um pouco num ou noutro porque não resiste a olhar para alguns com mais atenção. É que muitos dos nomes que vê surgir na lista de salários a pagar são seus conhecidos: "Uns já morreram, mas de outros lembro-me muitíssimo bem."

Muitas das situações descritas nas actas das reuniões são-lhe familiares porque também foi cooperante da UCP Pedro Soares, na Torre da Gadanha....

HOJE

35 anos depois da ocupação da herdade do Monte do Outeiro, o panorama é de abandono. Mais de cem divisões - casas, escritórios, oficinas e armazéns - estão esventradas, e só uma tem um cadeado a fechar as suas portas. O proprietário que se opôs à ocupação, conhecido como Zé da Palma, morreu pouco tempo depois, e os herdeiros, após receberem as terras, acabaram por as arrendar. Não há vivalma na região e é preciso procurar bem para encontrar alguém. Jorge Valente está a treinar o seu potro de três anos e lembra-se de ter ouvido muitas histórias sobre o caso. Todas mortas e levadas pelos ventos que batem aquela planície de muitos hectares cobiçados a 10 de Dezembro de 1974 e que incendiaram Portugal....

AMANHÃ

"A terra a quem a trabalha" era a frase de 1974/75. Os que a ocuparam para trabalhar reformaram-se ou morreram. Os filhos abandonaram o interior e os netos vêem com mais bons olhos um comando de PlayStation nas mãos que o cabo da enxada. Os proprietários que receberam as terras de volta, a maioria com melhoramentos em relação ao tempo em que as perderam, tiveram uma recompensa acrescida: a União Europeia paga- -lhes para não trabalhar a terra. Aos herdeiros, só resta beneficiar-se da política de subsídios e aguardar por um espanhol que veja nessas terras a possibilidade de obter lucro. A história da luta pela terra está agora presa nas várias celas da ex-cadeia de Montemor-o-Novo e só é libertada quando um historiador se oferece para fazer o seu julgamento."

Texto completo em: http://dn.sapo.pt/gente/interior.aspx?content_id=1487924
por João Céu e Silva (textos) Arlindo Camacho(fotos)

Conferência Alentejo2015 - Alcáçovas

Dia 6 de Fevereiro de 2010

Conferência Alentejo2015 - Alcáçovas em Festa


Recepção de boas vindas aos convidados da conferência «A nova Agricultura Alentejana: desafios e oportunidades» organizada pelo Fórum Alentejo 2015, patrocinada pela histórica SUA - Sociedade União Alcaçovense.

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Conferência Alentejo2015 - Alcáçovas em debate

Momentos da conferência-debate, entre os convidados do painel e algumas questões colocadas pela plateia. Entre todas as fotografias aqui colocadas, pode-se constatar que o espaço foi escasso para tanta audiência interessada, diria mesmo ávida de sentir o pulso do novo ministro da Agricultura.

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Alcáçovas em confraternização final

Aspecto da confraternização final, após o término do debate, durante o beberete oferecido gentilmente pela Junta de Freguesia das Alcáçovas.

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Retirado do
http://frescoscampos.blogspot.com/ do Sr. Frederico Nunes de Carvalho


sábado, 6 de Fevereiro de 2010

Ecocentro de Viana abre ao sábado

Uma boa decisão tomada pelo executivo:

"O ecocentro em Viana do Alentejo vai estar aberto ao sábado, já a partir de hoje, dia 6, entre as 8h00 e as 16h00.

Com esta iniciativa a Câmara pretende facilitar e incentivar os munícipes para que possam ir depositar os resíduos no ecocentro. Para ajudar neste processo vai estar um funcionário junto das instalações, de modo a auxiliar e informar os munícipes sempre que necessário.

No ecocentro podem ser depositadas embalagens de papel e cartão, embalagens de plástico, embalagens de vidro, sucata, madeira, móveis velhos e electrodomésticos.

O Município espera com esta medida incentivar à separação dos resíduos e ao seu encaminhamento adequado. Posteriormente, os resíduos são transportados para a Estação de Triagem, em Vila Ruiva, e encaminhados para o destino final."

http://www.cm-vianadoalentejo.pt/pt/conteudos/noticias/Ecocentro+abre+ao+sabado.htm

sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Cine-Teatro Vianense: programação

Sábado, 6 de Fevereiro pelas 21.00 horas


3ª Sessão: Segunda-feira, 8 de Fevereiro pelas 21.00
horas
AVATAR


Para mais informação consulte a agenda cultural da Câmara

http://www.cm-vianadoalentejo.pt/pt/conteudos/eventos


quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

No concelho de Viana discute-se agricultura


Conferência - Debate:
A nova Agricultura Alentejana: desafios e oportunidades
Enquadramento:

A agricultura no Alentejo está, desde há alguns anos, em intensa mutação. Efectivamente, estamos a passar de um paradigma de sistemas cerealíferos de sequeiro e pecuária extensiva para um paradigma de diversificação, aproveitando o incremento do regadio.
As oportunidades de uma agricultura especializada, focalizada em produtos potencialmente competitivos (ex. vinho, azeite, girassol, cortiça) devem ser convenientemente optimizadas, através de uma investigação em tecnologias e processos que assegurem ganhos de produtividade e sustentabilidade.
É igualmente importante acrescentar novas actividades (transformação e comercialização), subindo na cadeia de valor do sector agro-alimentar. Importa, pois, neste evento, perceber quais os factores críticos para o sucesso desta nova agricultura alentejana, quais as novas estratégias mais adequadas para o sector, bem como promover bons exemplos de sustentabilidade empresarial, que possam inspirar e multiplicar os casos de sucesso.

Temáticas a abordar:

* As vantagens competitivas do Alentejo em termos agrícolas;
* As novas culturas;
* O aproveitamento do Alqueva;
* A segurança no abastecimento alimentar;
* O novo perfil do empresário agrícola.

Alcáçovas (Viana do Alentejo) - 6 de Fevereiro de 2010
Sala de Conferências e Espectáculos da Sociedade União Alcaçovense

* 15.30h - Abertura
* 15.45h - Intervenção de enquadramento
* 15.50h - Intervenção dos Oradores
- Prof. António Serrano (Ministro da Agricultura)
- Eng. Luís Capoulas (ex-Secretário de Estado da Agricultura e empresário agrícola)
* 17.00h - Debate

O Fórum Alentejo 2015 é uma iniciativa da associação Alentejo de Excelência, entidade de cariz geracional, dedicada ao estudo, promoção e debate de estratégias e acções para um desenvolvimento sustentável do Alentejo, nas suas diversas vertentes económicas, sociais, ambientais e culturais. É sua missão promover a informação e a formação para a cidadania e para a intervenção cívica das novas gerações, na consciência de que este é um momento determinante para o sucesso da Região.

Enviado por Ricardo Vinagre.
Mais informações em: http://www.alentejo2015.com


Cine-Teatro Vianense: indicação de filmes em cartaz

1ª Sessão: Quinta-feira, 4 de Fevereiro pelas 21.30 horas
2ª Sessão: Sexta- feira, 5 de Fevereiro pelas 21.30
horas
AVATAR



País: EUA
Género: Acção, Aventura, Ficção Científica
Duração: 162 min.
Classificação: M/6Q
Realização
James Cameron
Intérpretes
Sam Worthington, Sigourney Weaver, Michelle Rodriguez, Zoe Saldana, Giovanni Ribisi


Sinopse
"Avatar" é a história de um ex-Marine que se vê envolvido em hostilidades num planeta desconhecido, habitado por "aliens" com exóticas formas de vida. Como ele é "Avatar", uma mente humana num corpo de alien, encontra-se dividido entre dois mundos, numa desesperada luta pela sobrevivência.

Domingo, 7 de Fevereiro pelas 16.00 horas
Artur e a Vingança de Maltazard


ano: 2009
país: França
género: Animação
duração: 94 min.
classificação: M/6Q
distribuidora: ZON Lusomundo
realização
Luc Besson
intérpretes
Mia Farrow, Freddie Highmore, Robert Stanton
versão portuguesa
Ana Guiomar, André Raimundo, Pedro Granger, PacMan, Carlos Vieira de Almeida, Rui Mendes, Paulo B, Carmen Santos, José Pedro Vasconcelos, Rita Blanco, Heitor Lourenço, José Nobre, Luís Simões, Mário Bomba, João Gamboa, António Vaz Mendes, Zé Pedro, Carla de Sá, Mila Belo, Peter Michael, Teresa Sobral, Tobias Monteiro, Zé Jorge Duarte

sinopse
Artur está em êxtase pois nessa noite será o décimo ciclo da lua e ele poderá, finalmente, regressar à terra dos Minimeus e reencontrar Selénia. Na vila, os Minimeus prepararam um grande banquete em sua honra e a jovem princesa usa o seu vestido de pétalas de rosa. Mas o pai de Artur escolhe este dia tão aguardado... para anunciar o fim das suas férias na casa da Avó. Quando se preparam para regressar, uma aranha deposita um grão de arroz na mão de Artur com a sigla S.O.S. gravada. Não há dúvida, Selénia está em perigo! Artur não pensa duas vezes e corre em seu auxílio, mesmo que isso implique improvisar uma passagem perigosa, cair de cabeça no bar do Max, tropeçar nas tropas do Kröb, o novo tirano dos Sete Reinos, salvar a pele de Betameche, lutar com ratazanas, sapos e aranhas peludas... tudo para descobrir, mal chega à vila dos Minimeus, que nunca foi chamado!

Para mais informação consulte a agenda cultural da Câmara
http://www.cm-vianadoalentejo.pt/pt/conteudos/eventos


quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

João Ferreira do Amaral apela ao reforço do combate à fraude e evasão fiscal

"O economista João Ferreira do Amaral defendeu hoje o reforço dos mecanismos de combate à fraude e evasão fiscal, considerando provável que a quebra nas receitas do IVA tenha sido consequência do aumento da fuga ao fisco.

“Eu sei que o Ministério das Finanças continua a dizer que não vê razão para se supor que tenha havido um aumento da evasão e fraude fiscal. Acho difícil de aceitar isto, confesso”, disse João Ferreira do Amaral durante a conferência da Ordem dos Economistas que decorre hoje em Lisboa, com o tema “Orçamento do Estado em análise”.

O economista do ISEG considerou “preocupante” a evolução das receitas fiscais em 2009, e disse mesmo que considera “muito difícil que a quebra tão acentuada em particular do IVA, não corresponda a um aumento da evasão e fraude fiscais”...
...O economista abordou ainda a questão do défice previsto para 2010 (8,3 por cento), depois de uma redução prevista em um ponto percentual, considerando-a de “adequada”.

“Está dentro daquele equilíbrio entre, por um lado, a necessidade de dar um sinal de que se está a caminhar no sentido de redução défice global das finanças públicas e, por outro, manter uma sustentação da actividade económica e do financiamento de politicas estruturais que são essenciais para podermos sair das duas crises que nos afetam, a internacional e estrutural”, disse.

“Estou aliás convencido de que, quando forem conhecidos os dados mais atualizados da gestão orçamental de outros países, mesmo países importantes da União Europeia e da zona euro, vamos encontrar surpresas que provavelmente não nos colocarão muito mal nesta matéria”, concluiu."


Notícia completa em: http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1421119

Volta ao Alentejo em Bicicleta: comunicado da "AMDE"



É do conhecimento público que a entidade organizadora da Volta ao Alentejo em Bicicleta — a Associação de Municípios do Distrito de Évora (AMDE) – tem vindo a enfrentar crescentes dificuldades de natureza financeira na organização anual desta prova.

A alteração, em 2009, do regime jurídico das associações de municípios, veio agravar significativamente aquelas dificuldades.

É também do conhecimento público que, apesar de "A Volta" ser "do Alentejo" o esforço organizativo e financeiro principal foi sempre da AMDE e dos seus associados, os municípios do Distrito de Évora. Foram estes que suportaram o essencial do défice financeiro crescente ano após ano. Nunca foi possível encontrar, no resto da região, o interesse pela iniciativa e a solidariedade que permitissem assegurar as condições adequadas à realização da Volta e à sua continuidade.

Nos últimos dias os responsáveis da AMDE redobraram os esforços para encontrar uma solução para a edição de 2010, esforços que se revelaram vãos. Não foi possível encontrar, para já, uma solução, nem no quadro da região, nem com o apoio de outras entidades no País.

Fomos, por isso, forçados a solicitar à Federação Portuguesa de Ciclismo a suspensão da prova em 2010. Espera-se que nos próximos meses seja possível reunir as condições indispensáveis ao regresso da "Alentejana" já em 2011 como desejam todos os entusiastas do ciclismo.

Com esse objectivo foram já iniciados contactos diversos, nomeadamente com a ERTA —Entidade Regional de Turismo do Alentejo, cujo apoio poderá ser decisivo para a futura continuidade da prova.

A AMDE deseja manifestar a todos os que ao longo dos anos têm constituído a "Equipa" da Volta ao Alentejo e com o seu trabalho, em muitos casos voluntário, têm assegurado a sua realização, que vai continuar a envidar todos os esforços para que "A Volta" regresse em 2011.

Trata-se, portanto, de um "até já" que as circunstâncias nos impõem mas que não abaterá a determinação de regressar.

Évora, 26 de Janeiro de 2010

O Conselho Directivo da AMDE

Recebido via email

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