sábado, 5 de março de 2011

A Contestação dos Bombeiros...


Bombeiros contestam Governo

A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP) acusou ontem, em comunicado, o Governo de estar a preparar-se para “implementar um conjunto de medidas para o sector da protecção civil e socorro que em nada vai contribuir para uma melhor prevenção e segurança de pessoas e bens”.

Bombeiros contestam redução de meios aéreos para combate a fogos florestais
O Governo anunciou a redução dos meios aéreos para o combate aos fogos florestais. A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais exige agora explicações ao Ministro da Administração Interna. Os bombeiros receiam que se possa repetir o flagelo de anos anteriores e lembram as dificuldades financeiras que as associações enfrentam, fora da época de incêndios.

Bombeiros contestam regulamento de transporte de doentes em vigor nas unidades de saúde do distrito
O presidente da Federação de Bombeiros do Distrito da Guarda (FBDG), Gil Barreiros, contesta o novo regulamento de transportes programados de doentes em vigor no distrito, que prevê a utilização de outros meios em vez das ambulâncias.
Segundo Gil Barreiros, as novas regras que estão a ser aplicadas desde o dia 4 de Fevereiro pela Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda, que abrange hospitais e centros de saúde, pode ter consequências «graves» para a sobrevivência dos corpos de bombeiros do distrito. Referiu que desde a entrada em vigor do regulamento, a diminuição dos serviços efectuados pelos bombeiros «é significativa», admitindo mesmo que no distrito «não há associação de bombeiros que não a sinta». «Sente-se claramente em muitas associações começarem a ter as ambulâncias paradas, os funcionários no quartel, não havendo serviços para saírem, o que levará, inexoravelmente, a que as várias direcções comecem a pensar muito seriamente que o cenário é o despedimento», admitiu à Lusa.
Referiu que a verba obtida nos transportes de doentes acabava por ser «dinheiro vivo que entrava nos cofres das associações e permitia pagar aos motoristas e todo o outro tipo de socorro (fogos, acidentes, catástrofes, etc.), porque os outros organismos do Estado não pagam a tempo e horas». «Se o dinheiro do transporte de doentes não entrar, temos de avisar a população que a nossa capacidade de intervenção pode ficar diminuída também no socorro urgente», sustentou.
Para Gil Barreiros, o regime aplicado na ULS «contraria a portaria que define o tipo de ambulância e o tipo de transporte a fazer em ambulâncias», disse, sublinhado que «para se conduzir um doente é necessário ter um alvará de transporte de doentes».
No novo regimento «há um ponto que diz claramente que o médico que prescrever transportes que não sejam adaptados àquele tipo de regulamento estará a prejudicar a ULS e é passível de uma acção civil e disciplinar», contou.

Acabar com situações irregulares
O presidente do conselho de administração da ULS, Fernando Girão, disse também à Lusa que «o documento é dinâmico e pode, eventualmente, sofrer alterações pontuais, mas sempre com o objectivo de impor rigor e acabar com situações em que havia transportes de ambulância e não eram para ser em ambulância». «Nós não estamos a tirar nada, estamos apenas a racionalizar, numa tentativa de deixar para os bombeiros os doentes que são dos bombeiros e para os outros aqueles que são dos outros», explicou. Assumiu que «a respeitabilidade pelos bombeiros é máxima», mas admitiu que anteriormente, «eventualmente, havia transportes que não deviam ser feitos».
Indicou que o regulamento refere que «primordialmente o transporte é em transporte público» e aponta que também estão a ser pagos doze cêntimos nas deslocações realizadas «nos carros próprios» e «é natural que as pessoas comecem a levar o carro».
Na próxima segunda-feira as Federações de Bombeiros reúnem-se em Alverca para debaterem a situação do transporte de doentes a nível nacional.

Transporte de doentes pelos bombeiros vai depender do rendimento mas há excepções

O Ministério da Saúde vai limitar os casos em que os doentes não urgentes têm direito a transporte gratuito pelos bombeiros, passando a situação a depender do rendimento dos mesmos. No entanto, há excepções: doentes transplantados, com cancro, que estão a fazer hemodiálise ou com problemas visuais graves estão isentos.

Detectados “abusos”
Em causa está o Despacho 19.264/2010 do Ministério da Saúde, publicado a 29 de Dezembro, que determina que o Estado só assumirá o pagamento do transporte em ambulância, quando o utente comprove com justificação médica e insuficiência económica. O problema já motivou uma posição da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), que decidiu convocar um congresso extraordinário. A LBP, após reunião com o secretário de Estado da Saúde, já pediu a anulação do decreto.

A auditoria, já divulgada pelo PÚBLICO, detectou inúmeros casos em que foram feitos pagamentos sem a justificação médica, facturação de viagens fictícias, pagamentos em excesso e reembolsos sem o respectivo comprovativo. Permitiu ainda perceber que o preço pago por quilómetro variava nas cinco administrações regionais de saúde e que o transporte prescrito em modalidade de “grupo” surgia várias vezes facturado como transporte “individual”.

Liga de Bombeiros defende transporte de doentes não urgentes só em ambulância

A obrigatoriedade do transporte de doentes não urgentes ser feita em ambulância é um dos pontos de um documento de trabalho, hoje em discussão na Figueira da Foz, no congresso extraordinário da Liga dos Bombeiros Portugueses.
O documento, hoje revelado, e intitulado “Bases gerais para a negociação do Regulamento de Acesso ao Transporte de Doentes/Utentes”, defende também, entre outras “ideias força”, a garantia aos utentes do direito de transporte “qualquer que seja a distância, desde que justificado por razões clínicas”.
O debate, que decorre no Casino da Figueira da Foz ao longo do dia de hoje e reúne cerca de 750 bombeiros de todo o País, culmina, pelas 16:15, com a apresentação das conclusões que serão vertidas para o documento final, a apresentar pela Liga, segunda feira, ao ministério da Saúde.
A exigência de que todas as entidades, estabelecimentos e serviços que integram a rede do Serviço Nacional de Saúde fiquem obrigadas “ao cumprimento das regras e procedimentos” definidas no futuro regulamento, é outra das propostas da Liga.
Outra ainda defende que aos transportes de doentes em ambulância se aplique “a tabela de preços em vigor” fixada e aprovada pelo ministério da Saúde “não podendo ser negociado ou alterado pelas entidades requisitantes”.
Ouvido pela Lusa, o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Duarte Caldeira, disse que o documento de trabalho constitui a “base geral” para a negociação com o ministério da Saúde.


“É uma consagração dos princípios, procedimentos e instrumentos práticos que são a nossa matriz de negociação”, argumentou.
Embora destacando a “perfeita abertura” do ministério da Saúde em dialogar com a Liga sobre os problemas que afectam as corporações de bombeiros relativa à regulamentação do transporte de doentes, Duarte Caldeira exige que do diálogo “resultem consequências efectivas”.
As associações humanitárias de bombeiros, disse, não se queixam de falta de diálogo.

“O que nos queixamos é da falta de consequências do diálogo. O diálogo é um instrumento importante da relação institucional, mas se não tiver consequências práticas, transforma-se num encontro de surdos”, frisou.


A PROPÓSITO DE DIÁLOGO, NÃO SE TRATARÁ DO REVERSO DA MEDALHA? QUANDO É QUE OS BOMBEIROS OUVIRAM ALGUÉM EM TERMOS DE ORGANIZAÇÃO, DISCIPLINA E NO CUMPRIMENTOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE. QUANDO É QUE OS BOMBEIROS QUISERAM FAZER PARTE DO SISTEMA. MAIS TARDE OU MAIS CEDO ISTO TERIA QUE ACONTECER.

http://chefebvsps.blogs.sapo.pt/21073.html

quinta-feira, 3 de março de 2011

Cine-Teatro Vianense: 4 de Março

Sexta-Feira, 4 de Março, pelas 21:30 horas
"Burlesque"



País: E.U.AGénero: Musical Duração: 119 min.
Classificação: M/12
Realização: Steve Antin Intérpretes: Cher, Christina Aguilera, Eric Dane, Alan Cumming, Peter Gallagher, Kristen Bell, Stanley Tucci.

Sinopse:Ali (Christina Aguilera) é uma rapariga de uma cidade pequena com uma voz magnífica, que escapa às dificuldades e a um futuro incerto para seguir os seus sonhos até Los Angeles. Após ter descoberto o "The Burlesque Lounge", um teatro majestoso mas em decadência, onde se representa uma revista musical inspirada, Ali arranja um emprego a servir cocktails, que lhe é concedido por Tess (Cher), a proprietária do clube e estrela principal. O chocante guarda-roupa do Burlesco e a coreografia arrojada arrebatam a jovem ingénua, que sonha representar nesse teatro um dia.
Ali não tarda a fazer amizade com uma dançarina famosa (Julianne Hough), arranja uma inimiga numa artista ciumenta e problemática (Kristen Bell) e conquista o afecto de Jack (Cam Gigandet), um bartender e colega músico. Com a ajuda de um inteligente director de cena (Stanley Tucci) e um apresentador de números transsexuais (Alan Cumming), Ali passa do bar para o palco. A sua voz espectacular recupera a antiga glória do “The Burlesque Lounge”, mas não antes de um empresário carismático (Eric Dane) ter entrado em cena com uma proposta tentadora...


Horários de Bilheteira:
De quarta a sexta-feira das 14:30H às 17:30H
No próprio dia 1 hora antes do espectáculo/sessão

Contacto para reservas:
Telf: 266791007
mail: cine-teatrovianense@cm-vianadoalentejo.pt

Todas as reservas devem ser levantadas até meia hora antes do espectáculo/sessão.

Construção do Évora Shopping arranca em Julho

Évora Shopping

A construção do centro comercial Évora Shopping arranca em julho, devendo as obras terminar na primavera de 2013, após um investimento de 60 milhões de euros, anunciaram hoje os promotores do projeto, que engloba ainda um retail park.

A Imorendimento e a Madford Developments, promotoras do conjunto comercial, através da joint-venture EVRET, revelaram que vão iniciar a construção da fase final do projeto, referente ao centro comercial.

As obras do Évora Shopping estão previstas começar em julho, após a inauguração da anterior componente do conjunto comercial, um retail park, que já está concluído.

Segundo os promotores, o término das obras e abertura ao público do centro comercial estão previstos para a "primavera de 2013".

O investimento global no projeto é na ordem dos 60 milhões de euros e, quando todas as obras estiverem concluídas, vai representar "um forte contributo para a dinamização do tecido económico, social e comercial" de Évora, prevendo-se a criação de cerca de 600 postos de trabalho diretos.

"O complexo comercial promovido pela EVRET localiza-se numa das únicas áreas de influência do país ainda por explorar em termos de oferta comercial integrada, qualificada e moderna", realçam os promotores.

Daí, justificam, o "enorme interesse" que tem despertado, "quer entre as forças económicas e entidades públicas da cidade, quer entre os habitantes locais".

"O Évora Shopping vem responder a uma real necessidade de mercado e, apesar da conjuntura económica atual, estamos confiantes quanto à viabilidade e ao sucesso deste investimento imobiliário", assegurou Anthony Henry Lyons, diretor-geral da Madford Developments.

O centro comercial contempla uma Área Bruta Locável (ABL) de 16.500 metros quadrados e cerca de 60 lojas, distribuídas por dois pisos.

A oferta vai integrar uma área de cinemas, supermercado, praça de alimentação e diversas lojas, tanto das "insígnias de maior relevo a operar no mercado nacional", como assegurando "uma forte presença do comércio local".

Évora Retail Park

Quanto ao Évora RetailPark, a inaugurar em julho, possui uma ABL aproximada de seis mil metros quadrados e tem como "âncora confirmada" uma loja Moviflor, que vai ocupar um terço da área (quatro mil metros quadrados) e prevê criar 40 postos de trabalho diretos, adiantaram os promotores.

A EVRET prevê que o retail park possa acolher ainda outras "duas a três lojas" e revela que decorrem "avançados processos de negociação" com interessadas.

A primeira face visível deste conjunto comercial, que vai ganhar a componente de retail park e avançar para o centro comercial, foi um 'stand alone' operado pela marca IZI, em funcionamento.

Ionline

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Évora: Agentes culturais protestam por atrasos nos apoios


Cerca de 50 representantes dos vários agentes culturais do concelho de Évora protestaram hoje em frente à Câmara Municipal de Évora contra os atrasos nos apoios prestados pela autarquia que se verificam desde 2009. A soma já ultrapassou os 200 mil euros. se verificam desde 2009. A soma já ultrapassou os 200 mil euros.

“Somos cidadãos, preenchemos a agenda cultural e temos ordenados para pagar. Queremos ser vistos como agentes da cultura” disse ao CM Alexandra Espiridião, uma das manifestantes.

A vereadora da Câmara, Cláudia Sousa Pereira explicou que os cortes se devem a uma politica de prioridades do executivo. “Temos que estabelecer prioridades e os subsídios não devem pagar salários. No entanto todos os apoios prometidos desde 2009 serão pagos assim que possível”, referiu a autarca.

A habitual reunião de Câmara foi interrompida por uma manifestante que deixou algumas meias com mau-cheiro como sinal de protesto contra esta situação.

CM

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Justiça PJ remete para Tribunal processo sobre práticas fraudulentas com subsídios para combate a incêndios florestais

A Polícia Judiciária anunciou que remeteu ao Ministério Público, com proposta de acusação, um processo sobre práticas fraudulentas alegadamente cometidas pelos antigos comandantes Distrital de Operações de Socorro de Évora e dos Bombeiros de Arraiolos.


Fonte ligada ao processo adiantou à agência Lusa que este caso está relacionado com práticas fraudulentas com subsídios para combate a incêndios florestais, tem como arguidos o antigo Comandante Distrital de Operações de Socorro de Évora, Jorge Rodrigues, e o antigo Comandante dos Bombeiros de Arraiolos, António Gabriel.

Fonte da Polícia Judiciária (PJ) explicou à Lusa que, no início de cada ano, “as associações de bombeiros referenciam os elementos que vão precisar de novos equipamentos”, sendo que “os dados são remetidos para a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) que depois transfere um subsídio”.

“O que aconteceu foi que uma parte dos subsídios para o combate aos incêndios florestais, que não era utilizada na totalidade, em vez de ser devolvida à ANPC, era usada em despesas de representação, como deslocações, almoços e jantares”, adiantou a mesma fonte.

Este acto é considerado irregular porque os arguidos “já tinham junto ao seu ordenado um valor para essas despesas de representação”, lembrou a fonte, adiantando que os indícios de práticas fraudulentas, cujos valores ultrapassam os 130 mil euros, foram detectados entre 2004 e 2008.

Como “o subsídio era utilizado para um fim diferente daquele que havia sido concedido”, os dois arguidos são acusados de peculato e desvio de subsídio, acrescentou a mesma fonte.

A Lusa tentou hoje contactar os dois arguidos, mas apenas o antigo Comandante Distrital de Operações de Socorro de Évora, Jorge Rodrigues, que foi destituído do cargo em 2009 pela ANPC, atendeu o telemóvel.

A exercer funções como Comandante Operacional Municipal de Estremoz, desde Março de 2010, Jorge Rodrigues limitou-se a dizer que não tem “conhecimento de nada”, escusando-se a pronunciar-se sobre o assunto.



sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Vidigueira: autarca acusa ciganos de quererem mais direitos e livrar-se dos deveres

Comunidade cigana "pretende obter mais direitos e ver-se livres dos deveres", diz o presidente da Câmara da Vidigueira.

O presidente da Câmara da Vidigueira acusa a comunidade cigana que vive na vila, que reconhece como "portugueses carenciados", de quererem obter mais direitos do que os outros munícipes e livrar-se dos deveres, através da interferência de organizações.

"Esses portugueses, através da interferência de organizações, pretendem obter mais direitos (do que o resto da população portuguesa) e verem-se livres dos deveres", mas "a Câmara da Vidigueira não se revê, de forma nenhuma, nessa posição", diz à agência Lusa Manuel Narra.

Para a Câmara da Vidigueira "não há discriminações positivas nem negativas. Só há portugueses e todos têm tratamento igual", garante, recusando o que classifica de "tentativa de criar uma minoria para lhes garantir mais direitos que os que têm o resto da população portuguesa".

O autarca reagia assim às preocupações e críticas do European Roma Rights Centre (ERRC) relativas às condições em que 67 pessoas de etnia cigana vivem nas traseiras das ruínas do castelo da vila.

 Mesmos direitos e deveres

O autarca refere-se a essas pessoas como "portugueses carenciados" e recusa reconhecê-las como ciganos ou uma minoria étnica, afirmando: "No concelho da Vidigueira não há ciganos, nem minorias étnicas. Só há portugueses e todos têm os mesmos direitos e deveres".

Segundo o autarca, no concelho da Vidigueira, "há, com certeza, portugueses carenciados", como os que vivem nas traseiras do castelo, e que, "dentro das possibilidades da Câmara são ajudados", mas "como portugueses têm os mesmos direitos e deveres de qualquer outro cidadão português".

Numa carta enviada à Câmara da Vidigueira e à qual a Lusa teve acesso, o European Roma Rights Centre mostra-se "profundamente preocupado" com as "condições deploráveis" de habitação e de vida das 67 pessoas de etnia cigana que vivem nas traseiras das ruínas do castelo.

A comunidade vive em "barracas precárias" num assentamento informal "sem eletricidade, sistema de drenagem, recolha do lixo e saneamento" e os residentes "sofrem de pragas de ratos e cobras", lê-se na carta.

Água cortada

No início de fevereiro, a comunidade ficou "sem abastecimento de água", denuncia o European Roma Rights Centre, que acusa o município da Vidigueira e a GNR de terem "destruído a única fonte de água do assentamento, que consistia em 12 torneiras ao ar livre instaladas pela própria Câmara".

A Câmara "não destruiu" a fonte de água, "apenas cortou a água por falta de pagamento", contrapõe o autarca, referindo que "o município corta a água a qualquer cidadão que não a pagar".

"Foi o que aconteceu" com as pessoas que vivem nas traseiras do castelo, diz Manuel Narra, sublinhando que "a Câmara não pode ter dois pesos e duas medidas nestes casos".

O European Roma Rights Centre pede ao município para restabelecer "imediatamente" o fornecimento de água no assentamento e atuar "urgentemente no realojamento da comunidade em habitações integradas, em conformidade com as obrigações de Portugal no respeito da Lei Internacional do direito a habitação adequada".

Segundo o autarca, "os portugueses carenciados são tratados como os outros portugueses e é-lhes prestado o apoio social dentro das possibilidades financeiras da Câmara". "Há vários programas de apoio destinados a portugueses carenciados", como o apoio ao arrendamento promovido pela Câmara, que "paga 50% do valor da renda aos portugueses carenciados", conclui o presidente da Câmara da Vidigueira.
aeiou.expresso

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Falange Vianense de las JONS

Falange Española - Cara al Sol


Até há bem pouco tempo a célula falangista da CDU/Viana, através do seu blogue fascizante, Portanto Pá, grupelho de analfabetos escolarizados, numa atitude paternalista, estilo “conversas salazarentas em família”, têm sistematicamente tentado passar a mensagem de que o caos está instalado no Município de Viana, porque eles, os “eleitos do reino de deus”, foram injustamente corridos pelos “agnósticos votos” de 11 de Outubro de 2009.

Neste momento andam acagaçados porque sentem que afinal a sua táctica política pariu um rato. A última contratação de Inverno veio sem ritmo de jogo, e por isso a entrada deste elemento nesta altura da época não conseguirá abrir a defesa do adversário, para que os velhos e conhecidos avançados da CDU/Viana possam sair com sucesso do banco de suplentes para darem a volta ao resultado do jogo nos últimos minutos de compensação em 2013.

Num desnorte total revelando o maior despudor, chegou o momento de atacarem um “simples” trabalhador da autarquia só porque, no entendimento destes falangistas, todos deverão estar alinhados e de chapéu na mão quando eles erguem a “bandera roja”.


Mas quem é esta gente que se atreve a escrever uma coisa destas, como se fossem os donos da Câmara e dos trabalhadores que transformam em vassalos de um feudo criado nas suas mentes perversas?

Esperamos que a desordenada célula descoberta do KGB a operar diariamente no município de Viana não utilize contra os seus opositores e dissidentes o mortífero radioactivo polônio-210.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Viana do Alentejo presente na BTL

Entre os dias 23 e 27 de Fevereiro decorre no Parque das Nações, em Lisboa, a BTL – Feira Internacional de Turismo. O Concelho de Viana do Alentejo vai estar presente através da Turismo do Alentejo.


Dulce Pontes_E tao grande o Alentejo



O Concelho de Viana do Alentejo vai estar presente na BTL – Feira Internacional de Turismo, através da Turismo do Alentejo, entre os dias 23 e 27 de Fevereiro, no Parque das Nações, em Lisboa.

Subordinada ao tema Subordinada ao tema “O destino Portugal e 10 milhões de quilómetros quadrados a falar português”, o certame tem, nesta edição, como destino internacional convidado, a Tailândia. Em termos nacionais o destino que mereceu honras de destaque foi o Porto e o Norte do País.

Com a nossa presença através da Turismo do Alentejo, o Município pretende dar a conhecer as riquezas naturais e patrimoniais, bem como a cultura e a gastronomia/doçaria, naquela que é a maior feira de turismo do país e que, no ano passado, teve 70 mil visitantes.

No próximo dia 26 de Fevereiro, a meio da tarde, o Município promove uma prova gastronómica com o que de melhor o Concelho tem para oferecer, sem esquecer um dos seus ex-líbris, a doçaria. No que toca à cultura, os muitos visitantes que passarem pelo pavilhão poderão ainda ouvir o nosso cante coral, através das vozes afinadas do Grupo Coral Velha Guarda de Viana do Alentejo.

A Autarquia vai também exibir um vídeo promocional da Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo que vai realizar-se entre os dias 27 de Abril a 1 de Maio. A chegada a Viana do Alentejo está marcada para dia 30 de Abril.


Visto em (CMVA)


domingo, 13 de fevereiro de 2011

Roxette - Vulnerable



quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Águas de Portugal: Divídas das autarquias voltou a crescer em 2010


Lisboa, 26 jan (Lusa) - O grupo Águas de Portugal afirmou que a dívida das autarquias voltou a crescer em 2010 e considerou que os municípios terão de aumentar as tarifas para assegurarem a sustentabilidade dos serviços de água e de saneamento.

Fonte da empresa adiantou à Lusa que a dívida das autarquias ao Grupo AdP cresceu no ano passado, sem especificar os dados da estimativa de fecho desta dívida em 2010.

No final de 2009, as autarquias deviam 257,5 milhões de euros ao grupo AdP.

O responsável pelo sector da água e vice-presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Fernando Campos, admitiu recentemente "alguns atrasos dos municípios no pagamento às Águas de Portugal", considerando que "a factura das AdP é de tal forma que o que os municípios cobram não chega para pagar".

Os municípios esperam que o Governo crie um Fundo de Equilíbrio de Tarifários (FET) "que permita equilibrar os preços dentro de parâmetros aceitáveis no todo nacional", afirmou Fernando Campos.

Para a AdP, a água é vendida por muitos municípios a um preço inferior ao seu custo, pelo que não é possível às autarquias assegurarem a sustentabilidade dos seus serviços.

"O FET poderá contribuir para a resolução de algumas dificuldades com que se debatem muitas autarquias do interior, mas isso não dispensará essas autarquias de aumentarem as tarifas que vêm praticando se pretenderem assegurar, também elas, a sustentabilidade dos seus serviços municipais de água e saneamento", afirma a empresa, realizando que "a sustentabilidade das empresas do grupo AdP não pode ficar dependente" da "decisão política" da criação deste tarifário.

"Quando falamos de sustentabilidade destes serviços, sejam municipais sejam multimunicipais, estamos a dizer que cada geração tem de assumir os custos dos serviços de que beneficia e dos bens que consome, seja através das tarifas, seja através dos seus impostos, não deixando para as gerações futuras esse ónus", acrescenta.

Numa nota enviada à Lusa, a AdP realça que se limita a cumprir "a lei e os contratos", nomeadamente os de concessão celebrados com o Estado, realizando investimentos que se destinam "a assegurar o acesso generalizado das populações à água de qualidade apropriada para o consumo humano e o tratamento das águas residuais e dos RSU conforme as normas nacionais e europeias que visam a protecção do ambiente".

O grupo destaca que, como não recebe "do Orçamento quaisquer indemnizações compensatórias", tem de "realizar a recuperação de todos os seus custos através das tarifas praticadas", de acordo com a lei e sob a vigilância da entidade reguladora independente.

Salienta também que "a extensão destes serviços [fornecidos pela empresa] a regiões do interior rural fez-se em estreita colaboração com as autarquias utilizadoras dos serviços prestados, que deveriam ter realizado os investimentos na redes de distribuição de água e de colectores de esgotos, o que nem sempre sucedeu"

SAPO/LUSA

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Centro Escolar de Ensino Pré-escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico de Viana do Alentejo

Está para muito breve o início da empreitada do Centro Escolar de Ensino Pré-escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico de Viana do Alentejo.

O prazo para a apresentação das respectivas propostas terminou no passado dia 31 de Janeiro . Depois deste passo a autarquia terá de concluir alguns processos técnico-administrativos com vista a adjudicação desta obra tão importante para  o concelho.

Recordamos que o valor base deste procedimento concursal foi de 2 550 000 €





Recebido via email

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Guerra colonial: a emboscada inédita

Filmadas na Guiné, em 1969, por três jornalistas franceses, as imagens só agora foram reveladas. (Vídeo SIC no final do texto)

A manhã mal tinha nascido quando se deu o ataque. As explosões de morteiro atingiram os primeiros homens da coluna com tanta violência que em milésimos de segundos lhes arrancaram membros e todo o vestuário.

Durante cerca de 15 minutos os militares portugueses combateram um inimigo sempre invisível, escondido no meio do mato. Quando o som dos disparos das G3 portuguesas e das metralhadoras chinesas usadas pelos guerrilheiros do PAIGC finalmente abrandou, foi substituído por outro não menos angustiante. Os gritos de agonia de um dos homens atingidos de morte.

"Ele sentiu a morte e de que maneira. Ainda esteve mais de uma hora vivo, sem uma perna e um braço. Pediu para o matarmos, mas quem é que o matava... era muito difícil fazer isso mas sabíamos que ele estava a sofrer e bem".

Leonel Martins também foi atingido pelas armas dos guerrilheiros do PAIGC, mas teve mais sorte. Sofreu ferimentos graves numa perna, nos rins e no peito, mas sobreviveu.
Um maço de tabaco numa hora

Conta que acendeu cigarro atrás de cigarro enquanto esperava pelo helicóptero de socorro que andou perdido a sobrevoar o mato e levou quase uma hora e meia para encontrar o local.

"São daqueles momentos que nunca mais passam. E eu estava passado da cabeça, pronto. Fumei um maço de tabaco inteiro numa hora e mesmo depois, no helicóptero, já a soro, ainda pedi um cigarro ao piloto".

Esta emboscada aconteceu a 18 de outubro de 1969 na região de Bula, a cerca de 40 quilómetros de Bissau e tudo foi filmado pela câmara de três jornalistas franceses que conseguiram autorização de Spínola e do Governo de Lisboa para acompanhar o teatro de operações. Para os registos oficiais, representou apenas mais um episódio da guerra da Guiné, mais dois homens na lista de baixas, outros dois para a contabilidade dos feridos.

O filme, que poucos conhecem, é um dos registos mais dramáticos da guerra colonial que começou em Angola, a 4 de fevereiro de 1961. E foi visto no programa "Grande Reportagem" da SIC, que foi para exibido domingo à noite.

aeiou.expresso.pt




sábado, 5 de fevereiro de 2011

O peso certo

De um momento para o outro Portugal deixou-se de grandezas. Deixou de querer forrar o País de mais auto-estradas, estádios, aeroportos e TGVs.

Portugal regressou a Lilliput. E a elite política deixou de se querer comportar como o Gulliver de pés de barro. Os exemplos abundam, como papoilas saltitantes. A Câmara Municipal de Lisboa quer extinguir freguesias.

O PSD quer ter um Governo mínimo, com um número de ministros que cabem numa carrinha familiar. A CP ameaça transformar-se numa empresa que apenas operará entre Lisboa e Porto depois de cumprir o desígnio nacional de acabar com tudo o resto da linha-férrea do País.

O ministro Jorge Lacão não quer nem 230, nem 229, mas sim 180 deputados. Faltou propor que só ficassem no Parlamento os líderes parlamentares do PS e do PSD, para alargar a discussão democrática.

O PSD quer acabar com empresas públicas que se revelem deficitárias. E há já quem sublinhe que é preciso eliminar liminarmente "boys" e "girls" que pululam por tudo o que é sector empresarial e estatal.

O Governo deu o exemplo e diminuiu até ao inconcebível os rendimentos de quem trabalha com recibos verdes. Este não é o Estado mínimo. É o País mínimo. Portugal entrou como concorrente no "O Peso Certo" e vai tentar ganhar aos concorrentes individuais que se apresentem no concurso.

Esta fúria de emagrecimento nacional mostra que se está a poupar em calorias, mas também em neurónios. Não se decreta o emagrecimento do País. Deve apostar-se numa campanha contra a obesidade desnecessária. O Estado é gordo porque os partidos o desejaram assim. A anorexia em excesso não resolve o âmago da questão.


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Assim vai o Grupo Cultural e Desportivo de Aguiar

É NAS HORAS MAIS DIFÍCEIS, QUE TEREMOS QUE ESTAR PRESENTES

(foto retirada da apresentação que foi feita na cerimónia do Feriado Municipal)

Caros sócios e simpatizantes do Grupo Cultural e Desportivo de Aguiar, decidi voltar a publicar aqui neste meu espaço, excertos de intervenções que aqui tenho feito neste últimos anos, por achar que agora e mais do que nunca fazerem sentido. Num ano que deveria ser de festa pela atribuição da medalha do Município, o nosso clube é falado em todo o lado pelas piores razões, deixo como exemplos maiores, a suspensão dos jogos pela falta de pagamentos à entidade organizadora (INATEL), a desistência da participação na Taça da Amizade,  e, a não comparência dos seus dirigentes na cerimónia de atribuição da referida galardoação, etc, etc, etc...
Por achar que estes dirigentes já não têm condições para desempenhar a sua missão, peço aqui publicamente que apresentem a sua demissão o mais rápido possível para o bem do futuro do nosso clube.


                                                                         (1)
"Breve resenha histórica:
O Grupo Cultural e Desportivo de Aguiar foi fundado no ano de 1982 com a finalidade de participar no Campeonato Distrital de Futebol do Distrito de Évora.
Tendo uns anos mais tarde obtido os seus maiores êxitos no Campeonato Distrital do Inatel sendo por mais que uma vez Campeão Distrital.
Mais tarde começaram a ser praticadas outras modalidades, como o Atletismo o Tiro e o Judo. Na modalidade de Tiro o Clube foi Campeão Nacional de 1ª e 2ª categoria no ano de 2001 2002 na especialidade de Tiro de Carabina de Ar Comprimido a 10 metros. No Judo o Clube tem uma Atleta que é Vice Campeã Nacional Esperança ano 2008, sendo por diversas vezes chamada aos trabalhos da Selecção Nacional.
E o futuro?
                                                                          (2)
 Quando esta direcção tomou posse o GCDA participava no campeonato distrital de futebol e tinha uma secção de judo onde participavam mais de vinte atletas de diversos escalões onde se destacava uma que é neste momento vice campeã nacional na categoria de esperanças e que por diversas vezes representou a selecção nacional.

                                                                          (3)

Senhor Presidente o Senhor e a sua direcção conseguiram acabar com todas as modalidades existentes no nosso Clube, sei que a responsabilidade não é só sua, mas de todos os sócios, onde eu me incluo, por termos deixado isto ter chegado tão longe, gostaria que o Senhor e se quiser utilizar este meu espaço, está á sua inteira disposição, nos explicasse o que tem em mente fazer no futuro, para que o Aguiar venha a ser o clube que até há bem pouco tempo era, ou ainda melhor.

                                                                          (4)

Numa altura em que o Grupo Cultural e Desportivo de Aguiar atravessa uma das fases mais difíceis desde a sua criação, a Câmara Municipal de Viana do Alentejo decidiu durante as Comemorações do Feriado Municipal de 13 de Janeiro agraciar o Clube com a Medalha de Honra do Município espero que a atribuição desta Medalha, não sirva só para avivar memórias, mas sim para despertar vontades em todos os Aguiarenses para que se possam criar as condições necessárias de recuperação, e coloca-lo de novo ao serviço de toda a população.

                                                                           (5)

Quanto ao GCDA, estou de acordo contigo, claro que a medalha é mais que justa, não consigo é perceber a ausência dos seus dirigentes na cerimonia, demonstram com esta atitude, uma grande falta de respeito para com os sócios, Câmara Municipal e todas as pessoas que se empenharam na atribuição da mesma."


Cine-Teatro Vianense: 4 de Fevereiro

Sexta-feira, 4 de Fevereiro, pelas 21:30 Horas



País: EUA
Género: Acção, Aventura, Thriller
Classificação: M/16
Realização: Ethan Maniquis, Robert Rodriguez

Intérpretes: Danny Trejo, Robert De Niro, Jessica Alba, Steven Seagal, Michelle Rodriguez, Don Johnson, Lindsay Lohan

Sinopse:

Aparentemente morto pelo chefe Mexicano do narcotráfico, Torrez (Steven Seagal), Machete (Danny Trejo), um lendário ex-agente federal, conseguiu escapar com vida e partiu para o Texas, na tentativa de esquecer o seu passado trágico.

No entanto, Machete depara-se agora com uma perigosa rede de corrupção e, enganado por Benz (Jeff Fahey), aceita uma proposta para assassinar o senador McLaughlin (Robert De Niro). Quando percebe as intenções de Benz, Machete falta ao acordado, e fica com a cabeça a prémio.

Na tentativa de limpar o seu nome, Machete vai contar com a ajuda de Luz (Michelle Rodriguez), uma sexy vendedora de tacos, mas que é ao mesmo tempo líder de uma rebelião e Padre (Cheech Marin), um padre muito perigoso com armas. Machete terá ainda de lidar com Sartana Rivera (Jessica Alba), uma oficial de imigração, dividida entre estar do lado da lei, e fazer o que está realmente correcto.

No final, toda esta luta irá colocar, novamente, Machete contra Torrez, no que se espera ser uma vingança épica...


Horários de Bilheteira:
De quarta a sexta-feira das 14:30H às 17:30H
No próprio dia 1 hora antes do espectáculo/sessão

Contacto para reservas:
Telf: 266791007
mail: cine-teatrovianense@cm-vianadoalentejo.pt

Todas as reservas devem ser levantadas até meia hora antes do espectáculo/sessão

  ©Template by Dicas Blogger.

TOPO