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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Existem várias formas de roubar os cidadãos
Como se não tivesse bastado o aumento do IVA, para 23% na electricidade, cuja empresa distribuidora, EDP, foi recentemente vendida aos chineses, e logo sofrendo um aumento do custo às clientes, nós, como também diversos aumentos dos combustíveis sem que se saiba porquê, esta semana voltam a aumentar.
Quanto à EDP, apresentou lucros fabulosos e até veio o senhor Mexia dizer que não diziam respeito ao país, mas a negócios em parcerias lá fora, não se compreendendo qual a razão porque no dia seguinte foi anunciado novo aumento das tarifas eléctricas.
Não se tem lido nem ouvido falar de falta de rama ou crude, apenas se pôde ler que o Irão aceita pagamento em ouro, mas também em moedas que lhe inspirem confiança, mas os grandes fornecedores do Brendt sendo a Arábia Saudita e outros países árabes, nada tendo a ver com a Síria.
Então, porque razão se aumentam os preços aos consumidores?
Desde os Estados Unidos à Europa, que se fundou uma cartelização das empresas distribuidoras que querem, a todo o custo, fazer com que se deponham os carros a gasoil e ou gasolina, para venderem os carros eléctricos que foram fabricando, com a ajuda do Japão.
Mas, se os nossos carros são recentes e rolam bem, para quê estarmos a endividar-nos para comprar carros designados híbridos?
A GALP e a BP sobretudo, estão sempre na vanguarda da corrida ao aumento dos preços dos combustíveis e é vê-las sempre a aumentar, arrastando outras para o mesmo caminho, porque cartelização obriga.
Há, todavia, distribuidoras que fazem preços mais baixos, mas que fazem com que carros abastecidos continuadamente nos seus postos obrigam,depois, asubstituição de peças no motor do carro, e lá se vai a poupança.
A roubalheira é tanta, sob o olhar complacente dos governantes, que não pôem um travão a todos esses roubos cometidos sobre um povo já fustigado por subidas abruptas de impostos e cortes salariais e dos subsídios.
Os portugueses estão a sentir-se como se condenados à guilhotina económico-financeira, e qualquer dia deverão desenrascar-se para arranjar dinheiro para pagar por ou para ter um emprego.
E ninguém faz nada para segurar os mercados, que são, ao fim e ao cabo, quem dirige os governos dos países ocidentais sobretudo.
Este capitalismo selvagem e esta globalização neoliberal acabará como em todas as épocas aconteceu. Com a guerra armada, pois na económica já estamos há muito, sendo necessário lutar por e com todos os meios para acabar com esta nova forma de vida social.
Visto em "Um Povo à Rasca 1"
Publicado por Mestre Finezas à(s) 23:13 0 tesouradas
Etiquetas: Economia, Energia, Governo Passos/Portas, Tira a mão do meu bolso
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Alentejo Central quer estratégia de eficiência energética para iluminação pública
A Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC) apresentou ao Inalentejo, o programa operacional do Alentejo 2007/2013, um projecto de eficiência energética na iluminação pública. A candidatura foi tornada pública a 29 de Julho último e contou com o apoio da ARECBA, a Agência Regional de Energia do Centro e Baixo Alentejo.
“Este projecto de Eficiência Energética na Iluminação Pública no Alentejo Central tem como principais objectivos a redução de consumos e, como consequência, a redução de custos municipais com energia eléctrica para a iluminação Pública e a melhoria das condições ambientais do território, fruto da redução de emissões de gases de efeito de estufa, mais concretamente de CO2”, explicou a CIMAC em comunicado.
De acordo com a entidade, a candidatura tem quatro eixos principais:
1. Introduzir relógios astronómicos em todos os postos de transformação de iluminação pública do Alentejo Central, que ainda não os apresentem, prevendo-se uma redução de consumo da ordem dos 7% de energia eléctrica e a correspondente redução de emissão de CO2;
2. Substituição das actuais lâmpadas de mercúrio por lâmpadas de vapor de sódio de alta pressão nos postos de transformação de iluminação pública que constituam os circuitos mais consumidores (20% do total);
3. Introdução de tecnologia LED nas instalações semafóricas dos municípios de Arraiolos, Alandroal, Estremoz, Mora, Reguengos de Monsaraz, Redondo e Viana do Alentejo;
4. Substituição de luminárias actuais por luminárias LED nos municípios de Viana do Alentejo; Estremoz e Reguengos de Monsaraz.
Em termos ambientais, o projecto permitirá atingir os seguintes resultados anuais:
1. Redução do consumo anual de 2.398.943 kWh em energia eléctrica;
2. Redução das emissões de CO2 para a atmosfera em cerca de 1.128 toneladas
Visto em "Grenn Savers"
Publicado por Mestre Finezas à(s) 00:02 0 tesouradas
Etiquetas: Alentejo, Câmara de Viana, Energia
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Onde está o lobby nuclear?
Era bom os Srs. Jornalistas irem perguntar ao Engº Mira Amaral, Henrique Neto, Srs. Prof. do IST do grupo Monteiro de Barros e alguns políticos, se não querem fazer agora a tal reflexão sobre a energia nuclear em Portugal.
É que estes senhores dizem que o nuclear não deve ser tabu e que devia pelo menos ser debatido e estudado. Segundo eles as energia renováveis, a começar pela energia eólica, têm impactos negativos na paisagem e são a causa da morte de muitos passarinhos (eólicas), e gravuras rupestres (barragens).
Claro que isto nada tem a ver com os avisos de contaminação nuclear no Japão, já que tem sido dito à boca cheia que a energia nuclear é perfeitamente segura, tem as mais modernas tecnologias e é gerida pelos técnicos mais competentes. Além do mais, dizem, é competitiva e não provoca emissões de CO2. Em resumo, uma maravilha.
É altura de repetirem aos portugueses o que têm vindo a dizer, para lhes fazermos umas perguntas.
Vejam o que disseram algum tempo atrás em:
Patrick Monteiro de Barros:
"Hoje é um dos dias mais felizes da minha vida porque há 22 meses lancei uma ideia enquanto empresário, mas nunca pensei chegar ao dia de hoje e ver com esta reunião ser dado o pontapé de saída do nuclear em Portugal".
Mira Amaral afirmou durante a conferência ser a favor enquanto engenheiro, ter dúvidas sobre a sua rentabilidade enquanto economista e defendeu uma consulta aos portugueses se fosse político.
Pedro Sampaio Nunes, antigo secretário de Estado da Ciência e Inovação e que colabora com Patrick Monteiro de Barros neste projecto, defendeu a energia nuclear enquanto geradora de riqueza para o país.
Espantem-se:
Sampaio Nunes defendeu ainda a segurança oferecida pelo nuclear, afirmando que o carvão oferece "maior perigosidade" e em termos de acidentes "a hídrica é a forma mais letal" de gerar electricidade.
Pelo contrário, José Delgado Domingos, professor do Instituto Superior Técnico, foi muito crítico em relação à opção nuclear, defendendo antes a aposta nas renováveis, nomeadamente eólica, e no aumento da eficiência energética.
Visto em "eu-calipto"
Publicado por Mestre Finezas à(s) 22:19 1 tesouradas
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