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segunda-feira, 18 de março de 2013

Assim vai o nosso País pela mão deste governo

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Passos Coelho ganhou eleições com fraude eleitoral - 5

Sim, uma fraude política e eleitoral não é só alterar resultados nas urnas ou viciar o número de eleitores, é também mentir aos portugueses sobre as políticas a implementar.
 
Maio de 2011  
Perante mais de três mil pessoas em Coimbra, Pedro Passos Coelho afirmou que estas eleições vão servir para levantar Portugal.
"Num discurso repleto de esperança e virado para o futuro, o candidato do PSD firmou o compromisso de colocar Portugal a crescer, criar empregos e defender o Estado social."

Dezembro de 2012
Depois de tantas promessas não cumpridas, as imagens seguintes traduzem os desastrosos resultados da política do governo Passos/Portas.

 
 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Passos Coelho ganhou eleições com fraude eleitoral - 4

Sim, uma fraude política e eleitoral não é só alterar resultados nas urnas ou viciar o número de eleitores, é também mentir aos portugueses sobre as políticas a implementar.


PASSOS COELHO CONFESSA-SE CRIMINOSO

Ao deixar derrapar a execução orçamental, ao afundar a economia nacional e ao não cumprir os objetivos que se propôs, designadamente não atingindo a meta do défice (4,5%) com que se comprometeu, o Governo (do PS) incorreu em responsabilidade criminal.

Quem o disse não fui eu. Foi o próprio Dr. Passos Coelho, num discurso de que o "Correio da Manhã" de 6-11-2010 publicou os seguintes excertos:

"Se nós temos um Orçamento e não o cumprimos, se dissemos que a despesa devia ser de 100 e ela foi de 300, aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa também têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos e pelas suas acções"

"Não podemos permitir que todos aqueles que estão nas empresas privadas ou que estão no Estado fixem objetivos e não os cumpram. Sempre que se falham os objectivos, sempre que a execução do Orçamento derrapa, sempre que arranjamos buracos financeiros onde devíamos estar a criar excedentes de poupança, aquilo que se passa é que há mais pessoas que vão para o desemprego e a economia afunda-se"

"Não se pode permitir que os responsáveis pelos maus resultados andem sempre de espinha direita, como se não fosse nada com eles". "Quem impõe tantos sacrifícios às pessoas e não cumpre, merece ou não merece ser responsabilizado civil e criminalmente pelos seus actos?"

Proféticas palavras! Pois se assim é, aguarda-se que o Dr. Passos Coelho seja por uma vez coerente e vá entregar-se no posto da G.N.R. de Massamá.

Visto no "Ponte Europa"

sábado, 12 de janeiro de 2013

Passos Coelho ganhou eleições com fraude eleitoral - 3

Sim, uma fraude política e eleitoral não é só alterar resultados nas urnas ou viciar o número de eleitores, é também mentir aos portugueses sobre as políticas a implementar. 

O histórico centrista diz que o PSD mergulhou num "neo-liberalismo implacável" acompanhado de "uma atitude repressiva

"O antigo líder do CDS-PP, Adriano Moreira, considera que o Governo de Passos Coelho está a perder “legitimidade” por estar a aplicar um programa “bem diferente” daquele que com que se apresentou a eleições.

Em entrevista à Antena 1 na passada sexta-feira, Adriano Moreira afirmou que é “absolutamente evidente que entre o programa oferecido e o programa que está a ser executado não há coincidência e aí começa a perda da legitimidade do exercício”.

Mais no publico.pt
 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Passos Coelho ganhou eleições com fraude eleitoral - 2

Sim, uma fraude política e eleitoral não é só alterar resultados nas urnas ou viciar o número de eleitores, é também mentir aos portugueses sobre as políticas a implementar.


Miguel Macedo, em 8 de Fevereiro de 2011: "O dirigente social democrata referiu que nunca ninguém no seu partido “defendeu o recurso a despedimentos na função pública para resolver algumas questões que têm a ver com a reforma do Estado”.


Marco António, Costa em 26 de Abril de 2011: "Nós [PSD] não temos agendas escondidas. Não prometemos uma coisa e fazemos outra quando nos apanhamos no poder. Essa é a prática do PS. Esse é o estilo de governação que José Sócrates iniciou neste país e institucionalizou e que levou à descredibilização da classe política”, disse."



sábado, 29 de dezembro de 2012

"Temos o primeiro-ministro mais aldrabão, incompetente, irresponsável e perigoso de sempre"

• Fernanda Câncio, Incrivelmente é pouco:

    ‘Não há como negar: temos o primeiro-ministro mais aldrabão, incompetente, irresponsável e perigoso de sempre (desde que há eleições livres, bem entendido).

    Vejamos as suas últimas declarações sobre as pensões: um chorrilho de inexatidões, mentiras e acinte. Diz Passos que a denominada "contribuição especial de solidariedade" (CES) é pedida aos que recebem "pensões muito altas". Exime-se, desde logo, de explicitar que para ele as "pensões muito altas" começam nos 1350 euros - primeira aldrabice. E prossegue: esse "contributo especial" é devido por quem recebe essas pensões "por não ter descontado na proporção", quando "hoje os que estão a fazer os seus descontos terão a sua reforma como se esta fosse capitalizada - tendo em conta todos os descontos". Refere-se ao facto de as regras de cálculo terem mudado em 2007, com o primeiro Governo Sócrates (e uma lei aprovada apenas com votos do PS), quando antes se referiam aos melhores dez dos últimos 15 anos ou mesmo ao derradeiro ordenado.

    Sucede que, ao contrário do que esta conversa dá a entender, a dita "solidariedade" imposta às pensões a partir de 1350 euros vai direitinha, como aliás esta semana o insuspeito Bagão Félix frisou no Público, para o buraco do défice. Não vai para a Segurança Social e portanto não serve para "ajudar" nas pensões futuras - segunda aldrabice. E se as pensões "mais altas" não foram calculadas com base na totalidade dos descontos, as mais baixas também não - aliás, as pensões ditas "mínimas" referem-se a carreiras contributivas diminutas. Pela ordem de ideias de Passos os seus beneficiários têm o que merecem: pensões baixas por terem descontado pouco. Mas faz questão de repetir que lhas aumentou em 1,1%, dando a entender que a CES serve para tal (terceira aldrabice), enquanto a verdade é que o faz com o corte do Complemento Solidário para Idosos. Ora se nem todos os que recebem pensões mínimas são pobres, o CSI, fulcral na diminuição da pobreza dos idosos nos últimos anos, foi criado para somar às pensões muito baixas de quem não tem outros meios de subsistência. E é aí que Passos tira, com o desplante de afirmar que é tudo "em nome da justiça social" (esta aldrabice vale por cem).

    Mas a maior aldrabice, implícita em todo este discurso, é de que a Segurança Social é já deficitária e urgem medidas hoje. Citando de novo Bagão, "o Regime Previdencial da SS, além de constitucionalmente autónomo, até é superavitário (mais receita da TSU do que as pensões e outras prestações de base contributiva)! E tem sido este regime a esbater o défice do Estado e não o inverso, como, incrivelmente, se tem querido passar para a opinião pública".

    Sim, Bagão está a falar do seu camarada de partido, Mota Soares, e a chamar-lhe mentiroso. Incrivelmente? Não: devíamos estar todos a repetir o mesmo, todos os dias, em todo o lado, até que este pesadelo acabe. E possamos, finalmente, discutir estas coisas tão sérias com seriedade.’

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Passos Coelho ganhou eleições com fraude eleitoral - 1

Sim, uma fraude política e eleitoral não é só alterar resultados nas urnas ou viciar o número de eleitores, é também mentir aos portugueses sobre as políticas a implementar.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Jonet e o Governo, a mesma luta

 
João Cardoso Rosas, Caridade e solidariedade:

‘Quando Isabel Jonet vem agora dizer que a caridade é preferível não podemos desligar-nos de um contexto político no qual o Governo pretende impor um corte devastador no Estado social, em especial nas prestações sociais. Ou seja, os discursos de Jonet e do Governo funcionam em tandem. Eles fazem cada um por si aquilo que Nozick fazia em simultâneo na sua sala de aula. Ao dizer que a caridade é preferível, Jonet está também a dizer, de forma sub-reptícia, que o Governo tem razão em cortar na solidariedade.’
 

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

UHF - Cavalos de corrida


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Vingança

• José Pacheco Pereira, [hoje na revista Sábado]:

‘Eu sei bem o peso semântico de uma palavra como vingança, mas não posso escapar-lhe.

Quando lemos e ouvimos o actual discurso do poder, em toda a sua extensão, do primeiro-ministro, da maioria dos governantes (nem todos), do establishment do poder aos blogues serventuários, à escrita e ao comentário de bajulação e de legitimação, percebe-se um tom revanchista que transpira por todo o lado.
 
Pode ser a pretexto de Sócrates, do PS, dos grevistas, dos estivadores, dos funcionários públicos, do Estado, dos que querem continuar "como dantes", dos que "têm direitos a mais", dos que querem esconder-se atrás do "escudo de uma Constituição obsoleta", dos que não querem sair da sua "zona de conforto", mas é na verdade sobre Portugal e os portugueses que se usa esse tom.
 
Os portugueses têm de mudar de vida pela pobreza e pela virtude, pelas ideias simples e rudimentares de quem nunca passou de vagas e ignorantes noções obtidas pelas modas nos media e nos blogues, alicerçada depois pela vaidade das companhias certas dos grandes do mundo.
 
Por isso, o espírito de vingança está lá, contra os portugueses que apanharam todos o maior charter do mundo e foram ao México passar férias em Acapulco, andar de sombrero, ouvir mariachis e beber tequila e por isso devem ser agora punidos colectivamente por um retorno à pobreza purificadora.’

 

sábado, 1 de dezembro de 2012

Bagão Félix: Discutir o Estado social é fácil porque atinge pessoas sem voz

O conselheiro de Estado Bagão Félix criticou hoje a discussão política do Estado social, considerando-a «estúpida» e «fácil» por atingir «pessoas que não têm possibilidade de erguer a sua voz», como os idosos, os desempregados ou os doentes.

«O Estado social discute-se porque é a parte do Estado que tem mais a ver com as pessoas que são velhas, reformadas, desempregadas, estão doentes, estão sós, têm incapacidades, pessoas que não têm voz, não têm "lobbies", não abrem telejornais, não têm escritórios de advogados, não têm banqueiros», disse o conselheiro, na abertura de uma conferência sobre a crise promovida hoje, em Lisboa, pela Fundação Liga.
 
Para Bagão Félix, a vulnerabilidade destas pessoas é que faz com que seja «relativamente fácil» discutir esta reforma, que na sua opinião está a ser conduzida de uma forma «estúpida» porque é colocada como se fosse uma questão de estar a favor ou contra essa reforma do Estado social, quando «infelizmente o filme não é a preto e branco», mas tem coloridos.
 
 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

70 personalidades escrevem carta a pedir demissão de Passos

Urge correr com este governo de cobardes que massacram os mais fracos, cujo desígnio maior é o empobrecimento do País. Antes que seja tarde de mais, todas as acções, dentro dos limites fixados pela Constituição da República Portuguesa que visem a destruição deste governo são sempre de apoiar.
 
 
 A notícia da carta a pedir a demissão de Passos Coelho:
"Setenta personalidades portuguesas assinaram e enviaram uma carta-aberta ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, a pedir a sua demissão, por considerarem que a política seguida pelo Executivo está a "fazer caminhar o país para o abismo". Mário Soares é o primeiro subscritor da carta.
 
Os signatários da carta garantem que as medidas de austeridades anunciadas pelo executivo liderado por Pedro Passos Coelho excederam as que constam, quer no programa eleitoral do PSD, quer no Programa de Governo "e as consequências têm um forte impacto sobre os portugueses".
 
A carta-aberta foi enviada ao primeiro-ministro e uma cópia seguiu igualmente para Belém, para o presidente da República, Cavaco Silva.
 
Na missiva, assinada por personalidades de vários quadrantes da sociedade portuguesa, como Mário Soares, Siza Vieira e Júlio Pomar, os signatários consideram que "austeridade custe o que custar" está a empobrecer o país.
 
"Perdeu-se toda e qualquer esperança", escrevem, criticando o desmantelamento das funções sociais do Estado, a alienação de empresas estratégicas, os cortes nas pensões, nas reformas e nos salários, o incentivo à emigração e o crescimento do desemprego.
 
Com as falhas verificadas em todas as previsões económicas, acusam o Executivo de Pedro Passos Coelho de ter "um fanatismo cego" que está a fazer "caminhar o país para o abismo".
 
Classificam ainda o Orçamento do Estado, aprovado na segunda-feira, de "injusto, socialmente condenável e portador de disposições de constitucionalidade duvidosa".
 
E, perante este cenário, os signatários apelam ao primeiro-ministro para que "retire as consequências políticas que se impõem, apresentando a demissão ao Senhor Presidente da República, poupando assim o País e os Portugueses ainda a mais graves e imprevisíveis consequências".
 
Entre os signatários desta carta estão dirigentes do PS e do Bloco de Esquerda (casos de Fernando Rosas e Daniel Oliveira), sindicalistas (com particular destaque para o ex-líder da CGTP-IN Carvalho da Silva), professores universitários e figuras ligadas ao meio da cultura.
 
Subscrevem ainda o documento Adelino Maltez (professor universitário), Alfredo Bruto da Costa (sociólogo), Alice Vieira (escritora), Siza Vieira (arquitecto), Ana Sousa Dias (jornalista), Dias da Cunha (empresário), António Arnaut (advogado), António Reis (professor universitário), Boaventura Sousa Santos (professor universitário), Carlos Trindade (sindicalista), Duarte Cordeiro (deputado do PS), Clara Ferreira Alves (jornalista), Ferro Rodrigues (ex-líder do PS e deputado), Eduardo Lourenço (professor universitário), Helena Pinto (deputada do Bloco de Esquerda), Inês de Medeiros (deputada do PS), Maria de Medeiros (realizadora e atriz), Jaime Ramos (medido e ex-deputado do PSD), Joana Amaral Dias (professora universitária) e Medeiros Ferreira (antrigo ministro dos Negócios Estrangeiros).
 
Assinam ainda o documento João Galamba (deputado do PS), Pedro Delgado Alves (ex-líder da JS), Mário Jorge (médico), João Torres (líder da JS), João Cutileiro (escultor), João Ferreira do Amaral (economista), Júlio Pomar (pintor), Manuel Maria Carrilho (ex-ministro da Cultura), Pedro Abrunhosa (músico), Pilar Del Rio Saramago (jornalista) e Teresa Pizarro Beleza (jurista)."

O texto integral pode ser lido aqui.

Visto no "JN"
 

domingo, 18 de novembro de 2012

Saiba como pode Baixar o IMI




Se deseja baixar o valor que paga anualmente de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) deve pedir uma reavaliação do seu imóvel para baixar o valor. Todas as casas anteriores ao ano de 2003 vão ser reavaliadas pelas finanças. Assim, quem comprou casa antes de 2003 poderá ter de pagar mais IMI em 2013.
Para saber se pode ficar isento do pagamento de IMI, deve deslocar-se a uma repartição das finanças para saber se o seu imóvel está ou não isento do pagamento. Em alternativa, pode ver na caderneta predial o valor do seu imóvel.

Pedir uma reavalição do IMI
  • Pode pedir reavaliação caso a sua casa tenha mais de 2, 8, 15, 25, 40, 50 ou 60 anos

Como Baixar o IMI?

  • Casas com mais de 100 m2 podem ter um desconto no IMI de 5 a 15% (aplicável a casas compradas antes de 2007)
  • Pedir a reavaliação da casa através da entrega do modelo 1 de IMI (deve perguntar primeiro nas finanças se vale a pena pedir a reavaliação, para não ter de pagar caso a reavaliação seja por um valor igual ou superior)
  • Prédios urbanos objeto de reabilitação urbanística, pelo período de dois anos a contar do ano, inclusive, da emissão da respectiva licença camarária.

Quem fica isento de pagar IMI?

  • Agregados familiares com rendimento anual máximo de 12 911.98 euros (IAS x 14 x 2.2);
  • Valor patrimonial do imóvel inferior a 58.690.80 euros (IAS X 14 X 10)
  • Prédios ou parte de prédios urbanos habitacionais, construídos ou adquiridos a título oneroso e destinados à habitação própria e permanente do sujeito passivo ou do seu agregado familiar, desde que sejam efectivamente afectos a tal fim no prazo de seis meses após a aquisição ou a conclusão da construção, salvo por motivo não imputável ao beneficiário. A isenção será concedida pelo chefe do serviço de finanças da área da situação do prédio, por um período de 8 anos, se o valor patrimonial tributário do imóvel não exceder 157 500€, ou de 4 anos, se esse valor exceder os 157 500€ mas não ultrapassar 236 250€.

Fórmula de Cálculo do IMI

  • Valor por m2 da casa (definido pelo Estado) x m2 da casa x tipo de utilização x valor da localização x qualidade e conforto x idade da casa (coeficiente de vetustez)
Visto em "online 24"

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Estamos a viver o sonho de Passos Coelho


Povo Livre de 21 de Janeiro de 2012. Passos Coelho na Assembleia da República,  em 17 de Janeiro de 2012


... "Tudo o que se está a passar faz parte da agenda ideológica de Passos Coelho, que, com os seus aliados vários, está a aproveitar a oportunidade para fazer a sua contra-revolução.

Têm dúvidas? Não tenham. A seu tempo, isso foi explicado por quem de direito. Vejamos.
A 3 de Maio de 2011, Eduardo Catroga, representante do PSD nas negociações do "programa de ajustamento" entre Portugal e a Troika, afirmou que a negociação do programa de ajuda externa a Portugal «foi essencialmente influenciada» pelo PSD e resultou em medidas melhores e que iam mais fundo do que o chamado PEC IV. (fonte) (outra fonte)
Aliás, Catroga anunciava o resultado da sua influência no programa de ajustamento: tudo seria muito melhor do que com o PEC IV, Portugal ganhava uma "oportunidade para fazer as reformas que se impõem". (link para ouvir)

Na verdade, que esta maioria se esteja sempre a justificar com o anterior governo é uma mistificação. Esta maioria está a fazer aquilo que Passos Coelho quis ter a oportunidade de fazer, como, aliás, o próprio explicou. Vejamos.

No final de Janeiro deste ano da desgraça de 2012, Passos Coelho, presidente do PSD e já então primeiro-ministro, afirmou sem rebuços que o seu partido tem um "grau de identificação importante" com o programa acordado com a 'troika' e quer cumpri-lo porque acredita nele. Nas suas palavras: "(...) o programa eleitoral que nós apresentámos no ano passado e aquilo que é o nosso Programa do Governo não têm uma dissintonia muito grande com aquilo que veio a ser o memorando de entendimento celebrado entre Portugal, a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional". Ainda segundo o presidente do PSD, "executar esse programa de entendimento não resulta assim de uma espécie de obrigação pesada que se cumpre apenas para se ter a noção de dever cumprido". (fonte) (outra fonte)

Tudo isto explica porque Passos e Gaspar nem querem ouvir falar em agir politicamente para mudar as condições do resgate. Ao ponto de o PM de Portugal ir a um Conselho Europeu e ficar calado acerca do que está acontecer por cá: Cimeira europeia: Portugal não consta entre os países que alertaram para o impacto social da crise. Parece que estamos a viver o sonho de Passos Coelho e ele não quer acordar"
Visto aqui

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Terrorismo fiscal

Aos novos escalões de IRS acresce uma sobretaxa de 4% cobrada mensalmente e ainda, no caso do último escalão de IRS, uma taxa de solidariedade de 2,5%.
 
"O ex-ministro das Finanças, Bagão Félix, reagiu de forma indignada às medidas da versão preliminar do Orçamento do Estado (OE) para 2013, considerando tratar-se de um «napalm fiscal".
 
Com uma dívida pública impagável nos prazos e juros praticados, só a Padeira de Aljubarrota pode esmagar esta corja de mercenários que destroem o País.

domingo, 16 de setembro de 2012

Governo de Passos Coelho com os testículos traccionados para a região inguinal

O Povo é quem mais ordena
Um primeiro-ministro que aterroriza os portugueses, incendiando o País, na tentativa de facilmente conduzir os mais frágeis ao holocausto do empobrecimento.

Um primeiro-ministro que considera que “o desemprego não tem de ser encarado como negativo e pode ser «uma oportunidade para mudar de vida».
 
Um primeiro-ministro cujo governo vomita para cima dos jovens que estão no desemprego: “temos de sair da zona de conforto e ir para além das nossas fronteiras”.
 
Um primeiro-ministro que leva ao colo o seu amigo Miguel Relvas, contrariando a população farta dos análogos Oliveiras e Costas & Dias Loureiros S.A.
 
Um primeiro-ministro que anuncia durante o 80º aniversário da fábrica de chocolates Imperial, em Vila do Conde, que vamos demorar 15 a 20 anos a reduzir a dívida, apontando o final destes tempos difíceis para as calendas gregas.
 
Um primeiro-ministro que já não entra pela porta da frente de nenhuma empresa ou instituição deste País, com medo da população que o espera nesses locais para se manifestar.
 
Um primeiro-ministro que é corajoso a empobrecer a maioria dos portugueses, mas cobarde quando enfrenta os grandes interesses e na rua a indignação da população.
 
 Um primeiro-ministro que pretende transferir rendimentos do trabalho para o capital, pasme-se ou talvez não, contra a opinião maioritária dos supostos beneficiados.
 
Um primeiro-ministro que sem decoro anuncia na proposta de orçamento do estado para 2013, um acréscimo de dificuldades intoleráveis para a maioria das famílias portuguesas.
 
Um primeiro-ministro e seus lacaios que menosprezam a inteligência dos portugueses, ao considerarem que a indignação generalizada, com o anúncio da proposta de orçamento do estado para 2013, tem apenas a ver com a forma e o momento da comunicação, e não com o conteúdo das medidas anunciadas.
 
Um primeiro-ministro que …
 
A política ruinosa de Passos Coelho e seus jagunços, à revelia de tudo o que prometeram durante a campanha eleitoral de 2011, só podia ter tido, para já, esta resposta dos portugueses:
 
O “Povo Unido” saiu à rua em mais de 40 cidades, juntando só em Lisboa cerca de meio milhão de pessoas, coisa só vista no 1.º de maio de 1974.
 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

“Alguma coisa tem de ser ajustada” foi o recado de Ferreira Leite para os deputados


“Só por teimosia se pode insistir numa receita que não está a dar resultados”. Manuela Ferreira Leite deu esta noite um rara entrevista à TVI24 onde exortou o Governo a arrepiar caminho e os portugueses a fazerem “cada um o que tem de fazer para, em consciência, tentar inverter” o rumo. 

Foi um recado directo aos deputados, que podem alterar ou chumbar o Orçamento do Estado. “Alguma coisa tem de ajustada”, afirmou a ex-ministra das Finanças de Cavaco Silva, porque entende que se o país seguir a linha traçada, “não só não se atingem os objectivos como o país chega ao fim destroçado”. 

A antiga líder do PSD, que já foi conselheira do Presidente da República, pôs em xeque, com palavras duríssimas, toda a actuação do Governo. Acusou-o de governar com base em “modelos que estão a ser perniciosos e não têm nenhuma adesão à realidade”, sem conseguir explicar onde o país vai estar em 2014 e “como se salta daqui para o crescimento”. 

 Questionou o executivo sobre as negociações com a troika dizendo que, se fosse ela, havia de “berrar”, aqui como em Bruxelas. Acusou-o de “total insensibilidade social”, sobretudo para os reformados. E acabou a entrevista a admitir participar na manifestação de protesto marcada para sábado.

 Sobre as medidas anunciadas sexta-feira pelo primeiro-ministro e as explicações posteriores do ministro das Finanças, Ferreira Leite foi lapidar: “Senti-me como na União Soviética de outros tempos. O ministro das Finanças a gerir a tesouraria das empresas privadas? Isso existe onde?” 

Na sua opinião, a transferência de parte da taxa social única dos trabalhadores para as empresas é suficiente para quebrar o consenso social e político. A começar pela coligação: “O CDS não deve saber de muitas coisas, porque não estão de acordo com o que prometeu ao eleitorado. 

A continuar pela concertação social: “Como pode o secretário-geral de uma central sindical aceitar uma medida que vai aumentar o desemprego?” E a terminar no país: “Ninguém foi ouvido sobre a TSU e ninguém a defende.”

Visto no "Público" 

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Quando vi a televisão, vi como Passos não conta


  Friedrich Engels e Karl Marx
O confisco de um ou dois salários aos trabalhadores portugueses significará menos consumo, mais falências, mais desemprego, pior economia. Não interessa a ninguém? Não. Interessa às grandes (muito grandes) empresas, interessa à troika , interessa ao diretório europeu, interessa a quem, na verdade, manda: a grande burguesia financeira e industrial. Passos Coelho, o arauto triste, não conta. Porquê?
 
Porque o governo do Estado moderno é apenas um comité de gestão dos negócios comuns de toda a classe burguesa.
 
Na sociedade burguesa, o capital é independente e pessoal enquanto o indivíduo que trabalha não tem independência nem personalidade.
 
Impelida pela necessidade de mercados sempre novos, a burguesia invade todo o globo. Necessita estabelecer-se em toda a parte, explorar em toda a parte, criar vínculos em toda a parte.
  
A resultante obrigatória dessas transformações foi a centralização política. Províncias independentes, apenas ligadas por debéis laços federativos, possuindo interesses, leis, governos e tarifas aduaneiras diferentes, foram unidas numa só nação, com um só governo, uma só lei, um só interesse nacional de classe, uma só barreira alfandegária.
 
Em virtude da concorrênca crescente dos burgueses entre si e devido às crises comerciais que daí resultam, os salários tornam-se cada vez mais instáveis.
 
O preço médio que se paga pelo trabalho por conta de outrem é um mínimo de salário, ou seja, é a soma dos meios de subsistência necessários para que o operário viva como operário.
 
Depois de sofrer a exploração do fabricante e de receber o seu salário em dinheiro, o operário torna-se presa de outros membros da burguesia: do proprietário, do retalhista, do banqueiro, etc.
 
As camadas inferiores da classe média de outrora, os pequenos industriais, pequenos comerciantes e pessoas que possuem rendas, artesãos, camponeses, caem nas fileiras do proletariado.
 
De que maneira consegue a burguesia vencer as crises? Por um lado através da destruição violenta de uma grande quantidade de forças produtivas; por outro lado, pela conquista de novos mercados e pela exploração mais intensa dos antigos. A que leva isso? À formação de futuras crises, mais extensas e destruidoras, e à diminuição dos meios capazes de evitá-las...
 
Tudo isto que acabou de ler, a partir do segundo parágrafo, foi escrito há 164 anos. É do Manifesto do Partido Comunista. É Marx e Engels. Soa a chavão. Mas quando vi, sexta-feira, Passos Coelho na TV, senti-me no século XIX.

No "DN" por Pedro Tadeu
 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Como uma imagem “normal” se pode tornar uma imagem obscena.

Esta fotografia, publicada pelo Correio da Manhã, podia ser apenas a fotografia de um casal feliz num momento de prazer e descontracção. Mas a legenda diz tudo:
Horas depois de falar ao País, Passos foi com a mulher, Laura, ver o concerto de Paulo de Carvalho no Teatro Tivoli (Lisboa) e, sorridente, cantou ‘Nini dos Meus 15 Anos’

Depois daquela chocante comunicação ao País esperar-se-ia do primeiro-ministro um pouco mais de decoro …ou como uma imagem “normal” se pode tornar uma imagem obscena.
 
Visto no "VAI E VEM"
 

sábado, 8 de setembro de 2012

O excel de Gaspar

Não haverá um único pensionista e reformado capaz de votar em Passos & Portas nos próximos anos. São eles (reformados e pensionistas) os mais penalizados. São eles os mais castigados.
 
Na prática, são eles os que pagam mais – perdem os dois subsídios e têm ainda a terrível desvantagem competitiva de não poderem compensar a perda de rendimento com mais trabalho: ninguém os quer, emigrar está fora de questão, estão tramados.
 
Os funcionários públicos, enfim, já não se podem valer de nada, nem do Tribunal Constitucional. Ficam como estavam: 12 salários por ano e é bom que se habituem, porque o transitório é permanente. Este Governo tem-nos debaixo de olho.
 
Quem trabalha no sector privado também perde um salário, além do que tem vindo a perder nos últimos anos: aumentos zero e, nalguns casos, cortes salariais negociados (impostos) pelas empresas.
 
Diz o primeiro-ministro que a poupança das empresas (gastam menos em segurança social) ajudará a travar o aumento do desemprego. Esse milagre talvez aconteça no maravilhoso excel de Gaspar, no mundo real – que ele notoriamente desconhece – não é bem assim: a redução de custos alivia as tesourarias do sector privado, mas penaliza o consumo, o que afetará os resultados (exceto nos poucos que exportam) provocando mais destruição.
 
Para que servem as empresas se não há mercado, não é? O perigo é evidente, mas Gaspar tenta convictamente a carambola. A redução dos salários, esse outro grande desígnio do Governo, segue portanto o seu glorioso caminho.
 
Só o Estado engorda: ainda limpa mais alguns milhões com esta jogada contabilística.
 
Isto não é política, é o esmagamento de todos os assalariados. Pelo menos é para todos, dirá o Governo. É verdade: agora o Governo está cercado.
 
Por André Macedo em "Dinheiro Vivo"

 

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