segunda-feira, 18 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
Lana Del Rey - Blue Jeans
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Etiquetas: Música
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Como o Facebook devassa as nossas vidas... e porque vai continuar
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Etiquetas: Opinião nos media, Redes Sociais
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"João Penetra já não é o presidente de Alvito (e alguma vez, de facto, o foi?), mas não abdica do seu vencimento neste município."
O que caracteriza o João Penetra não é o “querer ser mais”, mas sim ser um daqueles indivíduos que não olha a meios para atingir os seus fins: tanto pactua com Deus como com o Diabo, a escolha é apenas ditada pelas contingências do momento. De manhã é um fervoroso católico apostólico romano, podemos vê-lo na missa, em Alcáçovas ou em Vila Nova da Baronia, um dia destes vai começar a aparecer aí em Viana; à noite metamorfoseia-se, despe a opa e ei-lo na reunião do “partido” – como sabemos, marxista-leninista, onde impera o primado do ateísmo militante. Confuso? Não! Sinuosos são os caminhos para o poder.
João Penetra, ao contrário do seu antigo colega Estêvão Pereira, sabe ler os sinais dos tempos. A 11 de Abril de 2008, quase no final do mandato anterior da CDU na Câmara de Viana, pediu a renúncia do mandato de vereador. Fê-lo porque percebeu que os processos criminais que envolviam a autarquia e a Polícia Judiciária, nos quais tinha responsabilidades efetivas, podiam por em causa o futuro dos seus projetos de vida e, sobretudo, daquele que lhe é mais querido: ser o primeiro alcaçovense a ocupar a presidência do Município de Viana. Saltou do barco antes da tempestade. O projeto de Alvito, que há quatro anos lhe era tão querido, abandona-o agora: fá-lo porque não só não cumpriu nada do que se propusera fazer, mas também porque sabe que não voltaria a vencer aqui. Mas a razão maior do seu abandono é que este não é o seu projeto, nunca o foi. João Penetra é, pois, um especialista em saltar de barcos.
João Penetra depende da política. Não é um empresário, um funcionário público, um técnico de contas ou outra coisa qualquer: João Penetra é um político profissional. O seu fim do mês provém do que a política lhe paga e isso explica porque não saiu já da Câmara de Alvito – como fez o seu camarada Pinto de Sá, de Montemor, que agora se candidata à Câmara de Évora. João Penetra já não é o presidente de Alvito (e alguma vez, de facto, o foi?), mas não abdica do seu vencimento neste município. Princípios morais? Apenas no discurso e na pia da água benta, na prática é o que está à vista.
João Penetra sabe que, por agora, não pode vencer Bengalinha Pinto que, debaixo da mesmíssima conjuntura depressiva, fez muito melhor trabalho em Viana do que ele em Alvito. Mas João Penetra já conseguiu a sua primeira “vitória”, o afastamento do seu empecilho interno, Estêvão Pereira. A consagração de João Penetra não vai ser feita no próximo mês de Outubro mas, talvez, daqui a quatro anos. Até lá vai ser um vereador muito empenhado, vai estar em “tudo e em todas”, desdobrar-se-à entre associações e afins, católicas, laicas ou ateias, vamos vê-lo muito, muito, muito por aí. Daqui a quatro anos, isso sim, talvez seja o seu momento. Apenas não sabemos se, nessa altura, ainda estará a correr pelo “partido” de hoje….
Comentário de um cliente, deixado aqui, a 12 de Março de 2013 às 16:02
Sérgio Godinho: Cuidado com as imitações
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Etiquetas: CDU/Viana, Comentário, Conto do vigário, Eleições, João Penetra, Música
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João Penetra e o desemprego no concelho de Alvito - 2
A charlatanice sobre o desemprego em Alvito, do presidente e vice-presidente da Câmara de Alvito, teve eco na comunicação social, (AQUI, AQUI, E AQUI) só comparável com a recente saga Miguel Relvas, ambos ilusionistas da realidade que os números sempre vão desmentindo.
O desemprego em Alvito e no resto do País é um flagelo, como comprovam as estatísticas, e por muito que alguns dinossauros da política tentem ludibriar os mais incautos, em proveito de uma gestão auspiciosa da profissão que abraçam, a vista do eleitorado alcança a verdade dos factos.
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Etiquetas: Alvito, Desemprego, João Penetra, Propaganda
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João Penetra e o desemprego no concelho de Alvito - 1
Numa série de textos vamos tentar perceber se João Penetra, enquanto presidente da Câmara de Alvito, pratica ou não a arte da propaganda enganosa, pois tem sistematicamente passado para exterior a mensagem de que durante o seu mandato, tem praticamente salvado do desemprego os trabalhadores do concelho de Alvito. "O milagre do pleno emprego no concelho de Alvito"
Luís Beguino, vice-presidente da Câmara de Alvito, confirmou ao PÚBLICO que no seu concelho se vive neste momento uma situação "que podemos classificar de pleno emprego". Como é que este milagre aconteceu num ponto da região do Alentejo, onde os autarcas dos seus 47 concelhos se debatem com o pesadelo do desemprego?
O autarca explica que o seu município accionou atempadamente o Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento Económico municipal, que desenvolveu "intensos esforços" para sensibilizar os empresários locais ou nos concelhos periféricos a aceitar mão-de-obra residente em Alvito.
E assim os cerca de 40 desempregados que estavam registados no concelho "foram encaminhados pelo nosso gabinete", refere o vice-presidente, para ocupar postos de trabalhos sazonais, boa parte deles na exploração de Vale da Rosa, que produz uva de mesa sem grainha que é exportada para Inglaterra.
A solução encontrada pelo município alentejano para debelar o desemprego no seu concelho vem ao encontro de outro objectivo: evitar recorrer aos Programas de Ocupação. "Neste momento não temos ninguém a beneficiar destes programas", mas quando é necessário a "câmara não hesita", salienta o presidente da autarquia, João Penetra, dando conta do seu interesse em ver as pessoas desempregadas serem colocadas no sector privado.
Para além dos postos de trabalho facultados aos locais da terra, a Câmara de Alvito ainda conseguiu colocação para 10 dos cerca de 30 estudantes dos PALOP que estudam na Escola Profissional de Alvito, nos cursos de Restauração e Informática
Toda esta conversa publicada no Jornal Público, não passa de propaganda perigosa, reaccionária, provocatória para os desempregados e democratas, como mostram os números das estatísticas do emprego que iremos publicar no próximo Post.
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O lumpencapitalismo
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sábado, 2 de março de 2013
Manifestação de 2 de Março: Moção de Censura Popular
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| Lisboa, Terreiro do Paço |
Os diferentes governos da troika não nos representam. Este governo não nos representa. Este governo é ilegítimo. Foi eleito com base em promessas que não cumpriu. Prometeu que não subiria os impostos, mas aumentou-os até níveis insuportáveis. Garantiu que não extorquiria as pensões nem cortaria os subsídios de quem trabalha, mas não há dia em que não roube mais dinheiro aos trabalhadores e reformados. Jurou que não despediria funcionários públicos nem aumentaria o desemprego, mas a cada hora que passa há mais gente sem trabalho.
Esta Moção de Censura é a expressão do isolamento do governo. Pode cozinhar leis e cortes com a banca e a sua maioria parlamentar. O Presidente da República até pode aprovar tudo, mesmo o que subverte a Constituição que jurou fazer cumprir. Mas este governo já não tem legitimidade. Tem contra si a população, que exige, como ponto de partida, a demissão do governo, o fim da austeridade e do domínio da troika sobre o povo, que é soberano.
Que o povo tome a palavra! Porque o governo não pode e não consegue demitir o povo, mas o povo pode e consegue demitir o governo. Não há governo que sobreviva à oposição da população.
Esta Moção de Censura Popular é o grito de um povo que exige participar. É a afirmação pública de uma crescente vontade do povo para tomar nas suas mãos a condução do país, derrubando um poder corrupto que se arrasta ao longo de vários governos.
No dia 2 de Março, por todo o país e em diversas cidades pelo mundo fora, sob o lema "Que se lixe a troika! O povo é quem mais ordena", o povo manifestou uma clara vontade de ruptura com as políticas impostas pela troika e levadas a cabo por este governo. Basta! Obviamente, estão demitidos. Que o povo ordene!
Texto de, "Que se lixe a troika"
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Etiquetas: Correr com este Governo, Governo Passos/Portas, Manifestação, Troika
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Tributo a Zeca Afonso - dia 3 de março no Cine-Teatro Vianense. A não perder!
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Etiquetas: Câmara de Viana, Cine-teatro, Efemérides, Música
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Etiquetas: Câmara de Viana, Cine-teatro, Eventos, Teatro
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Solta a tua indignação: Praça do Giraldo, sábado, 2 de Março, 16 horas
https://www.facebook.com/events/418282924926892/
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João Penetra faz o balanço do seu mandato em Alvito
Título da entrevista
- João Penetra: Alvito não tem dívidas a fornecedores
De zero a 10 que nota atribui ao seu mandato na Câmara de Alvito? Para ser honesto atribuiria um oito. Porque é muito mau se nós estivermos totalmente satisfeitos com o nosso trabalho. A verdade é que fixamos objetivos que depois são difíceis de atingir. Quando, em 2009, todos os autarcas deste país se candidataram às eleições e fizeram os seus programas eleitorais, estavam muito longe de imaginar o que vinha aí, em termos de alteração do financiamento das autarquias.
Houve alguma obra de que não tivesse sido lançada ou concluída por vias da nova lei do financiamento local? Com certeza que sim. Mas deixe que lhe diga que, em parte, estou satisfeito com o nosso trabalho porque, neste mandato, fizemos a maior obra de sempre neste concelho que foi a nova escola. Uma obra muito boa, de grande qualidade, não só a nível de construção, como também a nível de equipamento. Também reabilitámos por completo o jardim de infância de Vila Nova de Baronia e, portanto, essas obras foram importantíssimas para este concelho. Agora, não fizemos, e gostaríamos muito de ter feito, uma zona empresarial e um ninho de empresas, que tínhamos programado e que, por falta de verbas, não foi possível concretizar.
Como vai deixar esta câmara em termos financeiros? Atualmente não temos uma única dívida a fornecedores, a não ser as coisas correntes, isto para além de termos reduzido em muito a dívida de médio/longo prazo. E posso dizer-lhe que essa dívida, quando chegarmos ao final deste mandato, não ultrapassará os 900 mil euros. Está bastante controlada. Esta câmara ficará numa situação económica e financeira invejável, comparativamente com aquilo que é a realidade do País.
"................"
Acha que deixa uma marca pessoal em Alvito? Fomos, aqui na região, pioneiros no ensino do empreendedorismo. Estamos a tentar transformar uma sociedade para daqui a 10 ou 15 anos, mais empreendedora, mais amiga do risco e, na minha opinião, com mais capacidade de criar riqueza. Outra questão importante prende-se com o combate ao desemprego. Fizemos acordos com empresas locais e mesmo fora do concelho, o que permitiu, até há dois anos, sermos notícia na comunicação social por termos o desemprego muito reduzido. Hoje, infelizmente, temos desempregados, mas o combate ao desemprego, neste concelho foi sempre muito ativo durante este mandato.
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Etiquetas: Alvito, Autarquias 2013, CDU/Viana, Eleições
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ÉTICA NAS FINANÇAS — uma questão de Justiça e Paz
- ‘6.
As principais características da evolução recente das condições de vida
da população portuguesa são acompanhadas persistentemente por taxas
negativas de crescimento do PIB, que permitem falar numa «espiral recessiva». Em todo este processo sobressai uma falta incompreensível de políticas que fomentem o crescimento económico que seja criador de emprego e promova uma justa distribuição do rendimento e da riqueza. Portugal é, de momento, o país mais desigual da União Europeia. O alargamento do prazo de amortização da dívida junto das entidades representadas pela Troika
e o abaixamento dos respectivos juros também são factores que poderão
permitir honrar os compromissos do âmbito do programa de ajustamento com
menos sacrifícios para o povo. Algo neste sentido acaba de ser
conseguido. Devemos saudar a iniciativa e o resultado, e, ao mesmo
tempo, reconhecer que não basta.
7. Perante o flagrante insucesso do modelo de política seguido em 2012, a insistência de idêntico modelo, nalguns aspectos agravado, em 2013, pode ser eticamente inaceitável. O povo, as pessoas e as famílias não podem servir de objecto de experiências de política económica de sucesso altamente duvidoso. Ao denunciá-lo, as CJP afastam-se da cumplicidade do silêncio.’
¹ A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Lisboa não subscreve o documento.
Visto em "Câmara Corporativa"
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Um caso patológico: internem o Miguel Relvas num hospício
«25 de Abril sempre! Fascistas nunca mais», «gatunos» e «demissão», gritaram os manifestantes.
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Etiquetas: Contestação Social, Correr com este Governo, Governo Passos/Portas, Juventude, Miguel Relvas, Pega Ladrão
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Passos Coelho ganhou eleições com fraude eleitoral - 5
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Etiquetas: A Golpada, Correr com este Governo, Fraude eleitoral, Governo Passos/Portas, Propaganda
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