terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Um caso patológico: internem o Miguel Relvas num hospício

Miguel Relvas é a cara da quadrilha e, tal como os seus capangas, deve julgar os portugueses estúpidos. Uma pessoa que completou a licenciatura falcatruada no espaço de apenas um ano, fazendo tão só  4 das 36 cadeiras que compõem o curso, tem a lata e o descaramento de aparecer em público, apregoando a ética e a moral e as virtudes deste governo de estrema direita.

Um pouco por todo o País, Miguel Relvas tem sido dos ministros mais vaiados, e “mimado” em cartazes com grafismo depreciativo.
Ultimamente têm subido de frequência as vaias, começa a “meter dó”, mas olhando-se bem para o seu rosto, por detrás daquela cara suada de pavor, quando pode, liberta a arrogância que lhe perpassa o ser.

Dia 18 de Fevereiro: Miguel Relvas foi interrompido quando discursava no Clube dos Pensadores, em Gaia, por protestos de cerca de duas dezenas de pessoas, que cantaram «Grândola Vila Morena» e exigiram a sua demissão. 
«25 de Abril sempre! Fascistas nunca mais», «gatunos» e «demissão», gritaram os manifestantes.
 
Relvas sorriu atemorizado, expressando “gozo”, e chegou mesmo a entoar alguns versos da música. “O povo é sereno”, garantiu no final.


Dia 19 de Fevereiro: Hoje ainda foi pior, nos locais onde os actores dos apupos são todos jovens, a coisa pia mais fino, Relvas começou por sorrir, mas rapidamente saiu a correr pelas portas das traseiras.


“O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas foi hoje vaiado por algumas dezenas de alunos quando participava no encerramento de uma conferência da TVI, a decorrer em Lisboa, acabando por ter que abandonar a sala. Perante a agitação, o ministro não conseguiu iniciar o discurso, abandonando as instalações do ISCTE, onde decorria a cerimónia, escoltado por seguranças e sempre seguido por jovens que se manifestavam. 

"Bolsas sim propinas não", "Demissão" e "o povo unido jamais será vencido" foram algumas das palavras de ordem mais ouvidas.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Passos Coelho ganhou eleições com fraude eleitoral - 5

Sim, uma fraude política e eleitoral não é só alterar resultados nas urnas ou viciar o número de eleitores, é também mentir aos portugueses sobre as políticas a implementar.
 
Maio de 2011  
Perante mais de três mil pessoas em Coimbra, Pedro Passos Coelho afirmou que estas eleições vão servir para levantar Portugal.
"Num discurso repleto de esperança e virado para o futuro, o candidato do PSD firmou o compromisso de colocar Portugal a crescer, criar empregos e defender o Estado social."

Dezembro de 2012
Depois de tantas promessas não cumpridas, as imagens seguintes traduzem os desastrosos resultados da política do governo Passos/Portas.

 
 

Uma canção de amor para um dia dos namorados

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

A revolta dos Paradas

• Pedro Adão e Silva, A REVOLTA DOS PARADAS [ no Expresso]:
 
‘A ideia de que há uma lógica de reprodução de poder nos aparelhos dos partidos independente do sentimento dos cidadãos não é nova, nem necessariamente negativa. Pode mesmo ser vista como uma lei de ferro do funcionamento dos partidos: estes, para subsistirem, precisam de garantir níveis de coesão interna que requerem algum tipo de fechamento. A questão é, contudo, de grau.
 
No passado, umas vezes melhor outras pior, os partidos portugueses foram encontrando formas de se sintonizarem com a sociedade e com os grupos sociais que representavam. Hoje, alguma coisa está a mudar. A sensação com que se fica é que o militante de base, em lugar de estar sintonizado com a sociedade, passou a estar em sintonia com o presidente da concelhia à qual pertence, criando-se uma bolha que separa sindicatos de voto e caciques locais do conjunto dos portugueses.
 
O fenómeno é particularmente visível quando pensamos no poder autárquico e encontra no processo que levou à escolha do candidato do PS à Câmara de Matosinhos um exemplo de manual. Com um presidente em exercício eleito, os socialistas optaram por não patrocinar a sua recandidatura, apoiando a candidatura de António Parada. Ora o que é que qualifica Parada para ser candidato? A resposta é simples: é um grande mobilizador de militantes, traz consigo um verdadeiro sindicato de votos e foi, certamente, um dos grandes angariadores dos tais novos filiados que entraram para os partidos nos últimos tempos.
 
É claro que sempre houve Paradas. A diferença é que, hoje, têm uma ambição que não tinham — passaram a alimentar o sonho de serem ministros —, e, mais importante, é em seu redor que gravita o essencial do poder nos partidos. No passado, os militantes eram muito influenciados pela sociedade e contagiavam as estruturas intermédias dos partidos. Agora, os militantes são controlados pelos Paradas que, por sua vez, garantem a reprodução do poder interno, com uma lógica que opera, cada vez mais, de costas voltadas para a sociedade. Esta revolta dos Paradas gera um paradoxo: a manutenção do poder no aparelho depende da criação de 'bolhas políticas', alimentadas por hordas de novos militantes, que são tanto mais eficazes quanto mais imunes ao que o país pensa.’

 

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Obras de conservação no Palácio dos Henriques: a opinião de dois "comunistas" Alcaçovenses

Obras de conservação no Paço dos Henriques

Quarta-feira passada, nas Alcáçovas, mais precisamente na taberna do Estêvão, a conversa estava azeda por causa das obras que se andam a fazer no Paço.

 Diz o João Envinagrado: Hoje por curiosidade fui a praça para ver as obras no palácio, segundo me disseram os trabalhadores que lá andam a intervenção que está a ser feita e da autoria do vereador João Pereira e da presidente da junta de freguesia que pelo visto foram enganados já que está a ser feito um projeto de recuperação do palácio do qual a Câmara já pagou mais de 30 mil euros e que está longe de ser concluído, que no caso do projeto seja concluído a obra só avança se o governo a financiar quase na totalidade. Resumindo e concluindo a Câmara adquiriu um imóvel que os governos anteriores nunca quiseram recuperar, e que agora vem dizer que só o recuperam se houver financiamento por parte do governo. Isto é caso para dizer que mais vale esperar sentado porque esse financiamento nunca vai chegar, ou tem dúvidas disso! 

Entrementes, quando o  José da Foice, muito atento à conversa, mas já com uns copitos no bucho, ia ripostar, sem mais nem menos, foi posto na rua..

Mestre José da Foice não teve outro remédio senão responder da rua, junto à Barbearia, mas  já com a presença de gente que se ia juntando.

Diz o José da Foice num português macarrónico: Concordo em quase tudo com o que diz o João Envinagrado. O que andam a fazer com o Plalácio aqui das Alcáçovas é uma vergonha, aquilo tinha graça como ruina no tempo dos nossos camaradas estevo e penetra porque ao menos podia ser rentabilizado como jardim jológico. Havia muitos bichos, ratos, cobras, coelhos, muitos silvados nos pátios etc.. 

Os turistas que visitavam a praça ficavam encantados com aquela bicheza toda, embora não pudesswem lá entrar dentro, aquilo era original. No jardim das conchinhas atão aquilo era um ver se te avias, qualquer um podia levar um bocadinho para casa como recordação e até destruir o que quizesse porque ai os intletuais andam a dizer que aquilo é um património muito importante quando o povo precisa de outras coisas. 

Estes paspalhos agora limparam tudo puseram o espaço visitável, até lá fazem festas só abrem os portões para visitas organizadas. Enfim agora aquilo não tem ponta por onde se pegue, já não se pode roubar nem vandalizar e muito menos ver as ruinas a cair dia a dia que era um espetáculo tambem importante para as Alcáçovas. 

Parece que agora o exterior do edificio vai ficar todo arranjado e caiado de branco, que euacho que vai tirar agraça aquilo que nos habituámos ver. Eu espero que os alcaçovenses fassam uma manifestação contra o que lhe andam a fazer. Para acabar até se deram ao luxo de publicar um livro sobre aquilo, parece que não há onde gastar o dinheiro. Cada vez concordo mais com o camarada estevo e penetra que nunca quizeram saber daquilo nem mandaram fazer projectos nem nada. 

 Compreendo que para calarem a boca ao povo das alcáçovas tivessem querido comprar aquilo ao estado apenas para justificar que também compraram o antigo cinema ás comprativas para eles poderem dividir o dinheiro pelos sócios, mas isso era uma boa causa para os trabalhadores e para o nosso partido. mas ainda bem que tiveram tambem o bom senso de não fazerem projetos e o cinema lá está como nós gostamos no nosso partido que é o espetáculo das coisas a arruinarem-se, porque o antigo é que tem valor, porque o nosso camarada cunhal já bastante velho sempre foi um homeme de grande valor e este anos vamos fazer uma festança pelos seu 100 anos. 

Só não concordo com o João Envinagrado em 2 ou 3 coisitas, Porque os actuais ignorantes que estão á frente da nossa cambra não compraram aquilo, afinal foi cedido à autarquia, e ai honra seja feita fizeram melhor co camarada estevo que até quiz comprari o Palácio ao Estado ( li numa acta da cambra). Outra coisita é que me informaram na cultura em Évora que os projetos estão prontos para candidatura quando houver oportunidade. 

Também me disseram que o camarada estevo e o camarada penetra nunca tiveram projetos que preferiam que aquilo caisse tudo para culpar os malandros do governo. Outra coisita ainda e pegando em palavras recentes do nosso camarada penetra da sua esperiência de Alvito é que actualmente não se pode faser obras sem financiamentos porque os bancos não emprestam dinheiro ás cambras como era nos tempos do camarada estevo e penetra. 

Tirando isto camarada estevo, tem toda a rasão para malhar nestes incompetentes que agora estão na junta e na cambra do nosso concelho. Dêlhes com força porque a cambra ainda háde voltar a ser nossa. saudações comunistas.

Do Rato e dos homens

Por Fernanda Câncio, no DN

  Não fossem os portugueses ainda com emprego ficar mesmerizados com os recibos do ordenado de janeiro, o PS encenou, esta terça-feira, um grandioso espetáculo no Rato. Coisa shakespeariana: um rei fraco rodeado de lugares-tenentes aos gritos de deslealdade e conspiração ante o anúncio de uma pretensão ao trono, uma reunião à porta fechada e um final em que o monarca, depois de chamar e deixar chamar tudo a quem possa pô-lo em causa, abraça o concorrente que não chega a sê-lo e assume o compromisso de com ele trabalhar em prol da união do reino. 

 Em Shakespeare, como em geral, o pano nunca cai depois de uma cena destas. É só o princípio da intriga e de sangrentas congeminações que inevitavelmente nos revelam a natureza das personagens e da sua relação com o poder. E que sabemos nós das personagens? Comecemos pelo rei. Há um ano e meio no trono, não só tarda em mostrar o seu projeto e valor no campo de batalha como se rodeia de uma corte apagada e sem chama que, na noite de terça, mostrou também (com raras exceções, como a de Zorrinho) ser vil.

É um monarca que não hesita em recorrer ao insulto, à ameaça e a insinuações de conspiração - chama desleais aos que com ele não concordam e que o consideram inadequado, fala ou deixa que por ele falem de "limpar o partido e o grupo parlamentar" (atribuído pela SIC, na noite de terça, à direção socialista), acusa quem o defronta de "querer regressar ao passado", dando alento aos boatos que dizem ser o rei anterior a comandar, do exílio, a sublevação. 

Para, numa entrevista na noite seguinte, fazer de magnânimo e amnésico, cumulando de elogios o adversário da noite transata. Quanto a este, alcaide valoroso e respeitado, com legítimas aspirações ao trono, renunciou a bater-se por ele quando ficou livre. Desde a coroação, porém, não perde uma ocasião de demonstrar o seu desagrado e até desprezo pelo ora rei. Era, pois, previsível que aglutinasse a esperança dos que consideram estar o reino mal dirigido e veem nele a esperança da vitória contra o inimigo e a salvação do povo.

 Como explicar, pois, que na famosa noite, quando todos esperavam que se perfilasse como candidato ao trono - o que só pode decorrer do facto de o ter confirmado aos próximos - se tenha ficado? Faltou-lhe a coragem, as ganas? Percebeu que não estava garantida a vitória e só quer arriscar não arriscando? Habituou-se ao conforto de criticar, na sua cátedra da SIC, sem correr o risco de provar que sabe e quer fazer melhor? Sentiu-se traído, na hora H, por aqueles de quem esperava apoio? Ou, como alguns aventam, recuou para tomar balanço, fazendo do recuo (o acordo da união) repto? Seja qual for a resposta certa (senão todas), sabemos, como sabem os protagonistas, isto: que na noite de terça algo se partiu no PS, e não há pantomina de união que o disfarce. 

O trono pode ter sido segurado, mas o reino está longe de seguro.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Tribunais arbitrais "legitimam atos de corrupção", diz Marinho Pinto


A abertura do ano judicial ficou marcada pela divergência nos discursos de Cavaco Silva e do bastonário da Ordem dos Advogados. Enquanto o Presidente quer ver os tribunais a darem prioridade à eficiência e celeridade "na resolução dos litígios com incidência económica", Marinho Pinto contesta os tribunais arbitrais para os grandes negócios como as PPP, onde o Estado "é sempre condenado". 

 A sessão de abertura do ano judicial realizada esta quarta-feira pôs em confronto duas visões distintas sobre o funcionamento da justiça para os poderosos. Para Cavaco Silva, "a lentidão dos tribunais é encarada, pelos agentes económicos, nacionais e estrangeiros, como um dos principais obstáculos à atividade das empresas" e elogiou "os recentes tribunais criados em matéria de concorrência, regulação e supervisão e em matéria de propriedade intelectual". Mas para o bastonário da Ordem dos Advogados, os tribunais arbitrais são uma espécie de "Justiça às escondidas" e uma "forma encapotada de prejudicar o próprio Estado". 

 Marinho Pinto afirmou que recusa aceitar que "o Estado fuja dos seus próprios tribunais e procure arbitragens, onde, sintomaticamente, é sempre condenado". Referindo-se depois às Parcerias Público-Privadas, o bastonário lembrou que "praticamente todos os contratos público-privados" têm claúsulas a remeter eventuais litígios para o tribunal arbitral. "Não podem correr o risco de o caso poder ir parar a um tribunal independente e ser apreciado por um juiz independente", rematou. 

Também Noronha do Nascimento, presidente do Supremo Tribunal de Justiça, interveio nesta sessão de abertura para sublinhar as "duas reservas" que lhe merece as reformas judiciais do Governo: o alargamento do âmbito dos recursos para o tribunal superior, que na sua opinião “corresponde à concessão de um novo tempo dilatório às partes”, e o novo modelo de gestão das comarcas que constitui “uma mudança de paradigma, trocando o certo pelo incerto, instalando um sistema híbrido que não se compagina com uma liderança clara”.

Visto em "Esquerda.net"

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

PCP reconhece que João Penetra já não tinha condições para ganhar a Câmara de Alvito

João Penetra sussurra a João Valério: Obrigado amigo, vou sair de Alvito sem dar vistas, renasço das cinzas, e com uma parte da CDU/Viana, vou lutar para entreter quatro anos a população do concelho de Viana. Ideias não me faltam!
"A escolha de António Valério, que foi "consensual", "não pressupõe nenhuma desvalorização" do trabalho do atual executivo comunista da Câmara de Alvito, liderado por João Penetra, e resultou da "consciência" de que o novo candidato "assegura maiores esperanças de manutenção e reforço da CDU" à frente do município, frisou a fonte."

Podemos ler este texto na página da CDU Alvito.

 

Mas o Crato não era melhor do que a Lurdinhas


«“Mobilidade especial para quem governa mal”, “Troika e FMI fora daqui”, "Crato para a rua, a escola não é tua", "Com este Governo andamos para trás" e "Um governo sem razão não faz falta à educação". Estas foram algumas das principais palavras de ordem ouvidas no sábado em Lisboa, onde milhares de professores se manifestaram contra os cortes na educação, pedindo a demissão de Nuno Crato, ministro da Educação.

A organização do protesto garante que “superou largamente” a barreira dos 30 mil manifestantes, que era o número esperado pela Fenprof, e aponta para mais de 40 mil professores nas ruas. A polícia diz que não vai divulgar números, deixando essa tarefa para os organizadores.

A manifestação em Lisboa foi o ponto de partida para Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, anunciar mais acções de luta, nomeadamente uma semana de luto nas escolas, entre 18 e 22 de Fevereiro.» [Público]
   
Parecer:
 
Ainda sou do tempo em que o Mário Nogueira era um sindicalista feliz. Mário Nogueira está agora a perceber que muito do protagonismo que teve no passado foi o resultado do apoio que lhe era dado pela máquina da direita que ambicionava chegar ao poder para, como se percebe agora, reduzir os professores a metade, a metade em número e a metade em rendimento.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se ao Mário Nogueira e ao PCP se tencionam pedir desculpa à Lurdinhas.»

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O militante comunista João Penetra é o cabeça de lista pela CDU/Viana, nas eleições autárquicas deste ano

Agora já é oficial, o militante comunista João Penetra é o cabeça de lista pela CDU/Viana, nas eleições autárquicas deste ano.
 


Depois da falhada gestão autárquica do presidente João Penetra, na Câmara de Alvito, comenta na Barbearia o Alvisense, Sr. Sim Sim, que o Penetra, quando foi para Alvito nunca tirou os olhos de Viana.

Diz o Sr. Sim Sim, que uma coisa é andarmos à boleia de carro, com o piso seco, outra coisa é conduzirmos a viatura, quando o piso está molhado.

Foi isso que aconteceu ao João - diz o Sr. Cardoso. O João é bom rapaz, conheço-o desde miúdo, mas uma coisa é ele ter sido vereador, pela mão do Estêvão, no tempo das vacas gordas, outra coisa é ser presidente da Câmara em tempos de vacas magras.

O mestre Joaquim da Bia, artista no fabrico de chocalhos, no meio de duas marteladas, profetiza que nem todos os aprendizes,  tem vocação para seguirem as pegadas do mestre.
O que dizem no Alvitrando sobre o presidente João Penetra - pode-se ver também aqui


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Desempregados pagam o regresso de Portugal aos mercados financeiros


Peres Metelo hoje na TVI desmontou a tão propalada vitória do governo, no regresso de Portugal aos mercados: 
 «Esta emissão é amparada por um conjunto de quatro bancos, o que significa que estes bancos assumem o risco se, eventualmente, a emissão não for totalmente tomada». Ou seja, os bancos «assumem as sobras», num «bom negócio» para as instituições financeiras. 

Mas a que preço se conseguiu esta glorificada façanha:  

Segundo um relatório hoje tornado público, Portugal foi o 2.º país da OCDE que mais destruiu empregos.
 Portugal foi o segundo país da OCDE, depois da Grécia, onde a taxa de emprego mais caiu no 3.º trimestre de 2012, face ao mesmo período de 2011, recuando 2,5 pontos percentuais para os 61,9%. De acordo com os dados hoje divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), na Grécia a taxa de emprego caiu 4,6 pontos percentuais (p.p.), para os 50,4%.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Nem o vento de Sábado desviou as pessoas do Monte do Sobral


Nem o mau tempo que se fez sentir durante o dia de sábado, desmobilizou do jantar convívio, muitos dos apoiantes do actual projecto autárquico

Parabéns à Concelhia do Partido Socialista de Viana do Alentejo, e ao Movimento Unidos pelo Concelho de Viana do Alentejo, pela organização deste encontro, e pelo bom momento de convívio e reflexão que proporcionaram a todos os presentes no  Monte do Sobral.

O Monte do Sobral estava abarrotar de gente animada com a política local, mas ao mesmo tempo preocupada com a situação política nacional, que está a afectar negativamente, de uma forma ou de outra, a vida da maioria dos portugueses.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Convite para Jantar-Convívio no Monte do Sobral, no próximo sábado, dia 19




"Jantar-Convívio no Monte do Sobral


A Concelhia do Partido Socialista de Viana do Alentejo e o Movimento Unidos pelo Concelho de Viana do Alentejo promovem no próximo dia 19 de janeiro, sábado, pelas 19:30 horas, no Monte do Sobral, um Jantar-Convívio para todos os apoiantes do atual projeto autárquico e demais interessados, à semelhança do convívio realizado em janeiro de 2009.

A Concelhia do Partido Socialista de Viana do Alentejo e o Movimento Unidos pelo Concelho de Viana do Alentejo convidam todos os interessados a participar neste jantar convívio em ambiente que se pretende de confraternização.

Para inscrições e outras informações contacte o endereço eletrónico: encontrosdetrabalho@gmail.com"

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Visto no "Alcáçovas"

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

A ADSE explicada às criancinhas


Aberta a caça à melhor "ideia" para reformar o Estado, é de esperar o pior cortejo delas ou, mais propriamente, do que passará por elas. Para a saúde, o PS, numa só manhã, conseguiu dizer tudo e o seu contrário pela voz de prolixos "porta-vozes" que, pelos vistos, não se entendem sobre a coisa. A coisa é a ADSE que alguns "especialistas" querem extinguir a coberto de uma alegada "distorção" social e económica. A "direita" tem também alguma dificuldade em perceber que é o SNS que deve aproximar-se do sistema ADSE e não contrário. José Mendes Ribeiro já o explicou com meridiana clareza, para crédulos, no livrinho da foto e, imagino, a vários ministros da Saúde, incluindo o actual. 

Quem beneficia da ADSE não o faz de borla. "Desconta" mensalmente para o efeito, esteja no activo ou esteja aposentado. Para além disso, "desconta" brutalmente em IRS para, entre outras coisas (por causa do princípio da não consignação da receita), o SNS onde, quando a ele recorre, paga as respectivas "taxas moderadoras". Feitas as contas, o repelente funcionário público - que estraga o liberalismo caseirinho das esquerdas e das direitas - "desconta" três vezes e paga, fora a ADSE, do seu bolso, o que não é comparticipado quando vela pela sua saúde. O Estado poupava mais se o SNS adoptasse um regime tipo ADSE do que mantendo o "ideológico" SNS da bandeirinha, esse sim, um poço sem fundo.

Adenda: A culminar a brilhante "jornada ADSE", Miguel Sousa Tavares, na SIC, tratou de dizer que enquanto os trabalhadores do sector privado descontam 11% para a segurança social, os trabalhadores investidos em funções públicas descontam 1% para a ADSE. Isto para ilustrar uma "desigualdade" de descontos para subsistemas de assistencia na doença. Ora uma coisa não tem nada a ver com a outra como S. Tavares devia saber (ou ter procurado saber) antes de falar. 

Os 11% destinam-se a financiar a parte contributiva do trabalhador para a sua futura pensão e não o SNS: o SNS é financiado com os impostos deles e dos chamados funcionários públicos. Estes, como expliquei acima, pagam para os dois sistemas, o da ADSE e o SNS. As antigas "caixas" há muito que deram lugar aos centros de saúde, onde são prestados os chamados cuidados primários de saúde, que integram o SNS. Como escreveu em comentário um leitor - mal ele sabia a confusão que ainda estava para sair da boca de S. Tavares - é mesmo preciso «explicar às almas exaltadas que os "descontos" que os privados fazem para a Segurança Social NÃO servem para financiar o SNS. E que, por isso, não pagam nenhum imposto destinado exclusivamente à "saúde". A maior parte não percebeu ainda que o SNS é financiado pelo OGE.» 

E valerá a pena perder tempo a explicar alguma coisa a quem sabe tudo?

Visto em, "Portugal dos Pequeninos"

Passos Coelho ganhou eleições com fraude eleitoral - 4

Sim, uma fraude política e eleitoral não é só alterar resultados nas urnas ou viciar o número de eleitores, é também mentir aos portugueses sobre as políticas a implementar.


PASSOS COELHO CONFESSA-SE CRIMINOSO

Ao deixar derrapar a execução orçamental, ao afundar a economia nacional e ao não cumprir os objetivos que se propôs, designadamente não atingindo a meta do défice (4,5%) com que se comprometeu, o Governo (do PS) incorreu em responsabilidade criminal.

Quem o disse não fui eu. Foi o próprio Dr. Passos Coelho, num discurso de que o "Correio da Manhã" de 6-11-2010 publicou os seguintes excertos:

"Se nós temos um Orçamento e não o cumprimos, se dissemos que a despesa devia ser de 100 e ela foi de 300, aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa também têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos e pelas suas acções"

"Não podemos permitir que todos aqueles que estão nas empresas privadas ou que estão no Estado fixem objetivos e não os cumpram. Sempre que se falham os objectivos, sempre que a execução do Orçamento derrapa, sempre que arranjamos buracos financeiros onde devíamos estar a criar excedentes de poupança, aquilo que se passa é que há mais pessoas que vão para o desemprego e a economia afunda-se"

"Não se pode permitir que os responsáveis pelos maus resultados andem sempre de espinha direita, como se não fosse nada com eles". "Quem impõe tantos sacrifícios às pessoas e não cumpre, merece ou não merece ser responsabilizado civil e criminalmente pelos seus actos?"

Proféticas palavras! Pois se assim é, aguarda-se que o Dr. Passos Coelho seja por uma vez coerente e vá entregar-se no posto da G.N.R. de Massamá.

Visto no "Ponte Europa"

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