segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Um menino da JSD quer mandar a Constituição da República às malvas

Hugo Soares, presidente da JSD, construindo o seu futuro

Constança Cunha e Sá, Nem mais:

‘(…) Nem por acaso, dei de caras, esta semana, com um menino da JSD, que se prepara para se candidatar à presidência da mesma, a explicar que é “hipócrita e socialmente iníqua a tendencial gratuitidade da educação e saúde”. Nem mais! Cria um problema constitucional? O menino da JSD não tem dúvidas: manda-se a Constituição às malvas até porque, como já se viu, o primeiro-ministro só consegue governar contra a Constituição: para o actual PSD a Constituição, esse empecilho, não passa de um bode expiatório, capaz de explicar todas as asneiras do governo.’

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

CDU apresenta novo candidato à Câmara Municipal de Alvito

João Penetra "deixa hoje" a Presidência da Câmara Municipal de Alvito, tirando licença sabática para preparar atempadamente a sua candidatura à Câmara Municipal de Alcáçovas nas autárquicas do próximo ano.
 
Foto retirada do Facebook da CMVA
Depois de três anos à frente do Município de Alvito, João Penetra deixa um vasto legado, com destaque para o slogan que suportará a promoção da Marca Alvito: "Alvito, onde a felicidade é fruto da terra."

Em sua substituíção a coordenadora de Alvito da CDU faz esta noite a apresentação da candidatura de António João Valério à Câmara Municipal nas autárquicas do próximo ano. A iniciativa agendada para um restaurante daquela vila contará com a presença de militantes comunistas e a participação de Afonso Henriques, líder do Partido Ecologista “Os Verdes” em Beja, e de João Dias Coelho, membro do Comité Central do PCP. António João Valério é actualmente presidente da Junta de Freguesia de Alvito.

 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Jonet e o Governo, a mesma luta

 
João Cardoso Rosas, Caridade e solidariedade:

‘Quando Isabel Jonet vem agora dizer que a caridade é preferível não podemos desligar-nos de um contexto político no qual o Governo pretende impor um corte devastador no Estado social, em especial nas prestações sociais. Ou seja, os discursos de Jonet e do Governo funcionam em tandem. Eles fazem cada um por si aquilo que Nozick fazia em simultâneo na sua sala de aula. Ao dizer que a caridade é preferível, Jonet está também a dizer, de forma sub-reptícia, que o Governo tem razão em cortar na solidariedade.’
 

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

UHF - Cavalos de corrida


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Mudar de comercializador de electricidade


sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Santuário de Nossa Senhora de Aires e Ermida do Senhor Jesus do Cruzeiro classificados como monumentos nacionais

Foto sacada no facebook: Francisco Fadista

Conselho de Ministros aprova classificação de sete novos monumentos

 .."No distrito de Évora foram classificados como monumentos nacionais o Santuário de Nossa Senhora de Aires, no lugar de Aires, e da Ermida do Senhor Jesus do Cruzeiro, no lugar do Cruzeiro, na freguesia e no concelho de Viana do Alentejo, e o Terreiro da Batalha de Montes Claros, nas Herdades de Travassos e Nogueiras e nas Herdades de Fuseira e Álamo, na freguesia de Rio de Moinhos, concelho de Borba."..

 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Vingança

• José Pacheco Pereira, [hoje na revista Sábado]:

‘Eu sei bem o peso semântico de uma palavra como vingança, mas não posso escapar-lhe.

Quando lemos e ouvimos o actual discurso do poder, em toda a sua extensão, do primeiro-ministro, da maioria dos governantes (nem todos), do establishment do poder aos blogues serventuários, à escrita e ao comentário de bajulação e de legitimação, percebe-se um tom revanchista que transpira por todo o lado.
 
Pode ser a pretexto de Sócrates, do PS, dos grevistas, dos estivadores, dos funcionários públicos, do Estado, dos que querem continuar "como dantes", dos que "têm direitos a mais", dos que querem esconder-se atrás do "escudo de uma Constituição obsoleta", dos que não querem sair da sua "zona de conforto", mas é na verdade sobre Portugal e os portugueses que se usa esse tom.
 
Os portugueses têm de mudar de vida pela pobreza e pela virtude, pelas ideias simples e rudimentares de quem nunca passou de vagas e ignorantes noções obtidas pelas modas nos media e nos blogues, alicerçada depois pela vaidade das companhias certas dos grandes do mundo.
 
Por isso, o espírito de vingança está lá, contra os portugueses que apanharam todos o maior charter do mundo e foram ao México passar férias em Acapulco, andar de sombrero, ouvir mariachis e beber tequila e por isso devem ser agora punidos colectivamente por um retorno à pobreza purificadora.’

 

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A república das bananas em: " O Blogue do Estevão"

Pecados bradam aos céus, antes de se rezar o Acto de Contrição.

No "Blogue do Estêvão", mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Conforme as conveniências de momento assim o seu autor muda o seu discurso, “esquecendo-se” de que muitas pessoas não têm a memória curta.
 
Por isso hoje publicamos um comentário chegado à Barbearia, por recusa de publicação no “Blogue do Estevão”, como resposta aos comentários seguintes:

______________________________________________________

Srº Barbeiro

Como o Srº Estêvão Pereira não publica no seu pseudo democrático blogue opiniões que não sejam contra a atual câmara e porque acompanho a vida autárquica e preservo a verdade acima de tudo, agradeço que publique o seguinte comentário:
A propósito de um camarada que escreve no blogue do Srº Estêvão um chorrilho de asneiras e mentiras sobre a aquisição por parte da Cãmara do Paço dos Henriques e a eventual aquisição ou cedência do quartel da GNR de Viana, o douto Srº Estêvão, do alto da sua extrema presunção escreve o seguinte:

"Opiniões...

concordo c/ a base da idéia e acho que é um disparate tanto num caso como noutro, até porque a câmara vai gastar o seu dinheiro para fazer obras pelo governo e as suas próprias não faz. Quanto a comprar é que não é bem assim como poderá ver nas atas da câmara"

É sem duvida uma opinião respeitável se por acaso o mesmo Srº Estêvão Pereira não tivesse escrito ao Ministério das Finanças em 23/2/07, entidade então propritária do Paço dos Henriques o seguinte oficio:

"Assunto: Paço Real das Alcáçovas.
 
Exm.ºs Senhores.
 
Em resposta ao vosso oficio com a referência DSEIP/26-GM-38, de Janeiro último, somos a informar da disponibilidade deste Municipio para equacionar a assumpção da posse a titulo precário do Paço Real das Alcáçovas dependendo do prazo pela qual essa posse se possa verificar e da possibilidade de financiamento das obras de recuperação por parte do QREN. Mais se informa que mediante a apresentação de uma proposta em concreto que se coadune com a precária situação financeira municipal, poderemos ainda equacionar a hipótese de aquisição a titulo definitivo por parte da Cãmara Municipal. Informamos ainda que estamos totalmente disponíveis para a realização de uma reunião sobre este assunto com vossas excelências. Aproveitamos para endereçar os nossos melhores cumprimentos.
 
De V. Exªs atenciosamente.
 
O Presidente da Câmara (a)
 
Estêvão Pereira.
Isto pode ler-se na acta da Reunião de Câmara de 16/3/2011.

O António Peça diria: E esta heim !!!

Cada um fará certamente a sua leitura, no entanto cá para mim para não dizer outra coisa, acho que o homem tem muita falta de coerência. Então queria comprar e agora é contra o que vem de borla?

Como o assunto me despertou curiosidade fui indagar e consegui as seguintes informações, contraditórias ao que escreve no Blogue do Srº Estêvão o camarada escriba de serviço:
A actual câmara não comprou o Paço dos Henriques. O mesmo foi cedido à autarquia por prazo de 20 anos renováveis.

Os projectos de arquitetura foram feitos gratuitamente pela Direção Regional de Cultura.
A Câmara pagou apenas alguns projetos de especialidade que rondarão os 20.000€.
Conclusão: Falta apenas a abertura de um aviso para candidatura ao QREN, situação que já ultrapassa as competências da autarquia, considerando os constrangimentos da actual situação do país.

Relativamente ao Quartel da GNR julgo que a câmara fará bem em tornar-se um agente facilitador da existência de instalações com dignidade para as forças policiais, uma vez que investir na segurança das populações também deve ser uma das competências das autarquias.

Relativamente ao facto da câmara andar a investir mal em imóveis direcionados para a cultura e segurança dos habitantes do Concelho, o que diz o camarada escriba do blogue do Srº Estêvão quanto ao facto do referido Srº Estêvão ter adquirido o edificio do antigo cinema de Alcáçovas a uma cooperativa agricola sem que para o efeito tivesse qualquer idéia ou projeto, pelo menos que se conheça. o único projeto conhecido, foi que o dinheiro fosse dividido pelos cooperantes. e o mono lá está.

Os meus cumprimentos.

 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Doçaria conventual na XIII Mostra de Doçaria em Alcáçovas

De 7 a 9 de dezembro, abre as portas ao público a XIII Mostra de Doçaria, em Alcáçovas.
 
Bolo Real, Bolo Conde de Alcáçovas, Amores de Viana e Sardinhas Albardadas são os cartões-de-visita da XIII Mostra de Doçaria, que abre as portas ao público de 7 a 9 de dezembro, em Alcáçovas.
 
Perto de 30 doceiros e doceiras de vários pontos do país vão expor e vender doçaria conventual e palaciana de fazer crescer água na boca.
 
Mas, para além de proporcionar ao visitante a oportunidade de saborear em sem fim de doces, a Mostra de Doçaria apresenta, nesta edição, como novidade o Concurso de Doçaria Conventual e Palaciana promovido pela Junta de Freguesia de Alcáçovas que pretende sensibilizar para a importância da divulgação e preservação de doçaria tradicional portuguesa, atribuindo prémios aos melhores doces a concurso.
 
Para os mais novos não vai faltar o Laboratório do Doce, onde vão poder dar largas à imaginação e criatividade, com a confeção de alguns doces tradicionais do concelho.
 
Nesta edição do certame, o Chefe Pedro Mendes irá efetuar uma demonstração de sobremesas gourmet. Será ainda apresentado o livro “Doces Temperos” de Amélia Torres.
 
Mas, nem só de doces e licores se faz a festa. A Autarquia preparou um programa cultural que abarca danças, cante da terra e cante vizinho, folclore, música popular com a Ronda dos Quatro Caminhos e o Grupo Coral de Cantares Regionais de Portel que encerra a animação musical da XIII Mostra de Doçaria, em Alcáçovas.
 
Recorde-se que a Mostra de Doçaria é organizada pela Câmara Municipal de Viana do Alentejo e Junta de Freguesia de Alcáçovas com o apoio, nesta edição, da Turismo do Alentejo, ERT. O certame pode ser visitado dia 7, a partir das 19h00, dia 8 e 9, a partir das 14h00.
 
A tenda encerra às 24h00, com exceção do último dia, em que fecha às 21h00.
 
Visto no sítio do "Munícípio de Viana do Alentejo"
 

A reportagem da TVI sobre o ensino privado, versão grupo GPS



Dizem que é uma espécie de gordura de estado: milhões a voar para ilegalidades várias, inspecções feitas com pré-aviso, ligações com actuais deputados e muitos reformados da política, o Grupo GPS é um caso de sucesso no enriquecimento em Portugal. Alcançado como de costume: com o dinheiro dos seus impostos.

Visto em "Aventar"

sábado, 1 de dezembro de 2012

O consultor do Banco Mundial Artur Baptista da Silva criticou a austeridade que se vive na economia europeia

O consultor do Banco Mundial Artur Baptista da Silva criticou a austeridade que se vive na economia europeia, defendendo que, no contexto político e social que vivemos, a austeridade significa "perversidade e violência abusiva" e falta de respeito pelos direitos fundamentais das sociedades, ao impor regras que privam a liberdade de escolha e cidadania.
 
A redução "drástica" da qualidade dos políticos europeus nos últimos 50 anos é a razão, segundo o consultor.
 
"Deixámos de ter estadistas e passamos a ter homens que vivem à custa do Estado e que se projectam nas sociedades à custa das falácias e das promessas que depois acabam por não ser capazes de cumprir e que eles próprios, à partida, sabiam que não se podiam cumprir. E deixam-se ficar reféns do poder económico", defendeu Artur Baptista da Silva.
 
Para o consultor, nenhuma crise mundial pode ser apelidada de crise económica, porque "é sempre" uma crise política.
 
"São sempre os políticos que se deixam aprisionar pelos interesses económicos, e se põem ao seu serviço, em vez de se porem ao serviço das populações que os elegeram", frisou.
Na sua opinião, o capitalismo económico, "que criava empregos", deu lugar ao actual capitalismo financeiro, que destrói empregos.
 
"E porque se faz isto", questionou, respondendo que a criação de emprego e a rentabilização dos capitais através da economia "demora tempo e tem risco" e a globalização trouxe a ideia de que estar muito tempo no mesmo sítio não compensa porque esse sítio acaba por estar empobrecido e é preciso ir para os outros sítios que ainda não estão tão pobres.
 
"A deslocalização tem sempre esse objectivo", concluiu o consultor.
 

Bagão Félix: Discutir o Estado social é fácil porque atinge pessoas sem voz

O conselheiro de Estado Bagão Félix criticou hoje a discussão política do Estado social, considerando-a «estúpida» e «fácil» por atingir «pessoas que não têm possibilidade de erguer a sua voz», como os idosos, os desempregados ou os doentes.

«O Estado social discute-se porque é a parte do Estado que tem mais a ver com as pessoas que são velhas, reformadas, desempregadas, estão doentes, estão sós, têm incapacidades, pessoas que não têm voz, não têm "lobbies", não abrem telejornais, não têm escritórios de advogados, não têm banqueiros», disse o conselheiro, na abertura de uma conferência sobre a crise promovida hoje, em Lisboa, pela Fundação Liga.
 
Para Bagão Félix, a vulnerabilidade destas pessoas é que faz com que seja «relativamente fácil» discutir esta reforma, que na sua opinião está a ser conduzida de uma forma «estúpida» porque é colocada como se fosse uma questão de estar a favor ou contra essa reforma do Estado social, quando «infelizmente o filme não é a preto e branco», mas tem coloridos.
 
 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

70 personalidades escrevem carta a pedir demissão de Passos

Urge correr com este governo de cobardes que massacram os mais fracos, cujo desígnio maior é o empobrecimento do País. Antes que seja tarde de mais, todas as acções, dentro dos limites fixados pela Constituição da República Portuguesa que visem a destruição deste governo são sempre de apoiar.
 
 
 A notícia da carta a pedir a demissão de Passos Coelho:
"Setenta personalidades portuguesas assinaram e enviaram uma carta-aberta ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, a pedir a sua demissão, por considerarem que a política seguida pelo Executivo está a "fazer caminhar o país para o abismo". Mário Soares é o primeiro subscritor da carta.
 
Os signatários da carta garantem que as medidas de austeridades anunciadas pelo executivo liderado por Pedro Passos Coelho excederam as que constam, quer no programa eleitoral do PSD, quer no Programa de Governo "e as consequências têm um forte impacto sobre os portugueses".
 
A carta-aberta foi enviada ao primeiro-ministro e uma cópia seguiu igualmente para Belém, para o presidente da República, Cavaco Silva.
 
Na missiva, assinada por personalidades de vários quadrantes da sociedade portuguesa, como Mário Soares, Siza Vieira e Júlio Pomar, os signatários consideram que "austeridade custe o que custar" está a empobrecer o país.
 
"Perdeu-se toda e qualquer esperança", escrevem, criticando o desmantelamento das funções sociais do Estado, a alienação de empresas estratégicas, os cortes nas pensões, nas reformas e nos salários, o incentivo à emigração e o crescimento do desemprego.
 
Com as falhas verificadas em todas as previsões económicas, acusam o Executivo de Pedro Passos Coelho de ter "um fanatismo cego" que está a fazer "caminhar o país para o abismo".
 
Classificam ainda o Orçamento do Estado, aprovado na segunda-feira, de "injusto, socialmente condenável e portador de disposições de constitucionalidade duvidosa".
 
E, perante este cenário, os signatários apelam ao primeiro-ministro para que "retire as consequências políticas que se impõem, apresentando a demissão ao Senhor Presidente da República, poupando assim o País e os Portugueses ainda a mais graves e imprevisíveis consequências".
 
Entre os signatários desta carta estão dirigentes do PS e do Bloco de Esquerda (casos de Fernando Rosas e Daniel Oliveira), sindicalistas (com particular destaque para o ex-líder da CGTP-IN Carvalho da Silva), professores universitários e figuras ligadas ao meio da cultura.
 
Subscrevem ainda o documento Adelino Maltez (professor universitário), Alfredo Bruto da Costa (sociólogo), Alice Vieira (escritora), Siza Vieira (arquitecto), Ana Sousa Dias (jornalista), Dias da Cunha (empresário), António Arnaut (advogado), António Reis (professor universitário), Boaventura Sousa Santos (professor universitário), Carlos Trindade (sindicalista), Duarte Cordeiro (deputado do PS), Clara Ferreira Alves (jornalista), Ferro Rodrigues (ex-líder do PS e deputado), Eduardo Lourenço (professor universitário), Helena Pinto (deputada do Bloco de Esquerda), Inês de Medeiros (deputada do PS), Maria de Medeiros (realizadora e atriz), Jaime Ramos (medido e ex-deputado do PSD), Joana Amaral Dias (professora universitária) e Medeiros Ferreira (antrigo ministro dos Negócios Estrangeiros).
 
Assinam ainda o documento João Galamba (deputado do PS), Pedro Delgado Alves (ex-líder da JS), Mário Jorge (médico), João Torres (líder da JS), João Cutileiro (escultor), João Ferreira do Amaral (economista), Júlio Pomar (pintor), Manuel Maria Carrilho (ex-ministro da Cultura), Pedro Abrunhosa (músico), Pilar Del Rio Saramago (jornalista) e Teresa Pizarro Beleza (jurista)."

O texto integral pode ser lido aqui.

Visto no "JN"
 

domingo, 25 de novembro de 2012

Processo contra ativista do 15 de setembro arquivado


Uma das estratégias usadas pelo "fascismo social" em que vivemos, é o da limitação do direito de reunião, associação e de manifestação.

O caldo onde se desenvolve esta doutrina está ao lume. A fome e a miséria grassa neste país, faz parte da agenda da direita revanchista, preparar as condições para acabar com o Estado Social, do trabalho digno e suficientemente remunerado.

A crise, o défice e a dívida soberana, são tudo bons pretextos para desmontar o Estado Social e voltar a reconstruir o Estado Assistencial. Assim, a esmola e as obras de caridade oferecem ao pecador penitente meios para cumprir os pecados durante a sua vida na terra.

A notícia seguinte, publicada no semanário Expresso, dá-nos conta de avanços intimidatórios que serão presente, num futuro cada vez mais próximo, se não corrermos com este doutrinado governo.

Processo contra ativista do 15 de setembro arquivado

A ativista do movimento Que se Lixe a Troika! soube pelo Expresso que o seu processo foi arquivado há três dias

O processo por "organização de manifestação não comunicada" movido contra a ativista Mariana Avelãs, devido à conferência de imprensa de apresentação da manifestação do 15 de Setembro, foi arquivado.
O arquivamento ocorreu no passado dia 20, mas Mariana Avelãs ainda não foi notificada da decisão. O Expresso soube que o caso não vai seguir para julgamento por fonte do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), na sequência da notícia que hoje publicou. 
A ativista fora constituída arguida no passado dia 8, por ter participado na conferência de imprensa realizada nas imediações da Assembleia da República a 12 de setembro, durante a qual, conjuntamente com outras 14 pessoas, exibiu uma faixa com o nome do movimento Que se Lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!". 
O caso fora hoje divulgado pelo movimento Que se Lixe a Troika!, através de um texto difundido pela Internet.


O processo por "organização de manifestação não comunicada" movido contra a ativista Mariana Avelãs, devido à conferência de imprensa de apresentação da manifestação do 15 de Setembro, foi arquivado.
O arquivamento ocorreu no passado dia 20, mas Mariana Avelãs ainda não foi notificada da decisão. O Expresso soube que o caso não vai seguir para julgamento por fonte do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), na sequência da notícia que hoje publicou.
A ativista fora constituída arguida no passado dia 8, por ter participado na conferência de imprensa realizada nas imediações da Assembleia da República a 12 de setembro, durante a qual, conjuntamente com outras 14 pessoas, exibiu uma faixa com o nome do movimento Que se Lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!".
O caso fora hoje divulgado pelo movimento Que se Lixe a Troika!, através de um texto difundido pela Internet.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/processo-contra-ativista-do-15-de-setembro-arquivado=f769153#ixzz2DEwN4zDY
O processo por "organização de manifestação não comunicada" movido contra a ativista Mariana Avelãs, devido à conferência de imprensa de apresentação da manifestação do 15 de Setembro, foi arquivado.
O arquivamento ocorreu no passado dia 20, mas Mariana Avelãs ainda não foi notificada da decisão. O Expresso soube que o caso não vai seguir para julgamento por fonte do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), na sequência da notícia que hoje publicou.
A ativista fora constituída arguida no passado dia 8, por ter participado na conferência de imprensa realizada nas imediações da Assembleia da República a 12 de setembro, durante a qual, conjuntamente com outras 14 pessoas, exibiu uma faixa com o nome do movimento Que se Lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!".
O caso fora hoje divulgado pelo movimento Que se Lixe a Troika!, através de um texto difundido pela Internet.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/processo-contra-ativista-do-15-de-setembro-arquivado=f769153#ixzz2DEwN4zDY
O processo por "organização de manifestação não comunicada" movido contra a ativista Mariana Avelãs, devido à conferência de imprensa de apresentação da manifestação do 15 de Setembro, foi arquivado.
O arquivamento ocorreu no passado dia 20, mas Mariana Avelãs ainda não foi notificada da decisão. O Expresso soube que o caso não vai seguir para julgamento por fonte do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), na sequência da notícia que hoje publicou.
A ativista fora constituída arguida no passado dia 8, por ter participado na conferência de imprensa realizada nas imediações da Assembleia da República a 12 de setembro, durante a qual, conjuntamente com outras 14 pessoas, exibiu uma faixa com o nome do movimento Que se Lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!".
O caso fora hoje divulgado pelo movimento Que se Lixe a Troika!, através de um texto difundido pela Internet.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/processo-contra-ativista-do-15-de-setembro-arquivado=f769153#ixzz2DEwN4zDY
O processo por "organização de manifestação não comunicada" movido contra a ativista Mariana Avelãs, devido à conferência de imprensa de apresentação da manifestação do 15 de Setembro, foi arquivado.
O arquivamento ocorreu no passado dia 20, mas Mariana Avelãs ainda não foi notificada da decisão. O Expresso soube que o caso não vai seguir para julgamento por fonte do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), na sequência da notícia que hoje publicou.
A ativista fora constituída arguida no passado dia 8, por ter participado na conferência de imprensa realizada nas imediações da Assembleia da República a 12 de setembro, durante a qual, conjuntamente com outras 14 pessoas, exibiu uma faixa com o nome do movimento Que se Lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!".
O caso fora hoje divulgado pelo movimento Que se Lixe a Troika!, através de um texto difundido pela Internet.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/processo-contra-ativista-do-15-de-setembro-arquivado=f769153#ixzz2DEwN4zDY

sábado, 24 de novembro de 2012

Cavaco contra Cavaco

Marcelo, Couto dos Santos, Cavaco Silva, Passos Coelho, Teresa Gouveia e Dr. Relvas
Numa altura em que urge criar riqueza no país e gerar novas bases de crescimento económico, é necessário olhar para o que esquecemos nas últimas décadas e ultrapassar os estigmas que nos afastaram do mar, da agricultura e até da indústria, com vista a produzirmos, em maior gama e quantidade, produtos e serviços que possam ser dirigidos aos mercados externos”.
 
Presidente da República, numa crítica feroz ao primeiro-ministro que ocupou São Bento entre 1985 e 1995.
 




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