terça-feira, 31 de maio de 2011

Querem ver o que acontece quando se defende o contribuinte (e a Escola Pública) dos lobbies que querem abocanhar o Orçamento do Estado?


Via "Câmara Corporativa"

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Jerónimo de Sousa defende debate sobre saída do euro


“O secretário-geral do PCP considerou, esta segunda-feira à tarde, que a saída de Portugal do euro não deve ser tabu e que, dependendo das conclusões de um amplo debate nacional sobre o assunto, é preciso criar condições para o povo pronunciar-se.



À porta das oficinas municipais, em Santiago do Cacém, Jerónimo de Sousa defendeu que "é preciso uma grande debate nacional, sem conclusões de forma apressada e antecipada". "Mas é sim ou não", sublinhou, inclinado claramente para a primeira opção. O candidato da CDU falava a propósito de uma entrevista ao Público em que defendeu que "mais cedo ou mais tarde" Portugal terá de sair da moeda única.”
(ler o resto da notícia aqui)


A loucura também passa pela caravana comunista ao aventar a saída de Portugal do Euro.

A ser concretizada esta política de terra queimada, assistiríamos a uma hecatombe sem precedentes em Portugal, salientando-se entre outros problemas a subida generalizada das taxas de juros, com prejuízo para as empresas e  famílias.
Para as famílias com crédito à habitação, os juros desses empréstimos subiriam de tal forma que a maioria desses agregados não teria dinheiro para pagar as prestações da casa.
 
O recorde de imóveis penhorados seria de tal ordem que não haveria compradores suficientes para o número de imóveis postos a leilão pelos bancos.

Sem compradores para esses imóveis, os bancos não conseguiriam reaver o crédito malparado, nem as famílias alguma vez conseguiriam recuperar desse cataclismo.

Neste cenário dantesco preconizado por Jerónimo de Sousa assistiríamos à falência de toda uma Nação.

Manuela Ferreira Leite

Pobre senhora, o único argumento que encontrou um Passos Coelho por quem nunca teve em grande conta é o seu ódio a José Sócrates, é um triste exemplo da decadência a que chegou o cavaquismo. Sem nada ter dito no comício do PSD Manuela Ferreira Leite acabou por dar a melhor explicação para a actual crise política, o ódio a José Sócrates por um determinado sector do PSD, algo que também é evidente no acelerado professor 0%.



Visto em "O Jumento"

domingo, 29 de maio de 2011

Pssos Coelho, impreparado, incapaz, não tem perfil!

«Uma enxadazinha fazia-lhe bem», diz Passos a quem o manda trabalhar



Passos Coelho não resistiu e lá lhe saiu: «Uma enxadazinha também lhe fazia bem. Fazia bem», repetiu enquanto se afastava.

Passos Coelho não sabe lidar com a critica, já o provou mais uma vez. Se não consegue lidar agora, imagine-se o que seria de uma Primeiro Ministro destes a lidar com manifestações como as de 12 de Março, era à bastonada como fez Dias Loureiro. Impreparado, incapaz, não tem perfil!


sábado, 28 de maio de 2011

Blogue de apoio ao PS



Manipulação? Querem ver o que é manipulação?

Manipulação é, às 8 da noite, a SIC dizer que o futebolista Fábio Coentrão esteve com José Sócrates, mas não ter dito em quem vai votar:



E isto é manipulação porque, às 13 horas, a mesma SIC tinha emitido declarações de Fábio Coentrão, após o encontro com José Sócrates, nas quais garante que vai votar PS:



Resta uma dúvida: que administrador ou director da SIC passou (ou telefonou) pela redacção entre o noticiário das 13 e o das 20?

Visto em "Câmara Corporativa"

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Intercampus: foi-se a onda laranja


Segundo a sondagem da Intercampus para o Público e TVI, Pedro Passos Coelho perdeu a vantagem que tinha conseguido após o debate.

Esta sondagem reevela também, ao contrário da opinião de alguns analistas de sondagens e de comunicação política, que a onda laranja não teve continuidade, não foi imparável.

Marcelo R. Sousa afirmou (a meio da tarde) que, se as sondagens deste fim de semana confirmarem uma vantagem do PSD, “vai ser muito difícil a Sócrates mudar durante a última semana”. As sondagens colocaram de novo o jogo em empate tecnico. Cresce a expectativa para a última semana de campanha.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Passos Coelho e o aborto

Trazer para a campanha outra vez o aborto foi uma das maiores asneiras do ano.

As declarações de passos Coelho sobre a "reavaliação" da lei do aborto, a sua disponibilidade para convocar "um novo referendo", bem como o recuo posterior, quando o PS lhe caiu em cima, revela um amadorismo político imperdoável, para um challenger do Poder.


O líder do PSD, que tem procurado marcar diariamente a agenda, obrigando o PS a ir atrás (e evitando, ao mesmo tempo, esclarecer como aplicará o memorando assinado com a troika...), tinha todos os temas do mundo, menos este, para desenvolver: o desemprego, as PPP's, a bancarrota, os impostos, as contradições do Governo, as meias verdades de Sócrates, as marteladas no Orçamento de Estado, a deterioração da Justiça, a falta de meios das polícias, o ataque à classe média, o estrangulamento das empresas (incluindo as exportadoras)... O que quisesse. Mas não: Passos Coelho não encontrou melhor tema, entre aqueles que realmente preocupam os portugueses, do que o da revisão da lei da IVG!

E depois ainda dizem que o Bloco de Esquerda, é que tem a mania de colocar na agenda temas fraturantes... O que terá passado pela cabeça de Passos Coelho?

Vejamos: o aborto não está na ordem do dia. Não é discutido nas ruas, nos cafés ou nos transportes públicos. Foi resolvido ao fim de dois referendos. Não perturba a coesão nacional nem provoca, hoje, divisões na sociedade portuguesa. A lei (que não agrada a minorias militantes sempre ativas) é indiferente à maioria e não é posta em causa por praticamente mais ninguém. Já nem a Igreja fala disso.

Passos perde em todas: reforça a ideia de que muda o seu programa de cada vez que lhe sopram uma ao ouvido. Revela um comportamento errático, sem aconselhamento político nem estratégia. Dá a Sócrates, de bandeja, a vanguarda no campo da modernização da sociedade e da abertura de espírito. Permite que as atenções sobre os erros da governação se desviem para faits divers, onde não tem hipótese contra o concorrente. Não ganha um único voto, a não ser em nichos radicais de católicos - porque os outros já não estão nem aí. Perde a confiança de uma parte do eleitorado central, e de centro esquerda, de que precisa para fazer a diferença. Embrenha-se numa temática que não domina, embaraçando boa parte do seu partido. Arranja lenha para se queimar.

Porque diabo foi, agora, desenterrar esta? Com uma dispensa cheia de caixas de bolachas, à sua mercê, porque é que foi logo abrir a lata de sardinhas fora do prazo de validade?

Comentário em "AEIOU/VISÃO"

Belmiro de Azevedo: "porque no te callas"


Black Sabath - War Pigs


O mega-merceeiro Belmiro depois do fracasso da PT ficou mesmo azedo, no que se refere a Sócrates. São todos iguais, os governos são bons se defenderem os seus interesses, mas se defenderem os do País, já não prestam.

O País tem empobrecido na razão directa do enrequecimento deste e de outros super-merceeiros. Precisamos especialmente de Empresários que fabriquem produtos para exportar, que acrescentem valor ao que importam ou que vendam produtos nacionais.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cine-Teatro Vianense: 27 de Maio

Ciclo Anual de Cinema Europeu
“O Leitor”
Sexta-feira, 27 de Maio pelas 21:30 Horas



País: Alemanha

Género: Drama/ Romance

Duração: 123 min.
Classificação: M/16
Realização: Stephen Daldry

Intérpretes: Ralph Fiennes, Kate Winslet, David Kross, Bruno Ganz,

Sinopse:

"O Leitor" começa na Alemanha após a Segunda Grande Guerra Mundial quando o adolescente Michael Berg (David Kross) fica doente e é ajudado por Hanna (Kate Winslet), uma desconhecida com o dobro da sua idade. Michael recupera entretanto da escarlatina e vai à procura de Hanna para agradecer. Ambos são rapidamente arrastados para um apaixonado mas secreto caso amoroso. Michael descobre que Hanna adora que leiam para ela e a relação física entre eles intensifica-se. Hanna deixa-se cativar, à medida que Michael lê alguns clássicos para ela. Apesar da intensa relação entre eles, um dia Hanna desaparece misteriosamente e Michael fica confuso e de coração partido. Oito anos depois, Michael é um estudante de direito que observa os julgamentos de guerra nazis e fica estupefacto ao ver Hanna novamente na sua vida - desta vez como arguida no tribunal. À medida que o passado de Hanna é revelado, Michael desvenda um grande segredo que irá ter impacto na vida de ambos.

Horários de Bilheteira:
De quarta a sexta-feira das 14:30H às 17:30H
No próprio dia 1 hora antes do espectáculo/sessão

Contacto para reservas:
Telf: 266791007
mail: cine-teatrovianense@cm-vianadoalentejo.pt

Todas as reservas devem ser levantadas até meia hora antes do espectáculo/sessão.


terça-feira, 24 de maio de 2011

Não deitemos foguetes antes do "jogo" chegar ao fim...



Vandalismo nas Escadas Monumentais de Coimbra


Quero exprimir a minha indignação enquanto estudante da Universidade de Coimbra e cidadão deste país relativamente a algo que considero ser um acto de puro vandalismo que atenta contra o nosso património. Refiro-me a várias pinturas apelando ao voto na CDU espalhadas por todo o lado, nomeadamente nas escadas monumentais da Universidade de Coimbra, marco histórico desta cidade.
Existe também no Facebook um movimento que apela à limpeza das mesmas.
Visto no JN
A foto seguinte mostra as Escadas Monumentais de Coimbra, antes da operação de vandalismo.


O caso das nomeações - um auto-atestado de irresponsabilidade

Um dos mails distribuídos pelo PSD aos jornalistas, onde se comprova que o Ministério da Justiça só entra nesta história para fazer exactamente o contrário do que o PSD alega. Ou seja, o MJ deixa claro que as publicações só devem ocorrer após a entrada em funções do próximo governo.


O caso é mais sério do que parece à primeira vista.
O País acordou com uma denúncia do PSD: o Governo estaria a fazer nomeações às escondidas. Ou seja, as pessoas estariam a ser nomeadas, ou promovidas, sem segredo, ficando a publicação em Diário da República para depois das eleições. Um escândalo, portanto.

Acontece que - como foi explicado - o governo nada escondeu.
O Governo deu orientações explícitas a todos os departamentos para que todas as nomeações ou promoções aguardasse pela tomada de posse do novo Governo (e não apenas pela realização de eleições).
Desde a entrada em gestão do Governo - foi igualmente explicado - foram nomeadas seis - sim seis - pessoas por rigorosas necessidades de urgência. Essas nomeações são públicas.

Perante isto, o PSD fez o que tinha a fazer: mostrou as provas em que baseava a sua acusação.
E ei-las - mails oriundos da entidade que gere o Diário da República a recusar a publicação de nomeações ou promoções, com base nas orientações recebidas do Governo.
Ou seja, o Governo teve o cuidado de criar um filtro - a INCM - para o caso de algum departamento "menos atento" não cumprir as suas ordens:



Ou seja, as provas do PSD dão razão ao Governo.
E este episódio é importante porque revela a total falta de escrúpulos e o atropelo evidente das regras democráticas por parte da actual direcção do PSD.
Imaginem o que seria gente desta a gerir o aparelho do Estado...

Visto em "Câmara Corporativa"

domingo, 22 de maio de 2011

Sócrates proclama o PS como “o grande partido do povo" perante um público entusiasta em Campo Maior

Em terras do "patrão" da Delta Cafés e jogando em "casa" perante um público "entusiasta", Campo Maior foi hoje o "palco" para José Sócrates afirmar o PS como "o grande partido do povo".

"É quando se vem a Campo Maior e quando se ouve o Rui Nabeiro e se vê este povo de Campo Maior que se percebe que o PS é o grande partido do povo no nosso país", disse o líder socialista, em 'jeans' e mangas de camisa, rodeado de crianças empunhando ramos de flores e em cima de um palanque montado diante de um ecrã gigante.

Numa praça do centro do município repleta de simpatizantes socialistas empunhando bandeiras de várias cores, as palavras de circunstância e a proclamação apoteótica foram o corolário de uma receção bem composta, num concelho que nas legislativas de 2009 deu ao PS uma expressiva vitória, com quase 46 por cento dos votos.

"Saio daqui com mais ânimo e mais entusiasmo para lutar pela vitória nas eleições legislativas", disse, depois de subir ao palco improvisado e de uma curta caminhada, com uma pausa breve para declarações aos jornalistas, sempre cingido por apoiantes ruidosos.

Sempre ao lado de Sócrates no palco de campanha estava Rui Nabeiro, empresário apoiante do PS e um dos maiores empregadores da região.

"Como presidente da concelhia do PS de Campo Maior e mandatário pelo distrito de Portalegre às eleições de 05 de junho coube-me a mim dirigir uma palavra de boas vindas ao nosso líder", começou por situar o empresário, para logo de seguida rematar: "Devemos ao PS o que Portugal é hoje. Muito de positivo se alcançou. Há altos e baixos em determinadas circunstâncias, mas o crédito é muito maior".

Em tom intimista, o "patrão" da Delta prosseguiu: "O PS o que é? É a cultura da minha casa, é a cultura da casa dos meus pais".

No final, já sem o discurso impresso e os guardanapos manuscritos de que se socorreu ao longo da sua breve intervenção, Rui Nabeiro rematou, num sublinhado verbal ao sorriso estampado no rosto de José Sócrates, que aguardava ao lado a sua vez para falar: "Tenho a certeza que o nosso secretário-geral ficará feliz por esta passagem por Campo Maior".

Lusa

Ainda o debate

A direita parece ter Pedro Passos Coelho em muito má conta. Ontem (sexta-feira), sentiu-se na tralha que se arrasta a “comentar” nas televisões um profundo alívio no fim do debate: o líder do PSD não tinha perdido com Sócrates (e alguns tiveram o descaramento de dizer que havia vencido). Patético. Para fundamentar as suas posições, a alguns desses “comentadores” só faltou perguntar se alguém tinha visto Pedro Passos Coelho a fugir do estúdio para se esconder atrás Relvas, esse outro expoente do passismo.

Ou então sou eu que devo ter perdido alguma parte do debate. É que eu vi Sócrates a levar às cordas um impreparado Passos Coelho, que se revelou incapaz de justificar as medidas radicais que defende no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS), vi Sócrates a desmontar a selvajaria que se esconde nas medidas do PSD para o emprego, vi Sócrates a mostrar que Passos também entendia que a crise internacional tivera um efeito devastador sobre uma pequena economia como é a portuguesa, vi Sócrates a explicar como o chumbo do PEC 4 tinha obrigado ao pedido de ajuda externa (que as agências de rating na altura sublinharam), vi Sócrates a pôr em evidência a forma perniciosa como o PSD se comportou nesta situação difícil que o país atravessa (de que as cartas abertas de Catroga para a troika são um mero exemplo).

Perante isto, que fez Passos Coelho? Para além de umas frases coladas com cuspo, quando pôde, mudou de assunto; quando não o conseguiu, baralhou tudo, como aconteceu com os “co-pagamentos” na saúde, escamoteando que eles não existem até agora no SNS.


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