quinta-feira, 21 de abril de 2011

Barómetro da Marktest coloca PS à frente do PSD por um ponto


"Este estudo foi realizado no passado fim-de-semana, uma semana depois do congresso do PS em Matosinhos, do anúncio de Fernando Nobre como cabeça de lista do PSD por Lisboa e com os técnicos do FMI, do BCE e da Comissão Europeia já em Portugal a dar os primeiros passos para o resgate financeiro do país."

Força, Passos, estás quase a conseguir o impensável. Com um bocadinho mais de esforço, com esses cérebros todos a trovejar, talvez ainda seja possível ser ultrapassado pelo PP. Há que acreditar e continuar o bom trabalho.
Credo, que tamanha ineficácia até arrepia; vale o case-study para a posteridade (a haver posteridade, claro).

Visto em "Pegada"

Comemorações do 37º aniversário do 25 de Abril

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Cine-Teatro Vianense: 22 de Abril

Sexta-Feira, 22 de Abril, pelas 21:30 horas
"A Fuga"


País: Portugal

Género: Drama/Thriller
Classificação: M/12
Realização: Luís Filipe Rocha
Com: Maria do Céu Guerra, José Viana, Henrique Viana, Costa Ferreira, Carlos César

Sinopse:
"A Fuga" é a primeira longa-metragem de ficção do realizador Luís Filipe Rocha, que pretendeu retratar o Portugal do Estado Novo, fazendo a sua transição para o Portugal democrático. Protagonizado por José Viana e Henrique Viana "A Fuga", procura relatar um episódio verídico que envolveu um grupo de presos políticos que encetou a fuga do Forte de Peniche.

Horários de Bilheteira:
De quarta a sexta-feira das 14:30H às 17:30H
No próprio dia 1 hora antes do espectáculo/sessão

Contacto para reservas:
Telf: 266791007
mail: cine-teatrovianense@cm-vianadoalentejo.pt

Todas as reservas devem ser levantadas até meia hora antes do espectáculo/sessão.

terça-feira, 19 de abril de 2011

FMI. Redução de câmaras deve ser uma realidade

por Liliana Valente, Publicado em 16 de Abril de 2011

Na Grécia, a troika impôs uma redução do número de câmaras. PS vai ter no programa eleitoral a revisão do mapa administrativo Reduzir o número de câmaras municipais e mexer na organização das empresas municipais são dois dos temas a estudar pela troika da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional como medidas de contrapartida à ajuda internacional a Portugal. A solução-padrão utilizada na Grécia - que passou de mais de mil autarquias para cerca de 300 - é uma possibilidade forte em Portugal e, para evitar mais cortes para as autarquias, a Associação Nacional de Municípios pediu para ser ouvida pelos enviados de Bruxelas a Portugal.

Acresce ainda que a revisão do mapa administrativo do país vai voltar a fazer parte do programa eleitoral do PS, pelo que o actual governo não criará muitos entraves a algumas mexidas. O debate já tinha sido levantado pelo governo de José Sócrates, a reboque das alterações na cidade de Lisboa, mas não chegou a sair do papel. "Estamos a falar, primeiro, de uma reestruturação do território a nível urbano, depois, das zonas de baixa densidade", explica ao i o secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro.

O plano do governo não era tão ambicioso como aquele que pode ser aplicado pela troika e tinha como primeiro objectivo a redução de freguesias, mas quando questionado sobre se a reforma pode ser precipitada pelo FMI e ir mais longe, alcançando as câmaras, José Junqueiro diz que "há essa possibilidade", um pouco à semelhança do que aconteceu na Grécia.

O governante insiste, no entanto, que nas zonas de pouca densidade populacional se trata primeiro de "associar freguesias", deixar de ter "vários executivos", e "ter apenas um presidente e uma assembleia".

Para travar mais cortes de verbas para as câmaras e a redução "cega" do próprio número de autarquias, Fernando Ruas, presidente da Associação Nacional de Municípios (ANMP), pediu para ser ouvido pela troika. "Queremos que os cortes sejam feitos onde são necessários, onde a gordura é grande", diz ao i.

Mas a ANMP não fecha a porta ao debate e Ruas admite que "há margem" para reduzir o número de câmaras municipais. A reforma pode juntar-se a outras, defende o autarca, como "por exemplo a redução dos deputados e o fim dos governos civis".

"Estamos interessados em dizer à troika que as câmaras nada têm a ver com o desequilíbrio das contas públicas. Não é nossa responsabilidade", assegura.

Ao debate sobre a redução de câmaras junta-se a regionalização. "Na Grécia a redução do número de câmaras foi acompanhada pela imposição de se avançar com a regionalização, tendo em vista um aumento da eficiência", diz Fernando Ruas.

menos vereadores O plano do governo, com o qual José Sócrates venceu as eleições de 2009, não passava pela extinção de câmaras - à semelhança do que defenderá o programa do PS para as próximas eleições de 5 de Julho. As propostas socialistas passam antes por reestruturar o número de vereadores. "É necessário mexer na Lei Eleitoral Autárquica para introduzir os executivos autárquicos. Ou seja, o presidente da câmara passa a escolher o executivo, o que pode reduzir o número de vereadores", diz Junqueiro. Com as alterações pretendidas, as câmaras de nove vereadores passariam a ter sete e as câmaras com cinco teriam três. "No final podemos ter menos mil vereadores", conclui o responsável.

Ideia semelhante é defendida pelo PS para as empresa municipais. Para reduzir o peso das empresas afectas aos municípios nas contas do Estado pode vir a ser imposta a necessidade de mais cortes, começando pelo número de administradores. O governo esperava pelo resultado do grupo de trabalho sobre o funcionamento das empresas municipais liderado pelo presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d'Oliveira Martins, para avançar com reformas. "A ideia do governo, caso não tivesse sido interrompido a meio, seria de concluir este trabalho já em 2011", justifica o secretário de Estado.

Com Ana Suspiro

Visto no"I"

O melhor almoço da minha vida

Cesaria Evora - Sodade


"Já passaram muitos anos, um dia tive que ir a um seminário sobre o sector do azeite na Universidade de Évora, o convite tinha sido endereçado ao meu director-geral que não foi e como eu era um dos técnicos ligados à PAC nomeou-me para estar presente. Já não me recordo se por estar sentado ao meu lado ou numa conversa no intervalo do café conheci um autarca. Conversa puxa conversa e quando chegou a hora de almoço, o autarca perguntou-me se queria acompanhá-lo no almoço. Tudo bem, mas quando a escolha foi “O Fialho” comecei a encolher-me ao que o autarca me tranquilizou. Uma das opções naquele restaurante era a escolha de uma sequência de mini-pratos e lá fui provando as melhores iguarias da gastronomia alentejana devidamente acompanhada de uma excelente selecção de vinhos. No final a conta foi paga com o VISA da autarquia.

As autarquias são a vaca sagrada da nossa democracia, em nome da proximidade das populações gasta-se muito e mal, ainda por cima são centenas de câmaras municipais que têm multiplicado as empresas municipais e outros esquemas para gastar dinheiro. Basta ir a qualquer vila histórica para nos depararmos com autocarros de muitas autarquias, levam-se os velhinhos a passear, a andar de avião e até a rezar a Fátima. A junta de Freguesia de Nossa Senhora de Fátima, a minha, prometeu aos velhinhos da freguesia se o PSD ganhasse iriam a Fátima e lá foram.

Constroem-se centros disto e daquilo, sedes faraónicas, compram-se carros de luxo, paga-se a consultores (a CM da minha terra até tem Santana Lopes como assessor jurídico) contratam-se assessores dos partidos, boys de quem ninguém fala, inventam-se geminações para que os autarcas passem a vida a viajar para locais exóticos, constroem-se rotundas floridas em direito a estátua em todos os cruzamentos, gasta-se dinheiro a rodos e na hora de fazer contas esperam-se meses até se apurar a despesa e a dívida das autarquias. São centenas de câmaras municipais num país que se atravessa de norte a sul em seis horas, e como se estas não bastasse são milhares de juntas de freguesias, algumas das quais têm mais cavalos do que eleitores. E como isto é pouco não faltam os que ainda acham que o país deve ser regionalizado.

A situação é de tal exagero que o técnicos do FMI não a puderam ignorar e disseram os óbvio, aquilo que todos sabemos e que os partidos políticos por cobardia ou oportunismo nunca aceitaram, há autarquias a mais. Nenhum partido quer perder as suas câmaras, como poderia, por exemplo, o PCP prescindir das dezenas de autocarros postos ao serviço da CGTP sempre que esta central organiza uma manifestação em Lisboa? Os recursos das autarquias são fundamentais para alimentar a máquina dos partidos.

O meu almoço foi uma coincidência rara, deu-se o caso de ter estado ao lado de um autarca que não gostava de almoçar sozinho e provavelmente achando que eu era uma alta individualidade da capital quis exibir a sua riqueza. Mas almoços como aquele os contribuintes já pagaram aos milhões, pagaram os almoços, os carros de luxo dos autarcas, os gabinetes faraónicos dos autarcas, as viagens de avião dos velhinhos a concorrência desleal de Cuba ao Serviço Nacional de Saúde, a discoteca de uma astróloga em Manta Rota, os pareceres jurídicos dos políticos no desemprego, o cachet de José Castelo Branco para Rei do Carnaval de Monte Gordo e uma infinidade de parvoíces que por aí se vão fazendo.

É uma pena que em vez de avisar o FMI para os esqueletos no armário o Pedro Passos Coelho e outros políticos não denunciem a pouca vergonha com que os aparelhos partidários têm abusado do dinheiro dos contribuintes."
Visto em "O Jumento"

domingo, 17 de abril de 2011

Homens da Luta atacam Fernando Nobre

Primeiro foi Sócrates. Depois Miguel Sousa Tavares. Agora é a vez de Fernando Nobre. A melodia de "Fernando", dos ABBA" serve de inspiração a uma letra que fala de tachos.

Fernando Nobre cancelou a conta do Facebook depois das reacções negativas que começaram a ser lá escritas com o anúncio, no domingo, de que seria cabeça-de-lista do PSD por Lisboa e candidato do partido a presidente da Assembleia da República. Mas contra o Youtube e os Homens da Luta nada pode fazer.

O ex-candidato independente à presidência da República é o alvo de uma nova música do grupo que venceu o Festival da Canção. Um tema que usa a melodia de "Fernando", dos ABBA" e que fala num "tacho bastante tentador" e numa mudança que "não dá para crer".



DN

Costa da Silva: Mais uma entrada de leão e saída de sendeiro?


Eu vi um sapo

António Dieb era o candidato indicado pela Distrital de Évora do PSD para encabeçar a lista laranja por Évora. Mas eis que se soube hoje, através da agência LUSA, que a direcção nacional tem outro nome na manga, que vai apresentar ao Conselho Nacional do próximo domingo, para a lista de Évora: o alcacerense e ex-ministro Pedro Lynce.

Depois de, nas eleições de 2009, Luís Capoulas ter reconquistado o lugar de deputado há muito perdido pelo PSD em Évora, esperava-se agora que o partido apostasse numa figura local. Parece que não vai ser assim e António Dieb, que nunca escondeu que gostaria de ocupar um lugar no Parlamento, depois de deixar a liderança da distrital, pouco mais lhe resta que o lugar de vereador sem pelouro na Câmara de Évora. Bem pouco para as aspirações de um homem que há vários anos é o rosto do PSD em Évora. Dizem os entendidos: vamos lá agora a ver se Pedro Lynce é eleito. Não sei porquê, mas não me parece que a coisa esteja garantida...

E neste contexto mais curiosa é a afirmação do actual presidente da distrital do PSD de Évora, Costa e Silva, quando questionado no dia 9 deste mês pela Rádio Diana sobre se a direcção nacional não poderia "mexer na lista", "diz um claro não, justificado pela unanimidade gerada dentro do partido". Mais uma entrada de leão e saída de sendeiro?

A Cinco Tons

sexta-feira, 15 de abril de 2011

As patranhas de Passos Coelho


La Cucaracha_Helmut Lotti

Depois de uma primeira mentira, transformando uma reunião de horas num telefonema lacónico, surge uma segunda mentira: o silenciamento do SMS enviado aos deputados do PSD, que revela que o chumbo do PEC 4 foi uma decisão tomada após o ultimato de Marco António a Passos Coelho: ou provocas eleições no país ou tens eleições no PSD.

No programa 'Quadratura do Círculo', Pacheco Pereira revelou que no dia em que José Sócrates estava a negociar em Bruxelas o PEC4, na cimeira de 11 de Março último, todos os deputados do PSD receberam um SMS em que se dizia: "Não façam nenhuma declaração até logo à noite sobre a cimeira europeia".

Alguns deputados, contou Pacheco Pereira, quiseram saber a razão de ser desta ordem e foi-lhes dito que era para "não prejudicar as negociações do Governo em Bruxelas e para que o PS não viesse a usar isso como arma".

Recorde-se que tudo isto aconteceu um dia depois do primeiro-ministro, antes de partir para Bruxelas, ter telefonado ao líder do PSD, Passos Coelho, para que se deslocasse a S. Bento.

Durante a reunião, José Sócrates apresentou ao chefe do maior partido da oposição o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) 4 que haveria de levar, no dia seguinte, à cimeira europeia

DN

quinta-feira, 14 de abril de 2011

FMI vai impor cortes orçamentais "dolorosos" a Portugal


Dominique Strauss-Kahn diz ser urgente que Portugal regresse a um quadro de crescimento económico.

O director-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) assume que Portugal vai sofrer cortes orçamentais "dolorosos" e durante muito tempo.

Dominique Strauss-Khan diz, em entrevista à TVI, ser preferível actuar pela via orçamental, sublinhando tratar-se de um processo longo mas realista.

O responsável do Fundo Monetário Internacional acrescenta que nenhum país pode gastar acima das suas possibilidades durante muito tempo, tal como fez Portugal.

“Preferimos seguir pela via do ajustamento orçamental. É um processo mais longo e mais realista, por isso, não vamos exigir velocidade máxima. Não é possível a um país gastar acima das suas possibilidades durante muito tempo, foi o que aconteceu em Portugal, não me compete apontar o dedo, mas foi o que aconteceu e agora vocês têm que entrar nos eixos de qualquer forma.”

Strauss-Kahn diz ainda ser urgente regressar a um quadro de crescimento económico: “Muitos países da Zona Euro foram capazes de aumentar a competitividade nos últimos anos, não apenas a Alemanha que é sempre o exemplo apontado, mas outros também o fizeram, por isso, não há razão para que Portugal não o possa fazer”.

“Muitos discutem sobre as medidas que deveriam ter sido assumidas mais cedo, o que é verdade, mas agora não vale a pena discutir sobre isso e neste momento a questão é olhar para a frente e saber o que deve ser feito”, sublinha o director-geral do FMI.

RR

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Sábado,16 de Abril - Ensemble Vocal Manuel Mendes no Cine-teatro Vianense


O "Ensemble Vocal Manuel Mendes", sob a direcção musical do maestro Christopher Bockmann, vai dar um concerto dia 16 de Abril, no Cine-teatro Vianense, a partir das 21h00.

No âmbito do projecto "Saber dos Sons" realiza-se dia 16 de Abril a iniciativa "Concertos Clássicos" com o "Ensemble Vocal Manuel Mendes", no Cine-teatro Vianense, a partir das 21 horas.
Recorde-se que a iniciativa Saber dos Sons decorre até dia 24 de Junho e é da responsabilidade do Município de Viana do Alentejo, contando com a colaboração do maestro Christopher Bochmann.
Trata-se de uma iniciativa que pretende dar a oportunidade à população de conhecer e ouvir música clássica e, ao mesmo tempo, aprender. O projecto tem duas vertentes: “Concertos de Música Clássica” e “Música para Todos” com sessões às sextas-feiras, durante a tarde, no Cine-teatro Vianense.

Mais informações:
Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Viana do Alentejo
Rua Brito Camacho, 13
7090 Viana do Alentejo

Tlf: 266 930 025

e-mail – gabinete.informacao@cm-vianadoalentejo.pt

Cine-Teatro Vianense: 15 de Abril

Sexta-Feira, 15 de Abril, pelas 21:30 horas
"72 Horas"



País: E.U.A
Género: Crime/Drama
Duração: 122 min.
Classificação: M/12
Realização: Paul Haggis
Intérpretes: Russel Crowe, Liam Neeson, Elizabeth Banks

Sinopse:

A vida dum casal vai ser virada completamente do avesso, quando a mulher é acusada de assassinato. O marido vai tentar provar a sua inocência através da sua própria investigação.

Horários de Bilheteira:
De quarta a sexta-feira das 14:30H às 17:30H
No próprio dia 1 hora antes do espectáculo/sessão

Contacto para reservas:
Telf: 266791007
mail: cine-teatrovianense@cm-vianadoalentejo.pt

Todas as reservas devem ser levantadas até meia hora antes do espectáculo/sessão.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Futebol - Taça de Évora - SP.Viana está na Final !!!


Vídeo enviado por José Pacheco

Jogaram-se no passado domingo as meias-finais da Taça de Évora em que a nossa equipa recebeu o Calipolense e no outro jogo o Redondense recebeu o Oriola, numa tarde de emoções para as 4 equipas que partilhavam um sonho em comum, vencer os respectivos jogos e estarem presentes na final a realizar no estádio do Juventude de Évora. Como já tínhamos referido este jogo era deveras importante para a nossa equipa, pois o SP.Viana nunca tinha conseguido chegar a uma final da Taça de Évora e estava determinado em mudar o rumo dos acontecimentos e perante o seu publico levar de vencida o Calipolense. 

Na 1ª parte do encontro as duas equipas procuraram chegar ao golo, sempre de forma muito aguerrida e com bons lances de futebol de parte a parte, embora o marcador não viesse a ser alterado até ao intervalo a nossa equipa tudo fez para marcar e presentear a excelente moldura de público que se deslocou ao Faria e Melo, mostrando que a população de Viana respondeu ao apelo e apoiou a equipa do princípio ao fim. Com o nulo ao intervalo o SP.Viana procurou chegar ao golo na 2ª parte e carimbar o passaporte para a final e com o golo de André tudo começou a ficar mais definido, pois o SP.Viana praticava um bom futebol e controlava os acontecimentos.

Procurava-se o golo da tranquilidade e mais uma vez André volta a marcar e a provocar a 2ª explosão de alegria nas bancadas, fazendo acreditar que a final estava cada vez mais ao alcance da nossa equipa. O adversário não baixou os braços e já bem perto do final reduziu para 2-1, criando alguma expectativa em relação ao resultado final, mas do outro lado estava uma equipa determinada em não deixar fugir o bilhete para a final da Taça e defendeu a vantagem até ao apito final com todas as suas forças.

Com a vitória e respectiva passagem á final queremos deixar os parabéns á direcção, jogadores, equipa técnica e de uma forma especial aos sócios, vianenses e apoiantes que em muito ajudaram a nossa equipa a ultrapassar este difícil adversário e chegar assim pela 1ª vez na sua história a uma final da Taça de Évora em que o SP.Viana terá como oponente a exelente formação do Redondense.

Jogaram: Manel (GR), Zé Pedro, Mero, Roque, Pedro Candeias, André (2),Teigão, Ferro, João do Carmo, David Candeias e João Alexandre.

Jogaram ainda: Rui Penetra, Elizito, Pedro Rosado.
Equipa Técnica: Canivete (Treinador) e Rolo (Treinador Adj.)

Visto em http://sportingviana.blogspot.com/

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Fernando Nobre: quanto custa um vaidoso?


Hino da Campanha Presidencial de Fernando Nobre 2011

Fernando Nobre vai ser cabeça de lista do PSD no circulo de Lisboa. Contra um homem de convicções - mesmo que não sejam as minhas - como Ferro Rodrigues, o PSD aposta num ziguezagueante populista. O ex-candidato estava no mercado e Passos Coelho pagou o preço que lhe foi pedido: dar-lhe a presidência da Assembleia da República. As contas foram de merceeiro: Nobre vale 600 mil votos. Errado. Se os votos presidenciais nunca são transferíveis para legislativas, isso é ainda mais evidente neste caso. Todas as vantagens competitivas de Nobre desapareceram quando ele aceitou este lugar. 

O PSD vai perder mais do que ganha. Porque este convite soa a puro oportunismo. Porque quando Fernando Nobre começar a falar o PSD vai ter de se virar do avesso para limitar os danos. Porque a esmagadora maioria dos eleitores de Nobre nem com um revólver apontado à cabeça votará em Passos Coelho. Porque ele afastará eleitorado que desconfia de gente com tanta ginástica política.
Quem também não fica bem na fotografia é Mário Soares, que, na última campanha, por ressentimento pessoal, alimentou esta candidatura. Fica claro a quem ela serviu. Agora veio o agradecimento. 

Quanto a Fernando Nobre, é tudo muito banal e triste. Depois da campanha que fez, este é o desfecho lógico. Candidatos antipartidos, que tratam todos os eleitos como suspeitos de crimes contra a Pátria - ainda não me esqueci quando responsabilizou Francisco Lopes pelo atual estado de coisas, apenas porque é deputado - e que julgam que, por não terem nunca assumido responsabilidades políticas, têm uma qualquer superioridade moral sobre os restantes acabam sempre nisto. A chave que usam para abrir a porta da sala de estar do sistema é o discurso contra o sistema. Não querem "tachos", dizem eles, certos de que todos os eleitos apenas procuram proveitos próprios. Eles são diferentes. Depois entram no sistema para mudar o sistema, explicam. E depois ficam lá, até vir o próximo com o mesmo discurso apontar-lhes o dedo. É tudo tão antigo que só espanta como tanta gente vai caindo na mesma esparrela. 

Quem tem um discurso sem programa, sem ideologia, sem posicionamento político claro e resume a sua intervenção ao elogio da sua inexperiência política tem sempre um problema: só é diferente até perder a virgindade. E quando a perde fica um enorme vazio. Porque não havia lá mais nada. Porque a política não se faz de bons sentimentos, faz-se de ideias, projetos e programas políticos. Ideias, projetos e programas que resultam do pensamento acumulado pela experiência de gerações, que se vai apurando no confronto e na tentativa e erro. A tudo isto chamamos ideologias. Quem despreza a ideologia despreza o pensamento. Quem despreza o pensamento despreza a política. Quem despreza a política dificilmente pode agir nela com coerência e dignidade. 

Para além do discurso contra os políticos, este político teve outra bandeira: as suas preocupações sociais. Nada com conteúdo. Para ele bastava mostrar o seu currículo de ativista humanitário. E a quem aceita ele entregar a sua virginal e bondosa alma? Ao candidato a primeiro-ministro mais selvaticamente liberal que este País já conheceu. Não sou dos que acham que toda a gente tem um preço. Mas ficámos a saber qual é o de Fernando Nobre: um lugar com a dimensão da sua própria vaidade. 

Tudo isto tem uma vantagem: é uma excelente lição de política para muita gente. Quem diz que não é de esquerda nem de direita, quem tem apenas a sua suposta superioridade moral como programa e quem entra no combate político desprezando quem há muito o faz nunca é de confiança. Um dia terão que se decidir. E Nobre decidiu-se: escolheu a direita ultraliberal em troca das honras de um lugar no Estado. Na hora da compra, os vaidosos têm uma vantagem: saem mais baratos. Não precisam de bons salários ou de negócios. Basta dar-lhes um trono e a sensação de que são importantes. Vendem a alma por isso.

Por Daniel Oliveira no Expresso

Fernando Nobre: "Partido político? Nunca!"

Na primeira entrevista depois das eleições presidenciais, Fernando Nobre garantiu que não ia aceitar cargos partidários. Recorde essas imagens.




Há um mês, Fernando Nobre era peremptório a responder ao jornalista Mário Crespo: "Partido político? Nunca!"

Na primeira entrevista depois de ter conquistado 14% dos votos nas presidenciais, disse que altos detentores de cargos políticos do país o tinham contactado. No entanto, garantia que não ia aceitar nenhum cargo nem político nem governativo.

Visto em "Aeiou/Expresso"

sábado, 9 de abril de 2011

Governo e Bruxelas garantem que PEC4 não incluía resgate

NOTÍCIA DE ONTEM, 8 DE ABRIL

O Governo e a Comissão Europeia garantiram esta sexta-feira que, na negociação do chamado PEC4 com Bruxelas, não estava incluída a ajuda externa a Portugal no valor de 80 mil milhões de euros.

A porta-voz da presidência da Comissão Europeia disse, citada pela Lusa, ser «falso» que, quando o primeiro-ministro José Sócrates apresentou em Bruxelas o chamado PEC4, «tenha ficado também estabelecido que a esse acordo se seguiria um pedido de ajuda externa».

O semanário «Sol» noticiou esta sexta-feira que José Sócrates teria estabelecido com Bruxelas - quando assinou o acordo com as medidas do chamado PEC 4 a 11 de Março - que se seguiria um pedido de ajuda externa no valor de 80 mil milhões de euros.

O Governo já veio hoje rejeitar qualquer tipo de acordo com as instâncias comunitárias.

Os ministros do Eurogrupo revelaram que o pedido de resgate de Portugal chegou hoje à Comissão Europeia e ao FMI. O comissário europeu dos Assuntos Económicos, Olli Rehn, adiantou na Hungria que programa de ajuda a Portugal atingirá provavelmente os 80 mil milhões de euros e poderá abranger um período de três anos.

Visto em "Agência Financeira"

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