sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Cavaco: um chico-esperto como Presidente



No dia 9 de julho de 1998, a notária Maria do Carmo Santos deslocou-se ao escritório de Fernando Fantasia, na empresa industrial Sapec, Rua Vítor Cordon, em Lisboa, para registar uma escritura especial. O casal Cavaco Silva (cerimoniosamente identificados com os títulos académicos de "Prof. Dr." e "Dra") entregava a sua casa de férias em Montechoro, Albufeira, e recebia em troca da Constralmada - Sociedade de Construções Lda uma nova moradia no mesmo concelho. Ambas foram avaliadas pelas partes no mesmo valor: 135 mil euros. Este tipo de permutas, entre imóveis do mesmo valor, está isento do pagamento de sisa, o imposto que antecedeu o IMI, e vigorava à época.

Mas a escritura refere, na página 3, que Cavaco Silva recebe um "lote de terreno para construção", omitindo que a vivenda Gaivota Azul, no lote 18 da Urbanização da Coelha, já se encontrava em construção há cerca de nove meses. Segundo o "livro de obras" que faz parte do registo da Câmara Municipal de Albufeira, as obras iniciaram-se em 10 de Outubro do ano anterior à escritura, em 1997. Tal como confirma Fernando Fantasia, presente na escritura, e dono da Opi 92, que detinha 33% do capital da Constralmada, que afirmou, na quinta-feira, 20, à VISÃO que o negócio escriturado incluía a vivenda.

"A casa estava incluída, concerteza. Não há duas escrituras." Fantasia diz que a escritura devia referir "prédio", mas não é isso que ficou no documento que pode ser consultado no cartório notarial de António José Alves Soares, em Lisboa, e que o site da revista Sábado divulgou na quarta-feira à tarde. Ou seja, não houve lugar a qualquer pagamento suplementar, por parte de Cavaco Silva à Constralmada. A vivenda Mariani, mais pequena, e que na altura tinha mais de 20 anos, foi avaliada pelo mesmo preço da Gaivota Azul, com uma área superior (mais cerca de 500 metros quadrados), nova, e localizada em frente ao mar. Fernando Fantasia refere que Montechoro "é a zona cara" de Albufeira e que a Coelha era, na altura, "uma zona deserta", para justificar a avaliação feita.

A Constralmada fechou portas em 2004. Fernando Fantasia não sabe o que aconteceu à contabilidade da empresa. O empresário, amigo de infância e membro da Comissão de Honra da recandidatura presidencial de Cavaco Silva, não se recorda se houve "acerto de contas" entre o proprietário e a construtora.

"Quem é que se lembra disso agora? A única pessoa que podia lembrar-se era o senhor Manuel Afonso [gerente da Constralmada], que já morreu, coitado..."

No momento da escritura, Manuel Afonso não estava presente. A representar a sociedade estavam Martinho Ribeiro da Silva e Manuel Martins Parra. Este último, já não pertencia à Constralmada desde 1996, data em que renunciou ao cargo de gerente. Parra era, de facto, administrador da Opi 92.

Outro interveniente deste processo é o arquiteto Olavo Dias, contratado para projetar a casa de Cavaco Silva nove meses antes de este ser proprietário do lote 18. Olavo Dias é familiar do Presidente da República, por afinidade, e deu andamento ao projeto cujo alvará de construção foi aprovado no dia 22 de setembro de 1997.

A "habitação com piscina" que ocupa "620,70 m2" num terreno de mais de1800, é composta por três pisos, e acabou de ser construída, segundo os registos da Câmara a 6 de agosto de 1999. A única intervenção de Cavaco Silva nas obras deu-se poucos dias antes da conclusão, a 21 de julho de 1999, quando requereu a prorrogação do prazo das obras (cujo prazo caducara em 25 de junho).

A família Cavaco Silva ocupa, então, a moradia, em agosto. A licença de utilização seria passada quatro meses depois, a 3 de dezembro, pelo vereador (atual edil de Albufeira, do PSD) Desidério Silva, desrespeitando, segundo revela hoje a edição do Público, um embargo camarário à obra, decretado em dezembro de 1997, e nunca levantado.

A VISÃO não conseguiu obter nenhum comentário do Presidente da República.

Na Visão

Os cinco cavacos


Sem contar com a sua breve passagem pela pasta das Finanças, conhecemos cinco cavacos. Mas todos os cavacos vão dar ao mesmo.

O primeiro Cavaco foi primeiro-ministro. Esbanjou dinheiro como se não houvesse amanhã. Desperdiçou uma das maiores oportunidades de deste País no século passado. Escolheu e determinou um modelo de desenvolvimento que deixou obra mas não preparou a nossa economia para a produção e a exportação. O Cavaco dos patos bravos e do dinheiro fácil. Dos fundos europeus a desaparecerem e dos cursos de formação fantasmas. O Cavaco do Dias Loureiro e do Oliveira e Costa num governo da Nação. Era também o Cavaco que perante qualquer pergunta complicada escolhia o silêncio do bolo rei. Qualquer debate difícil não estava presente, fosse na televisão, em campanhas, fosse no Parlamento, a governar. Era o Cavaco que perante a contestação de estudantes, trabalhadores, polícias ou utentes da ponte sobre o Tejo respondia com o cassetete. O primeiro Cavaco foi autoritário.

 O segundo Cavaco alimentou um tabu: não se sabia se ficava, se partia ou se queria ir para Belém. E não hesitou em deixar o seu partido soçobrar ao seu tabu pessoal. Até só haver Fernando Nogueira para concorrer à sua sucessão e ser humilhado nas urnas. A agenda de Cavaco sempre foi apenas Cavaco. Foi a votos nas presidenciais porque estava plenamente convencido que elas estavam no papo. Perdeu. O País ainda se lembrava bem dos últimos e deprimentes anos do seu governo, recheados de escândalos de corrupção. É que este ambiente de suspeita que vivemos com Sócrates é apenas um remake de um filme que conhecemos. O segundo Cavaco foi egoísta.

 O terceiro Cavaco regressou vindo do silêncio. Concorreu de novo às presidenciais. Quase não falou na campanha. Passeou-se sempre protegido dos imprevistos. Porque Cavaco sabe que Cavaco é um bluff. Não tem pensamento político, tem apenas um repertório de frases feitas muito consensuais. Esse Cavaco paira sobre a política, como se a política não fosse o seu ofício de quase sempre. Porque tem nojo da política. Não do pior que ela tem: os amigos nos negócios, as redes de interesses, da demagogia vazia, os truques palacianos. Mas do mais nobre que ela representa: o confronto de ideias, a exposição à critica impiedosa, a coragem de correr riscos, a generosidade de pôr o cargo que ocupa acima dele próprio. Venceu, porque todos estes cavacos representam o nosso atraso. Cavaco é a metáfora viva da periferia cultural, económica e politica que somos na Europa. O terceiro Cavaco é vazio.

O quarto Cavaco foi Presidente. Teve três momentos que escolheu como fundamentais para se dirigir ao País: esse assunto que aquecia tanto a Nação, que era o Estatuto dos Açores; umas escutas que nunca existiram a não ser na sua cabeça sempre cheia de paranóicas perseguições; e a crítica à lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo que, apesar de desfazer por palavras, não teve a coragem de vetar. O quarto Cavaco tem a mesma falta de coragem e a mesma ausência de capacidade de distinguir o que é prioritário de todos os outros.
Apesar de gostar de pensar em si próprio como um não político, todo ele é cálculo e todo o cálculo tem ele próprio como centro de interesse. Este foi o Cavaco que tentou passar para a imprensa a acusação de que andaria a ser vigiado pelo governo, coisa que numa democracia normal só poderia acabar numa investigação criminal ou numa acção política exemplar. Era falso, todos sabemos. Mas Cavaco fechou o assunto com uma comunicação ao País surrealista, onde tudo ficou baralhado para nada se perceber. Este foi o Cavaco que achou que não devia estar nas cerimónias fúnebres do único prémio Nobel da literatura porque tinha um velho diferendo com ele. Porque Cavaco nunca percebeu que os cargos que ocupa estão acima dele próprio e não são um assunto privado. Este foi o Cavaco que protegeu, até ao limite do imaginável, o seu velho amigo Dias Loureiro, chegando quase a transformar-se em seu porta-voz. Mais uma vez e como sempre, ele próprio acima da instituição que representa.  O quarto Cavaco não é um estadista.

 E agora cá está o quinto Cavaco. Quando chegou a crise começou a sua campanha. Como sempre, nunca assumida. Até o anúncio da sua candidatura foi feito por interposta pessoa. Em campanha disfarçada, dá conselhos económicos ao País. Por coincidência, quase todos contrários aos que praticou quando foi o primeiro Cavaco. Finge que modera enquanto se dedica a minar o caminho do líder que o seu próprio partido, crime dos crimes, elegeu à sua revelia. Sobre a crise e as ruínas de um governo no qual ninguém acredita, espera garantir a sua reeleição. Mas o quinto Cavaco, ganhe ou perca, já não se livra de uma coisa: foi o Presidente da República que chegou ao fim do seu primeiro mandato com um dos baixos índices de popularidade da nossa democracia e pode ser um dos que será reeleito com menor margem.  

O quinto Cavaco não tem chama.
Quando Cavaco chegou ao primeiro governo em que participou eu tinha 11 anos. Quando chegou a primeiro-ministro eu tinha 16. Quando saiu eu já tinha 26. Quando foi eleito Presidente eu tinha 36. Se for reeleito, terei 46 quando ele finalmente abandonar a vida política. Que este homem, que foi o politico profissional com mais tempo no activo para a minha geração, continue a fingir que nada tem a ver com o estado em que estamos e se continue a apresentar com alguém que está acima da politica é coisa que não deixa de me espantar. Ele é a política em tudo que ela falhou. É o símbolo mais evidente de tantos anos perdidos



quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Votar em branco/nulo é ajudar Cavaco Silva

Sondagem Presidenciais: Cavaco ainda acima dos 50%

A três dias das Presidenciais, Cavaco Silva mantém-se à frente nas intenções de voto, mas a margem para vencer à primeira volta está cada vez mais reduzida.

Na sondagem da Intercampus para a TVI, Cavaco tem 54,6 por cento das intenções de voto e desce 5 pontos e meio percentuais desde o último dia 7, enquanto Alegre desce 2,5 pontos para 22,8 por cento. Fernando Nobre é o candidato que apresenta a maior subida, estando agora nos 9,1. Francisco Lopes atinge os 8,2, enquanto José Manuel Coelho atinge os 2,7 e Defensor Moura 2,6.

Comparando com os resultados do dia 7 de Janeiro, antes do arranque oficial da campanha, e redistribuindo os votos em branco, Cavaco Silva continua a garantir a reeleição à primeira volta, mas com uma margem cada vez mais reduzida. É o candidato que mais desce, 5.5 pontos percentuais.

Também em queda, mas ligeira, está Manuel Alegre: desce 2,5. O candidato independente, Fernando Nobre, regista a maior subida, quase cinco pontos percentuais, e recupera o terceiro lugar que antes do arranque da campanha tinha perdido para o candidato comunista. Em ligeira subida estão também Francisco Lopes, José Manuel Coelho e Defensor Moura.

Esta projecção foi feita com base numa sondagem onde 23,3 por cento dos inquiridos disse que não ia votar ou não manifestou opinião....

Agenciafinanceira.iol.

Cine-Teatro Vianense: 21 de Janeiro

Sexta-Feira, 21 de Janeiro, pelas 21:30 horas
"Harry Potter e os Talismãs da Morte"




País: Reino Unido, EUA
Género: Fantástico, Acção, Aventura
Duração: 146 min.
Classificação: M/12
Realização: David Yates

Intérpretes:
Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint, Helena Bonham Carter, Ralph Fiennes, Alan Rickman, Bill Nighy, John Hurt, Miranda Richardson, Michael Gambon, David Thewlis, Brendan Gleeson, Julie Walters, Imelda Staunton, Toby Jones, Robbie Coltrane, Jason Isaacs, Timothy Spall
Sinopse

A Parte 1 do Capítulo Final começa com Harry, Ron e Hermione a tentarem descobrir e destruir o segredo da imortalidade de Voldemort - o Horcruxes. Sem a ajuda dos professores ou a protecção de Dumbledore, os três amigos têm de ficar juntos agora, mais do que nunca. Mas os inimigos aproximam-se...

Entretanto, o mundo dos feiticeiros tornou-se um lugar perigoso para todos os que estão contra Voldemort. E os aliados deste continuam a querer o prémio mais desejado: Harry Potter. Este tem de ser entregue a Voldemort... vivo.

A única esperança de Potter é encontrar o Horcruxes antes que Voldemort o encontre a ele. Mas enquanto procura por pistas, ele descobre uma lenda muito antiga - a lenda dos Talismãs da Morte. E se esta for verdadeira, pode dar a Voldemort o poder de que ele precisa...

Horários de Bilheteira:
De quarta a sexta-feira das 14:30H às 17:30H
No próprio dia 1 hora antes do espectáculo/sessão

Contacto para reservas:
Telf: 266791007
mail: cine-teatrovianense@cm-vianadoalentejo.pt

Todas as reservas devem ser levantadas até meia hora antes do espectáculo/sessão.
Recebido via email
Para mais informação consulte o sítio da Câmara

Manuel Alegre

Banho de multidão no Chiado
Um banho de multidão envolveu Manuel Alegre na tradicional descida do Chiado. Ao som dos bombos, entre vivas ao candidato e palavras de ordem como “Alegre é urgente seres o nosso Presidente”, muitas centenas de pessoas acompanharam Manuel Alegre desde a Trindade, pela rua Garret e rua Augusta, até ao arco da Praça do Comércio, onde foi levantado em ombros perante a euforia da multidão. 

Sempre com a sua mulher, Mafalda, a seu lado e entre Almeida Santos, Presidente do PS, Carlos César, Presidente do Governo Regional dos Açores, António Costa, Presidente da Câmara de Lisboa e Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, Manuel Alegre foi saudado com muita simpatia pelos populares que passavam e outros que vinham às janelas para gritar palavras de apoio e confiança. Entre os muitos populares que acompanharam o candidato, viam-se ainda vários membros do Governo, deputados e autarcas.

http://www.manuelalegre.com/

Cavaco e o fim de 800 kms de ferrovia

Foi durante o governo de Cavaco Silva que a linha do Tua sofreu a primeira machadada. Dezoito anos depois, Cavaco regressa em campanha e diz ter pena que a linha já não vá até Mirandela...



Visto em "Tabus de Cavaco"

domingo, 16 de janeiro de 2011

A aldeia do cavaquistão

No Algarve, Cavaco Silva tem por vizinhos Oliveira Costa e Fernando Fantasia, homens-fortes do BPN.



Na Aldeia da Coelha, Cavaco Silva tem por vizinhos Oliveira Costa e Fernando Fantasia, homens-fortes da SLN. Um loteamento que nasceu à sombra de muitas empresas e off-shores. A escritura do lote do Presidente da República não se encontra no Registo Predial de Albufeira. O próprio não se recorda em que cartório a assinou. Um dos promotores da urbanização, velho amigo e colaborador de Cavaco, diz que a propriedade foi adquirida "através de um permuta com um construtor civil".

Texto da revista "Visão"

Ministério da Saúde admite correcções ao transporte de doentes não urgente


Liga dos Bombeiros não aceita que apenas os doentes que façam prova de carência económica tenham direito a transporte gratuito e exige que os bombeiros sejam tratados de forma diferente dos restantes operadores.

O Ministério da Saúde manifesta abertura para corrigir as novas regras sobre o transporte de doentes não urgente, afirma o presidente da Liga dos Bombeiros, que hoje foi recebido pelo secretário de Estado Óscar Gaspar.

Duarte Caldeira não aceita que apenas os doentes que façam prova de carência económica tenham direito a transporte gratuito e exige que os bombeiros sejam tratados de forma diferente dos restantes operadores .

O presidente da Liga dos Bombeiros começa por dizer que o Ministério da Saúde reconhece que, tal como está, o despacho não pode ser aplicado.

Duarte Caldeira adianta que o Ministério de Ana Jorge também está disposto a diferenciar o regime quando o transporte de doentes é feito em ambulâncias dos bombeiros, mas recusa falar em excepção.

“A lei é igual para todos e no Estado de Direito as excepções não são excepções, são especificidades. É diferente o serviço de transporte feito pelos bombeiros de um serviço de transporte feito por um táxi”, argumenta.

As negociações vão prosseguir na próxima semana e Duarte Caldeira também não aceita que a prova de carência económica seja aplicada, em todos em casos, de forma cega.

Do lado do Ministério da Saúde, o gabinete de Ana Jorge lembra que o anterior regime permitiu uma série de irregularidades, nomeadamente operadores que faziam os utentes esperar mais de uma hora para cobrar a segunda hora de espera, porque a primeira é gratuita. O transporte de doentes para locais muito próximos facturados como duas deslocações ou ainda situações de recusa de transporte do operador que estava mais perto.

Estes são exemplos de irregularidades, entre outras, que levam o Ministério da Saúde a fundamentar o despacho que está em vigor desde 1 de Janeiro, um diploma que não está a ser aplicado por causa de dificuldades na prova de carência económica.


sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Manuel Alegre em Évora

12-01-2011
Eu quero Portugal de pé!




http://www.manuelalegre.com/

Cine-Teatro Vianense: 16 de Janeiro

Domingo, 16 de Janeiro, pelas 16:00 horas
"Gru - O Maldisposto" (V.P)"



País: EUA
Género: Animação, Comédia
Duração: 95 min.
Realização:
Pierre Coffin, Chris Renaud
Intérpretes:
Steve Carell, Jason Segel, Russell Brand, Julie Andrews

Sinopse
Num feliz bairro suburbano, rodeado por pequenas cercas brancas, com roseiras floridas, encontra-se uma casa negra com a relva morta. Sem o conhecimento dos vizinhos, escondido por baixo desta casa, existe um vasto esconderijo secreto... Rodeado por um pequeno exército de Mínimos está Gru, planeando o maior golpe na história do mundo! Ele vai roubar a Lua!... Gru adora tudo o que é maléfico. Armado com o seu arsenal de raios de encolher, raios de congelar e veículos de guerra para terra e ar, ele arrasa todos aqueles que se atravessam no seu caminho; até ao dia em que encontra três pequenas orfãs que vêm nele algo que ninguém mais viu: um potencial Pai. O maior vilão do mundo encontra o seu maior desafio: três pequenas meninas chamadas Margo, Edith e Agnes.

Horários de Bilheteira:
De quarta a sexta-feira das 14:30H às 17:30H
No próprio dia 1 hora antes do espectáculo/sessão

Contacto para reservas:
Telf: 266791007
mail: cine-teatrovianense@cm-vianadoalentejo.pt

Todas as reservas devem ser levantadas até meia hora antes do espectáculo/sessão.

Recebido via email
Para mais informação consulte o sítio da Câmara 


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Comício em Évora com Manuel Alegre

Quarta-feira, 12 de Janeiro:
21h00 –
Comício no Teatro Garcia Resende. Praça Joaquim António de Aguiar, Évora



José Mário Branco: FMI (1979)





Fotos da campanha de Manuel Alegre

Comissão de Acompanhamento do INALENTEJO reuniu em Rio Maior no final do mês de Dezembro


A taxa de execução do Programa Operacional Regional do Alentejo - INALENTEJO mais que triplicou no último ano. Assim, a taxa de execução passou de 3 % em Dezembro de 2009, para 10 % em Novembro de 2010.

Este crescimento bastante significativo que se registou em 2010 é o resultado de medidas adoptadas em 2009 e que se revelaram muito favoráveis à execução. Em relação ao futuro próximo as taxas de execução a alcançar vão depender de alterações profundas na programação, nomeadamente nas taxas de co-financiamento.

Esta foi uma das conclusões da reunião da Comissão de Acompanhamento do INALENTEJO, órgão de governação do Programa Operacional Regional do Alentejo, que tem por competência o acompanhamento do Programa, que se realizou recentemente em Rio Maior.

Da ordem de trabalhos desta reunião, para além da apresentação e apreciação de um ponto de situação da execução, reportado a 30 de Novembro do ano em curso, constava ainda uma proposta de alteração ao Regulamento Interno, que visou introduzir pequenos ajustamentos ao seu funcionamento, a apresentação e apreciação de um ponto de situação da execução,reportado a 30 de Novembro do ano em curso.

No que diz respeito situação da execução, reportado a 30 de Novembro do ano em curso,refira-se que o valor da comparticipação comunitária no financiamento das operações aprovadas, até àquela data, era de acordo com os elementos apresentados à Comissão de Acompanhamento de 429 milhões de Euros, o que representa aproximadamente 50% da dotação FEDER afecta ao Programa. Esta taxa registou durante o ano de 2010 um aumento de aproximadamente 17 pontos percentuais, pois era de 33% no final do ano de 2009.

Crescimento bastante mais significativo, relativamente ao valor de Dezembro de 2009, registou a taxa de execução do programa, que durante o mesmo período, mais que triplicou ao passar de 3 para 10%, a que corresponde um montante de Fundo Comunitário de 88,9 milhões de euros.

A possibilidade de poderem ser concedidos adiantamentos aos promotores, permitiu que lhes tivesse sido transferido até 30 de Novembro de 2010, a título de comparticipação comunitária nas operações co-financiadas o montante de 110 milhões de euros, superior em cerca de 24 % ao valor da execução e correspondente a 13% da dotação global do Programa.

O ponto de situação apresentado relevou também uma grande discrepância nas taxas de compromisso dos diversos Eixos que integram o programa, com valores que variam entre 16% no Eixo IV – Qualificação Ambiental e Valorização do Espaço Rural e 77% no Eixo 3–Conectividade e Articulação Territorial. Esta situação aconselha uma reprogramação profunda do Programa a promover pela Autoridade de Gestão em articulação com as Autoridades Nacionais e Comunitárias.

Da análise feita à repartição geográfica do apoio concedido constatou-se, que, do montante susceptível de ser regionalizado, o valor de 24% correspondia ao localizado na NUT III-Alentejo Central, enquanto o Alto Alentejo e o Baixo Alentejo com 17% registavam os valores mais baixos, situando-se o valor da Lezíria do Tejo em 20% e do Alentejo Litoral em 21%.

O acréscimo já registado, durante o ano de 2010, das taxas de execução e de compromisso de 300% e 50% respectivamente, permitem concluir, que apesar de todas as dificuldades que a conjuntura actual representa para o desenvolvimento de um programa deste tipo, este ano deve ser considerado como o de arranque efectivo da execução do INALENTEJO.

A actual tendência dos valores da execução permite perspectivar que no final de 2011 seja possível atingir uma taxa de execução superior a 20%, valor que é significativamente superior ao necessário para evitar quaisquer reduções na comparticipação comunitária atribuída ao Programa.

Num cenário mais favorável, que inclua uma reprogramação significativa do Programa e o ajustamento das taxas de co-financiamento dos projectos, será possível atingir níveis superiores de execução.

CCDRA

Feriado Municipal



sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Cine-Teatro Vianense: 7 de Janeiro

Sexta-feira, 7 de Janeiro, pelas 21:30 horas
"O Demónio"



Realização: John Erick Dowdle, Drew Dowdle
Com: Chris Messina, Bojana Novakovic, Jacob Vargas
Género: Thriller
Distribuição: ZON Lusomundo Audiovisuais
Classificação: M/12
EUA, 2010

Sinopse

Cinco desconhecidos dirigem-se para um edifício de escritórios e entram num elevador que se avaria entre dois andares. Entretanto, algo de terrível começa a acontecer a cada um deles até descobrirem que um é a encarnação do próprio demónio.
Aterrorizados, percebem que o único caminho possível é enfrentar os seus segredos mais obscuros e expiar a culpa dos seus pecados.


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Nomes sonantes do BPN na candidatura de Cavaco

Abdool Karim Vakil


A comissão de honra da candidatura de Cavaco Silva tem vários nomes ligados ao Banco Português de Negócios (BPN) e à Sociedade Lusa de Negócios (SLN), antiga proprietária do banco.

No topo da lista surge Abdool Karim Vakil. O banqueiro foi administrador do BPN e sucedeu depois a Oliveira Costa na presidência do banco. Na comissão de inquérito parlamentar ao caso BPN, alegou desconhecer quase todos os imbróglios, mas acabou afastado pela actual administração do banco, por má gestão.

Da comissão de honra de Cavaco Silva consta também o nome de Alberto Figueiredo, presidente da SLN Valor, a maior accionista do grupo detentor do banco. Foi a entidade responsável pela emissão de papel comercial vendido nos balcões do BPN, e que tantos problemas tem causado. Cerca de 4.500 clientes lesados reclamaram o pagamento junto do banco.

Outro dos nomes é Joaquim Coimbra. Um dos maiores accionistas da Sociedade Lusa de Negócios, dona do BPN. Na audição parlamentar, Coimbra disse desconhecer o Banco Insular de Cabo Verde, o banco virtual que foi responsável por centenas de milhões de euros do grande buraco financeiro do BPN.

Por fim surge ainda o nome de Fernando Fantasia, empresário do ramo imobiliário, sócio de Oliveira Costa, e co-proprietário dos terrenos da SLN junto ao campo de tiro de Alcochete. 4 mil hectares comprados por 40 milhões de euros, duas semanas antes de o Governo anunciar a nova localização do futuro aeroporto de Lisboa.

Entre os muitos nomes surge também o de Faria de Oliveira. O actual presidente da Caixa Geral de Depósitos nomeou a actual administração do BPN, já nacionalizado.

Há ainda Norberto Rosa, administrador da CGD e vice-presidente do BPN, desde a nacionalização do banco, já lá vão mais de dois anos.


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