Viva a nossa cultura! Viva!
Ao vermos a cárie nos dentes da buçal cavalgadora, “Portanto Pá - “Viva a Cultura”, ficámos preocupados com os imbecis gatafunhos que adornavam o muar. O visionamento destes textos pode desencadear violentos ataques epilépticos em cérebros com tendências paroxísticas.
Para controlar a praga dos Portantos e restante prol, que nos podem desencadear a "doença sagrada," nada melhor do que uma "dose letal, via email," de tálio radioactivo - metal tóxico que envenenou Alexander Litvinenko.
Portanto Pá, passemos então à transcrição do brilhante texto:
“O Iran Costa na Festa da Primavera em Aguiar? o Quim Barreiros na Quinzena Cultural das Alcáçovas e as Marchas populares a 6 de Junho (deve ser uma nova data dos santos populares, será o dia da Santa Sara?) Viva a cultura deste concelho! Estamos muito melhores….”
Portanto Pá, enquanto nos der na gana , passemos ao nosso comentário:
"O conceito de cultura, tal como o de sociedade, é uma das noções mais amplamente usadas em Sociologia. A cultura consiste nos valores de um dado grupo de pessoas, nas normas que seguem e nos bens materiais que criam."
Mas não é esta a abordagem que pretendemos efectuar da palavra cultura, mas sim aquela que é dissecada no livro "Cultura Geral", do filólogo e historiador Dietrich Schwanitz, cuja súmula, disponível na internet, passamos a transcrever:
"Há um certo consenso de que uma pessoa de grande cultura precisa ter uma série de conhecimentos. Noções básicas de história, economia e ciências, entre outras, são fundamentais - provavelmente ela saberá dizer quem foi o filósofo Platão, o que aconteceu na Revolução Francesa ou a que se refere a teoria da selecção natural de Darwin.
"Também faz parte da cultura sabermos o que é que não devemos saber", escreve ele na abertura do capítulo.
Segundo o autor, demonstrar muitos conhecimentos sobre o campeonato de futebol regional ou estar a par das últimas fofocas de reality shows são atitudes que podem comprometer a credibilidade de uma pessoa que seja tida como intelectual. Um bom começo para criar uma boa reputação, afirma ele, é não ter um televisor em casa, "o que é considerado o non plus ultra (do latim, "nada mais além", ou seja, o máximo) da cultura".
Preencha a sua estante com livros de cultura inútil e almanaques de curiosidades.
Portanto Pá, esteja à vontade, não se esconda porque "ninguém o conhece", dê largas à sua condição animal, salte, grite, divirta-se em Alcáçovas com o grande espectáculo do Quim Barreiros.
Pense sem preconceitos e reconheça que a Sara, presidente da junta de freguesia, em qualquer acto público sabe representar dignamente os Alcaçovenses.
O desgosto e o ódio, provocado pelo sucesso de outra pessoa, destrói-lhes a mente!














