domingo, 7 de junho de 2009

A votação por toda a Europa

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As eleições para a escolha dos deputados do novo Parlamento Europeu terminam hoje com votações nos últimos 19 dos 27 Estados- membros da União Europeia. No total, cerca de 375 milhões de eleitores dos 27 parceiros comunitários foram chamados às urnas para eleger 736 deputados.


RTP
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sexta-feira, 5 de junho de 2009

CDU-Viana: A frente e verso do esperado cartão de identificação



"Foto da entrada de Viana, recortada do blogue "Polvorosa"


quinta-feira, 4 de junho de 2009

Europeias - Sondagem RTP aponta empate técnico



PS e PSD vão ter de esperar até ao último voto para saberem quem vence as eleições europeias de domingo.
A avaliar pela sondagem realizada pela Universidade Católica para o JN, o DN, a RTP e a Antena 1, os socialistas conservam uma vantagem de apenas dois pontos percentuais, demasiado escassa para não ser interpretada como empate técnico.



O estudo de opinião, que revela a quebra de intenções de voto nas duas formações principais, confirma a consolidação eleitoral dos partidos à Esquerda do PS, que ultrapassam os 20% e podem, em conjunto, obter quatro mandatos. Em relação à última sondagem, de finais de Abril, a CDU passa de 7 para 11%. Troca de posição com o Bloco de Esquerda, mas o terceiro lugar está a ser disputado taco-a-taco.>>>

Jornal de Notícias, 4 de Junho e 2009


O Voto de Cabresto no Rio de Janeiro




quarta-feira, 3 de junho de 2009

O Caciquismo permanece vivo, 35 anos depois do 25 de Abril

"Instruções Internas do PCP publicadas ontem no Diário do Sul "

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Eleições para o Parlamento Europeu
Domingo das Eleições
Camaradas

O dia das Eleições começa logo de manhã pelas 8h00, para se verificar se em cada Freguesia tudo corre dentro da normalidade, é pois necessário que em cada Concelho o camarada responsável pelas eleições, esteja activo e contactável e intervenha para em termos de direcção dar apoio. Sendo necessário definir em cada Freguesia tenha um dos delegados para onde possa telefonar para obter informações..

O responsável concelhio informa até às 17h00 de dia o6/06/009, para o pcp em Évora telef. 2666760660, Fax 266760669, email
pcp.dorev@iol.pt João Pauzinho 964400771 ou email joaopauzinho@hotmail.com com o nome e o telemóvel do camarada de cada concelho responsável pelo acto eleitoral.

É necessário ter uma intervenção activa com os cadernos eleitorais
, para garantirmos que os eleitores vão votar e em particular aqueles que estão mais próximos de nós. Assegurar que os militantes do Partido e os apoiantes da CDU vão votar. Assegurar que as juntas de Freguesia tem os serviços montados para uma resposta imediata aos cidadãos, não ter uma postura reactiva, antes pelo contrário ser activa, é preciso assegurar isso durante esta ultima semana, para que no domingo nada falhe.

Cada concelho deve preparar o seu trabalho para dar uma informação, ás 11h00 sobre indicadores de votação, através dos telefones acima indicados e depois ás 14h00 e ás 17h00.

Após o encerramento das mesas de voto, o delegado do PCP, deve informar o Partido sobre os resultados da votação da sua mesa de voto, deve ser dado a cada delegado o nº de telefone acima referido. Estes dados são fornecidos antes dos mesmos irem para o Governo Civil.

A Comissão Eleitoral”


terça-feira, 2 de junho de 2009

Morreu o cavaquismo

Entre mais-valias na carteira de acções do professor Cavaco Silva e o solilóquio de Oliveira e Costa no Parlamento, morreu o cavaquismo. As horas de aflitivo testemunho enterraram o que restava do mito. Oliveira e Costa e Dias Loureiro foram delfins de Cavaco Silva. Activos, incansáveis, dinâmicos, competentes, foram para Cavaco indefectíveis, prestáveis, diligentes e serventuários.
Nas posições que tinham na SLN e no BPN estavam a par da carteira de acções de Cavaco Silva e família. Os dois foram os arquitectos dos colossais apoios financeiros que nas suas diversas incarnações o cavaquismo conseguiu mobilizar logo que o vislumbre de uma hierarquia de poder em redor do antigo professor de Economia se desenhava. Intermediaram com empresários e financeiros. Hipotecaram, hipotecaram-se e (sabemos agora) hipotecaram-nos, quando a concretização dos sonhos de poder do professor exigia mais um esforço financeiro, mais uma sede de campanha, mais uma frota de veículos para as comitivas, mais uns cartazes, um andar inteiro num hotel caro ou uma viagem num avião fretado. Dias Loureiro e Oliveira e Costa estiveram lá e entregaram o que lhes foi requerido e o que não foi.
Como as hordas de pedintes romenos, esgravataram donativos entre os menos milionários e exigiram contribuições aos mais milionários. Cobraram favores passados e venderam títulos de promissórias sobre futuros favores. O BPN é muito disso.
Nascido de um surpreendente surto de liquidez à disposição do antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais de Cavaco Silva, foi montado como uma turbina de multiplicação de dinheiros que se foi aventurando cada vez mais longe, indo em jactos executivos muito para lá do ponto de não regresso.
Não era o banco de Cavaco Silva, mas o facto de ser uma instituição gerida pelos homens fortes do regime cavaquista onde, como refere uma nota da Presidência da República, estava parte da (…) "gestão das poupanças do prof. Cavaco Silva e da sua mulher", funcionou como uma garantia de confiança, do género daquele aval de qualidade nas conservas de arenque britânico onde se lê "by special appointment to His Royal Majesty…" significando que o aromático peixe é recomendado pela família real. Portugal devia ter sabido pelo seu presidente que a sua confiança nos serviços bancários de Oliveira e Costa era tal que tinha investido poupanças suas em acções da holding que detinha o banco. Mas não soube.
Depois, um banco de Cavaco e família teria de ser um banco da boa moeda. E não foi. Pelo que agora se sabe, confrontando datas, já o banco falia e Cavaco Silva fazia sentar na mesa do Conselho de Estado, por sua escolha pessoal, Dias Loureiro, que entre estranhos negócios com El Assir, o libanês, e Hector Hoyos, o porto-riquenho, passou a dar parecer sobre assuntos de Estado ao mais alto nível.
Depois, vieram os soturnos episódios de que Oliveira e Costa nos deu conta no Parlamento, com as buscas alucinadas por dinheiro das Arábias. Surpreendentemente, quase até ao fim houve crédulos que entraram credores de sobrolho carregado para almoços com Oliveira e Costa nas históricas salas privadas do último andar da sede do BPN e saíram accionistas dos dois mil milhões de bolhas especulativas que agora os portugueses estão a pagar. Surpreendentemente também, o Banco de Portugal nada detectou.
Surpreendentemente, o presidente da República protegeu o seu conselheiro, mesmo quando as dúvidas diminuíam e as certezas se avolumavam, cai o regime. De Oliveira e Costa no Parlamento fica ainda no ar o seu ameaçador: "eu ainda não contei tudo". Quando o fizer, provavelmente, cai o regime. Francamente, com tudo o que se sabe, já não é sem tempo.

Artigo de opinião, publicado no Jornal de Notícias de 01/06/2009


domingo, 31 de maio de 2009

Bella Ciao

Bella Ciao é uma canção tradicional da resistência italiana contra o fascismo e o nazismo durante a 2.ª guerra mundial. Desde aí, foram compostas inúmeras versões por vários cantores e grupos de várias nacionalidades.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Blogue da Candidatura Bengalinha Pinto: O Segundo Post


Que assuntos ou temas deverão ser objecto de uma campanha eleitoral autárquica?
Somos frequentemente abordados com sugestões sobre esta matéria e sobre o tipo de campanha que deveremos implementar.
Pessoas há que consideram que não devemos criticar ou falar das outras candidaturas, dos seus projectos, dos eventos que levam a cabo, referindo e divulgando apenas os aspectos estritamente relacionados connosco: as nossas perspectivas, as nossas propostas, os nossos assuntos….
Outros incitam-nos a trazer para o debate político todos os aspectos possíveis e imaginários, ou seja, as falhas do adversário, os seus precalços, a sua vida pessoal, “valendo tudo”.
Em nosso entender, “nem oito, nem oitenta…”. O facto de pretendermos realizar uma campanha pela positiva não quer dizer que não critiquemos ou apontemos os erros de gestão dos nossos adversários políticos, particularmente do catastrófico executivo autárquico actual – CDU, tendo em conta que o seu desempenho, especialmente dos últimos 4 anos, irá ser sufragado nas próximas eleições autárquicas.
Queremos, todavia, afirmar que não enveredaremos pelo caminho do ataque pessoal ou da devassa da vida privada de cada um, quando tal nada tenha a ver com o domínio público.
Consideramos que as batalhas políticas que se travam com respeito pelo adversário nos trazem vitórias mais consistentes.
Acreditamos que nos respeitarão mais, se mostrarmos respeito, que nos apoiarão mais pelas qualidades que temos do que pelos defeitos dos outros.
Contudo, não nos esqueceremos de informar toda a gente dos fracassos dos nossos adversários no que respeita ao trabalho que não foi feito, mas que foi prometido por eles.
Concluindo, podemos afirmar que esta candidatura irá realizar uma campanha pela positiva, não se abstendo de efectuar as suas críticas, os seus comentários e responder a alguma desinformação, considerando o momento e o local mais adequados, com educação respeito e elevação, nem que para isso tenhamos que ignorar (dentro do possível) determinado tipo de comentários que, por vezes, mais não são do que simples “dores de barriga”, e por isso passarão naturalmente...
Esperamos evidentemente que este esforço seja comum a todas as candidaturas, de forma a que a nossa população não se desmotive e se afaste ainda mais dos aspectos políticos da nossa comunidade.


Publicado por Bengalinha Pinto, Quarta-feira, 27 de Maio de 2009



quinta-feira, 28 de maio de 2009

Dias Loureiro dá Aula de Gestão Financeira




quarta-feira, 27 de maio de 2009

A Inevitabilidade das Revoluções

As revoluções não são factos que se aplaudam ou que se condenem. Havia nisso o mesmo absurdo que em aplaudir ou condenar as evoluções do Sol. São factos fatais. Têm de vir.
De cada vez que vêm é sinal de que o homem vai alcançar mais uma liberdade, mais um direito, mais uma felicidade.
Decerto que os horrores da revolução são medonhos, decerto que tudo o que é vital nas sociedades, a família, o trabalho, a educação, sofrem dolorosamente com a passagem dessa trovoada humana.
Mas as misérias que se sofrem com as opressões, com os maus regímens, com as tiranias, são maiores ainda.
As mulheres assassinadas no estado de prenhez e esmagadas com pedras, quando foi da revolução de 93, é uma coisa horrível; mas as mulheres, as crianças, os velhos morrendo de frio e de fome, aos milhares nas ruas, nos Invernos de 80 a 86, por culpa do Estado, e dos tributos e das finanças perdidas, e da fome e da morte da agricultura, é pior ainda.

As desgraças das revoluções são dolorosas fatalidades, as desgraças dos maus governos são dolorosas infâmias.

Eça de Queirós, in 'Distrito de Évora', 9 de Maio de 1867

segunda-feira, 25 de maio de 2009

A Rua dos Açougues em Alcáçovas


Este é o estado em que se encontra há largos meses a Rua dos Açougues, motivado pelas movimentações de máquinas que operaram na urbanização anexa.


A referida urbanização de iniciativa particular aparenta estar concluída, apesar de não se vislumbrarem vestígios de futuras construções, contudo o piso da rua degrada-se com o passar do tempo, sobretudo desde o Inverno passado em que ficou quase intransitável.


Quando se aprontam reparações nos locais com maior visibilidade (os que dão votos), espera-se que os senhores da Câmara e Junta se lembrem que a Vila de Alcáçovas não termina na Praça da República e ruas adjacentes.


Zé do Poço Novo


Sim, é impossível fazer pior!

domingo, 24 de maio de 2009

Entrevista de Manuela Moura Guedes a Marinho Pinto

Textos retirados de comentários em Troca o Passo:

Dylan 23/05/2009 às 6:52 pm

“Em nome da transparência”

"António Marinho Pinto é mais do que apenas o bastonário da Ordem dos Advogados. Este homem do norte é polémico quanto baste, porque não dizer provocador. No entanto, é um combatente de causas que chama “os bois pelo nome”. É frontal, intrépido, solidário, talvez o último dos românticos que tenta colocar a justiça num patamar a que todas as classes sociais acedam. Fundamentalmente, aquilo que uma verdadeira política de esquerda deveria preencher. Pôs em sentido a magistratura portuguesa fazendo uma clara distinção de tarefas: incompatibilidade entre a advocacia e a política, ou seja, não pode continuar a haver manigâncias entre o poder político legislativo e a profissão de advogado. Denunciou aquilo que todos sabemos – o país tem o triplo dos advogados que necessita. Precisamos de pessoas deste calibre, de sólidos princípios, que deixem os tiques de superioridade e passem a estar junto do povo, dos ajustiçados. Isto é o que se chama um Estado de Direito."


Anthony Fulton Smith 24/05/2009 às 12:12 am

"Ao rever a gravação completa, expresso mais uma vez a minha surpresa pela notória falta de profissionalismo de Sra. Moura Guedes. Esta foi obviamente mais uma de suas “entrevistas” claramente encomendadas onde imperou a sua falta de preparação jornalística, de dignidade no tratamento do entrevistado e de respeito pela própria classe informativa. Pergunto porque esta Sra. não é afastada da informação, se dá repetidas provas de falta de profissionalismo? Também não compreendo a impunidade de TVI e sua direcção: quem julga o comportamento das televisões em Portugal? Só Canal 1 e SIC são obrigados a apresentar qualidade e responder perante a lei? Parece haver um complexo relativamente a TVI cujo director ignora o mau trabalho de sua mulher."

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Another Brick in the Wal - Pink Floyd


quinta-feira, 21 de maio de 2009

A Mistificação dos Rankings Escolares (2008)


"Estabelecer uma correlação directa, como a imprensa faz todos os anos, entre os resultados nos exames do secundário e a excelência educativa já é um passo arriscado. Fazê-lo, juntando na mesma listagem, e sem nenhuma ponderação, escolas onde os alunos provêm de ambientes familiares de baixo capital cultural e económico com as escolas onde estudam os filhos da elite é uma lamentável mistificação que não acrescenta nenhum esclarecimento sobre o trabalho das escolas e os níveis de aprendizagem dos alunos. É um poderoso instrumento de marketing das escolas privadas e pouco mais. Mas, curiosamente, se há critério que uma leitura mais atenta dos rankings nos permite é vislumbrar a força do meio social nos resultados escolares. Este mapa distrital dos resultados, descoberto através do País Relativo, chama-nos a atenção para a verdadeira dicotomia. Mais do que escolas privadas e públicas, existe um fosso entre os bons resultados dos alunos das escolas do litoral e os das escolas do interior.

Peguemos no exemplo do Colégio São João de Brito. Este estabelecimento, que há mais de seis anos que não sai dos cinco primeiros lugares do ranking, pertence à Companhia de Jesus. A Companhia de Jesus tem mais dois colégios e afirma que a qualidade educativa e formação de professores são idênticas em todas as escolas. A diferença é que o Instituto Nun´Álvares, em Santo Tirso, e o Colégio da Imaculada Conceição, em Cernache, Coimbra, têm um contrato de associação com o Estado que os obriga a aceitar alunos de todos os estratos sociais. Se a única diferença é o meio social e a localização mais periférica, vale a pena comparar os seus resultados. O Colégio São João de Brito aparece em quarto lugar no ranking, o Colégio da Imaculada Conceição em 75.º e o Instituto Nun´Álvares em 161.º lugar. Não se pense que é um resultado fortuito. É assim desde sempre. O ano passado o São João de Brito ficou em 3.º, o Nun´Álvares ficou em 177.º e a Imaculada Conceição em 91º.

No dia em que todos os colégios da Companhia de Jesus tiverem os mesmos resultados escolares que o selecto São João de Brito, com quem partilham o projecto educativo e métodos de ensino, estou disposto a discutir as vantagens das escolas privadas e a sua suposta excelência. Até lá, mudem o disco e procurem as causas para o insucesso escolar nacional noutro lado que não o habitual chavão do facilitismo e experimentalismo das escolas públicas"

http://arrastao.org/educacao/a-mistificacao-dos-rankings/


quarta-feira, 20 de maio de 2009

Aguiar - Primeiro-Ministro Inaugura Unidade de Cuidados Continuados Integrados

"O primeiro-ministro prometeu que os cuidados continuados de saúde vão chegar «muito rapidamente» a todo o país, uma promessa feita na inauguração de uma nova unidade de cuidados continuados, um lar privado no concelho de Viana do Alentejo.

Em Aguiar, José Sócrates disse que o aumento de três para cinco mil camas afectas a estes cuidados é um objectivo de justiça e solidariedade do país para com os mais idosos e que «de cada vez que inauguramos uma unidade destas não são apenas aqueles que beneficiam dela que ficam melhores».

«Sentimo-nos melhores, porque sentimos que, também com o dinheiro dos nossos impostos, Portugal tem hoje uma resposta melhor para os que deram tudo ao seu país no passado e que agora precisam da solidariedade de todos para poderem encarar com mais optimismo e com mais confiança a sua vida e o seu futuro», acrescentou.

Sócrates explicou ainda que os acordos entre Estado e privados neste particulares têm como objectivo dar o «acesso a estes cuidados de saúde possa ser um acesso livre, que todos tenham acesso a estes cuidados de saúde, tal como impõe a nossa Constituição».

Com a criação desta nova unidade de cuidados continuados, que está funcionar desde Janeiro, foram também criados 21 novos postos de trabalho.

Primeiro-Ministro de Portugal à chegada a Aguiar.

Discursos: Presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo; empresário Dr. Florival Pinto; Ministra da Saúde e Primeiro-Ministro de Portugal.

Primeiro-Ministro de Portugal, Governadora Civil do Distrito de Évora e Bengalinha Pinto - Candidato à Câmara Municipal de Viana do Alentejo.

TSF/Sapo

Fotos e respectivas legendas sacadas em http://polvorosa.blogs.sapo.pt/

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