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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Aguiar – Inauguração da Sede de Campanha PS / Movimento

Largo 25 de Abril, Quinta-Feira, 18 de Julho de 2013, pelas 21 horas. Não faltes!

 
Pode seguir a candidatura PS/Bengalinha Pinto em:

http://bengalinhautarquicas2013.wordpress.com/

Também na página de facebook: Autarquicas Viana 2013

sábado, 13 de julho de 2013

Editorial da edição n.º 1 do Jornal de campanha "União e Solidariedade"


Editorial de Bengalinha Pinto

Caros amigos;

Quase quatro anos que são passados sobre a data em que o Povo do Concelho de Viana do Alentejo soberanamente decidiu que estava na altura de se enveredar por um novo caminho na gestão da vida municipal, eis-nos de volta ao vosso contacto, com este pequeno jornal a que entendemos chamar “União E Solidariedade”, conceitos fundamentais que os conturbados tempos que hoje vivemos colocaram no topo das prioridades de quaisquer propostas para um futuro próximo: união de todos nós, porque dela advém a força necessária para se poderem levar a bom termo os nossos projectos e trabalhos; solidariedade entre todos, porque só com ela se logrará alcançar uma sociedade mais equitativa, mais justa e mais democrática.
 
Antes do mais cabe aqui uma palavra de agradecimento a todos aqueles que, em Outubro de 2009, optaram por depositar a sua confiança no Movimento Unidos pelo Concelho de Viana do Alentejo e no Partido Socialista; a todos eles e também àqueles que nos apoiaram ao longo daquela campanha, o nosso muito obrigado. Neste e nos próximos números do “União e Solidariedade” iremos dar uma vista de olhos ao caminho percorrido durante o mandato que agora está a terminar, às dificuldades e obstáculos que tivemos de ultrapassar, em suma, iremos fazer um balanço do trabalho desenvolvido. Em simultâneo avançaremos, desde já, com algumas propostas para o próximo mandato, ainda passíveis, contudo, de serem enriquecidas com as críticas e sugestões de todos.
 
Apesar da grave crise que assolou o país nos últimos anos, com particular incidência a partir do ano de 2010 e não podendo ignorar tal realidade - lembrando que as autarquias locais foram, também elas, um dos principais alvos de um vasto pacote legislativo de severas medidas de austeridade -, considero que foi feito muito trabalho positivo no nosso concelho, tanto ao nível da Câmara como das suas freguesias.
 
Nitidamente em contra-ciclo com a difícil situação económica que atravessam grande parte dos municípios do país, tem-nos sido possível, com muita dedicação e trabalho, manter as contas equilibradas, podendo mesmo afirmar-se que gozamos de uma situação financeira saudável, condição fundamental para encarar o futuro da nossa autarquia com serenidade e optimismo.
 
Em hora de balanço e não querendo fazer uma descrição exaustiva do trabalho realizado, até porque ele se encontra à vista e pode ser avaliado por todos, esta candidatura irá analisar e realçar, através deste jornal e durante o tempo que medeia até às próximas eleições, alguns projectos desenvolvidos, concluídos ou em vias de conclusão. Muitos deles de natureza “física”, isto é, obra nova ou requalificações; outros de natureza imaterial, cultural, desportiva ou recreativa. Uns apoiados e co-financiados pelo poder central e/ou por fundos europeus; outros da exclusiva responsabilidade do actual executivo, concretizados pelos seus trabalhadores. Acções que, na sua globalidade, se acabaram por traduzir num significativo e inusitado investimento em todo o Concelho.
 
Ao contabilizar e reflectir sobre o trabalho autárquico desenvolvido nestes últimos 3 anos e 9 meses, apesar da mais grave conjuntura económica social e política desde o 25 de Abril de 1974, não posso deixar de alertar para a mensagem falsa e ilusória que alguns querem fazer passar, baseada na ideia enganadora de que antes de2009 havia progresso e que a partir de 2009 estagnámos.
 
É pois com o firme objectivo de dar continuidade ao projecto iniciado em 2009, sob o lema “Viana, um concelho em movimento ”, que volto a pedir, maís uma vez, a confiança de todos os munícipes do concelho de Viana do Alentejo, comprometendo-me a cumprir o mandato que me for confiado até ao fim e, tal como o tenho feito até aqui, privilegiar um modelo de gestão aberta e participada, ou seja, com todos e para todos.
 
Ver o Jornal aqui: 01 Junho b by bengalinhautarquicas
 
Mais um espaço de informação da candidatura PS/Bengalinha Pinto:

http://bengalinhautarquicas2013.wordpress.com/

Também na página de facebook: Autarquicas Viana 2013
 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Candidatura PS/Bengalinha Pinto: apresentação de candidatos


Pode acompanhar esta campanha através do facebook, na página “autárquicas viana 2013”.

Jornal União e solidariedade - Edição 01

terça-feira, 2 de julho de 2013

Autárquicas 2013 - Distribuíção do Jornal n.º 1 - Concelho de Viana do Alentejo em Movimento

A candidatura PS/Bengalinha Pinto gosta muito de fazer passar a sua mensagem no espaço público.

Distribuição do jornal em Viana

Distribuição do jornal em Aguiar





 

 Distribuição do jornal em Alcáçovas

 
"A candidatura de Bengalinha Pinto ao Município de Viana do Alentejo, apoiada pelo PS e pelo Movimento “unidos pelo concelho de Viana”, promoveu durante o passado fim-de-semana a distribuição da primeira edição do jornal de campanha “união e solidariedade”.
 
A ação de rua, teve como principais objetivos a divulgação de algumas atividades e projetos desenvolvidos pelo executivo municipal durante o atual mandato, a apresentação de propostas de trabalho para o próximo ciclo de governação autárquica com inicio em Outubro do corrente ano, bem como dar a conhecer a todos os eleitores as principais ações de campanha que a candidatura pretende levar a efeito.
 
 Foram dois dias de grande animação e interação entre os apoiantes desta candidatura e as populações do Concelho, que não deixaram de incentivar o candidato na sua determinação de dar continuidade ao projeto iniciado em 2009 e que, pese embora a difícil conjuntura económica, apresentou trabalho de relevo, fundamental para a modernização e desenvolvimento do Concelho de Viana do Alentejo.
 
A próxima ação da referida candidatura ocorrerá em Alcáçovas, no próximo dia 7/7/2013 (domingo), pelas 18h, no jardim público, onde serão apresentados candidatos à Câmara Municipal, às Juntas de Freguesia e à Assembleia Municipal. A apresentação contará ainda com muita animação musical e um beberete no final. É assim caso para dizer que o Movimento em Viana está num movimento crescente e ascendente!!!!....
 
 A população pode acompanhar esta campanha através do facebook, na página “autárquicas viana 2013”."
 
Visto na página do facebook  Autárquicas Viana 2013 (com 80 fotos)
 
 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Candidatura Bengalinha Pinto: Agenda - apresentação púlica de candidatos


Amig@s,

Após a apresentação pública da minha (re)candidatura à presidência da Câmara Municipal de Viana do Alentejo, intensificámos o nosso trabalho de organização interna e iniciámos uma “ronda” pelo Concelho, falando com as Associações e outras entidades, que nos receberam com agrado e se mostraram recetivas ao nosso projeto.
 
Dos contactos que temos efectuado, todos têm manifestado a sua atenção e simpatia para connosco, o que nos deixa convictos que o nosso trabalho, apesar da conjuntura difícil, tem correspondido às suas expetativas, de uma maneira geral.
 
Este será um dos canais de comunicação que pretendemos utilizar (mas não só), para vos dar conhecimento da nossa actividade de campanha. Deixo-vos por isso a nossa “Agenda de Campanha” com os principais momentos, que iremos actualizando e completando. Convido-vos desde já a estarem presentes nas referidas acções!
 
Quero ainda deixar-vos o endereço de e-mail da referida campanha, para onde poderão enviar as Vossas propostas e/ou sugestões, e ainda qualquer outro tipo de informação: autarquicasviana2013@gmail.com
 
 Cumprimentos
 
 Bernardino Bengalinha Pinto
 
Visto na página do facebook da  candidatura: Autárquicas Viana 2013
 

domingo, 9 de junho de 2013

Autárquicas Viana 2013


Visite AQUI a página do Facebook da Candidatura de Bengalinha Pinto.

terça-feira, 26 de março de 2013

Bengalinha Pinto aposta na "união e solidariedade"

terça-feira, 19 de março de 2013

Apresentação do Candidato Bernardino Bengalinha Pinto à Câmara Municipal de Viana do Alentejo

Apresentação do Candidato Bernardino Bengalinha Pinto à Câmara Municipal de Viana do Alentejo, dia 23 de março, sábado, às 21 horas, no Cine-Teatro Vianense! 

Contamos com a tua presença!

Caros Munícipes,

Recandidato-me a Presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo com a firme determinação que irei dar continuidade ao trabalho desenvolvido nestes últimos quatro anos, não obstante as condições muito adversas em que foi realizado, marcadas pelo agudizar da crise económica e social. 

Vivemos uma das fases mais críticas da história recente do nosso país, em que temos sido empurrados para um caminho de retrocesso social e económico de grandes privações e sacrifícios. Estou consciente que a resolução desta crise não se resolve à escala concelhia. Porém, acredito que com a participação, união e solidariedade de todos, com criatividade, empenho e muito trabalho, iremos fazer melhor todos os dias.

 Bernardino Bengalinha Pinto


 

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Do Rato e dos homens

Por Fernanda Câncio, no DN

  Não fossem os portugueses ainda com emprego ficar mesmerizados com os recibos do ordenado de janeiro, o PS encenou, esta terça-feira, um grandioso espetáculo no Rato. Coisa shakespeariana: um rei fraco rodeado de lugares-tenentes aos gritos de deslealdade e conspiração ante o anúncio de uma pretensão ao trono, uma reunião à porta fechada e um final em que o monarca, depois de chamar e deixar chamar tudo a quem possa pô-lo em causa, abraça o concorrente que não chega a sê-lo e assume o compromisso de com ele trabalhar em prol da união do reino. 

 Em Shakespeare, como em geral, o pano nunca cai depois de uma cena destas. É só o princípio da intriga e de sangrentas congeminações que inevitavelmente nos revelam a natureza das personagens e da sua relação com o poder. E que sabemos nós das personagens? Comecemos pelo rei. Há um ano e meio no trono, não só tarda em mostrar o seu projeto e valor no campo de batalha como se rodeia de uma corte apagada e sem chama que, na noite de terça, mostrou também (com raras exceções, como a de Zorrinho) ser vil.

É um monarca que não hesita em recorrer ao insulto, à ameaça e a insinuações de conspiração - chama desleais aos que com ele não concordam e que o consideram inadequado, fala ou deixa que por ele falem de "limpar o partido e o grupo parlamentar" (atribuído pela SIC, na noite de terça, à direção socialista), acusa quem o defronta de "querer regressar ao passado", dando alento aos boatos que dizem ser o rei anterior a comandar, do exílio, a sublevação. 

Para, numa entrevista na noite seguinte, fazer de magnânimo e amnésico, cumulando de elogios o adversário da noite transata. Quanto a este, alcaide valoroso e respeitado, com legítimas aspirações ao trono, renunciou a bater-se por ele quando ficou livre. Desde a coroação, porém, não perde uma ocasião de demonstrar o seu desagrado e até desprezo pelo ora rei. Era, pois, previsível que aglutinasse a esperança dos que consideram estar o reino mal dirigido e veem nele a esperança da vitória contra o inimigo e a salvação do povo.

 Como explicar, pois, que na famosa noite, quando todos esperavam que se perfilasse como candidato ao trono - o que só pode decorrer do facto de o ter confirmado aos próximos - se tenha ficado? Faltou-lhe a coragem, as ganas? Percebeu que não estava garantida a vitória e só quer arriscar não arriscando? Habituou-se ao conforto de criticar, na sua cátedra da SIC, sem correr o risco de provar que sabe e quer fazer melhor? Sentiu-se traído, na hora H, por aqueles de quem esperava apoio? Ou, como alguns aventam, recuou para tomar balanço, fazendo do recuo (o acordo da união) repto? Seja qual for a resposta certa (senão todas), sabemos, como sabem os protagonistas, isto: que na noite de terça algo se partiu no PS, e não há pantomina de união que o disfarce. 

O trono pode ter sido segurado, mas o reino está longe de seguro.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Nem o vento de Sábado desviou as pessoas do Monte do Sobral


Nem o mau tempo que se fez sentir durante o dia de sábado, desmobilizou do jantar convívio, muitos dos apoiantes do actual projecto autárquico

Parabéns à Concelhia do Partido Socialista de Viana do Alentejo, e ao Movimento Unidos pelo Concelho de Viana do Alentejo, pela organização deste encontro, e pelo bom momento de convívio e reflexão que proporcionaram a todos os presentes no  Monte do Sobral.

O Monte do Sobral estava abarrotar de gente animada com a política local, mas ao mesmo tempo preocupada com a situação política nacional, que está a afectar negativamente, de uma forma ou de outra, a vida da maioria dos portugueses.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Convite para Jantar-Convívio no Monte do Sobral, no próximo sábado, dia 19




"Jantar-Convívio no Monte do Sobral


A Concelhia do Partido Socialista de Viana do Alentejo e o Movimento Unidos pelo Concelho de Viana do Alentejo promovem no próximo dia 19 de janeiro, sábado, pelas 19:30 horas, no Monte do Sobral, um Jantar-Convívio para todos os apoiantes do atual projeto autárquico e demais interessados, à semelhança do convívio realizado em janeiro de 2009.

A Concelhia do Partido Socialista de Viana do Alentejo e o Movimento Unidos pelo Concelho de Viana do Alentejo convidam todos os interessados a participar neste jantar convívio em ambiente que se pretende de confraternização.

Para inscrições e outras informações contacte o endereço eletrónico: encontrosdetrabalho@gmail.com"

.........

Visto no "Alcáçovas"

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

A ADSE explicada às criancinhas


Aberta a caça à melhor "ideia" para reformar o Estado, é de esperar o pior cortejo delas ou, mais propriamente, do que passará por elas. Para a saúde, o PS, numa só manhã, conseguiu dizer tudo e o seu contrário pela voz de prolixos "porta-vozes" que, pelos vistos, não se entendem sobre a coisa. A coisa é a ADSE que alguns "especialistas" querem extinguir a coberto de uma alegada "distorção" social e económica. A "direita" tem também alguma dificuldade em perceber que é o SNS que deve aproximar-se do sistema ADSE e não contrário. José Mendes Ribeiro já o explicou com meridiana clareza, para crédulos, no livrinho da foto e, imagino, a vários ministros da Saúde, incluindo o actual. 

Quem beneficia da ADSE não o faz de borla. "Desconta" mensalmente para o efeito, esteja no activo ou esteja aposentado. Para além disso, "desconta" brutalmente em IRS para, entre outras coisas (por causa do princípio da não consignação da receita), o SNS onde, quando a ele recorre, paga as respectivas "taxas moderadoras". Feitas as contas, o repelente funcionário público - que estraga o liberalismo caseirinho das esquerdas e das direitas - "desconta" três vezes e paga, fora a ADSE, do seu bolso, o que não é comparticipado quando vela pela sua saúde. O Estado poupava mais se o SNS adoptasse um regime tipo ADSE do que mantendo o "ideológico" SNS da bandeirinha, esse sim, um poço sem fundo.

Adenda: A culminar a brilhante "jornada ADSE", Miguel Sousa Tavares, na SIC, tratou de dizer que enquanto os trabalhadores do sector privado descontam 11% para a segurança social, os trabalhadores investidos em funções públicas descontam 1% para a ADSE. Isto para ilustrar uma "desigualdade" de descontos para subsistemas de assistencia na doença. Ora uma coisa não tem nada a ver com a outra como S. Tavares devia saber (ou ter procurado saber) antes de falar. 

Os 11% destinam-se a financiar a parte contributiva do trabalhador para a sua futura pensão e não o SNS: o SNS é financiado com os impostos deles e dos chamados funcionários públicos. Estes, como expliquei acima, pagam para os dois sistemas, o da ADSE e o SNS. As antigas "caixas" há muito que deram lugar aos centros de saúde, onde são prestados os chamados cuidados primários de saúde, que integram o SNS. Como escreveu em comentário um leitor - mal ele sabia a confusão que ainda estava para sair da boca de S. Tavares - é mesmo preciso «explicar às almas exaltadas que os "descontos" que os privados fazem para a Segurança Social NÃO servem para financiar o SNS. E que, por isso, não pagam nenhum imposto destinado exclusivamente à "saúde". A maior parte não percebeu ainda que o SNS é financiado pelo OGE.» 

E valerá a pena perder tempo a explicar alguma coisa a quem sabe tudo?

Visto em, "Portugal dos Pequeninos"

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Jantar-Convívio no Monte do Sobral - dia 19 de janeiro 2013

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Mensagem de Passos: Entre o "patético" e o irrealista


Após o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, ter falado ao País, no âmbito da tradicional mensagem de Natal, as reacções dos partidos da oposição ao Governo não se fizeram esperar. O PS garante que a declaração do líder do Executivo “não cola com a realidade”, o PCP considera a mensagem “patética”, e o BE prevê que as promessas do fim da crise se irão traduzir em mais sacrifícios.
 
“O que o primeiro-ministro disse não cola com a realidade. O primeiro-ministro diz que estamos no bom caminho, mostra-se aliás orgulhoso daquilo que está a fazer, mas perguntamos: bom caminho para quem? Para os desempregados, para os jovens que são forçados a emigrar, para os mais de 300 mil portugueses que não beneficiam de nenhum apoio social?”, disse o porta-voz do PS João Ribeiro, em declarações à agência Lusa, reagindo, assim, à mensagem natalícia do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.
 
Segundo o responsável, Passos Coelho “ignora os portugueses e fala de um País que não existe, revela como sempre insensibilidade social e está cada vez mais sozinho, isolado na sua torre de marfim”.
 
E esta opinião colhe ressonância do lado do PCP. “Aquilo que ouvimos é uma declaração patética em que, no essencial, se pode perceber que o primeiro-ministro procurou enganar, mentir aos portugueses sobre aquilo que tem sido o resultado da sua política e, sobretudo, das perspectivas de futuro”, comentou o dirigente comunista Jorge Cordeiro, que sublinhou que “talvez a única afirmação verdadeira” de Passos Coelho, esta terça-feira, tenha sido a “de que 2013 será um ano de grandes sacrifícios”.
 
O próximo ano será “sobretudo um ano sacríficos, de austeridade, de mais dificuldades, de mais empobrecimento, de mais desemprego e mais falências, sem que daí resulte nada para o país que não seja o prosseguimento neste rumo de afundamento e de declínio económico e social”, acrescentou o militante do PCP.
 
Por sua vez, o BE lembra que “não é a primeira vez que Pedro Passos Coelho promete o fim da crise e, sempre que o fez, ficou sempre por cumprir esta promessa e foi sempre mais austeridade e mais sacrifícios o que se seguiu. Os portugueses conhecem esta habilidade de Pedro Passos Coelho”. Para o coordenador do partido, João Semedo, “não é verdade”, ao contrário do que afirmou o primeiro-ministro, “que a austeridade e os sacrifícios estejam a ser repartidos por igual”.

Visto em "PS Alemanha"
 

sábado, 3 de novembro de 2012

PS acusa Merkel de estar «completamente apaixonada» por austeridade

O PS acusou hoje a chanceler alemã de estar «completamente apaixonada» por austeridade, «em sintonia» com o primeiro-ministro português.
 
No dia em que a chanceler alemã, Angela Merkel, defendeu a austeridade e pediu mais esforço aos parceiros europeus durante os próximos cinco anos para ultrapassar a crise, o PS considerou que «a austeridade é o problema».
 
«O que vemos é uma enorme sintonia entre a senhora Merkel e o primeiro-ministro português, Passos Coelho. É um verdadeiro romance de austeridade. Estão completamente apaixonados pela austeridade, custe o que custar», disse à Lusa o secretário nacional do PS, João Ribeiro.
 
«Aquilo que para a senhora Merkel e para o nosso primeiro-ministro é a solução, para o PS é o problema. Não é a solução e não pode ser apresentada como solução», declarou o porta-voz socialista.
 
Em declarações à Lusa, João Ribeiro defendeu que «é muito fácil defender a austeridade nos países dos outros», adiantando que gostaria de ver «a bravura da senhora Merkel» a propor aos alemães o equivalente ao que está a ser pedido aos portugueses.
 
O secretário-geral do PS sublinhou que o que «une Passos Coelho e Merkel é a política de mais tempo e de mais sacrifícios», enquanto «o PS há mais de um ano que diz que quer mais tempo para consolidar as contas públicas, mas para aliviar os sacrifícios dos portugueses».
 
Visto na TSF
 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Ferro Rodrigues: Governo quer classe média contra Estado social

O ex-secretário-geral do PS Ferro Rodrigues acusa o Governo de ter a intenção de refundar a direita e colocar a classe média contra o Estado Social.

Ferro Rodrigues, vice-presidente da Assembleia da República, falava pela bancada do PS na sessão de encerramento do debate na generalidade da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2013.
Na perspetiva do ex-líder socialista, com a ideia de refundação do programa de ajustamento económico e financeiro de Portugal, o PSD pretende agora «tirar da gaveta um projeto de revisão constitucional» para redefinir as funções do Estado.
«O Governo quer sim refundar a unidade da direita, tentar pôr a classe média contra o Estado social, remeter à marginalização os sociais-democratas que ainda resistem. E o Governo já mostrou ao que vem: Quer arrastar o PS para essa descida ao abismo, mas o que é preciso é refundar a política do Governo e reformular esta austeridade sem saída», disse.
Na parte final do seu discurso, que foi muito aplaudido pela bancada do PS, Ferro Rodrigues voltou a traçar limites em matéria de diálogo político, frisando que «vale a pena discutir no quadro constitucional tudo o que possa melhorar o futuro do país, mas com base em confiança política, crescimento económico e equidade social, que hoje, infelizmente, não existem».
O ex-ministro dos governos de António Guterres enunciou também uma eventual via alternativa para a política económica e financeira do país.
«É preciso tirar partido das posições mais flexíveis das instituições europeias e internacionais, em vez de as rejeitar. O que é preciso é lutar por explorar as margens de alterações de prazos, de juros, de metas», defendeu.
Em relação à proposta de Orçamento do Estado, Ferro Rodrigues considerou que o país está a ser «empurrado em direção ao abismo».
«Este Orçamento se, por cegueira e teimosia for executado, vai ter consequências terríveis durante muitos anos. O Governo tem de ouvir os portugueses e os parceiros sociais, tem de arrepiar caminho antes que seja tarde», advertiu o ex-líder dos socialistas, que ainda se referiu às consequências sociais da política do executivo.
«Quando se atacam os mais pobres dos pobres é toda a miséria de uma política que fica à vista», disse.
Na sua intervenção, Ferro Rodrigues procurou responsabilizar a atual maioria governamental pela presença da 'troika' (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia) em Portugal.
«Os partidos que hoje suportam o Governo fingem que nada tiveram a ver com o resgate, mas, na verdade, fomentaram, instigaram, exigiram, conegociaram, coassinaram e muitos dos seus comemoraram o memorando de entendimento», acusou.
 
Visto em TSF

domingo, 8 de julho de 2012

Seguro promete oposição total à privatização do grupo Águas de Portugal



O secretário-geral do PS afirmou no passado 20 de Junho que se irá opor em absoluto a uma privatização da Águas de Portugal e acusou o Governo de pretender aumentar o custo da água para esconder a situação financeira desta empresa. 

Falando na sessão de encerramento de um colóquio do PS subordinado ao tema "Água um bem comum", na Assembleia da República, António José Seguro manifestou a sua total oposição a uma eventual privatização do grupo Águas de Portugal. 

“As questões ambientais, a água, não são um tema mercantil, enquadrável em qualquer fúria privatizadora. A água é essencial, seja para o abastecimento, seja para o ambiente de forma abrangente - e o país não pode deixar de encarar este como um dos seus sectores estratégicos”, defendeu o secretário-geral socialista, recebendo uma prolongada salva de palmas da plateia. 

Para o líder do PS, “o Estado não pode demitir-se das suas responsabilidades e delegá-las nos privados”, acrescentando que “a responsabilidade não se delega”. 

António José Seguro considerou estranhas as intervenções de vários membros do Executivo e, sobretudo, do ex-dirigente do PSD e responsável pelo processo de privatizações, António Borges, que terá defendido uma “limpeza” e “reestruturação” do sector da água. 

“Com muita clareza, quero dizer ao Governo e ao primeiro-ministro que o PS é contra a privatização do grupo Águas de Portugal”, disse. 

“Entendemos que a resolução dos problemas não passa pelo anunciado aumento do custo da água. Esse aumento serve apenas para esconder o objetivo de resolver à custa dos consumidores a situação financeira do grupo Águas de Portugal”, defendeu o líder dos socialistas. 

António José Seguro afirmou, também, que a comissão de acompanhamento para a aplicação e desenvolvimento da convenção entre Portugal e Espanha sobre bacias hidrográficas não se reúne desde setembro passado. 

“Queremos saber da parte do Governo, em particular do primeiro, o que tem a dizer sobre este facto, tendo presente a situação de seca extrema numa parte substancial do território nacional, com consequências gravíssimas para a agricultura. Esta é uma das consequências que o PS temia após a reorganização dos serviços do Ministério do Ambiente para a área da água”, declarou.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

François Hollande sobe impostos aos mais ricos



O novo governo francês determinou hoje a subida de vários impostos para controlar o défice. A carga fiscal recai sobre os mais abastados.

O governo do novo presidente francês François Hollande continua a cumprir as suas promessas eleitorais, aprovando um projecto de orçamento que procura aumentar as receitas através de um agravamento da carga fiscal aos ricos e às grandes empresas.

Deste modo, segundo o orçamento rectificativo hoje aprovado pelo governo francês, em nome do que é classificado de "desfinancialização" da economia, as empresas vão passar a pagar uma taxa de 3% sobre os dividendos pagos aos accionistas, enquanto que as contribuições a pagar ao Estado pelas ‘stock-options' pagas aos executivos, bem como as acções entregues de graça aos altos quadros, vão subir de 22 para 40%. Ao mesmo tempo, a taxa sobre as transacções financeiras passa para o dobro, enquanto os bancos irão pagar um imposto adicional.

Em adição, as empresas petrolíferas vão pagar uma sobretaxa sobre as suas reservas, enquanto que as grandes firmas - com um volume de negócios anual superior a 250 milhões de euros - terão que pagar antecipadamente a contribuição excepcional de 5% a que se encontravam sujeitas desde 2011. Já todos os que ganham mais de um milhão de euros por ano vão estar sujeitos a um "imposto de solidariedade" especial sobre os seus vencimentos de 75%.

Com estas medidas, o governo de Hollande espera arrecadar 7,2 mil milhões de euros em receitas adicionais, mais do que o suficiente para conseguir um défice público dentro dos objectivos acordados com Bruxelas.

Alívio à sociedade

Em sentido contrário, o executivo socialista decidiu abolir a intenção do governo anterior de aumentar o IVA, mantendo-se este nos 19,6%. Já a contribuição social paga pelas empresas sobre os planos de poupança dos trabalhadores irá disparar dos actuais 8% para os 20%, de modo a garantir a segurança das reformas dos trabalhadores. A piorar as notícias para os grandes empresários, Hollande aboliu o direito das firmas de deduzir nos seus impostos os montantes pagos pelas firmas para estes planos de poupança.

Após o anúncio das novas medidas orçamentais, o ministro francês do Orçamento, Jérôme Cahuzac, afirmou que parece ao novo executivo "que o governo anterior estava a esconder dados" sobre as receitas fiscais, as quais terão sido "subestimadas de modo voluntário" pelo governo de direita em cerca de sete mil milhões de euros para este ano.
Visto no "Económico/Sapo"

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Encontro de Trabalho, dia 22 de Outubro, no Monte do Sobral - Convite


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