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terça-feira, 22 de março de 2011

Francisco Lopes, uma candidatura patriótica e de esquerda


Rap da Farc - Força Alvi Real Celeste

Dois meses depois das Eleições Presidenciais 2011, que decorreram a 23 de Janeiro de 2011, o lixo da propaganda deixado um pouco por todo o concelho pelo candidato, camarada Francisco Lopes é mais um sinal de como estes progressistas gostam da nossa Terra.

Recordamos que o camarada Francisco Lopes foi apoiado pelo PCP e Partido Ecologista Os Verdes, estes últimos com o tom da cor do lixo que deixaram espalhado por todo o lado.

O Camarada Francisco Lopes nestas eleições presidenciais os votos que conseguiu não foram tantos como os que tinha previsto.
Francisco Lopes, tinha inscrito uma verba de 512 mil euros para gastar na propaganda eleitoral, mas só recebeu 424 mil de euros de subvenção estatal, isto é, teve um saldo negativo de 88 mil euros – contas da vida.
Por isso há quem diga que o material utilizado na campanha não foi recolhido em todo o País porque faltou o dinheiro para essa operação.

O Secretariado do Comité Central do PCP depois de ter contactado a Organização Concelhia de Viana do Alentejo, muito bem dirigida pelo importado, invisível e inaudível membro Pedro Andrade e Silva, foi informada de que não havia necessidade de recolha dos detritos, esses cartazes representavam a forte presença dos comunistas no concelho, pois o camarada Francisco Lopes tinha sido eleito Presidente da República de Aguiar.

Por isso os materiais de propaganda só terão sumiço quando “a terra os comer”, ou se nos entrementes houver uma nova operação, “Limpar Portugal”.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Geração à Rasca - A Nossa Culpa

O festival de música de Woodstock aconteceu no interior dos Estados Unidos em 1969 e é até hoje considerado o maior evento musical de todos os tempos.
Janis Joplin & Jimi Hendrix - Summertime


A Internet tem destas coisas, e temos de saber viver com elas. Este texto tem circulado por diversos meios credíveis como sendo de Mia Couto. Aparentemente, essa atribuição é errónea, tendo o texto de facto sido escrito pela autora do Blog Assobio Rebelde (http://assobiorebelde.blogspot.com). Aqui fica, como mais um elemento de reflexão sobre esta complexa problemática.

Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
       
Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquer coisa phones ou pads, sempre de última geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional. 
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere. 
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.
Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades/características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja! que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estão à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta.  
Pode ser que nada/ninguém seja assim.


sábado, 12 de março de 2011

Manifestação "Geração à Rasca" chega ao Rossio com mais de 200 mil pessoas

Organização fala em 300 mil manifestantes em Lisboa, polícia aponta para 200 mil. Ainda será cedo para fazer balanços, mas quem está na rua diz não se lembrar de tanta gente junta na Avenida da Liberdade em muitos anos. "Sócrates aceita a demissão" ou "Senhor Presidente dissolva o Parlamento" são das ideias que mais geram consenso.


Homens da Luta - A luta é alegria


A Avenida da Liberdade esteve cheia de uma ponta à outra durante várias horas, como não é vulgar noutras manifestações. Aliás, ainda falta vários milhares de manifestantes chegarem aos Restauradores.

O número avançado pela polícia é equivalente ao número de professores que se manifestaram o ano passado, também na Avenida da Liberdade. Quem está no terreno diz que a "Geração à rasca" está a ter uma adesão muito superior.

Membros da organização falam em 300 mil pessoas.

A quantidade de manisfestantes é tanta, que as telecomunicações estiveram por diversas vezes com problemas. Fonte oficial de uma operadora de telecomunicações questionada sobre a dificuldade de acesso à rede de telecomunicações durante a manifestação: “Não há registo de avarias. É natural que dado o anormal fluxo de concentração de pessoas na zona da Avenida da Liberdade que possa ter existido congestionamento da rede móvel em determinados momentos.”

No Porto, o encontro que juntou os manifestantes na Praça da Batalha, fez com que se tornasse, por momentos, e em algumas zonas, quase impossível movimentar-se, tal era o número de manifestantes.

Relatos apontam para 500 manifestantes em Coimbra e 150 em Ponta Delgada.

Faro terá recebido a maior manifestação de sempre naquela cidade. 6.000 é número avançado pela polícia.

"Senhor Presidente, em nome dos pobres, dos jovens, dos idosos e da nação, dissolva o Parlamento!", é um dos slogans que impera no Porto. "Sócrates cabrão, aceita a demissão", grita-se em Lisboa. Os slogans são imensos: "Nunca pagámos tanto por tão pouco". "Economia é a tua tia". "Com a precaridade não há liberdade". "Revolução dos (es)cravos". "Deixa passar, deixa passar, que o mundo vai mudar". "Todos à rasca homens e animais".

Os manifestantes acreditam que o que hoje se viveu em Portugal poderá espalhar-se pela Europa. Num protesto onde se ouviu "Eu não votei na Merkel".

E os manifestantes não são apenas jovens que a protestar contra as actuais condições laborais. Avós, país, filhos e netos juntaram-se na manifestação que marca o dia. Os protestos focaram-se em várias questões. Trabalho, reformas e até lei do arrendamento. Foi uma manifestação intergeracional com país a manifestarem-se pelos filhos e filhos a protestarem pelos país.

jornaldenegocios.pt

Manifesto da "Geração à Rasca"
Nós, desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal.

Nós, que até agora compactuámos com esta condição, estamos aqui, hoje, para dar o nosso contributo no sentido de desencadear uma mudança qualitativa do país. Estamos aqui, hoje, porque não podemos continuar a aceitar a situação precária para a qual fomos arrastados. Estamos aqui, hoje, porque nos esforçamos diariamente para merecer um futuro digno, com estabilidade e segurança em todas as áreas da nossa vida.

Protestamos para que todos os responsáveis pela nossa actual situação de incerteza – políticos, empregadores e nós mesmos – actuem em conjunto para uma alteração rápida desta realidade, que se tornou insustentável.

Caso contrário:

a) Defrauda-se o presente, por não termos a oportunidade de concretizar o nosso potencial, bloqueando a melhoria das condições económicas e sociais do país. Desperdiçam-se as aspirações de toda uma geração, que não pode prosperar.

b) Insulta-se o passado, porque as gerações anteriores trabalharam pelo nosso acesso à educação, pela nossa segurança, pelos nossos direitos laborais e pela nossa liberdade. Desperdiçam-se décadas de esforço, investimento e dedicação.

c) Hipoteca-se o futuro, que se vislumbra sem educação de qualidade para todos e sem reformas justas para aqueles que trabalham toda a vida. Desperdiçam-se os recursos e competências que poderiam levar o país ao sucesso económico.

Somos a geração com o maior nível de formação na história do país. Por isso, não nos deixamos abater pelo cansaço, nem pela frustração, nem pela falta de perspectivas. Acreditamos que temos os recursos e as ferramentas para dar um futuro melhor a nós mesmos e a Portugal.

Não protestamos contra as outras gerações. Apenas não estamos, nem queremos estar à espera que os problemas se resolvam. Protestamos por uma solução e queremos ser parte dela.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Vidigueira: autarca acusa ciganos de quererem mais direitos e livrar-se dos deveres

Comunidade cigana "pretende obter mais direitos e ver-se livres dos deveres", diz o presidente da Câmara da Vidigueira.

O presidente da Câmara da Vidigueira acusa a comunidade cigana que vive na vila, que reconhece como "portugueses carenciados", de quererem obter mais direitos do que os outros munícipes e livrar-se dos deveres, através da interferência de organizações.

"Esses portugueses, através da interferência de organizações, pretendem obter mais direitos (do que o resto da população portuguesa) e verem-se livres dos deveres", mas "a Câmara da Vidigueira não se revê, de forma nenhuma, nessa posição", diz à agência Lusa Manuel Narra.

Para a Câmara da Vidigueira "não há discriminações positivas nem negativas. Só há portugueses e todos têm tratamento igual", garante, recusando o que classifica de "tentativa de criar uma minoria para lhes garantir mais direitos que os que têm o resto da população portuguesa".

O autarca reagia assim às preocupações e críticas do European Roma Rights Centre (ERRC) relativas às condições em que 67 pessoas de etnia cigana vivem nas traseiras das ruínas do castelo da vila.

 Mesmos direitos e deveres

O autarca refere-se a essas pessoas como "portugueses carenciados" e recusa reconhecê-las como ciganos ou uma minoria étnica, afirmando: "No concelho da Vidigueira não há ciganos, nem minorias étnicas. Só há portugueses e todos têm os mesmos direitos e deveres".

Segundo o autarca, no concelho da Vidigueira, "há, com certeza, portugueses carenciados", como os que vivem nas traseiras do castelo, e que, "dentro das possibilidades da Câmara são ajudados", mas "como portugueses têm os mesmos direitos e deveres de qualquer outro cidadão português".

Numa carta enviada à Câmara da Vidigueira e à qual a Lusa teve acesso, o European Roma Rights Centre mostra-se "profundamente preocupado" com as "condições deploráveis" de habitação e de vida das 67 pessoas de etnia cigana que vivem nas traseiras das ruínas do castelo.

A comunidade vive em "barracas precárias" num assentamento informal "sem eletricidade, sistema de drenagem, recolha do lixo e saneamento" e os residentes "sofrem de pragas de ratos e cobras", lê-se na carta.

Água cortada

No início de fevereiro, a comunidade ficou "sem abastecimento de água", denuncia o European Roma Rights Centre, que acusa o município da Vidigueira e a GNR de terem "destruído a única fonte de água do assentamento, que consistia em 12 torneiras ao ar livre instaladas pela própria Câmara".

A Câmara "não destruiu" a fonte de água, "apenas cortou a água por falta de pagamento", contrapõe o autarca, referindo que "o município corta a água a qualquer cidadão que não a pagar".

"Foi o que aconteceu" com as pessoas que vivem nas traseiras do castelo, diz Manuel Narra, sublinhando que "a Câmara não pode ter dois pesos e duas medidas nestes casos".

O European Roma Rights Centre pede ao município para restabelecer "imediatamente" o fornecimento de água no assentamento e atuar "urgentemente no realojamento da comunidade em habitações integradas, em conformidade com as obrigações de Portugal no respeito da Lei Internacional do direito a habitação adequada".

Segundo o autarca, "os portugueses carenciados são tratados como os outros portugueses e é-lhes prestado o apoio social dentro das possibilidades financeiras da Câmara". "Há vários programas de apoio destinados a portugueses carenciados", como o apoio ao arrendamento promovido pela Câmara, que "paga 50% do valor da renda aos portugueses carenciados", conclui o presidente da Câmara da Vidigueira.
aeiou.expresso

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Falange Vianense de las JONS

Falange Española - Cara al Sol


Até há bem pouco tempo a célula falangista da CDU/Viana, através do seu blogue fascizante, Portanto Pá, grupelho de analfabetos escolarizados, numa atitude paternalista, estilo “conversas salazarentas em família”, têm sistematicamente tentado passar a mensagem de que o caos está instalado no Município de Viana, porque eles, os “eleitos do reino de deus”, foram injustamente corridos pelos “agnósticos votos” de 11 de Outubro de 2009.

Neste momento andam acagaçados porque sentem que afinal a sua táctica política pariu um rato. A última contratação de Inverno veio sem ritmo de jogo, e por isso a entrada deste elemento nesta altura da época não conseguirá abrir a defesa do adversário, para que os velhos e conhecidos avançados da CDU/Viana possam sair com sucesso do banco de suplentes para darem a volta ao resultado do jogo nos últimos minutos de compensação em 2013.

Num desnorte total revelando o maior despudor, chegou o momento de atacarem um “simples” trabalhador da autarquia só porque, no entendimento destes falangistas, todos deverão estar alinhados e de chapéu na mão quando eles erguem a “bandera roja”.


Mas quem é esta gente que se atreve a escrever uma coisa destas, como se fossem os donos da Câmara e dos trabalhadores que transformam em vassalos de um feudo criado nas suas mentes perversas?

Esperamos que a desordenada célula descoberta do KGB a operar diariamente no município de Viana não utilize contra os seus opositores e dissidentes o mortífero radioactivo polônio-210.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Viana do Alentejo presente na BTL

Entre os dias 23 e 27 de Fevereiro decorre no Parque das Nações, em Lisboa, a BTL – Feira Internacional de Turismo. O Concelho de Viana do Alentejo vai estar presente através da Turismo do Alentejo.


Dulce Pontes_E tao grande o Alentejo



O Concelho de Viana do Alentejo vai estar presente na BTL – Feira Internacional de Turismo, através da Turismo do Alentejo, entre os dias 23 e 27 de Fevereiro, no Parque das Nações, em Lisboa.

Subordinada ao tema Subordinada ao tema “O destino Portugal e 10 milhões de quilómetros quadrados a falar português”, o certame tem, nesta edição, como destino internacional convidado, a Tailândia. Em termos nacionais o destino que mereceu honras de destaque foi o Porto e o Norte do País.

Com a nossa presença através da Turismo do Alentejo, o Município pretende dar a conhecer as riquezas naturais e patrimoniais, bem como a cultura e a gastronomia/doçaria, naquela que é a maior feira de turismo do país e que, no ano passado, teve 70 mil visitantes.

No próximo dia 26 de Fevereiro, a meio da tarde, o Município promove uma prova gastronómica com o que de melhor o Concelho tem para oferecer, sem esquecer um dos seus ex-líbris, a doçaria. No que toca à cultura, os muitos visitantes que passarem pelo pavilhão poderão ainda ouvir o nosso cante coral, através das vozes afinadas do Grupo Coral Velha Guarda de Viana do Alentejo.

A Autarquia vai também exibir um vídeo promocional da Romaria a Cavalo Moita – Viana do Alentejo que vai realizar-se entre os dias 27 de Abril a 1 de Maio. A chegada a Viana do Alentejo está marcada para dia 30 de Abril.


Visto em (CMVA)


domingo, 13 de fevereiro de 2011

Roxette - Vulnerable



sábado, 29 de janeiro de 2011

"Agenda 21 Local" e Base Estratégicas de Desenvolvimento do concelho

Baltimora - Tarzan Boy




Depois de muita inépcia dos anteriores executivos liderados por Estêvão Pereira, finalmente a Câmara Municipal de Viana do Alentejo está a dar os passos necessários para se elaborarem os projectos da Agenda 21 Local e as Bases Estratégicas de Desenvolvimento do concelho de Viana do Alentejo, com recurso a financiamento comunitário.

Ao ler-mos as actas das reuniões da Câmara constatamos com muito agrado que a nova maioria vai resolvendo estes complexos dossiers, ao mesmo tempo que o Sr. Estêvão  Pereira e o Sr. José Jacinto Grave vão sendo rebocados pelas nova dinâmica imposta por Bengalinha Pinto.

Estêvão Pereira depois de um ano de "merecidas férias" assumiu o seu lugar de Vereador, apresentando-se inexplicavelmente cansado, muito esquecido, sem ideias e, talvez por isso,  não veio acrescentar nada de valor ao substituir a  Vereadora Teresa Penetra. Apenas constatamos que as actas das reuniões em que participa têm mais folhas, mas depois de tudo espremido resume-se tudo a um parágrafo de coisa nenhuma.

Talvez seja por isso que o Sr. Vereador Estêvão apenas publicou uma acta no seu blogue oficial.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Escândalo revela orgias do monarca da Suécia, Carl XVI Gustaf

Também presidente de honra da Fundação Mundial dos Escuteiros, ele tem a sua vida mundana escancarada no polémico livro.


BLACK - WONDERFUL LIFE


Sim, a Suécia tem um rei. Expressão séria e augusta, como os ingleses pontuaram nos seus jornais, o rei Carl XVI Gustaf, 64 anos, casado com a rainha Sílvia, 66, pai de três filhos, incluindo a princesa herdeira Victoria, 33 (que se casou glamorosamente em Junho), presidente de honra da Fundação Mundial dos Escuteiros, não é bem assim, digamos, ''um rei acima de todas as suspeitas''. Uma das famílias reais mais prestigiadas da Europa viu sua principal figura imersa em um escândalo graças a um livro sobre sua vida, Carl XVI Gustaf - Den Motvillige Monarken (Carl XVI Gustaf - O Monarca Relutante).

Na obra, a muito louca e secreta vida do rei, anos atrás, que incluía orgias accionadas por álcool, banhos em jacuzzi com modelos nuas, noitadas em strip clubs e locais controlados pela máfia, tudo com a cobertura da polícia. Poderia ser fofoca, mas os autores do livro são um repórter investigador, um pesquisador e uma ex-assistente social de carreiras idóneas. Um capítulo inteiro foi dedicado a uma personagem, a cantora Camilla Henemark, 46 anos - 18 a menos do que o rei -, ex-vocalista de uma banda de pop sueco da década de 1980. Os encontros aconteciam nas casas de amigos influentes do rei, vigiados por agentes do serviço secreto sueco. A cantora confirmou o namoro de 1 ano ao tablóide Expressen. ''Quero seguir minha vida, assim como Sua Majestade (...) Isto é algo do qual não me sinto orgulhosa'', disse.

Ele não desmentiu

Para incrementar ainda mais a história toda, o rei falando aos jornalistas após o lançamento do livro, não desmentiu nada. ''Conversei com minha família e a rainha e decidimos virar a página, seguir adiante porque, assim entendo, existem coisas que aconteceram há muitos anos.'' Para alguns, um acto confessional. Para outros, uma tacada de mestre para desviar a atenção - já que algumas pessoas teriam inclusive vídeos para divulgar, comprovando a bandalheira toda. O facto é que, numa sondagem após o escândalo, a quase totalidade dos suecos não mudou a sua posição diante da imagem do rei." [...Contigo]

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Manuel Alegre na apresentação do Contrato Presidencial


Amália Rodrigues: "Trova do Tempo que Passa" (Poema de Manuel Alegre)

"Esta é uma hora de unir, de somar e de mobilizar"

"Não sou só eu que me candidato. Somos todos nós, os que acreditamos nos valores da liberdade, da justiça social e da solidariedade; todos nós, os que queremos uma democracia melhor; todos nós, os que dentro de partidos ou fora deles queremos uma nova esperança para Portugal. Dirijo-me às mulheres, aos homens e aos jovens do meu país, aos independentes e membros dos movimentos cívicos que estão na génese da minha candidatura, dirijo-me aos meus camaradas do Partido Socialista, dirijo-me aos companheiros do Bloco de Esquerda e da Renovação Comunista, dirijo-me a todos os que se reclamam da Doutrina Social da Igreja e a todos os portugueses e portuguesas que estão descontentes e querem dar a volta à política para construir uma sociedade mais justa e mais humanista: esta é uma hora de unir,de somar e de mobilizar."

Veja o Contrato Presidencial AQUI

Uma nova esperança para Portugal

“Uma nova esperança para Portugal” é o título do Contrato Presidencial de Manuel Alegre, que se estrutura em doze pontos: nos dois primeiros o candidato insiste na necessidade “de um novo fôlego” para a República Portuguesa e para a construção europeia; no terceiro e no quarto explica o que cabe ao Presidente dizer e o que está em causa nesta eleição. A partir daí, nos pontos 5, 6 e 7, Manuel Alegre desenvolve a sua interpretação dos poderes do Presidente da República e a sua visão quer da Europa, cuja mudança defende que “pode começar aqui”, quer de Portugal, como “Pátria de todos e para todos”. Nos pontos 8, 9 e 10, o candidato apresenta os seus compromissos concretos: pelo Estado social, em defesa de “outra economia, outra estratégia, outro paradigma” e também do território e da cultura. O Contrato termina, nos últimos dois pontos, com um desafio aos jovens e com um apelo a todos os cidadãos empenhados numa “nova esperança para Portugal”.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

De tanto voltar frangos, deixou-os esturrar

Queen -The Great Pretender



Estive a ler o curto e envergonhado post, “Digamos Que Andamos Tensos”, no clandestino Portanto Pá, blogue dessa figura novamente pública que é o senhor Estêvão Pereira. Para não ficar tenso, sinto-me compelido a manifestar a minha indignação, perante a desonestidade do mesmo e dos comentários ali cirurgicamente plantados.

Balanço do trabalho já realizado, actividades previstas para o próximo ano e contributos. Foram estes os temas de uma ronda de reuniões de trabalho, nas três freguesias, para as quais Bengalinha Pinto e a sua equipa convidaram toda a população do Concelho.

Assisti à reunião na Junta de Freguesia de Viana, na passada quinta-feira. O nosso presidente iniciou a sessão de trabalhos fazendo uma exposição sobre os principais processos de candidaturas e acções desenvolvidas durante o ano de 2010. Não me lembro de todos mas recordo-me de ter falado do Centro Escolar, Centro Histórico, Poço Novo em Alcáçovas, Requalificação dos Espaços Exteriores do Mauforo, Quinta do Marco e Altinho, Rotunda na Zona Industrial, Pavimentação da Quinta do Marco, Relvado Sintético em Viana, Plano Municipal de Acessibilidades, Ampliação do Cemitério de Alcáçovas, Plano Municipal de Acessibilidades, etc, etc. 

Explicou que se bem que alguns destes processos tenham sido herdados da anterior vereação, foi necessário proceder à sua avaliação e revisão, quando não, fazê-los de novo, como foi o caso do projecto do Centro Escolar. Pôs igualmente os presentes a par das limitações económicas actualmente existentes que, entre outras, implicam que a câmara só possa recorrer à banca afim de complementar o financiamento das candidaturas aprovadas, nomeadamente ao Quadro de Referência Estratégico Nacional, QREN.

Mais importante, pelo menos para mim, falou do esforço que está a ser feito em áreas fundamentais mas de pouca visibilidade para os munícipes, designadamente ao nível da reorganização do aparelho camarário, tais como; a Estruturação Interna, Balcão Único de Atendimento ao Munícipe, Reengenharia e Desmaterialização de Processos, Sistema de Informação Geográfica, Projecto de Contabilidade de Custos, etc., etc.

Alguns presentes colocaram questões e sugestões às quais o presidente Bengalinha foi respondendo e tomando notas.

O vereador Estêvão, como esperado, aproveitou o momento para fazer o seu reaparecimento público, abordando os tradicionais temas do Quartel da GNR, em Viana e do Paço dos Henriques em Alcáçovas – Aguiar, zero. Levando a conversa sempre para o plano político, responsabilizou o governo PS pela não resolução destes processos. Bengalinha Pinto, sempre calmo, retorquiu que as negociações ainda decorrem e que continua a acreditar na possibilidade de que estas cheguem a bom porto. No seguimento disso o vereador João Pereira, relembrando que acompanha esse caso desde o início, fez um apanhado do desenrolar do processo do Paço dos Henriques, responsabilizando o então presidente, agora vereador Estêvão, pelo impasse a que este chegou. Sem argumentos e manifestamente atrapalhado Estêvão Pereira atira atabalhoadamente as responsabilidades para cima do Advogado Amado… Num tom de emoção contida, próprio de quem está certo da sua razão, o vereador Pereira replicou que lhe cabia a ele Estêvão, enquanto presidente, liderar o processo e a mais ninguém!

Puxando dos galões e à falta de melhores argumentos, às páginas tantas atira que tinha “muitos anos a virar frangos”, atribuindo a si próprio um especial conhecimento da área da gestão autárquica. Um ano da sua ausência da vida do município, um ano de esforçado trabalho da actual vereação, mostraram o contrário. E foi assim que, tentando tornar-se no protagonista da noite, o senhor Estêvão produziu uma série de intervenções por vezes despropositadas, dando a ideia que ainda estávamos em campanha eleitoral. Falhou rotundamente, nesse intento. Quem esteve presente, só por má fé dirá o contrário. Na resposta às suas diatribes o presidente Bengalinha Pinto, e os vereadores João Pereira e Paulo Manzoupo deram-lhe sempre a devida réplica. Pela primeira vez, que eu tenha assistido, o sempre tão convincente Estêvão Pereira gaguejou! Não basta falar bem, também é preciso ter razão.

O momento alto da noite foi, no entanto quando, após o dito senhor Estêvão ter puxado o tema da opção gestionária (tem a ver com o aumento de vencimento dos funcionários da câmara), Bengalinha Pinto lhe devolveu a questão perguntando-lhe (sempre muito calmo), porque é que ele não a tinha feito. Do desenrolar da conversa ficou patente para todo o auditório, que o principal responsável pela sua não realização e pelo prejuízo que isso implica na qualidade de vida dos sempre tão usados trabalhadores foi o próprio senhor vereador, na altura o presidente da câmara Estêvão Pereira.

Mais que qualquer outra coisa, pessoalmente fiquei impressionado com o volume de trabalho desenvolvido neste primeiro ano de mandato. Julgo que seria importante divulgá-lo mais. Numa altura cinzenta como esta foi gratificante constatar que, contrariando os apóstolos da desgraça, esta equipa autárquica tem trabalhado arduamente, está por dentro dos dossiers e encontra-se embalada por um forte espírito positivo. Saí de lá bastante animado!

MB
Recebido via email

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Carta de um doceiro

Queen - The Show Must Go On

Mestre Finezas

Então não quer lá ver que este ano os malandros dos socialistas meteram também aquela coisa dos chocalhos numa tenda anexa à mostra de doçaria das Alcáçovas. E fizeram conferências sobre os mesmos como se aqueles horríveis objectos tivessem alguma dignidade para ocupar espaço tão nobre ou representassem alguma mais-valia para a vila. Os malandros enganaram as pessoas que pensavam ir ver doces e bolos e não é que lhe apresentaram também chocalhos.

Olhe mestre Finezas, acho que deveriam ser alvo de uma reclamação à DECO por publicidade enganosa. Deixo aqui a sugestão àquelas raparigas do portanto pá que têm tecido justas críticas à mostra de doçaria para se desengomarem e fazerem a respectiva queixa.

Eu cá para mim também acho que os chocalhos devem ter outras utilidades que não seja só andarem em mostras de doçarias, como por exemplo serem colocados ao pescoço de certas pessoas para se saber onde andam.

E então não é que puseram as casas de banho fora da tenda dos doces, quando no outro tempo os visitantes tinham a respectiva ali mesmo à mão ao lado dos expositores, ou seja, a pessoa acabava de comer o bolo estendia o braço e abria imediatamente a porta da cabine sanitária. Espero que também nesta parte as moças do portanto não se esqueçam de apresentar a devida queixa na respectiva autoridade sanitária.

Mas o disparate maior foi colocar lá também os enchidos e queijos das Alcáçovas, como se as muitas centenas de visitantes da mostra tivessem algum interesse nessas pelintrices. Só faltou terem lá também aquela “pirosisse” da olaria.

Enfim os coitados não acertam uma para a caixa né!!!

Ai que saudades do tempo em que se usurpou a autoria do projecto da mostra de doçaria à Drª Helena Carvalhinho e não se permitia misturas de outros produtos com bolos. E que cómodo que era então as pessoas satisfazerem as suas necessidades fisiológicas dentro da própria tenda dos doces sem a necessidade de saírem à rua a apanhar frio ou chuva.

Isso é que eram tempos, a malta bebia uns copos, fazia a programação na sede do partido, cantava-se o avante sob a batuta do Sr. Silva, mobilizavam-se todos os camaradas e as iniciativas resultavam que era uma maravilha.

Ai que saudades desses tempos mestre Finezas. Será que já não voltam?

domingo, 28 de novembro de 2010

O regresso às aulas do vereador Estêvão Pereira




Barra da Saia - Para Tudo que eu Cheguei

Depois ter chumbado no exame de “Introdução à Política” em 2009, Estêvão Pereira, após um ano de abandono escolar, finalmente, regressou à “Escola” da Brito Camacho no dia 10 de Novembro.

Durante o último ano em que faltou ao local de eleição, pouco se viu pelas ruas, apenas se sabia oficiosamente das suas traquinices pelos Blogues, “Portanto Pá” e “Blogue do Estevao”, ou quando o atazanavam nos outros Blogues concelhios, lá ia respondendo quase sempre mascarado com a sua escrita bem conhecida no meio.

Assim, enquanto no “Portanto Pá” ia atirando às escondidas umas pedradas, ajudado pela sua alcateia, no “Blogue do Estevao” ia passando a mensagens de, “agarrem-me senão eu mato-os”. Tudo isto se passava com algumas oscilações de humor pelo meio, pois durante este tempo andava preocupado sem saber se a CDU/Viana lhe fornecia o indispensável transporte escolar.

Só muito a custo, quando os seus amigos mais íntimos se iam escanhoar à Barbearia Ideal e Mestre Finezas pressionava a lâmina de barbear nas carótidas destes clientes, se sabia mais qualquer coisa. Nessas alturas de aperto sussurravam ao mestre Finezas, dizendo que o Estêvão pouco aparecia, e quando isso acontecia, normalmente dirigia-se a eles sempre com a mesma alucinante conversa: “como foi possível ter-me acontecido isto, pois as cábulas que levei para o exame de 2009, davam e sobravam para eu passar com distinção nos malditos exames quadrienais que foram inventados depois de 1974 pela reumatóide brigada  de democratas .

Depois de um ano de abandono escolar, para tranquilidade de toda a comunidade educativa, finalmente Estêvão Pereira anuncia o seu regresso às aulas.

O professor da disciplina de “introdução à política” era o que estava mais satisfeito pelo seu regresso, mas agora, coisas da vida, o antigo aluno da fila da frente, posto de castigo em 2009 no canto da sala de aulas, como iria reagir no primeiro dia, depois de ter esgotado todas as faltas justificadas durante um ano?. (na próxima reportagem daremos conta do seu desempenho)

Estêvão Pereira sabe que neste momento apenas tem reservado lugar na segunda fila, ainda por cima com um “calmeirão baixinho” colocado à sua frente a tapar-lhe a vista do quadro de aulas.

Depois de tanto tempo sentado na fila da frente, resta-lhe agora, depois de 16 anos de curso ter de gramar 3 anos de repetência, sem ser visto pelo público, a menos que meneie a cabeça de um lado para o outro, pois lá está o outro que foi para o quadro de honra sempre à sua frente a tapar-lhe a vista.

Para que não se esqueçam dele é vê-lo agora em bicos de pés e de dedo no ar gritando com todas as forças dos seus pulmões: estou aqui, leiam as actas da Câmara!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Espectáculo da Greve Geral - 24 de Novembro


"Um conjunto de músicos aderiu à ideia de manifestarem o seu apoio à Greve Geral realizando um espectáculo solidário no próprio dia da Greve Geral. Garantiram já a sua participação no ESPECTÁCULO DA GREVE, na Praça da Figueira (Lisboa) a partir das 17,30 horas, Jorge Palma, Camané, Janita Salomé, Zé Pedro (dos Xutos e Pontapés), José Mário Branco, João Gil e Paulo Ribeiro ("Baile Popular"), Rui Curto ("Brigada Víctor Jara") e Tony Costa ("Terra a Terra").

A organização do espectáculo é da responsabilidade do SPGL – Sindicato dos Professores da Grande Lisboa em colaboração com a União de Sindicatos da Lisboa."

A Direcção do SPGL

domingo, 21 de novembro de 2010

"Falas bem mas não me enganas"



Tony de Matos - O Destino Marca a Hora

Comentário Anónimo em http://barbeariaideal.blogspot.com/2010/11/universidade-senior-tulio-espanca-abre.html.

"Falas bem mas não me enganas", é a expressão que o povo usa quando se quer referir àqueles que com falinhas mansas e conversas fáceis os enganam. O exemplo mais acabado na vida política do nosso País é o famoso e virtual engenheiro, de seu nome Sócrates. Ele haverá alguém mais ágil na palavra e mais convincente no discurso? E de que é que nos serviu isso, para onde é que aquele discurso fluente nos levou?

O nosso presidente não fez da política o seu objectivo de vida, todos nós sabemos que não se usou dela para ser "alguém na vida". Chega a presidente da câmara, já um homem maduro e após um longo percurso profissional na banca. Esse percurso, talvez por não ser necessário, não o ensinou a ser um demagogo ou um fala-barato, com0 normalmente o são os políticos de carreira, fez dele, isso sim, um gestor. Foi nessa qualidade, associada à sua franqueza de carácter que todos lhe conhecemos, que levou a população deste concelho a votar massivamente nele, descontentes que estavam que estavam com quem falava bem mas já não fazia nada.

Claro que todos gostaríamos de nos vermos representados por alguém de palavra fácil, mas isso aprende-se no dia-a-dia (estou certo que não vão ser necessários dezasseis anos) ou estuda-se em cursos próprios, que também os há. Agora, isso não é certamente o mais importante, neste momento particularmente difícil que atravessamos.
Talvez faltem a Bengalinha Pinto as lições semanais, na DORA do PCP em Lisboa, onde no primeiro mandato, durante cerca de um ano outro senhor aprendeu a falar à presidente da câmara, ou os quatro anos em estudos de manipulação da psicologia humana tirados em Beja ou mesmo as tertúlias entre camaradas bebendo o pouco proletário Kopi Luwak.

Talvez, mas esse tempo faz falta à gestão dos interesses do concelho e a pôr alguma ordem na pesada herança que o outro senhor nos deixou, aquele que falava muito bem cá dentro, mas não aparecia ou não abria a boca lá fora nos centros de decisão.

21 de Novembro de 2010 12:17

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Música no Museu

inatel

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Dia 15 de Outubro, no âmbito da iniciativa "Música no Museu", do Inatel, a Igreja Matriz de Viana do Alentejo vai acolher solistas da Orquestra Metropolitana de Lisboa para um duo de flauta e harpa.

A iniciativa está marcada para as 21h30 e tem entrada livre.

Recebido via email
Para mais informação consulte o sítio da Câmara

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Fatal arroto indiscreto



Julio Iglesias:Cucurrucucu Paloma

Mesmo com doses cavalares de anti-depressivos, há políticos locais e outros que tais, que ainda não se conformaram, com a justíssima nota negativa do exame de 11 de Outubro de 2009.

A pior coisa que podemos esgrimir é recordar-lhes o passado, especialmente para aqueles que pensavam que a vida era como uma correlação linear positiva.

Sabemos que este tipo de pessoas,
quando “fora do discurso de estado”, imbuídas na sua notória arrogância, clamam nas suas confrarias contra o injusto sistema eleitoral. Na opinião destes democratas de meia tigela, devia ser possível repetir as eleições, vezes sem conta, até à vitória final.

O mundo está cheio de políticos manhosos que falam, falam, mas na hora da contagem dos votos vão-se abaixo.
Por isso gritam: Viva o centralismo democrático, mas sempre controlado com voto de braço no ar!

Desde Outubro passado têm tido tempo suficiente para digerirem o fracasso supremo, mas em vez de se prepararem para o próximo exame, em 2013, continuam na mesma, sem estudar, incentivados por um naipe de damas, que lhes vão fazendo umas cábulas para uns medíocres testes com consulta, auto-avaliados.

Como sempre, arranjam todas as desculpas, e mais uma, para justificarem o seu péssimo desempenho.

A culpa é sempre dos outros, nunca deles!

De luto profundo, agitando as bandeiras negras, têm feito autênticas romarias a pé às fossas, depósito dos cadáveres relógios dos “300”, falecidos nos pulsos dos seniores do concelho, durante o almoço inadiável, do
passado 10 de Outubro, véspera de eleições e concomitante dia de reflexão.

Apesar da batota premeditada para esse
dia, pela entourage politicamente analfabeta, começou a notar-se uma espécie de paralisia facial no grupo da vanguarda da “nova burguesia local”, mentora da oferenda eleitoral, quando começaram a saltar ponteiros dos frágeis relógios, após o primeiro arroto dado por um dos seniores do PS, enfartado que estava.

No dia D, dia do tira-teimas, para uns, ou dia das favas contadas para os até aí detentores da maioria, os ecos da euforia que se ia apossando gradualmente dos partidários de Bengalinha, que enchiam a Praça da República soava por quase todo o concelho.

Finalmente, quando chegou o mensageiro à sede da força política derrotada e relatou os resultados definitivos apurados nas sessões de voto, humildemente, porque "o Povo é quem mais ordena”, breve se iniciou uma sessão de autocrítica muito agitada, alguém gritou de dedo no ar e disse: eu bem te dizia para comprares relógios Patek Philippe.

Comenta-se por aí que alguém saiu daquele local em braços, completamente destroçado, depois de ter sido acossado pelos seus próprios correligionários.

Adequado apupo para quem, poucos dias antes, teria dito, no meu de risadas, na segunda sede do partido, sediada na Rua Brito Camacho que as eleições não passavam de um mero pró-forma, uma perda de tempo, pois o poder eterno estava à partida garantido. Os verdinhos não eram nada.

Pensando melhor, até para não apedrejarem a Barbearia, afinal, esta pobre sofrida criatura, tinha dado o seu melhor à causa. Na altura da adversa compra não quis gastar muito dinheiro em relógios, pois assim sobraria alguma massa para gastar em ajudas sem custo e sem transporte durante mais 4 anos.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Costa da Silva: sobre o "Arrelvamento dos campos de futebol do concelho"


Trabalhadores do Comércio: "Chamem a polícia"

Sobre o arrelvamento dos campos dos clubes SCVA e SCA, Estêvão Pereira escreve no seu blogue, entre outras coisas:

"2º Se os clubes se puderem candidatar, a este programa ou a qualquer outro programa comunitário, a Câmara garante a componente nacional do investimento, até um limite de 90% do total do mesmo.

Os interlocutores nesta matéria, para que não restem duvidas, foram pelo SCVA o Presidente Luís Serpa e o Prof Isidro e por parte do SCA o Presidente Costa da Silva.Os interlocutores nesta matéria, para que não restem duvidas, foram pelo SCVA o Presidente Luís Serpa e o Prof Isidro e por parte do SCA o Presidente Costa da Silva."

Costa da Silva refere no artigo seguinte, retirado do blogue "Alcáçovas" que: "Informaram sempre que (tal como pode ser comprovados nas Actas e ofícios enviados às diferentes entidades) só apoiariam no máximo até 50.000€ por cada um dos projectos de cada um dos clubes. Nunca o montante suficiente para atingir os 90% de apoio como diz o Sr. Estêvão Pereira no seu blog. 50.000€ era o tecto máximo que a CMVA disponibilizaria a cada um dos projectos.

Curiosamente nunca obtive esta informação como vereador, nem como presidente do SCA. É estranho, as coisas que vamos sabendo…
"


Foto retirada do blogue “Alcáçovas”. 26 de Novembro de 2006: S. Viana do Alentejo - S. C. Alcaçovense (1-1)

O texto completo de Costa da Silva, publicado no blogue Alcáçovas:

"Como já tive a oportunidade de referir neste blog, não me sinto muito motivado para discutir política concelhia. Depois de há um ano atrás ter perdido umas eleições, decidi descansar um pouco destas andanças. Por outro lado, também como já o referi, parece-me que se deve dar algum tempo para que os novos protagonistas autárquicos mostrem o seu trabalho. Isto é, caso exista.

Como é evidente não estou de fora, nem ando distraído. Continuo a gostar da discussão e das ideias/causas políticas.

Entretanto foi despertado um assunto que me é muito apetecido: o arrelvamento sintético dos campos de futebol do concelho.

Um pouco de história:

1 – Em 2004 o Sport Club Alcaçovense apresentou uma candidatura através do Subprograma 1 à DGOTDU. Nessa altura, teve pareceres positivos nos 3 organismos onde passou;

2 – Em 2006 foi cancelado este programa pelo Governo da altura (neste caso o 1º Governo de José Sócrates).

3 – Em 2007 foi aberto o Programa o 1º Relvado através do Instituto do Desporto. Mas só apoiavam campos municipais. Surgiu aqui a vontade do SCVA.

É verdade que o Sporting de Viana do Alentejo propôs a venda “simbólica” do terreno à Câmara Municipal de Viana do Alentejo. Pelo que foi esclarecido na altura, até porque o SCA era parte interessada (como é evidente), e também está registado em Acta da Câmara, estes investimentos não eram prioridade para o então executivo (CDU).

Informaram sempre que (tal como pode ser comprovados nas Actas e ofícios enviados às diferentes entidades) só apoiariam no máximo até 50.000€ por cada um dos projectos de cada um dos clubes. Nunca o montante suficiente para atingir os 90% de apoio como diz o Sr. Estêvão Pereira no seu blog. 50.000€ era o tecto máximo que a CMVA disponibilizaria a cada um dos projectos.

Depois, fiquei agora a saber “formalmente” que havia conversações entre a CMVA e o SCVA para a cedência do Campo de Jogos para a Câmara se poder candidatar ao Programa 1º Relvado. Curiosamente nunca obtive esta informação como vereador, nem como presidente do SCA. É estranho, as coisas que vamos sabendo…

Na verdade, se as pessoas fossem correctas tinham contactado o SCA para esta possibilidade. O SCA é uma instituição com 84 anos de história e deveria merecer mais respeito.

Quem tomou a iniciativa para começar o arrelvamento do seu campo de jogos foi o SCA e não o SCVA. Por isso mesmo, na minha modesta opinião, o SCA deveria a ser o primeiro clube a ter relvado no concelho. No entanto, é evidente que o SCVA também deve ter.

Ainda assim, fico contente por este assunto despertar o interesse, porque quando o PSD de Viana do Alentejo colocou nas suas propostas eleitorais de 2005 o arrelvamento dos campos concelhios, todos os outros partidos e muita gente criticou.

Seja quem for o protagonista a conseguir tal investimento, só espero é que as coisas aconteçam mesmo. Senão, continuamos na cepa torta, também nesta área."

Retirado do blogue “Alcáçovas”, texto de de António Costa da Silva


domingo, 29 de agosto de 2010

Maioria dos franceses aprova deportações dos ciganos, revela sondagem


Ciganos fazem fila no balcão de check-in do aeroporto

Gipsy Kings - No Volvere

As acções das autoridades francesas contra os ciganos em situação ilegal, que colocaram a França no centro da controvérsia, são maciçamente apoiadas pelos franceses, de acordo com uma sondagem publicada esta quinta-feira.

As deportações de ciganos sem documentos para a Roménia são aprovadas por 65 por cento dos franceses, concluiu o inquérito realizado pelo instituto Opinionway e publicado no site do jornal Le Fígaro.

A sondagem revela ainda que 69 por cento das pessoas inquiridas se afirmam favoráveis ao desmantelamento de certos campos de ciganos.


O reforço da política de segurança conduzida este verão pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, particularmente a intensificação do envio de ciganos em situação ilegal para a Roménia, suscitou uma onda de críticas da oposição de esquerda mas também de alguns sectores de direita, e até mesmo do estrangeiro.


Apesar da polémica, a França prossegue com as deportações. Depois de duas séries de voos na semana passada, dois aviões especialmente fretados para o efeito transportaram esta quinta-feira 284 ciganos da Roménia e da Bulgária para o aeroporto de Bucareste.


A sondagem do Opinionway foi feita junto de uma amostra de 1034 pessoas representativas da população francesa, com 18 anos ou mais (foram estabelecidas quotas etárias), interrogadas online entre 24 e 26 de Agosto. A margem de erro é de dois a três pontos.

TSF/SAPO


sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Estórias do Reino das Estevaníades



Dady Yankee - King Daddy

Era uma vez um Rei chamado D. Estêvão I que não se acomodou à ideia de ter perdido o trono que ocupou durante 16 anos

Como monarca convencido e teimoso que foi, não quis seguir as mais elementares regras da monarquia, ou seja, não acautelou a sucessão em devido tempo por alguém da mesma linhagem. Mais grave, não percebeu os sinais recorrentes que lhe foram chegando da sua nefasta governação e do despotismo da sua sumptuosa corte, optando antes por mandar matar os mensageiros que lhe traziam novas desagradáveis.

Ao não indigitar sucessor e ao desvalorizar a inteligência dos camponeses, classe mais desfavorecida do reino, permitiu a rebelião dos seus súbditos, ficando apenas rodeado por dois (duas) ou três fiéis seguidores (as) (os outros foram condenados às galés) que constituem actualmente o seu séquito real e ao mesmo tempo a guarda pretoriana instalada em palácios que nos tempos áureos ocupou.

Para fingir que continua a contar com a fidelidade de um grande exército, adoptou uma estratégia que consiste em colocar muitas armas em locais dispersos do seu antigo palácio, passando os seus dois (duas) três colaboradores (as) a viverem numa constante correria de janela em janela, de porta em porta, disparando indiscriminadamente em todas as direcções, indiciando que no interior existe uma grande guarnição.

A estratégia foi descoberta pelo inimigo que, com recurso a contra espionagem e agentes infiltrados, conseguiu não só localizar todos os pontos de fogo, bem como conhecer a proveniência do armamento, identificando as fragilidades que o ex-monarca tenta a todo o custo camuflar.

As duas armas pesadas de que dispõe, fabricadas nos moldes da indústria bélica da Ex URSS, foram formatadas em duas povoações do reino, ALCACENSE e VIANANDO. São duas viaturas equipadas com rampas de Foguetes Katyusha, BM 21, de curto alcance, apelidados de "Órgãos de Stalin”, conduzidas por duas mulheres bomba. O restante armamento não tem qualquer significado, tratando-se de metralhadoras ligeiras recuperadas em campos de concentração da Sibéria e completamente desactualizadas.

No entanto, tal como o Ministro da Guerra de Sadam Hussein ou os generais que acompanharam Hitler no Bunker antes do bombardeamento final a Berlim, o pequeno séquito que rodeia D. Estêvão I continua a alimentar-lhe o enorme ego, enaltecendo as suas capacidades de grande líder e fazendo-lhe crer que os seus súbditos ainda o adoram e anseiam pelo seu regresso.

O povo, esse, continua fiel à moral de qualquer história que fala da monarquia: REI MORTO, REI POSTO.


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